Churrasco da Empresa

Olá, caro leitor.
Espero que você esteja bem.
Me chamo Fábio (nome fictício). Sou hétero, tenho 40 anos, sou moreno, 1,76 m, cabelo em corte militar, corpo atlético e uma bundinha bem redondinha — meu orgulho. O que vou contar aconteceu há alguns anos, mas até hoje lembro de cada detalhe.
Sempre fui aquele cara hétero que adora olhar pra mulher e comentar. Nenhuma passa despercebida. No trabalho, eu tinha um parceiro inseparável nessas merdas do dia a dia: o Caio. Ele tinha mais ou menos 1,80 m, era branco, cabelo liso e preto, meio gordinho, mais forte que eu. Juntos, a gente falava e fazia merda o tempo todo. Toda confusão na empresa — que estava em crescimento —, lá estávamos nós no meio. Ainda assim, nossa competência nos salvava. Nunca fomos demitidos.
Como em toda empresa, no fim do ano teve confraternização. Dessa vez, em um sítio. O comunicado dizia:
“Levem roupas de banho, pois haverá churrasco, bebida liberada e piscina.”
Eu, que sou moreno, tenho uma sunga branca que amarro bem justa. Ela marca o pau direitinho e ainda valoriza minha bunda redondinha. Claro que levei.
No sítio, o pagode rolando solto, as mulheres deliciosas da empresa não estavam pra brincadeira. Eu e o Caio ficávamos juntos o tempo todo, comentando tudo. Ele também estava de sunga. O tempo foi passando, a bebida entrando, os pudores indo embora.
Do nada, olho pro pau do Caio… duríssimo. Devia ter uns 16 cm, de fino pra grosso, com um cabeção lindo. Quando vi aquilo, não consegui disfarçar. Era bonito demais. Minha mente viajou nas possibilidades que aquele sítio oferecia. Já tinha pouca gente, estava ficando escuro, eu bêbado… fatalmente, meu pau endureceu também. Senti aquele fogo no rabo impossível de esconder.
Falei:
— Irmão, vou pegar mais bebida.
Ele respondeu:
— Porra, vou contigo.
Já bêbados, zoando geral, fomos até a geladeira, que ficava meio afastada. Quando alguém abria a porta, ela escondia quem estava pegando as bebidas. Quando me inclinei pra pegar a cerveja, ele sarrou aquele pau na minha bunda fogosa, ao som distante do funk. Dei uma reboladinha, fingindo dançar, aproveitando aquela tora no meu rabo, e falei:
— Só porque você é meu amigo!
Ele, muito bêbado, respondeu:
— Só porque sou seu amigo, né? Então pega outra ali pro seu amigo!
Quando me empinei de novo, ele botou o pau pra fora e começou a passar na minha bunda. Percebi, mas demorei de propósito. Fiquei rebolando. Não me julguem: eu estava com muito tesão e bêbado. Não consegui pegar a cerveja e me agachei.
Quando virei pra ele, o pau estava na altura da minha boca. Vi aquela cabeça rosinha bem ali. Briguei, naquela posição mesmo:
— Koe, mano? Por que tá com esse pau na minha cara?
Ele respondeu:
— Tô bêbado, mas tô vendo você secando meu pau desde cedo. Isso me deixou com tesão, e pelo visto você também tá. Olha esse pau duro aí…
Era impossível negar. Ele continuou:
— Aproveita e dá uma mamadinha aqui no teu amigo, vai…
E começou a pincelar o pau na minha boca. Não sei o que me deu. Abri a boca e comecei a mamar, com minha boca quente e carnuda. Enquanto chupava, segurava nas bolas e puxava aquele pau gostoso cada vez mais pra dentro da boca, me sentindo o maior dos viadinhos — do jeito que eu adoro me sentir.
Quando olhei pra cima, ele delirava. Se alguém chegasse perto da geladeira, dava pra perceber que algo estava acontecendo, e isso me preocupou. Dei mais algumas chupadas naquele picão e me levantei.
Ele me olhou e falou:
— Irmão, você tem um talento do caralho. Que viadinho gostoso que tu é…
Com essa frase, ele ganhou meu cu.
Perguntei:
— O que mais teu amigo aqui pode te ajudar?
Ele respondeu, sem pensar:
— Quero comer tua bunda.
Fiz uma carinha de safada e disse:
— Então agora você vai me comer. Entra na casa e vai pra um dos banheiros.
Ele já ia entrando quando chamei de novo, botei o pau dele pra fora e dei mais umas mamadas. Como eu amo mamar um pau… Guardei ele de volta e deixei o Caio ir.
Fui atrás, observando qual banheiro ele entraria. Escolheu um dos mais distantes. Perfeito.
Quando entrei, ele já estava pelado, com aquele pauzão pra fora, me esperando. Disse:
— Vem cá, minha puta.
Me deu um beijo com gosto de pau e cerveja. Eu estava louca de tesão. Tirei a sunga sem desgrudar da rola dele, virei de costas e empinei o rabo. Ele passou a língua deliciosa no meu cu.
Nossa… que delícia.
Cuspiu no meu cu, eu mamei o pau dele, deixando bem babado, e empinei de novo. Ele foi empurrando aquele caralho devagarinho. Doía um pouco, mas estava gostoso. Enquanto isso, beijava meu pescoço e puxava minha cintura pra trás. Eu rebolava, rebolava… e ele falava loucuras no meu ouvido.
De repente, senti minha bunda batendo na virilha dele. Entrou tudo. Fiquei feliz, encarando meu macho pelo espelho. Ele me deu um beijão e começou o vai e vem. Estava gostoso demais. Aproveitava cada segundo. Meu pau estava absurdamente duro.
Enquanto ele estocava no meu rabo, meu pau balançava. Eu rebolava naquela rola e via o líquido de pré-gozo escorrendo. Eu amo esse líquido. Pra não desperdiçar, peguei o dedo dele, passei no meu pré-gozo e levei até a boca.
Ao ver aquilo, ele avisou:
— Vou gozar, minha puta! Vou gozar!
Tirei o pau dele da minha bunda, me abaixei e deixei ele gozar tudo na minha cara. Ah, como eu estava feliz… Sou moreno, mas meu rostinho ficou todo branquinho de leite. Fiz questão de sugar o resto e engolir. Deixei limpinho.
Ele se arrumou, deu um tapa na minha bunda e disse:
— Te espero lá fora.
Me limpei e saí. Quando cheguei do lado de fora, vi ele conversando com nosso chefe, o Rodrigo, como se estivessem cochichando. Cheguei como quem não quer nada — pau duro, rabo arrombado e querendo mais. Afinal, eu não tinha gozado.
Foi então que o chefe chegou no meu ouvido e disse:
— Ele me contou o que vocês aprontaram… também quero.
Ri sem graça e perguntei:
— Seu pau tá duro pelo menos?
Ele pegou minha mão, levou até a sunga dele… e era um pauzão. Fiquei ainda mais duro.
Mas isso… é história pra outro conto.
E aí, gostou?
Comenta o que achou, bate uma punheta pra mim e me conta por mensagem. Vou adorar saber. ??

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Comentários


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kaikecamargo3 Comentou em 20/01/2026

Churrasco assim é bom demais.




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Ficha do conto

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Fabio749

Nome do conto:
Churrasco da Empresa

Codigo do conto:
252643

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
6

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