Eu tinha uma namorada chamada Brena quando eu tinha por volta dos dezenove anos, e com frequência íamos a casa de praia da família para aproveitar o final de semana.
A casa era linda, estilo colonial, dividia a frente com uma praia calma e muito bonita.
Como o acesso entre a casa e praia era fácil, era frequente uma parte da galera ficar espalhada entre casa e praia.
Brena tinha uma prima chamada Lorena que era uns cinco anos mais velha, ela tinha um estilo mais cult, cara de fresca e metida a rica, porém ninguém ali era de fato rico, no máximo tinham uma condição um pouco melhor que a maioria e eu sabia bem que aquilo não passava muito da imagem que ela gostava de cultivar.
Com frequência Lorena ficava na areia de óculos escuro lendo algum livro e me assistindo nadar.
Apesar de eu reparar em seus olhares discretos, a situação estava longe de ser um sinal de desrespeito, afinal estávamos em um ambiente relativamente controlado.
Em um desses finais de semana havia descido para a praia apenas eu, Brena e seus tios com suas duas primas Lorena e Antonela.
Era um domingo a tarde quando Brena decidiu que queria ir até a cidade com seus tios e sua outra prima para comprar alguns itens de artesanato.
Lorena evitava ambientes com muitas pessoas assim como eu, e sabendo desse nosso traço, eles foram a cidade e nos deixaram lá.
Em visitas passadas, Eu, Brena, Lorena e Antonela já havíamos por vezes fumado alguns baseados na praia, era algo que distraia nossos finais de semana e sempre levávamos algo para matar o tédio.
Naquele dia, Lorena estava na praia quando decidi ir dar uma volta caiaque.
Quando comecei arrastá-lo para a água, Lorena fechou seu livro e disse:
— Vai até onde?
— Acho que até a prainha ver se gasto umas calorias.
— O beck tá com você?
— Está sim, tô pensando em acender daqui à pouco!
— Hum... e cadê meu convite?
— Pensei que estivesse distraída com seu livro.
— Eu estava até você começar a arrastar esse caiaque...
— Tá a fim de ir comigo? Eu pego o outro caiaque pra você.
— Pega o Stand-Up e vamos juntos, você é forte vai remando pra mim!
— (Risos) Tá bom!
— Vou pegar a champagne na geladeira e a minha canga.
E então fomos no Stand-Up, ela sentada na frente virada para mim e eu remando atrás.
Antes de chegarmos na praia ela acendeu o baseado, e me ofereceu.
Fumei também e seguimos em direção a prainha.
Quando chegamos lá já estávamos chapados, ela abriu a canga, sentamos na areia lado a lado e nossos braços se tocaram.
Abrirmos a champagne e ficamos ali conversando, até que Lorena comentou:
— Você consegue sentir nossa intimidade?
— Sinto, em silêncio, mas sinto.
— Já transou na praia com a Brena nessa praia?
— Não, ela tem medo de ser vista... e você?
— Nunca, na verdade nunca vim pra cá com alguém que eu quisesse transar de verdade...
— É errado eu querer que essa fosse a primeira vez?
— Tô me perguntando a mesma coisa subi naquela prancha... Já traiu minha prima antes?
— Não, mas para ser sincero não sei por mais quanto tempo nosso namoro vai durar.
— Entendo, consigo perceber. Se ela fosse só uma amiga eu não ligaria em namorar com você.
— Já pensei sobre isso também, mas parece que o máximo que podemos fazer é aproveitar enquanto dura.
E nessa hora não teve mais volta, começamos com um beijo que parecia estar guardado há um tempo, sem medo algum de qualquer tipo de flagra.
Ela subiu em mim e disse:
— Então esse vai ser nosso hobby, e eu não ligo se descobrirem, até prefiro que descubram e quem sabe no futuro isso gere menos estranheza quando eu te trouxer pra cá no lugar dela...
Enquanto nos beijávamos, desamarrei seu biquini e vi saltar um par de peitos siliconados, deliciosos... os bicos já estavam duros, e eu comecei a mamar naquela duas tetas redondas.
Puxei a sunga pra baixo, e puxei a parte de baixo do biquini de lado, coloquei meu pau e o encaixe foi perfeito, como se ela fosse minha há muito tempo.
Ela sentava devagar, em um ritmo conectado a mim, não era só sexo, era desejo puro com intimidade represada e de certa forma uma paixão oprimida vindo à tona.
Lorena gemia gostoso e disse no meu ouvido: Cuidado, eu tô fértil.
Eu só concordei com a cabeça mas pra ser sincero, naquele momento estávamos pouco se importando.
Virei ela de quatro, e montei em cima dela, torcendo o a totalidade do seu cabelo enquanto macetava aquela buceta que pigava na canga.
Ela gemia e enquanto pedia para eu gozar dentro da buceta dela.
Me controlei para não gozar naquela hora, diminui a cadência, respirei fundo, olhei para as pedras.
Até que tirei da buceta dela e fiquei de pé, ainda segurando seu cabelo, com ela ainda de quatro, dei a volta coloquei a mão no queixo dela forçando para abrir sua boca, e comecei a enfiar meu pau na sua garganta.
Após uma série de bombadas ela já estava toda babada, com a maquiagem totalmente borrada, foi então que enfiei todo o meu pau na sua garganta, dava pra ver o contorno do meu pau na glote dela.
E então eu gozei, lá na garganta.
Ela se engasgou e então parte da minha porra saiu pelo nariz e outra voltou para a boca.
O que saiu pelo nariz caiu na areia, o que voltou na boca ela engoliu como se fosse o líquido mais precioso do mundo.
Depois disso voltamos para a casa, e como havíamos perdido a hora, quando chegamos todos já haviam voltado e estavam preocupados.
Nós desconversamos, dissemos que havíamos ido até a prainha... Não sei se notaram, mas facilmente daria para notar a combinação de maquiagem borrada, cabelo seco e seu biquini levemente manchado na parte debaixo.
Terminei com a Brena alguns meses depois, mas eu e Lorena saímos a sós várias vezes nesse período e inclusive depois do término.
Após alguns anos ela arrumou um namorado com quem está até hoje.
E apesar de não sairmos mais juntos, as vezes conversamos por mensagem para saber como anda a vida.
Sigam para mais relatos.
Obrigado.