Na balada, um amigo novo

Depois daquela experiência com meus colegas de trabalho, fiquei tomado por pensamentos que não me largavam. Eles me perseguiam o tempo todo, me deixando de pau duro praticamente o dia inteiro. Mesmo ao lado da minha esposa, minha cabeça insistia em ir pra outro lugar. Pensava em chupar uma rola. Na rua, meus olhos automaticamente manjavam o volume dos caras. Em banheiros públicos, eu entrava tentando ver paus. Parecia que algo dentro de mim tinha destravado, e um prazer novo, intenso e incontrolável tinha aflorado.
Era sábado à noite quando resolvi dizer à minha esposa que iria fazer um serviço extra de transporte de pessoas com a moto. Não era muita coisa, mas ajudava nas contas. Na verdade, minha ideia era outra: sair sozinho, ir pra uma balada e, quem sabe, conhecer uma nova rola.
Fui para uma casa de shows na BR-040, na altura de Caxias. Deixei a moto no estacionamento e entrei. Fiquei num cantinho mais escuro, bebendo e dançando. A bebida foi entrando, e o fogo no rabo só aumentava.
Do nada, senti alguém passando por trás de mim. Uma mão firme na minha cintura e um pau encostando na minha bunda.
Me arrepiei.
Dei uma leve empinada, olhei por cima do ombro e soltei: — Opa!
Ele respondeu com um sorriso tranquilo: — Opa! Desculpa… tá meio cheio aqui, né?
Respondi na lata: — Sem problema nenhum. Ainda bem que tá cheio.
Sorri. Naquele instante, senti a rola dele ficar dura feito pedra atrás de mim, e meu rabo piscou sem pedir permissão. Convidei ele pra ficar ali comigo. Estava sozinho. Ele também.
O nome dele era Carlos. Morava no centro de Caxias. Tinha 45 anos, latino, cabelos pretos, olhos castanhos escuros. Exatamente do jeito que eu imaginava nas minhas putarias mentais.
Papo vai, papo vem, a bebida subindo, eu me soltando… e ele também. Sempre gostei de ser elogiado, desejado, e aquele filho da puta parecia saber disso muito bem.
Em certo momento, ele voltou pra trás de mim. A diferença era clara: o pau dele estava duro. Senti aquele pauzão encostado, empinei a bunda, joguei a cabeça pra trás e comecei a rebolar devagar naquela rola.
— Porra… — ele murmurou no meu ouvido.
Beijava meu pescoço enquanto apertava meu pau por cima da roupa.
Ele me virou de frente pra parede, colocou meu pau pra fora e começou a me punhetar de leve. Eu estava muito excitado. Passou o dedo no meu pré-gozo e levou até minha boca.
— Chupa — disse, baixo.
Lambi e chupei o dedo dele, encharcado do meu próprio líquido. O clima estava quente demais pra ficar ali. Ele perguntou: — Quer ir pro carro?
Só balancei a cabeça.
Durante o caminho até o estacionamento, a mão dele não saiu da minha bunda. No carro preto, todo fechado no insulfilm, coloquei o pau dele pra fora. Era uma rola linda, um pauzão branco com a cabeça rosinha, já todo melado.
Caí de boca. Mamei com vontade.
— Chupa, viadinho… chupa esse pauzão, seu gostoso — ele dizia, enquanto alisava meu cu, apertava minha bunda, dava tapas e elogiava meu rabo redondinho.
Eu já estava louco de tesão.
Ele sabia o que fazia. Preparou tudo com calma, sem pressa. Quando me virou e me colocou de quatro, eu já sabia: ia dar o rabo. E dei.
Relaxe, rebolando, sentindo aquele pau gostoso entrando inteiro. Quando senti os pentelhos batendo na minha bunda, soube que tinha encaixado tudo. O tesão era absurdo. Fora do comum. Gemia como uma cadelinha louca por pica.
Olhei por baixo do corpo e vi meu pau escorrendo feito cachoeira. Pegava o líquido e levava à boca. Aquilo deixou ele ainda mais excitado.
— Vou gozar — avisou.
Virei, e ele gozou tudo na minha cara.
Depois, ficamos conversando um pouco. Nada de promessas, nada de troca de contato. Cada um sabia exatamente o lugar daquela noite: no corpo e na memória. Fui embora terminar meu trabalho, com a bunda ardendo e a cabeça cheia.
Aquele pau era grande. Espetadinho pra frente. Deu trabalho. Mas eu aguentei.
E, enquanto pilotava a moto pela cidade, entendi uma coisa:
aquilo não tinha sido só uma foda.
Tinha sido a confirmação de algo que eu já não conseguia mais negar.
Foto 1 do Conto erotico: Na balada, um amigo novo


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Ficha do conto

Foto Perfil Fabio749
Fabio749

Nome do conto:
Na balada, um amigo novo

Codigo do conto:
252645

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
7

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