Levantei de repente tremendo. Peguei a toalha molhada do chão e limpei o rosto, o queixo, os seios. Ele ainda estava deitado de olhos fechados com um sorriso bobo de bêbado no rosto.
— Mãe... vem cá... deita de novo — murmurou ele.
— Não, Lucas. Levanta. Vai dormir na sala.
Minha voz saiu mais dura do que eu pretendia. Ele abriu os olhos, confuso.
— Quê? Por quê? A gente tá bem aqui...
— Não tá bem porra nenhuma! — explodi baixo, pra não acordar ninguém. — Isso foi um erro. Um erro gigante. Você tá bêbado, eu tô bêbada, mas isso... isso não pode acontecer. Nunca mais. Levanta agora e vai pra sala. Tem sofá lá.
Ele sentou na cama devagar e olhou pra mim como se não entendesse.
— Mãe... mas você... você quis também.
— Cala a boca! — cortei, sentindo as lágrimas subirem. — Não fala mais nada. Vai embora. Agora.
Ele ficou quieto uns segundo, passou por mim e foi pra sala sem dizer mais nada. Fechei a porta do quarto com chave, me joguei na cama e chorei baixo, abafando o rosto no travesseiro. Vergonha. Culpa. Nojo de mim mesma. Como eu podia ter feito aquilo? Como eu podia ter sentido prazer? Meu corpo ainda traía, a buceta molhada latejando só de lembrar, mas a cabeça gritava: monstro. Você é um monstro. Não dormi direito. Acordei várias vezes suando frio, imaginando que alguém tinha visto, que Luiza tinha voltado pro quarto, que Nadia tinha escutado. Cada vez que fechava os olhos, via o pau dele na minha boca, sentia o gosto, ouvia ele gemendo “mãe”. Queria vomitar.
No dia seguinte, domingo, acordei cedo. Tomei banho gelado, vesti um vestido solto, longo, que cobria tudo — nada de short curtinho, nada de decote. Queria desaparecer dentro da roupa.
Como o feriado era prolongado, o domingo era de churrasco e piscina. Mais pessoas chegaram, inclusive o irmão do esposo de Nadia com sua mulher e seus filhos. Raul e Julia. Raul tinha 25 anos e Julia 18. Raul viveu a vida toda com Lucas e sempre cuidava dele por ser mais velho. Ele era a inspiração de Lucas.
Eu fiquei na espreguiçadeira mais afastada, o biquíni que escolhi era o mais discreto que tinha: top tomara-que-caia preto e calcinha de cintura alta, nada que mostrasse muito. Nadia veio se jogar na espreguiçadeira do lado.
— Menina, relaxa. Tá parecendo que vai pro velório. — Ela riu. — Olha que dia lindo. E olha o Raul ali... tá um gato, hein? Puxou a família do meu marido. A Julia cresceu tanto que nem parece a mesma menininha.
Olhei na direção que ela apontou. Raul estava perto da churrasqueira, sem camisa, virando espetos com uma cerveja na mão. Corpo de homem, ombro largo, sorriso fácil. Ao lado dele, Lucas conversava animado, gesticulando, rindo alto. Os dois olhavam na nossa direção de vez em quando. Não era olhar casual. Senti um frio na barriga.
— Eles tão falando de quê será? — perguntei, tentando soar desinteressada.
Nadia deu de ombros.
— Sei lá. Coisa de homem. Provavelmente de futebol, de mulher... ou de quem bebeu mais ontem. — Ela piscou pra mim
Tentei me concentrar no celular, rolando fotos sem ver nada. Mas meus olhos traíam e voltavam pros dois. Lucas gesticulou com a cerveja na mão, imitando alguma coisa — talvez uma mulher dançando? — e Raul caiu na gargalhada, batendo no ombro dele. Depois os dois olharam pra mim de novo. Dessa vez Lucas sustentou o olhar por uns três segundos. Não sorriu. Só olhou. Intenso. Como se estivesse me lembrando de cada detalhe da noite passada. Meu coração disparou. A buceta apertou involuntariamente dentro da calcinha. Traidora do caralho.
O gin desceu gelado, amargo, queimando a garganta e aquecendo o peito em segundos. Nadia enchia minha taça sem perguntar, rindo alto toda vez que eu fazia careta.
- Tá olhando o quê com essa cara de quem viu fantasma? — Nadia cutucou meu braço.
— Nada... só... os meninos cresceram, né? — Minha voz saiu rouca.
Ela riu alto.
— Cresceram é pouco. O Raul tá um touro. E o Lucas... puxou o pai, né? Tá ficando homem. Aposto que as meninas da faculdade tão loucas por ele.
Minha buceta deu um espasmo forte, daqueles que fazem a gente apertar as coxas sem querer. Senti o tecido da calcinha de cintura alta ficar úmido de novo, colando na pele. Traidora. Nojenta. Mas não parava.
Não aguentava mais, levantei e fui no banheiro da piscina mesmo, tranquei a porta e me encostei na pia. Enfiei a mão dentro da calcinha de biquini. Estava encharcada. Os dedos escorregaram fácil entre os lábios inchados, roçando o clitóris. Soltei um gemido baixo, abafado. “Que porra eu tô fazendo?” Mas não parei. Esfreguei mais rápido, pensando nos dois. No pau do Lucas na minha boca ontem. No volume que vi na sunga do Raul. Imaginando os dois me pegando ao mesmo tempo. Um na boca, outro me comendo por trás. Gozando dentro de mim. Nos meus peitos. Na minha cara.
Peguei meu celular e mandei uma foto da minha buceta para o meu filho Lucas sem pensar. Meu dedo tremia no botão de enviar, mas o tesão era maior que o juízo. A foto era crua: lábios inchados, melados, o clitóris saltado pedindo por atenção. "Vem pro meu quarto agora. É nosso segredo. Preciso de você pra apagar esse fogo que tá me explodindo por dentro. Sem ninguém perceber."
Enviei e me arrependi na hora. Ou não. Meu corpo pulsava, a calcinha encharcada grudando na pele como uma segunda camada de vergonha. Respirei fundo, arrumei o biquíni como se nada tivesse acontecido, e saí do banheiro da piscina tentando andar normal. Meu coração batia no peito como um tambor, e cada passo fazia minha buceta latejar, lembrando do que eu tinha acabado de fazer.
Subi as escadas correndo, entrei no quarto, tirei o vestido e o biquíni, ficando nua na frente do espelho. Toquei a buceta de novo, só pra sentir o quanto tava molhada. "Que puta que eu sou", pensei, mas o tesão só aumentava.
Ouvi passos no corredor. A porta se abriu devagar — eu tinha deixado destrancada de propósito?
Lucas entrou, mas não sozinho. Raul veio atrás. Os dois sem camisa, só de sunga, os volumes já evidentes. Meu estômago revirou, mas a buceta apertou de empolgação.
— Que porra é essa? — gritei brava com Lucas, cobrindo os peitos por instinto. — Eu chamei só você, Lucas!
Lucas sorriu safado, aproximando-se.
— Relaxa, mãe. Raul viu a foto no meu celular. Ele tava do lado quando chegou. E aí... a gente conversou. Ele sabe tudo da noite passada. E quer ajudar a apagar esse fogo aí. Raul riu baixo, os olhos devorando meu corpo nu.
— Lucas me contou como você é gulosa. E pela foto... puta que pariu, que buceta linda. A gente veio pra te foder direito. Sem ninguém saber, claro. É nosso segredo.
Meu corpo traía qualquer resistência. Sentei na cama, as pernas tremendo. "Vocês são loucos", murmurei, mas já me ajoelhando no chão, puxando as sungas dos dois pra baixo.
Os paus saltaram livres: o de Lucas, que eu já conhecia, grosso e veiudo, latejando na minha cara. O de Raul, maior ainda, cabeçudo, com uma veia grossa pulsando.
— Chupa, vai. Mostra pra gente como você é puta — Lucas mandou, segurando minha cabeça.
Abri a boca e engoli o pau dele primeiro, chupando forte com a língua rodando na cabeça. Raul se aproximou, roçando o pau dele no meu rosto.
— Minha vez, vadia.
Passei pro pau dele, maior, forçando a garganta. Alternava entre os dois, lambendo as bolas, cuspindo neles pra deixar tudo babado. Eles riam, xingando baixo.
— Puta safada, chupa os dois ao mesmo tempo — Raul ordenou.
Tentei, abrindo a boca o máximo, enfiando as duas cabeças dentro. Minha boca esticada ao limite, babando pelos cantos. Os dois gemiam, empurrando devagar, fodendo minha boca como se fosse uma buceta. "Assim, caralho, engole tudo", Lucas gemia.
Levantei, deitei na cama de costas, abrindo as pernas.
— Me come, Lucas. Enquanto eu chupo o Raul.
Lucas se posicionou entre minhas pernas, o pau roçando na entrada da buceta encharcada. Entrou de uma vez, fundo, me fazendo gritar abafado com o pau do Raul na boca. Ele fodia forte, enquanto eu chupava Raul como uma desesperada.
— Troca — Raul disse, gemendo.
Eles inverteram: Raul na buceta, socando mais devagar mas mais fundo, me abrindo toda. Lucas na boca, fodendo minha garganta até eu engasgar. Meu corpo tremia, com o orgasmo vindo rápido e do nada esguichou no pau do Raul.
— Caralho, ela gozou já — ele riu. — Que puta molhada.
— Faz tempo que não dou meu cu — confessei, virando de quatro. — Mas hoje eu quero. Arromba sua mãe Lucas.
Lucas cuspiu no meu cu, enfiando um dedo pra preparar. Depois posicionou o pau e empurrou devagar, a dor misturada com prazer me fazendo morder o travesseiro.
"Devagar, porra", gemi, mas ele foi fundo, fodendo meu cu apertado.
Raul assistia, punhetando.
— Agora os dois — eu implorei com o tesão me dominando.
Raul deitou embaixo, eu montei no pau dele, a buceta engolindo tudo. Lucas atrás, enfiando no cu de novo. Os dois paus me preenchendo, esticando tudo. Gemi alto "Me fode, caralho, me arromba os dois buracos". Eles sincronizaram, um entrando enquanto o outro saía, depois os dois juntos, me fazendo gritar.
— Vou gozar — Lucas avisou.
— Eu também — Raul gemeu.
Os dois aceleraram, fodendo como animais. Gozaram juntos: Lucas no meu cu, enchendo de porra quente, escorrendo pelas coxas. Raul na buceta, pulsando dentro, me deixando cheia. Meu cu e minha buceta arrombados, latejando, vazando porra.
Caí na cama, ofegante, com os dois ao lado, rindo.
— Segredo nosso, hein? — Lucas piscou.
— Claro. Mas se precisar apagar o fogo de novo... — Raul completou, beijando meu pescoço.
O churrasco lá embaixo continuava, ninguém desconfiando da putaria que rolava no quarto. Meu corpo doía, mas o fogo... ah, esse tava apagado. Por enquanto.
...
Segue as fotos da nossa festinha.




