Numa dessas tardes taradas, cheio de tesão em casa, mandei mensagem para uma GP, que era conhecida na cidade por aceitar realizar fetiches dos homens a quem atendia, sem cobrar muito caro por isso como a maioria fazia. Disse a ela que queria colocar em prática uma coisa que imaginei, e ela me disse que eu fosse até o local, pois ela estava com a agenda livre. Cheguei ao local, ela me recebeu super simpática, me chamou pro quarto e me perguntou o que era que eu queria fazer. Eu disse que queria ser emasculado, queria colocar um vestidinho, e que ela me colocasse preso em um cinto de castidade, e depois lambesse meus mamilos até eu gozar preso na castidade. Ela deu uma risada sonora e disse “- Nossa, que safadeza gostosa” e completou “- Adoro tirar dinheiro de machinho putinha assim como você”. Ela então me mandou colocar o vestidinho, e assim fiz: Peguei uma sacola onde tinha levado o vestidinho e o cinto de castidade. Entreguei o cinto a ela, e fui a um banheirinho me trocar. Saí do banheiro com o vestidinho, ela me olhou e mandou eu dar uma voltinha, assobiou e disse “- Hum, mas tá uma belezinha essa minha putinha hein?!”. E sorrindo se ajoelhou no chão e disse sussurrando “- Chega aqui minha putinha, que agora tá na hora de prender esse pintinho”. Pegou meu pintinho na mão, apertou o saco e tudo, colocou o anel, e encaixou a parte frontal, e fechou o cadeado. Então me provocou dizendo com voz doce: “- Hum, que beleza essa putinha hein”, reparou na aliança em meu dedo e disse “- Com esse pintinho minúsculo, e putinha assim, só pode ser um tremendo de um corno otário”. “- Vem cá putinha, senta aqui”, e me colocou sentado em uma poltrona de frente a um espelho, e veio passando a mão em mim, passava a mão na virilha, apertava meu saco, subia a mão esfregando pela barriga, pelo peito e ia até o pescoço. Então veio pela minha frente e desceu com a boca aberta pra provocar, passou a milímetros dos meus lábios, esfregou no meu pescoço e foi pros meus mamilos. Ela puxou a alça do vestidinho, pra que meu peito ficasse amostra, e começou só provocando com os lábios e o hálito quente, pra que eu estremecesse todo. Até que passou suavemente a língua toda aberta no mamilo, eu arrepiei e tremi na poltrona. Ela percebendo que tinha todo controle sobre mim foi murmurando “- Ah, minha putinha gosta assim no peitinho?”, aí arrebitou bem o bundão pra que eu visse no espelho e disse “- Hum, olha aqui ó. Putinha assim do jeito que você gosta de ser, não pode meter aqui ó” e mexia a bunda pra que eu visse tudo, e foi provocando dizendo “- Corno, eu sei que você é um corno putinha” “- Aposto que se tivesse um macho metendo em mim aqui agora você já ia ter gozado muito”. Eu me contorcia com suas lambidas e com as palavras que ela dizia, me fazia pensar com muito tesão no chifre, na vontade de meter meu pintinho pequeno na minha própria esposa, mas mais ainda, nos machos que com certeza já tinham metido na minha esposa. Eu me contorcia cada vez mais com aquela língua em minha tetinha e meu pintinho preso na castidade, latejava de tanto tesão, pois apesar de preso, a ereção era inevitável. Até que ela abriu mais a bunda no espelho me fazendo ver sua buceta e disse enquanto lambia “- Olha, olha aqui corno, imagina quantos machos já meteram nessa buceta, e você nem se quisesse poderia, com essa piroquinha pequena sua que só serve pra ficar presa, corno!” aí foi demais pra mim, eu me contorci e gemi bem forte, e a porra esguichou mais do que se eu tivesse tocando punheta. Meu pintinho preso, esguichou muita porra, enquanto ela me olhava e ria, e gemendo disse “- Hummm que delicinha essa putinha não aguenta nem uma lambidinha no mamilo, tem mais é que ser corno mesmo”. Depois de uns segundos ali, jogado na poltrona sem forças pra me mexer eu levantei e fui tirar o vestidinho, e quando saí do banheiro, a GP me olhou e disse assim “- E se eu não tirar essa castidade do seu pintinho hein?” quando ela falou isso meu coração bateu rápido e a ereção foi incontrolável, ela percebeu isso, pois eu me contorcia já que preso ele não conseguia subir, e foi provocando mais “ - E se eu colocar essa chave numa tornozeleira hein?” “- Já pensou sua mulher tirando sua roupa e vendo isso e pedindo pela chave?” “- E se minha tornozeleira arrebenta e eu perco essa chave?” o tesão me fazia contorcer e gemer, até que ela sorriu, pegou a chave e soltou meu pintinho preso, fez um carinho nele e disse assim “- Coitadinho desse pintinho, não vou fazer isso, mas bem que você gosta da ideia né putinha?” e deu um tapinha de leve no meu saco quando terminou de falar. Eu agradeci, me vesti, paguei e fui embora, de saco vazio e feliz em ter sido feito putinha assim.
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Pois é corninho, vc merece passar por esta humilhação, a casa companheira que tiver, saberá que é só pra ser corninho, ser humilhado, pois só assim vc será completo, sentirá prazer e realização
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