Após aquela pegada gostosa, eu olhei ao redor e não vi mais ninguém no sítio. Praticamente só tínhamos eu, o Caio e o Rodrigo, além do meu fogo no rabo e do meu tesão acumulado. Rodrigo era moreno, mais forte que eu, cerca de dez centímetros mais alto e com um pau maior que o do Caio. Ele me pegou pela mão e me levou pra dentro da casa. Fomos para um dos cômodos enquanto o Caio disse que precisava pegar algo no carro. Paramos no quarto. Rodrigo me pegou e me deu um beijo bem gostoso. O volume na minha sunga denunciava que ali não era o Fábio mulherengo, mas sim um viadinho sem pudor, sem escrúpulos e completamente louco por pica. Ele me virou e ficou sarrando o pau na minha bunda, beijando meu pescoço. Eu gemia, sentindo aquela tora que só não estava enfiada no meu rabo por causa da sunga. Ele me virou de novo, me sentou na cama, tirou a camisa, e eu tratei logo de abrir o short dele. Quando caiu, apareceu aquele mastro delicioso na minha frente, apontado pro meu rostinho. Peguei com vontade e comecei a punhetar aquele pau, olhando nos olhos do meu chefinho, que urrava de tesão. Deixei minha boca bem pertinho daquele cabeção e, quando vi que o pau estava melado de pré-gozo — aquele líquido delicioso —, comecei a mamar com muita vontade, mexendo nas bolas com carinho e desejo. Ele urrava, segurava minha cabeça e forçava o pau na minha garganta. Eu estava em transe. Era tanto líquido, mas tanto líquido, que eu me sentia uma bezerrinha. Ele me dizia o quanto eu era gostoso, o quanto meu corpo era delicioso, que não tirava os olhos do meu rabo durante o churrasco, que tinha visto eu mamando o Caio na geladeira. Meu cu piscava enquanto eu mamava, e aquelas palavras ativavam ainda mais meu lado viadinho. Que fogo do caralho. Ele me levantou, abaixou minha sunga e meu pau duro saltou pra fora, todo melado. Me deitou de quatro na cama, apontou aquele pauzão pro meu cu e começou a empurrar. Como o Caio já tinha me arrombado, entrou fácil, fácil. Joguei a bunda pra trás pra facilitar e senti aquele pauzão me furando. Enquanto o Rodrigo me balançava, o Caio chegou e me deu o pau pra mamar, o que fiz com prazer. Os dois me comeram por um bom tempo. Revezaram minha bunda e minha boca. Cavalguei no Caio e no Rodrigo enquanto mamava o outro. Minha boca era só líquidozinho de pau. Enquanto eu rebolava em cima do Caio, o Rodrigo anunciou que ia gozar e gozou tudo na minha boca. Não esperava aquilo. Acabei engolindo. O Caio, vendo que eu engoli, gozou tudo no meu rabo enquanto eu cavalgava, e foi tudo parar na barriga dele. Depois de usarem e abusarem do meu corpo, fomos tomar um banho. Ainda os mamei mais um pouco, sentindo o gosto deles misturado com a água quente. Novamente se revezaram entre minha bunda e minha boca, mas dessa vez fizeram questão de gozar tudo na minha cara. Meu rosto ficou todo gozado, escorrendo pra minha boca, e eu engoli o que pude, sem vergonha nenhuma. Quando tudo acabou, ficamos ali por alguns minutos, em silêncio, só respirando e sentindo o peso do que tinha acontecido. Antes de sair do quarto, fizemos uma promessa simples e direta: não contar nada pra ninguém. E assim foi. Aquilo ficou entre nós três. Um segredo sujo, gostoso e perigoso. E toda vez que eu lembro daquela noite, meu cu ainda arrepia e meu pau endurece.
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