Eu e Lêda (minha mulher) pensando em Jorjão

Pois é, reencontrei Jorjão jogando futsal na sexta seguinte.
Nós nos entreolhamos e não nos falamos.
Final de todas as peladas, ele veio até mim.
- Oi Guto!
- Oi
Estávamos sentados na arquibancada do ginásio onde o pessoal recolhia o material da última pelada, todo mundo indo embora.
- Sobre a semana passada, ...
- Você não contou pra ninguém não né?
Falei meio desesperado.
- Não cara, aquilo foi loucura, né?
Respirei aliviado.
- Total, total.
E ele continuou.
- Não sei o que deu em mim. Quando aquela coisa começou a ficar muito louca, devia ter ido embora. E vocês como estão?
Eu nem sabia o que falar. Pensei que ia ficar com ódio do Jorjão, da puta da minha mulher Lêda e que ia matar. ameaçar, bater. Mas que nada, parecia um corno já acostumado. Na realidade no outro dia, quando acordei e fui pro banheiro tomar banho, chorei e depois fiquei pensando no tesão que deu, na punheta que bati vendo a Lê da se acabando na rola do meu camarada.
Quando saí do banheiro, já encontrei Lêda tomada banho, ela usou a suíte, fazendo café na cozinha. Estava de short e blusa bem composta. Peguei um copo d'água e fui pra sala e nem nos falamos.
Depois ela apareceu na sala toda desconfiada e falou.
- Oi!
Olhei para ela e perguntei.
- O que foi aquilo?
Ela sentou-se de frente pra mim.
- Não sei Guto, não sei.
Fiquei calado olhando pra ela.
E ela pra mim. Respirou fundo.
- Se você me perguntar mil vezes, a resposta vai ser a mesma. Não sei.
Ficamos calados por um bom tempo.
- Quer tomar café?
Me levantei calado, sem responder, e fui pra cozinha.
Sentamos e nos servimos.
Calados.
- Nós nunca falamos sobre isso Guto. Casamento aberto. De repente aconteceu, sem ninguém esperar ou imaginar. E você participou!
Pensei um pouco e aí perguntei.
- E se fosse ao contrário? Eu fudendo uma colega ou outra mulher na sua frente? E aí?
Ela suspirou e respondeu.
- Também não tenho resposta.
E a vida rolou durante toda a semana, sem brigas ou discussões, sem nos tocar, sem carinhos, ou beijos, nada, nada, nada!
Contei isso tudo para o Jorjão e depois.
- Não sei o que deu em mim cara. Devia ter metido a mão em você na Lêda, enfim, me comportado como o macho.
Ele não falou nada de imediato, mas depois levantou-se e, antes de ir embora, falou.
- Não Guto. Acredito que você e Lêda têm que conversar muito em relação ao que vocês querem. Tchau.
Ele foi e eu também. Peguei minha coisas e fui pra casa.
Ficamos novamente sem muita conversa, eu e Lêda, durante quase toda semana, mas na quinta quando voltei para casa, durante o jantar.
- Guto?
- Humm?
- Você ainda gosta de mim?
Puxa! O que responder? Já estava casado a mais de 20 anos. Gostava muito dela. Amava mesmo. Sentia muito tesão por ela. Eu já estava com 48 e lêda com 46. Faziamos quase todo tipo de sexo, mas nunca envolvemos ninguém além de nós dois.
- Sim, te amo muito.
Ela abriu um sorriso.
- Eu também te amo e nunca pensei em te enganar ou trair. Aquilo que aconteceu na outra sexta, só acontecerá de novo se você quiser. E pode ser com uma mulher também. Eu tenho ciúmes, mas como você me permitiu aquele prazer todo, eu acredito que devo te permitir o mesmo.
Já tinha se passado quase duas semanas e nós nunca mais tinhamos nos tocado.
Puxei ela pelo braço, pois estava sentado na mesa da cozinha e ela em pé e dei um beijo de língua. Ela quase cai em cima de mim.
Baixei a blusa de alça e vi aquele peitinhos de tamanho médio, biquinho rosinha. Mordisquei um e depois o outro.
O beijo saiu naturalmente e Lêda segurou no meu pau por cima do calção.
- Tô no maior tesão Guto.
Aquele cheiro, aquela pele, aquela pegada na minha rola.
Era irresistível.
Coloquei Lêda sentada com as pernas abertas na mesa e puxei o shortinho do baby doll pra baixo.
Ela tava com um fio dental que não cobria nem o grelo na frente.
Puxei ele de lado e meti minha cara entre as coxas de Leda.
Aquelas mesmas coxas que fazia três ou quatro semanas estava arreganhada para receber a rola imensa de Jorjão.
Aquele pensamento me fez lembrar as cenas de Lê sendo fudida e fudendo a rola do meu camarada.
A lembrança me fez enlouquecer de tesão e meti a língua e a boca e a cara na buceta de Lê.
Para piorar, ou melhorar, o tesão, Lê ficava falando:
= Vai Guto chupa, lambe, lambe essa buceta arreganhada pelo pau de Jorjão.
Totalmente embriagado com a memória da rola de Jorjão arreganhando e soltando gala dentro de Lê, eu chupei, babei, mordi e, depois dela ter gozado um bocado, fiquei de pé e metieu pau.
Comecei a bombar com Lê sentada e arreganhada na mesa.
A minha rola nadava dentro da buceta babada de minha esposa que agora se soltava completamente e sussurrava no meu ouvido.
- Fode, fode essa buceta de Jorjão, fode. 
- Eu vou gozar Lê, eu vou gozar.
Ela me empurrou acocorou-se e colocou a rola na boca e sugou, sugou muiiiito.
A gozada saiu com força, com volume.
Eu segurei a cabeça de minha mulher e senti ela sugando meu pau que pulsava e liberava leite.
Quando terminamos, nós nos abraçamos e seguimos para o sofá.
Sentei e Lêda deitou-se apenas de fio dental e blusinha com a cabeça nas minha pernas.
Eu com a cara toda melada e o pau ainda gotejando, falei.
- Vou convidar o Jorjão de novo para vir aqui.

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Comentários


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vivianecd Comentou em 20/01/2026

Depois que a aceitamos que não somos machos e admiramos a rola do macho de verdade, ficamos viciados em ver ele possuindo nossa esposa e vai querer lamber ela com a porra do macho e limpar o pau dele tambem. Bjinhos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu e Lêda (minha mulher) pensando em Jorjão

Codigo do conto:
252651

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/01/2026

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