Me chamo Diego e tenho 25 anos.
Há 6 anos atrás eu trabalhei como vendedor e tive a alegria de conhecer muitas pessoas.
Uma delas em especial, foi um amigo pelo qual criei mais afinidade no dia a dia.
Naquela época ele tinha conhecido uma garota chamada Lívia, também da nossa idade, uns 20/21 anos.
Eles frequentaram minha casa como amigos um tempo, iamos a algumas festas somando mais amigos e até então eu nunca tinha olhado para Lívia com segundas intenções.
Corta para 5 anos depois...
Já havíamos mudado de emprego, se formado, eu já tinha começado e terminado um relacionamento e há muito tempo não nos falávamos.
Mas eles seguiam firmes no namoro, já estavam noivos, quando em um belo dia me chamaram para um churrasco, coisa simples, porém em uma casa do interior que era dos tios de Lívia.
Eu fui, e quando cheguei vi que também haviam mais outros amigos e até familiares dela.
Nós fizemos fogueira, cantamos, bebemos, comemos e naquele dia eu até consegui consertar um chuveiro que havia queimado.
Até que a madrugada começou... Os familiares foram os primeiros a irem dormir, em seguida esse meu amigo, logo depois os demais...
Até que restou apenas eu e Lívia ao redor da fogueira.
Ela era branquinha, de estatura média, porém bem gostosa com peitos fartos e redondos, tatuada, morena, com carinha de cachorra e voz de vagabunda... E o melhor, nossas conversas fluiam naturalmente bem.
Todos foram dormir, e nós continuamos a conversa sobre assuntos normais, porém naquela altura nossos olhares começaram a jogar um jogo sujo, e enquanto nosso olhares iam entregando nossas intenções, a continuidade do assunto virou ruido de fundo, para que ninguém desconfiasse.
Virou um jogo, entre duas pessoas inteligentes que sabiam jogar e viam graça naquilo.
Até que por fim, antes de entrarmos pra dormir, nos beijamos cheios de má intenções, adorando a sensação de trair a todos, menos o nosso instinto sexual.
Nesse dia teve que acabar ali. Alguém havia levantado para beber água, mas apesar de ninguém ter desconfiado de nada, caímos em sã consciência de que avançar ali seria pedir para sermos flagados.
No dia seguinte eu parti logo ao levantar, e pra ela eu dei tchau com olhar de até logo.
Apesar do beijo, nos dias seguintes eu procurei recobrar minha consciência, eu realmente queria levar em consideração a amizade com o cara, esquecer que isso tinha acontecido e passar mais 5 anos sem vê-los, até que ela me manda uma mensagem perguntando que dia eu estaria com a tarde livre para irmos almoçar...
Fui, almoçamos, fumamos um beck no carro, pegamos um brisa e começamos ali a se pegar, o carro cheirava a sexo antes mesmo de começarmos, um tesão muito grande, o cheiro da pele, o gosto do beijo... tudo era desejo e carne.
Saímos de lá e fomos para um motel muito especial, e ali eu fiz dessa garota a puta que ela realmente é.
Quando eu abri a porta do quarto eu falei, vai sua vagabunda, ajoelha aqui.
Ela ajoelhou.
Eu abaixei as calça, coloquei meu pau no rosto dela e disse: Me mostra a aliança.
Ela mostrou o dedo anelar com o anel de noivado.
Eu peguei a mão dela, e coloquei meu pau em cima da aliança dela e disse: Primeiro beija pra você reconhecer que é uma puta, e depois pode chupar pra provar que é.
E ali ela beijou, chupou, e enquanto eu ia cada vez mais fundo na sua garganta, ela quietinha lacrimejava e babava de escorrer.
Em seguida eu chupei aquela buceta que já estava ensopada... Chupei até o cú melar bastante e então comecei a enfiar meu dedo no cú dela.
Pra ser sincero, sexo anal não é dos meus favoritos, mas ali o cú dela representava entrega absoluta, e eu com certeza ia socar no cú dela até arrombar.
No começo ela tentou evitar, mas eu acenei negativo com a cabeça e continuei enfiando o dedo.
Quando ela aceitou o dedo no cú e relaxou a musculatura eu mandei ela ficar de quatro, e ali, só com melado de buceta e cuspe eu soquei no cú dela até onde eu conseguia enfiar meu pau, eu tirava e colocava, varias e varias vezes lentamente como se o tempo que ela passasse com o meu pau no cú dela fosse um problema só dela, porque de fato era...
Minha primeira gozada foi dentro do cú, não tão na ponta pra escorrer de imediato e nem tão no fundo pra nao escorrer nunca.
Naquela tarde transamos três vezes, na segunda vez eu gozei na buceta, bem fundo mesmo, pra talvez engravidar mesmo e foda-se, estavamos possuidos por desejo depravação... e na terceira, após quase uma hora seguida me chupando e tomando tapa na cara, gozei na boca dela.
Ela nem pensou em cuspir a vagabunda ficou brincando com a porra na boca por alguns longos minutos, depois engoliu, sorriu e lambeu os beiços.
Fui tomar banho, mas não deixei ela tomar, mandei ela ir por a calcinha e não deixar escorrer minhas gozadas do cú e da buceta.
Foi embora pra casa lotada de porra que provavelmente foi vazando o caminho todo, com um bafo de pica e exalando cheiro de porra.
Essa delicia de sexo aconteceu mais algumas vezes antes do casamento, depois o fetiche passou e seguimos a vida normalmente.
Ela seguiu o relacionamento, se casou e apesar de eu ter sido convidado para o casamento por parte dela, procurei evitar, afinal comer a noiva já tinha sido perversão o bastante pra mim.
Eu ainda cogitei avisá-lo sobre o caráter dela, inventar alguma história aleatória e poupar o cara daquele casamento, mas no fim deixei pra lá e segui minha vida, melhor assim.
Inclusive escrevendo esse conto eu fiquei com vontade de mexer nesse passado...
Quem sabe em breve, quem sabe casada eu posso gozar na boca dela com a aliança dentro...
Siga para o meu próximo relato.