A gerente vagabunda

Aqui vai mais um dos acasos da vida.
De certa forma sou perseguido pelo pecado, tenho um instinto sexual realmente muito forte e de certa forma sei ler as intenções alheias.

Durante meus estudos eu trabalhei como assistente em um escritório de advocacia, eu tinha por volta de 22 anos.
Nessa época a rotina era uma loucura, eu estava solteiro a um pouco mais de um ano, trabalhava muitas vezes na semana até de madrugada e as vezes até aos finais de semana.
Lá havia uma gerente chamada Rebeca, que já tinha seus 30 e poucos anos.
Nós não nos falávamos muito, na verdade quase nada, mas sentia desde o primeiro dia algum tipo de atração involuntária entre nós.
Eu trabalhei lá por quase dois anos, mas foi só nos últimos meses que as coisas entre nós esquentaram a partir de uma conversa não planejada.
Uma noite fui levar uns documentos em sua sala, e ela estava exausta da semana, praticamente chorando com a pressão que estava sofrendo naquele momento e ao comentar a respeito do cansaço, tivemos a seguinte conversa:

— Você não parece muito bem, o que tá acontecendo?

— Eu tô exausta, não sei, tudo parece que é minha responsabilidade, mas eu não posso controlar todas as pessoas desse lugar.

— Calma pô! Relaxa, o pessoal pressiona, mas faz parte do jogo, ninguém aqui aguenta essa barra sem espanar, você tá se saindo bem.

— Está tudo bem! Acho que só estou precisando de uma praia mesmo...

— Só isso? Então está fácil de resolver! Tá a fim de ir?

— Tá maluco? Falei brincando!

—Vamos pô, tem uma pousada que eu costumo ficar, vai dar pra relaxar.

— Tá falando sério? Eu e você assim?

—Ué, claro que é sério, eu sou solteiro, você também... Praia, pousada, vinho e talvez até uma massagem se você não ficar falando de trabalho durante a viagem.

Ela riu e disse:
— Vou pensar...

Sai da sala dela e fui procurar uma pousada, até porque não existia pousada nenhuma que eu costumava ficar.
Encontrei uma bem legal, estilo spa, e como estava em época de inverno, o preço estava ótimo, ainda muito caro para o meu bolso, mas metade do preço usual.
Eu não estava bem de grana, mas eu queria muito comer a minha gerente!

Mandei as fotos do lugar no Direct dela, daqui a alguns minutos vejo ela saindo da sala e comentando na minha direção:
— Que horas você me busca?
Eu estranhei, pois, apesar de ser final de expediente ainda haviam algumas pessoas no escritório.

Sem nem pensar direito eu respondi:
— Passo lá as 22, só me manda o endereço.

As pessoas ficaram apreensivas sem entender exatamente do que se tratava, mas é claro que em um encontro às dez horas da noite, todos sabem o que costuma acontecer.

Fui pra casa, arrumei minha mala, deixei avisado no local que chegaríamos de madrugada e as 22 estava no endereço dela.

Ela desceu, entrou no carro toda feliz já em outro astral.

A viagem levou cerca de 4 horas, e no caminho fomos conversando diversos assuntos, falando sobre a vida, e fui acariciando sua coxa durante o caminho.

Ainda não havíamos nos beijado, mas estávamos bem relaxados com a situação, ansiosos para chegar.

Chegamos, fomos recepcionados pela recepcionista do Spa, ela foi breve em nos acomodar e como cortesia deixou uma tábua de frios e um vinho.

Abri o vinho, servi, e em seguida do brinde, um beijaço de cinema.

Após terminarmos com a garrafa já estávamos totalmente relaxados deitei ela na cama e devagar fui tirando sua calça, e com muita calma sua calcinha.

Ela ficou só de camiseta, e eu comecei a chupar aquela buceta deliciosa, ela gemia gostoso enquanto passava sua mão na minha nuca, quando ela ficou completamente melada eu tirei sua camiseta e comecei a chupar seus peitinhos pequenos enquanto enfiava meus dedos na sua buceta.

Virei ela de bruços, mandei ela empinar um pouco o rabo e ela quietinha só obecedeu, abrindo a bunda com as mãos para facilitar a penetração.

Eu comecei a enfiar meu pau naquela buceta que já estava além de ensopada, pegando fogo.

Enquanto eu metia eu masturbava seu grelinho até que ela gozou, gozou de encharcar a cama enquanto soltava um gemidinho tremulado e contornava as pernas.

Tirei meu pau da buceta dela, e perguntei onde ela queria ganhar uma leitada.

Não respondeu, só abriu a boca e colocou toda a língua pra fora.

Eu gozei bem na língua, não caiu uma gota sequer pra fora.

Fiquei olhando atentamente ela engolir e em seguida abrir a boca novamente para me mostrar que havia engolido tudo.

Foi fantástico! Deitei e dormi.

No dia seguinte ela me acordou chupando meu pau, chupava até o fundo e com a língua ainda lambia meu saco.

Ela chupava minhas bolas como se aquele leite fosse seu maior desejo.

Não fiz nada além de dar mais uma gozada farta na boca dela, que engoliu novamente sem exitar.

Ela era uma verdadeira engolidora de porra.

Tomamos café da manhã, voltamos pra se trocar e em seguida fomos pra praia.

Ficamos a tarde toda relaxando na praia, e de tempo em tempo eu dava um tapa naquela bunda empinada dela.

Quando voltamos pro quarto ela perguntou se ela podia realizar um fetiche e pediu para eu não rir e levar a sério.
Eu só concordei, o que viesse era lucro pensei...

Ela foi até o banheiro e quando voltou... Estava vestindo um salto transparente, aqueles de puta barata, uma lingerie branca e com os peitos a mostra e um plug anal transparente na mão.

Ela pediu pra eu enfiar o plug no cú dela e tirar uma foto.

Disse que eu poderia compartilhar com quem eu quisesse inclusive do trabalho.

Após a foto eu comi seu cú por horas, ela confessou preferir no cú do que na buceta, e passei o resto do final de semana esfolando o rabo dela chegando a ficar vermelho e com algumas pregas esfoladas de tanto socar no cú dela.

Ela gozava continuamente como uma cadela no cio.


Nunca dividi suas fotos, mas quem sabe agora, depois de tanto tempo, isso não venha a prejudicar sua reputação.

Segue a foto da cadela do escritório:

Foto 1 do Conto erotico: A gerente vagabunda


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Comentários


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diego2005 Comentou em 30/01/2026

Obrigado Lozo, como eu disse no primeiro conto compartilhado, esses são casos reais, passagens da minha vida que gosto de deixar registrado. Então de fato procuro detalhar como de fato ocorreram. Tenho mais alguns pra contar, siga acompanhando.

foto perfil usuario lozo

lozo Comentou em 30/01/2026

Nossa, que maravilha de conto, do inicio ao fim bem escrito, bem colocado, sem pulos e com situações bem consistentes e contínuas, muito bom de ler e excitante. Com uma parceira dessa é viver de folga a vida toda e tendo um cuzinho a disposição é está no paraíso. votado e aprovado




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Ficha do conto

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diego2005

Nome do conto:
A gerente vagabunda

Codigo do conto:
253475

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/01/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
1