Uma praia, um casal tarado, um chileno roludo e um garçom!
Uma praia, em dia de semana, quase deserta, cercada de dunas e pequenos arvoredos, uma mulher gostosa com um biquíni que mal cobre a racha e a parte de cima que cobre apenas os mamilos; o marido bissexual de olho no maior volume que já tinha visto, guardado na minúscula sunga de um banhista deitado, de olhos fechados e de peito para cima, numa espreguiçadeira, a menos de dois metros. O cenário perfeito para mais uma manhã de verão na vida do casal Viviane e Haroldo e do chileno Hernandez. Haroldo olha para Viviane, que parecia distraída, e toca levemente o braço da mulher, que se vira e olha direto para o chileno. "Issss uau! O que é isso? Uma anaconda.... já quero dentro de mim. E você, será que aguenta?", pergunta ao marido. "Vai me rasgar todo, mas também quero, nem que depois vá direto para o hospital". "Vamos chamar para nossa mesa?", indaga a esposa, "vai lá, chama". Viviane se levanta e, rebolando, chega perto do chileno, um homem forte, sarado, musculoso. Se abaixa com a buceta bem perto do rosto de Hernandez e diz, "oi, vizinho, hora de acordar". Hernandez abre os olhos e já dá de cara com aquela xavasca enorme, com os grandes lábios "sorrindo" para ele. Sorri também e, falando meio espanhol meio português, exclama: "Isso é um sonho? Posso tocar? Pra ver se não estou mesmo sonhando?". "Pode tocar, chupar lamber e guardar essa cobra grande dentro". Viviane acaba de oferecer a buça e, de repente, olha para a sunga do homem e percebe que a anaconda cresceu e não cabe mais na minúscula peça de malha, cresceu em segundos e colocou a cabeçorra para fora. Uma chapeleta, grande, vermelha, pulsando. "Vem para a nossa mesa". Hernandez levanta e segue a mulher, quase babando na enorme bunda, que rebola, praticamente nua, pois engole todo o fio dental. Faz o convidado sentar entre ela e o marido, pede bebidas quentes ao garçom, que, desde que o casal chegou, está de pau duro e até já bateu uma punheta atrás do balcão, olhando fixamente para a buceta de Viviane. Ele serve três doses de uísque, os três se apresentam, brindam e começam a se divertir. Viviane afasta a fina tira de pano que cobre entrada da racha pega na mão de Hernandez e coloca na buceta. Do outro lado, Haroldo coloca a rola enorme do chileno para fora e começar a bater punheta para o convidado. Hernandez puxa o rosto de Viviane, as bocas se unem e se comem, enquanto ele a fode com dois dedos. Haroldo abaixa a cabeça e tenta colocar o caralhão na boca, mal consegue, mas com jeito, abocanha a cabeçorra e mama com vontade. O garçom, que vê tudo, já está na terceira punheta. Viviane goza nos dedos do chileno, que os coloca na boca da mulher para que ela sinta o sabor da própria xota. O chileno respira fundo e anuncia que vai gozar, Haroldo tira rapidamente a boca e coloca a cabeça da pica do chileno na direção do copo aparando os jatos de porra, quente e bem grossa. Os três se recompõem rapidamente e pedem mais uma rodada de uísque. Quando o garçom chega, todos percebem que ele está de pau duro, dentro do fino tecido da calça social. Ele serve as bebidas, se afasta e logo Haroldo mistura o uísque com o esperma do chileno, os três brindam de novo e marido e esposa dividem o drinque esbranquiçado. Bebem e lambem os lábios. Na praia, além deles e do garçom no quiosque, não há mais ninguém. Viviane levanta, caminha até o bar, entra e mostra a buceta ao garçom, que fica estático. "Quer pra você?". Pergunta a mulher e o homem apenas concorda com um aceno de cabeça. "Então fecha a conta e o quiosque e vem com a gente pro hotel". De volta à mesa, pega o cartão, leva até o garçom, que já trocou o uniforme por bermuda e camiseta, deixando o volume da pica bem mais aparente, paga a conta, fecha o quiosque e os quatro partem para o hotel, a uns 100 metros, onde ocupam uma cabana. Todos entram e tiram as roupas, um a um, vão a banheiro. Primeiro o chileno, depois Viviane, o garçom e, por último, Haroldo. Quando o marido sai do banheiro, a mulher já está sendo arrombada pelo Chileno, que tem uma rola de 18 centímetros, da grossura da embalagem de um creme de barbear. De olhos fechados e gemendo muito, Viviane senta aos poucos na rolona, que vai engolindo centímetro por centímetro, até entrar tudo batendo no útero dela. "Ai, que caralho gostoso, me arromba, Hernandez, me rebenta, me fooooode, grita Viviane, enquanto o chileno levanta e baixa os quadris rapidamente. Ao lado, sentado na cama, o garçom se acaba na punheta, mas não por muito tempo. Haroldo de aproxima e abocanha a pica dele, que também é de bom tamanho e grossura, mas nem tanto quanto a do chileno. Chupa com avidez, com gula, mama, lambe o caralho, cada vez mais duro do garçom. De repente levanta, pega camisinha e um tubo de gel da mochila, entrega ao garçom e fica de quatro. O homem lubrifica bem a piroca já encapada e soca de uma vez no cu do marido de Viviane, que grita ainda com a trolha do chileno na buceta, gozando pela segunda vez. Haroldo começa a rebolar no caralho do garçom, fazendo os maiores elogios. "Que rola gostosa, delícia, soca mais, soca tuuuudo, fooode, caralhooo". Em seguida, goza batendo punheta. O garçom goza no cu de Haroldo, que arranca a camisinha do pau dele e, com a boca, lhe deixa caralho limpinho. Ao lado, Viviane não aguenta mais e cai do lado de Hernandez, que continua de pau duro e parte na direção do marido da mulher. Haroldo não acredita no que vê, tenta disfarçar, dizendo que está cansado, mas o chileno o abraça por trás, vira o pescoço, lhe tasca um beijo na boca que o amansa. Vai ajeitando Haroldo de quatro e aproveita que o cu do marido de Viviane já estava lasseado pelo garçom e vai empurrando devagar. Haroldo diz que não está aguentando, mas Hernandez não para, diz que quer rebentar aquele cu e gozar dentro dele. O homem refuga, mas não tem jeito, é seguro pela cintura e a pica vai entrando, os músculos ficam retesados, as veias do pescoço estufam e ele começa a lagrimar. Ao lado, o garçom mata a vontade, fodendo Viviane num gostoso papai e mamãe. A mulher goza rebolando na pica dele e gemendo alto. O garçom tira a rola da buceta dela, levanta-lhe as pernas, e mete no cu na mulher. Ela, pega de surpresa, tenta sair, mas já é tarde, o caralho já está todo no reto. Mas o sofrimento de Viviane não dura muito. O garçom, dá meia dúzia de bombadas e goza. Ao lado, Hernandez, que ainda não havia gozado, segura firme as ancas de Haroldo, dá um último solavanco no cu do marido de Viviane e derrama uma torrente de porra, no reto do homem, que cai, quase desmaiado, e com o cu muito vermelho, inchado, quase esfolado, mas bem satisfeito. Queria, reclamou, mas aguentou! Os quatro relaxam, se lavam, trocam de roupa e vão almoçar. Na volta, de jogam na cama e dormem, após mais alguns uísque. Horas depois, o garçom e o chileno acordam com Viviane dando de quatro para o marido. Haroldo goza e o garçom toma o lugar dele e também goza. O chileno entra por último e Viviane, mais uma vez arrombada, goza por último, junto com Hernandez. Mas ela e o marido são tarados, ajoelham diante do garçom e do chileno e se revezam nas duas picas, até beberem mais esperma. Naquele dia já basta de putaria. Mas, no dia seguinte, já estão, no mesmo quiosque, Viviane, Haroldo, Hernandez e um garçom diferente, para quem o outro já deu a dica do trio!
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