A Confraternização do Sexo

Boa noite lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy.
Vou contar um relato que aconteceu comigo na época que trabalhava numa empresa de marketing aqui da minha cidade. Tenho imagens reais de toda a brincadeira.
Na época tinha 25 anos, cabelos tingidos de loiro, seios naturais, baixinha de 1,52m e muito proativa. Eu era responsável por uma equipe de marketing e propaganda. Nosso chefe Joel tinha combinado uma confraternização na casa dele na cidade de Botucatu-SP. Ele chamou toda a equipe mais alguns gerentes para a festa.
- Pessoal, vamos fazer uma confraternização no sabadão lá em casa. Todos estão convidados. – Joel disse todo animado.
- Sr Joel vai pagar tudo...Dona Noemi também. – disse meu amigo gay Rick da empresa
- Leve seus biquinis e sungas, a barriga e o rim pra bebermos e comemorar nosso ano produtivo...convidado não convida. – Joel completou

A tarde de sábado em Botucatu estava perfeita: céu limpo, temperatura agradável por volta dos 28°C, aquela brisa leve que descia da Cuesta e fazia o calor parecer mais suportável. A casa do Joel era uma daquelas residências amplas de condomínio fechado na região dos jardins, com piscina grande o suficiente para todo mundo, churrasqueira coberta e um gramado bem cuidado que terminava num deque de madeira à beira da água. Cheguei por volta das 14h30. Estava com um biquíni preto simples por baixo de um vestidinho soltinho branco, short jeans curtinho por cima e chinelo. Os cabelos loiros (tingidos mesmo, raiz preta aparecendo um pouquinho na risca) balançavam soltos nas costas. Aos 25 anos, eu sabia que minha silhueta baixinha chamava atenção, especialmente com os seios naturais que preenchiam bem o top.

Rick foi o primeiro a me avistar e veio correndo com um copo de espumante na mão.
— A diva loira chegou, meninas e meninos! — gritou ele, me abraçando com cuidado para não derrubar a bebida. — Olha esse corpinho, hein? Tá servindo de inspiração pra campanha de verão do ano que vem?
— Para, Rick, seu sem-noção — ri, dando um tapa leve no braço dele. — Cadê o patrão?
— Lá dentro, abrindo mais cerveja. A Noemi tá na piscina já dando show de mãe gostosa.

Noemi estava linda. Aos 36 anos, ruiva natural, ela sorria para todo mundo, servindo drinks e garantindo que ninguém ficasse sem gelo. Joel, 40 anos, barba bem aparada, corpo de quem já foi atleta mas agora curtia a vida, estava de sunga cinza e chinelo, virando espetinhos na churrasqueira.
— Chegou a nossa estrela do marketing! — Joel gritou ao me ver — Senta aí, menina, já vou te servir um copo. Hoje é dia de esquecer meta, KPI e relatório.
Noemi se aproximou logo em seguida, me dando um abraço apertado.
— Que bom que veio, querida. Tá linda! Esse loiro tá perfeito em você — disse ela com aquela voz doce — Pode ficar à vontade, casa é sua. Se quiser trocar de roupa, o banheiro da suíte tá liberado. Jajá vou trocar de roupa também.

Entrei no banheiro da suíte principal ainda sorrindo com o comentário da Noemi. Tirei o vestidinho branco por cima da cabeça, depois desabotoei o short jeans, deixando-o cair no chão. Passei as mãos pelos seios, ajustando o top que insistia em subir um pouco, e senti os mamilos já meio endurecidos — talvez pelo ar-condicionado, talvez pela animação da festa. Foi quando a porta se abriu sem aviso. Noemi entrou rápido, segurando um biquíni vermelho nas mãos, o corpo ainda coberto por um saída de praia leve de crochê branco que deixava ver quase tudo por baixo.
— Ai, menina, me dá um susto! — ela riu, fechando a porta atrás de si. — Achei que tava vazio. Posso trocar aqui mesmo? Lá fora tá um caos, o Rick já tá dançando reggaeton na beira da piscina e o Joel ameaçando jogar ele na água.
— Claro, pode ficar à vontade — respondi, tentando soar natural, mas minha voz saiu um pouquinho mais baixa do que o normal.

Ela nem hesitou. Desamarrou o saída de praia e deixou ele escorregar pelos ombros. Ficou completamente nua na minha frente por uns três segundos antes de começar a vestir o biquíni. E foi aí que meu estômago deu um nó. Noemi tinha um corpo que parecia esculpido por alguém que entendia muito bem de curvas. Os seios eram cheios, naturais, com auréolas grandes e rosadas, levemente caídos de um jeito que só deixava tudo mais sensual. A barriga era macia, com aquela leve ondulação que denuncia uma mulher que já viveu, já pariu, já sentiu prazer de verdade. Mas o que realmente me paralisou foi quando ela se virou de lado para pegar a calcinha do biquíni no chão.
A buceta dela era… perfeita. Lábios grandes, carnudos, levemente entreabertos, com um clitóris que já aparecia inchadinho mesmo sem estímulo nenhum. Eu nunca tinha sentido isso antes. Nunca olhado para uma mulher e sentido a boca secar. Minha buceta piscou dentro da calcinha do biquíni, e eu apertei as coxas instintivamente, tentando disfarçar.
Ela percebeu meu silêncio. Virou o rosto pra mim?
— Tá tudo bem, querida? — perguntou,. — Ficou quietinha de repente.
Engoli em seco.
— Tô… tô sim. Só… admirando o biquíni. Ficou lindo em você.
Mentira descarada. Ela sabia. O olhar dela desceu pelo meu corpo devagar, parando nos meus seios, na minha barriga, na curva dos quadris.
— Você também tá um arraso nesse preto básico — disse ela

A festa rolou solta até altas horas.. Eu bebi mais do que pretendia: caipirinha, espumante, cerveja gelada, um shot de cachaça que o Rick insistiu que eu tomasse “pra entrar no clima”. Meu corpo estava quente, a cabeça leve, e aquele formigamento entre as pernas que não parava desde o momento no banheiro com a Noemi.

Por volta das 2h da manhã, a maioria já tinha ido embora. Restaram só eu, o Joel, a Noemi e o Otávio — o gerente mais antigo, um dos fundadores da empresa. Otávio tinha uns 45 anos, alto, corpo forte, cabelo grisalho curto, sempre com aquele ar de quem sabe exatamente o que quer. Ele era separado há anos e praticamente morava na casa do casal nos fins de semana. Joel e Otávio estavam sentados no sofá grande da sala, rindo alto, o whisky na mão, as camisas abertas. Eu estava pegando minha bolsa e o vestidinho branco que tinha deixado jogado numa cadeira quando Noemi apareceu na porta da sala, ainda de biquíni vermelho, o cabelo ruivo molhado da piscina, pingando no chão.
— Ei, loirinha… pra onde você tá indo? — ela perguntou com aquela voz rouca de quem já tinha bebido bastante também. — Fica mais um pouco. A noite tá só começando.
Joel ergueu o copo na minha direção.
— Isso, Tammy. Fica. A gente tá aqui só curtindo. Relaxa.
Otávio me olhou de cima a baixo, sorrindo de lado.
— É, fica. A gente cuida de você.

Eu hesitei uns dois segundos. Mas o tesão que eu sentia desde a tarde inteira venceu. Larguei a bolsa de novo e fui sentar no sofá entre a Noemi e o Joel.
A conversa rolou solta por mais uns minutos, mas logo a música mudou para algo mais lento, mais sensual. Noemi se levantou, começou a dançar devagar no meio da sala, rebolando com aquela naturalidade que só mulher madura tem. Otávio se levantou atrás dela, colou o corpo no dela. Ela jogou a cabeça pra trás, rindo, e começou a rebolar contra o pau dele que já marcava a bermuda. Joel assistia tudo, sem nenhum sinal de ciúme. Pelo contrário: parecia gostar. Noemi virou o rosto pra mim.
— Vem, Tammy… dança comigo.

Eu me levantei, a bebida me dava coragem e fui até ela. Noemi me puxou pela cintura, nossos corpos colaram. Ela era mais alta, eu tive que erguer o rosto pra olhar pra ela. Nossos seios se tocaram por cima do tecido do biquíni.
— As novinhas são as melhores… — sussurrou ela, antes de me beijar.

Eu gemi baixinho na boca dela. Minhas mãos foram parar nos seios dela, apertando por cima do biquíni. Ela desamarrou o top com um puxão e deixou os seios grandes e cheios caírem livres. Os mamilos estavam duros, rosados, enormes.
— Chupa, vai… — ela pediu.

Eu não pensei duas vezes. Me abaixei um pouco e peguei um dos mamilos na boca, chupando com vontade, lambendo a auréola inteira. Otávio se aproximou pelo outro lado e fez o mesmo no seio oposto. Noemi gemeu alto com as mãos em nossos cabelos. Joel se levantou com a sunga esticada com o pau duro.
— Vem cá, meninas… — ele chamou.

Noemi e eu nos ajoelhamos na frente dele e do Otávio. Desamarramos as sungas dos dois quase ao mesmo tempo. O pau do Joel era grosso, médio, com a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. O do Otávio era mais comprido, mais reto com veias saltadas.

Eu peguei o do Joel na boca primeiro. Chupei devagar, sentindo o gosto salgado, a pele quente. Noemi chupava o do Otávio com vontade, gemendo enquanto engolia até a garganta. Depois trocamos: eu chupei o Otávio, sentindo ele pulsar na minha boca, enquanto Noemi mamava o Joel com uma técnica que fazia ele gemer alto.
— Porra… que boquinhas gostosas… — Joel gemeu.

Noemi me puxou pra cima dela. Me deitou no sofá, abriu minhas pernas e arrancou a calcinha do meu biquíni. Minha buceta estava encharcada com os lábios inchados. Ela lambeu devagar, da entrada até o clitóris, depois chupou com força.
— Hummm… que bucetinha gostosa, novinha… — ela gemeu antes de enfiar a língua bem fundo.

Eu gemi alto com as mãos nos cabelos dela. Depois trocamos: eu me ajoelhei entre as pernas dela, abri os lábios grandes e carnudos dela com os dedos e chupei a buceta inchada. Ela tinha um gosto doce e salgado ao mesmo tempo, e eu lambia tudo, enfiando dois dedos enquanto chupava. Joel e Otávio assistiam, punhetando devagar.
— Agora é nossa vez — Joel disse.
Ele me puxou pro colo dele, sentou no sofá e me encaixou no pau dele. Entrei devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Gemi alto quando ele chegou no fundo. Ele segurou minha cintura e começou a me foder com socadas fortes. Ao lado, Otávio deitou Noemi no chão, abriu as pernas dela e meteu tudo de uma vez. Ela gritou de prazer.

Depois de uns minutos, trocamos: Otávio me pegou de quatro, metendo fundo enquanto eu gemia sem parar. Joel fodia Noemi de lado, uma perna dela erguida, o pau entrando e saindo rápido.
— Tô quase… — Otávio gemeu.
— Goza na cara delas — Joel mandou.

Os dois se ajoelharam na nossa frente. Noemi e eu nos ajoelhamos também com a boca aberta, língua pra fora. Joel gozou primeiro: jatos de porra grossa e quente caíram na minha boca, no meu queixo, nos meus seios. Otávio veio logo depois, enchendo a boca da Noemi e espirrando no rosto dela.

A gente se olhou com os rostos melados de porra. Noemi sorriu, puxou meu rosto e me beijou com força. Nossas línguas se misturaram, o gosto de porra dos dois homens se misturando na nossa boca. A gente se beijava devagar, lambendo uma a porra da outra, gemendo baixinho enquanto o resto escorria pelos nossos queixos.
Joel e Otávio caíram no sofá, ofegantes, rindo.
— Caralho… que noite — Joel murmurou.
Noemi passou o dedo no meu queixo, coletando o que restava de porra, e levou pra boca.

A noite não tinha acabado. O ar ainda cheirava a sexo, suor e whisky. E eu sabia que, quando o sol nascesse, nada seria como antes.

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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 28/01/2026

Conto sensacional, fotos deliciosas! Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Confraternização do Sexo

Codigo do conto:
253385

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
28/01/2026

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