Recebi esse relato de uma fã minha com fotos que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.
Me chamo Tatiana, tenho 38 anos, casada e tenho 1 filha de 18 anos. Sou morena com cabelos tingidos de loiro, seios naturais, baixinha e muito ativa na academia. Meu casamento não anda aquelas coisas nos últimos meses, meu marido mal me nota, só quer saber de trabalhar, ir nos churrascos do escritório com os amigos dele....quando eu procuro pra gente foder, ele faz por obrigação.
Numa noite de puro desespero, comprei um vibrador discreto e potente num sex shop online. Quase todas as tardes, quando a academia acabava e antes dele chegar com minha filha, eu me trancava no quarto e começava a me masturbar. Às vezes eu assistia pornô no celular com fone de ouvido — homens mais novos, dotados, falando sacanagem sem filtro. Outras vezes eu só fechava os olhos e imaginava alguém me pegando na academia, no vestiário, no carro… qualquer lugar menos naquela cama fria.
Passado alguns dias minha irmã mais nova, Karina, de 22 anos me ligou animada.
- Nossa Tati, você precisa conhecer meu novo namorado. Ele é lindo e educado. A Laisa conheceu ele já – Karina me disse animada.
- Mãe ele é muito fofo, ele tem 30 anos e nem parece. A Tia teve sorte em achar ele. – disse minha filha concordando com a Tia no viva-voz.
- Ai que bom irmã, você ta precisando de um namorado mesmo porque hoje em dia ta difícil achar homem de verdade. – eu afirmei animada para minha irmã.
- Vamos fazer um churrasco final de semana aqui na casa da mãe pra você conhecer. – disse Karina.
- Combinado então, vou avisar o Cesar. – combinei com minha irmã
Eu cheguei um pouco mais cedo no sábado, com minha filha já pulando no colo da avó, e ajudei a arrumar a mesa enquanto tentava fingir naturalidade. Mas por dentro eu estava inquieta. Não era só curiosidade de irmã. Era outra coisa. Algo que eu não queria nomear ainda. Cesar meu marido iria chegar só no final da tarde. Karina apareceu na porta da cozinha uns vinte minutos depois, com aquele sorriso de quem ganhou na loteria do amor. E atrás dela veio ele.
- Tati, esse é o Rafael — ela anunciou, quase empurrando o cara pra frente como se fosse um troféu
Ele era alto. Ombros largos de quem treina sério, não de academia de vaidade. Camiseta polo cinza que marcava o peito e os braços exatamente do jeito que eu imaginava quando fechava os olhos no quarto. Cabelo curto, barba bem aparada, sorriso tranquilo mas com um brilho nos olhos que dizia que ele sabia o efeito que causava. Trinta anos? Parecia mais novo. E ao mesmo tempo… tinha uma presença de homem que já viveu o suficiente pra não precisar provar nada.
— Prazer, Tatiana — ele disse, estendendo a mão.
— O prazer é meu, Rafael. Karina não mentiu, você é… bem-apessoado mesmo — falei apertando a mão dele
— Ela exagera um pouco — ele respondeu— Mas fico feliz que a irmã mais velha aprovou.
O churrasco rolou tranquilo no quintal da casa da mãe. Sol de fim de tarde, cheiro de carne na brasa, música baixa no som portátil, risadas da família. Tudo normal. Tudo aparentemente inocente. Mas eu não conseguia parar de olhar para ele. Quando se abaixava pra pegar mais carvão, a camiseta subia um pouco e eu via a faixa de pele bronzeada na cintura, a cueca boxer preta aparecendo. Meu estômago dava um nó. Eu apertava as coxas uma contra a outra debaixo da mesa de plástico, tentando disfarçar.
Karina estava grudada nele, claro. Beijava o pescoço dele de vez em quando, passava a mão no braço dele como quem marca território. E cada vez que ela fazia isso, eu sentia uma pontada esquisita — não era exatamente ciúme. Era tesão misturado com culpa. Quanto mais ela se esfregava nele, mais minha cabeça imaginava como seria eu no lugar dela. Em algum momento, precisei ir ao banheiro. Levantei, disse que já voltava e entrei na casa.
Entrei no banheiro da casa da minha mãe e tranquei a porta com o coração batendo na garganta. Encostei as costas na porta fria e respirei fundo, tentando me acalmar. Não adiantou. Levantei a saia jeans devagar, quase com medo do que ia encontrar. A calcinha preta de renda estava encharcada. O tecido grudava na pele, delineando cada contorno da minha buceta inchada. Passei os dedos por cima do pano e senti o calor, a umidade escorrendo pelas coxas. Meu clitóris estava tão sensível que só o toque leve já fez meu corpo inteiro tremer.
Fechei os olhos e apoiei uma mão na pia, a outra já dentro da calcinha. Dois dedos deslizaram fácil, porque eu estava melada até o caralho. Comecei a me esfregar devagar no começo, imaginando a cena que não saía da minha cabeça desde que ele apertou minha mão: Rafael me prensando contra a parede daquele mesmo banheiro, a mão grande tapando minha boca pra eu não gemer alto, a outra rasgando a calcinha de lado e metendo sem aviso, sem preliminares, sem pedir permissão. Forte. Fundo. Sem medo de que alguém ouvisse.
Gozei forte, mordendo o próprio braço pra não gritar. As pernas bambearam, a buceta pulsou em volta dos meus dedos, o líquido quente escorrendo pela palma da mão. Fiquei ali alguns segundos, ofegante, parecendo uma mulher que tinha acabado de ser fodida de verdade.
O resto da tarde passou num borrão. Eu mal conseguia falar direito. Respondia as perguntas da minha mãe com monossílabos. No carro, voltando pra casa, César dirigia em silêncio, o rádio baixo. Foi quando olhei o celular e vi a notificação do grupo da família — aquele que tem minha mãe, Karina, eu, uns tios e primos.
Rafael tinha sido adicionado.
“Galera, foi muito bom conhecer todo mundo hoje! Obrigado pelo churrasco, dona Neuza, ficou incrível. Karina, amor, você tem uma família maravilhosa. E Tati… prazer enorme te conhecer pessoalmente. Até a próxima.” Com minha cabeça avoada esqueci o carregador do meu iphone na casa de minha mãe que morava com minha irmã. Pedi pra alguém trazer no domingo em casa, pois, estava precisando. Rafael disse no grupo que ia levar porque era caminho pra casa dele.
No domingo à tarde o sol batia forte na janela da sala, e eu já estava com a casa vazia há horas. César saiu cedo pro futebol com os amigos, prometendo voltar só à noite fedendo a cerveja e carne queimada. Minha filha Laisa foi pra casa de uma amiga da faculdade e avisou que ia dormir lá. Eu, sozinha, com o corpo ainda latejando da lembrança de ontem, decidi que hoje não ia fingir que era uma boa esposa. Escolhi um shorts jeans curtíssimo, daqueles que mal cobrem a bunda, apertado o suficiente pra marcar cada curva. Por baixo, nada. Sem calcinha, sem nada. O tecido grosso roçava direto na buceta ainda sensível do gozo de ontem, e cada passo que eu dava fazia o shorts subir um pouco mais, roçando no meu clitóris inchado. Por cima, uma regatinha branca fina, sem sutiã. Meus seios naturais, cheios e firmes apesar dos 38 anos, marcavam o tecido. Os bicos endurecidos apontavam pra fora, visíveis, implorando atenção. Eu me olhei no espelho do quarto e sorri: parecia uma puta em busca de problema. E era exatamente isso que eu queria. Quando o interfone tocou, meu coração deu um salto. Atendi com a voz mais calma que consegui:
— Alô?
— Oi, Tati. Sou eu, Rafael. Trouxe o carregador que você esqueceu.
— Ah, que bom! Pode subir, tô sozinha aqui.
Apertei o botão da portaria e fiquei esperando na porta, descalça, o corpo já quente só de imaginar ele entrando. Ele parou na porta com os olhos percorrendo meu corpo devagar, sem disfarçar. Demorou nos seios, desceu pro shorts minúsculo.
— Aqui o carregador — elr disse, mas sem entrar ainda.
— Obrigada, Rafael. Entra um pouco? Toma uma água, um suco… não vai embora já, né?
Ele entrou.
— Casa bonita. Bem arrumadinha — ele comentou, olhando ao redor.
— Senta aí no sofá. Vou pegar uma água gelada.
Virei de costas pra ele de propósito, caminhando devagar até a cozinha. Sabia que o shorts subia quando eu andava, deixando a metade inferior da bunda à mostra. Sentei no sofá ao lado dele — não do outro lado, não. Colado.
— Você tá… diferente hoje, Tati.
— Diferente como? — perguntei
— Mais… à vontade. Ontem você tava mais contida. Hoje… — os olhos dele desceram pros meus peitos de novo
- Meu marido mal olha pra mim faz meses. Quando olha, é por obrigação. E eu… tô cansada de ser invisível.
Eu não aguentei. Minha mão foi direto pra entre as pernas dele, apertando por cima da calça jeans. O volume do pau dele estava absurdo, duro como pedra, pulsando contra a palma da minha mão. Rafael deu um leve recuo instintivo, os olhos arregalados por meio segundo, mas não me empurrou. Pelo contrário: ele abriu um pouco mais as pernas, quase um convite silencioso.
— Tati… a voz saiu rouca, baixa, como se ainda estivesse decidindo se ia me parar ou me ajudar.
Desci o zíper devagar, com os dedos tremendo de tesão e ansiedade. Quando puxei a cueca pra baixo, o pau dele saltou livre, curvado pra baixo num arco perfeito, pesado, veias grossas marcando toda a extensão. Devia ter uns 22 cm fácil, talvez mais, a cabeça inchada e vermelha brilhando com a primeira gota de pré-gozo. O cheiro dele me acertou em cheio — macho, quente, excitado.
— Caralho… — escapou da minha boca antes que eu pudesse segurar.
Primeiro lambi só a cabeça, devagar, sentindo o gosto salgado na língua. Depois abri a boca e engoli o máximo que consegui — não era nem metade, mas o suficiente pra fazer ele gemer baixo e jogar a cabeça pra trás. Minha saliva escorria pelos lados, pingando no colo dele. Eu subia e descia, usando a mão pra punhetar a parte que não cabia, apertando na base enquanto chupava com força com a língua rodando a cabeça toda vez que subia.
— Porra, Tati… assim você me mata… — ele murmurou, uma mão vindo pro meu cabelo, não pra puxar, mas pra segurar, como se precisasse de algo pra se ancorar.
Chupei mais rápido, mais fundo, engasgando de propósito só pra ouvir ele gemer. Meu short jeans já estava ensopado, eu sentia minha buceta latejando, vazia, implorando. Levantei de repente, o pau dele saindo da minha boca com um estalo molhado. Tirei o short num movimento rápido — sem calcinha mesmo, minha buceta exposta, inchada, brilhando de tesão, os lábios abertos e vermelhos. Subi no colo dele, de frente, as pernas abertas dos dois lados do quadril dele.
Segurei o pau na base e comecei a esfregar a cabeça grossa nos meus lábios abertos da buceta, subindo e descendo devagar, molhando ele com meu mel. Cada passada fazia meu clitóris roçar na cabeça do pau dele, e eu gemia baixo, mordendo o lábio.
— Me fode, Rafael… por favor… — minha voz saiu trêmula.
Ele não aguentou mais. Depois, sem aviso, ele puxou meu corpo pra baixo ao mesmo tempo que empurrou os quadris pra cima. O pau inteiro entrou de uma vez, abrindo caminho sem dó, esticando cada centímetro da minha buceta melada. Gritei alto, com as unhas cravadas nos ombros dele.
— Caralho… que buceta apertada… — ele gemeu.
Começou a meter forte, fundo, era tesão puro, animal. Cada socada fazia meus seios balançarem na frente do rosto dele, os bicos duros roçando na camiseta dele. Eu cavalgava junto, descendo com tudo, sentindo a cabeça bater no fundo da minha buceta, me enchendo completamente.
— Mais forte… me fode mais forte… — eu pedia.
Ele obedeceu. Uma mão subiu pro meu pescoço, apertando de leve, só o suficiente pra me deixar tonta de prazer. A outra agarrou minha bunda, abrindo as nádegas enquanto metia ainda mais fundo. O som molhado dos nossos corpos se chocando enchia a sala, misturado com nossos gemidos e palavrões.
— Tô quase… porra, Tati, tô quase… — ele avisou.
— Dentro… goza dentro de mim… me enche… — implorei, apertando a buceta em volta dele, sentindo meu próprio orgasmo subindo rápido.
Ele deu mais umas cinco socadas brutas, profundas, e então travou o corpo inteiro. Senti o pau pulsar forte dentro de mim, jorrando porra quente, grossa, enchendo tudo. Cada jato me fazia tremer, e eu gozei junto, a buceta contraindo, espremendo ele até a última gota. Meu líquido escorreu pelos lados do pau dele, molhando a calça jeans aberta e o sofá. Ficamos ali alguns segundos, ofegantes, suados,. O pau dele ainda dentro de mim, amolecendo devagar, a porra quente começando a vazar.
Ele foi o primeiro a falar, a voz baixa, quase um sussurro:
— Isso… não pode sair daqui.
Eu sorri, ainda zonza de prazer, e respondi encostando a testa na dele:
— Claro que não. Mas não pense que acabou.
Levantei devagar, sentindo a porra dele escorrer pelas minhas coxas. Olhei pra ele, ainda de pau pra fora, brilhando de mim e dele, e falei com um sorriso safado:
— Toma um banho aqui. Aproveita. Porque quando seu pau ficar duro de novo… a gente continua. Fica tranquilo que tomo remédio.
E eu sabia: isso era só o começo.
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Hum delícia amei que buceta linda amei ❤️ queria eu chupando ela
Assim que bom. A sacanagem fica toda em família 💘
Ei Tammy, que tesão heimmm Vem ser minha cunhadinha kkk Votado