LIBEREI MEU NOIVO PARA MINHA TIA

Meu nome é Anieli, tenho 28 anos. Sou noiva há 4 anos de Wagner, de 35. Nosso relacionamento teve altos e baixos por causa do trabalho dele e da minha faculdade, mas conseguimos superar tudo e seguimos morando juntos, firmes e fortes. O amor que sentimos um pelo outro sempre foi maior que qualquer dificuldade.

Minha mãe me ligou durante a semana dizendo que queria que passássemos o final de semana na casa dela, pois era aniversário dela e queria reunir a família. Aceitamos na hora. Chegamos na sexta-feira antes do almoço. Meu padrasto Mauro, de 52 anos, é um homem muito gente boa, alto, forte, com barba bem feita e um sorriso que transmite confiança. Ele sempre fez minha mãe muito feliz, e eu gosto dele de verdade.

Assim que chegamos, mamãe nos recebeu com abraços apertados e beijos. Enquanto tomávamos um café, ela comentou animada:
— Ah, filha, sua tia madrinha, a irmã do seu falecido pai, também vai vir passar o final de semana com a gente. Ela insistiu tanto... disse que estava precisando sair um pouco.
— Que ótima ideia, mãe! — respondi empolgada. — Ela mora em outro estado e anda tão solitária desde que meu tio terminou o relacionamento com ela. Coitada, precisa se distrair um pouco. Vai ser bom pra ela.
— É... ela ainda não conhece o Wagner — mamãe falou, olhando para ele com um sorrisinho.

Tia Lúcia chegou no final da tarde de sexta. Quando o carro dela parou na frente da casa, eu corri para recebê-la. Ela desceu do carro e... nossa. Tia Lúcia tinha 47 anos, mas parecia mais nova. Corpo bem conservado, seios grandes e firmes, quadril largo e uma bunda empinada que chamava atenção. Usava um vestido vintage leve soltinho.
— Anieli! Minha princesinha! — ela exclamou, me abraçando forte. Depois ela olhou para Wagner e seus olhos brilharam.
— Então esse é o famoso noivo... Wagner, né? Muito prazer, meu lindo. Sou a tia Lúcia.

Wagner apertou a mão dela, mas eu notei o olhar dele descendo rapidamente para o decote generoso da tia. Ela sorriu de canto, como se tivesse percebido.
O jantar foi animado. Mauro fez uma churrascada deliciosa. O vinho rolou solto. Mamãe e Mauro estavam bem carinhosos, trocando beijos e risadas. Tia Lúcia sentou ao lado de Wagner e eu percebi que ela estava bem à vontade: ria das piadas dele, tocava o braço dele ao falar. Em determinado momento, ela até passou a mão na coxa dele por baixo da mesa enquanto contava uma história, como se fosse inocente.
Wagner pigarreou, visivelmente incomodado. Seu pau devia estar latejando dentro da bermuda, eu conhecia aquele olhar. Ele se levantou de repente, tentando disfarçar o volume.
— Vou tomar um banho rápido antes de dormir, tá? — disse ele. — O dia foi longo.

Depois do jantar, tia Lúcia nos contou um pouco mais sobre o fim do casamento dela.
— Seu tio não aguentava mais meu jeito — falou ela, rindo com certa malícia enquanto tomava o último gole de vinho. — Eu sou bem progressista, bem vintage mesmo. Gosto de viver sem frescura, sem essa hipocrisia moderna. Ele queria uma mulher certinha, comportada. Isso assustou ele.

Eu senti um arrepio estranho com o jeito como ela falou, quase como se estivesse lançando uma indireta para todos nós. Naquela primeira noite, como a casa estava cheia, mamãe arrumou o sofá-cama grande da sala para mim e Wagner. Tia Lúcia ficou com o quarto de hóspedes.

No dia seguinte, o sol estava forte. Decidimos passar a tarde na piscina. Mamãe e Mauro já estavam lá fora, e tia Lúcia disse que ia se trocar no quarto. Eu resolvi fazer o mesmo e entrei no quarto dela sem bater, achando que ela ainda estava no banheiro. Mas lá estava ela: completamente nua.
Mas o que mais me chamou atenção foi a buceta dela: bem peludinha, com um tufo grosso de pelos pretos e brilhantes cobrindo os lábios carnudos. Era um visual vintage, natural, sem aquelas depilações lisinhas que todo mundo faz hoje em dia. Aquilo me chocou de um jeito estranho... era diferente, bruto, extremamente feminino da época. Senti um calor subir pelo meu ventre e minha própria buceta latejar. Fiquei parada, sem conseguir desviar o olhar.

Ela se virou e me viu. Em vez de se cobrir, sorriu devagar, quase orgulhosa.
— Ah, princesinha... entrou sem bater, hein? — disse ela com a voz rouca, sem nenhuma vergonha. Passou a mão devagar pela barriga até o monte peludo, ajeitando os pelos com os dedos como se estivesse me mostrando. — Nunca viu a tia assim né?

Eu senti o rosto queimar, mas não consegui mentir.
— Tia... seu corpo é lindo. E isso aí... — olhei novamente para a buceta peluda — ...é diferente. Nunca vi assim nos dias de hoje. É... excitante.

Tia Lúcia deu uma risadinha baixa e safada, caminhando lentamente na minha direção.
— É vintage, minha filha. Como eu. Gosto de me sentir natural, mulher de verdade. Nada dessa moda de buceta de criança. Homem de verdade gosta de pelos, de cheiro, de mulher madura...

O ar ficou pesado. Meu coração batia forte. Eu estava molhada, confusa, excitada de um jeito proibido enquanto olhava para o corpo nu da minha tia madrinha.

Na piscina a tarde foi ainda mais quente. O sol forte, o álcool rolando solto — cerveja e caipirinha pra comemorar o aniversário da minha mãe. Tia Lúcia apareceu de biquíni vermelho, daqueles bem cavados, que mal seguravam seus seios grandes e deixavam metade da bunda carnuda de fora. Mauro e Wagner tentavam disfarçar, mas eu percebia os olhares. Meu padrasto olhava de canto quando ela se inclinava para pegar a bebida, e Wagner ficava com o volume marcando na bermuda toda vez que ela saía da piscina com o biquíni molhado colado no corpo, marcando os bicos dos seios e o volume do monte peludo por baixo do tecido fino. Eu fingia não ver, mas aquilo tudo me deixava estranhamente excitada.

Depois do jantar, continuamos bebendo na sala. Mamãe e Mauro estavam bem alegres e carinhosos. Por volta das onze e meia, mamãe bocejou e disse:
— Vamos dormir, amor. Amanhã tem que acordar cedo pra fazer o café.
Os dois subiram para o quarto e nos deixaram na sala. Ficamos só nós três: eu, Wagner e tia Lúcia.
Foi então que ela falou:
— Ai, crianças… o ar condicionado daquele quarto de hóspedes está péssimo, fica quente demais. Será que eu posso dormir aqui na sala com vocês? Prometo não atrapalhar…

Wagner olhou para mim, depois para ela, e respondeu rápido:
— Claro, tia. Sem problema.

Arrumamos o outro sofá-cama para ela. Eu estava de pijama curto de algodão rosa, sem sutiã. Wagner só de shorts fino de dormir, sem cueca, como ele sempre fazia. O pau dele ficava solto, balançando a cada movimento.

Tia Lúcia saiu do banheiro já trocada e… nossa. Ela vestia um pijama branco, leve, quase transparente. Sem sutiã, os seios pesados balançavam livremente, mamilos escuros marcando o tecido. E o pior (ou melhor): sem calcinha. Dava pra ver claramente o tufo escuro e volumoso dos pelos da buceta por baixo do shortinho branco fino.

Colocamos um filme qualquer na TV. No começo era só piada, mas logo começaram umas cenas picantes que ninguém imaginava. O filme seguia com cenas cada vez mais explícitas, e o ar parecia carregado de eletricidade. Eu estava deitada ao lado de Wagner no sofá-cama, mas meu corpo não conseguia ficar quieto. Meu coração batia forte, e, sem que eu pudesse controlar, minha buceta começou a escorrer sem minha permissão. O shortinho do pijama rosa já estava molhado entre as pernas, o tecido fino grudando na minha carne quente e inchada.

Foi quando, na tela, a atriz loira apareceu com aquela buceta peludinha. Tia Lúcia soltou uma risadinha baixa e comentou, com a voz rouca de vinho e bêbada:
— Olha só... parece a minha, hein? Bem natural, bem cheia de pelo... — Ela virou o rosto para mim. — É verdade, Anieli? A da tia é mais bonita que a dela?

Eu vi no mesmo instante: o pau de Wagner, dentro do shorts fino, começou a inchar visivelmente, ficando duro e marcando o tecido. Ele engoliu em seco, tentando disfarçar, mas era impossível.

O álcool e o tesão falaram mais alto dentro de mim. Eu deslizei a mão devagar por cima do shorts dele, sentindo a rola grossa latejar sob meus dedos, e apertei de leve enquanto olhava para tia Lúcia.
— Alguem ta ficando alegre aqui, tia... — falei com a voz manhosa e safada. — É por causa do filme... ou é por causa do nosso comentário sobre a sua buceta peluda?

Tia Lúcia sorriu com aquele olhar vintage, cheio de desejo proibido. Ela se levantou devagar, foi até a porta da sala e fechou com cuidado, girando a chave baixinho. Depois voltou e sentou bem no nosso colchão, ao lado de nós dois

Sem dizer nada, ela puxou o shortinho branco do pijama para o lado, abrindo as pernas bem na frente de Wagner. A buceta dela se revelou inteira: carnuda, com aquele tufo grosso de pelos pretos brilhantes, os lábios grandes e inchados já molhados.
— Olha aqui, Wagner... — murmurou ela, passando os dedos pelos pelos e abrindo os lábios para mostrar o interior rosado e brilhante. — O dela no filme não chega nem perto. A da tia é mais quente, mais cheirosa... mais mulher.

Eu respirei fundo, tremendo de excitação, e soltei as palavras que estavam queimando na minha garganta:
— Tia... eu quero ver ele com uma mulher madura por uma noite. Quero ver você pegando meu noivo bem gostoso... enquanto eu observo tudo.
Wagner ficou assustado no começo.
— Anieli... você tem certeza? — sussurrou ele.

Mas tia Lúcia não deu tempo para ele pensar. Ela se ajoelhou por cima dele e sentou a buceta peluda direto na cara dele, esfregando devagar, melando o nariz, a boca e o queixo com tanto mel que saia dela.
— Shhh... fica quietinho e mama na buceta da tia, meu lindo — gemeu ela, rebolando devagar.

Logo ela virou de posição, fazendo um 69 safado em cima dele. Enquanto chupava o pau grosso de Wagner com vontade, enfiando bem fundo na garganta, ela esfregava a buceta pingando na cara dele, melando tudo. Wagner gemia abafado, lambendo e chupando aqueles pelos molhados como um louco. Tia Lúcia rebolava cada vez mais rápido, até que tremeu inteira e gozou forte, esguichando na boca dele, inundando o rosto do meu noivo com seu squirt quente e melado.

Enquanto isso, eu não aguentei. Abri as pernas, puxei o shortinho rosa para o lado e comecei a bater siririca loucamente, enfiando dois dedos na minha buceta encharcada e depois enfiando um dedo no cu, gemendo baixinho ao ver aquela cena proibida.

Tia Lúcia não parou. Ela se virou, sentou no pau duro de Wagner e desceu devagar, engolindo ele inteiro na buceta peluda. Começou a quicar com força, gemendo safada:
— Ai, que rola gostosa do meu sobrinho... me fode, Wagner... me fode bem fundo.

Depois ela ficou de quatro no colchão, empinando aquela bunda madura. Wagner se ajoelhou atrás e meteu nela com tudo, socando forte enquanto enfiava o dedo no cuzinho apertado dela. Tia Lúcia gritava de prazer, abafando o som no travesseiro:
— Isso... enfia o dedo no cu da tia... me usa todinha!
Wagner não aguentou mais. Ele tirou o pau e mandou ela virar. Gozou forte, grosso e quente na cara dela, sujando os lábios, as bochechas e até os seios grandes de tia Lúcia.

Exaustos, nós três nos deitamos juntos no sofá-cama grande. Wagner no meio, eu de um lado, abraçada no peito dele, e tia Lúcia do outro lado, com a mão ainda descansando no pau semi-duro dele, o rosto ainda melado de porra.
Dormimos assim, colados, o cheiro de sexo e incesto pairando no ar.
...

IMAGENS REAIS DE TIA LÚCIA

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Comentários


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kabel-74 Comentou em 26/05/2026

Essa buce esta bem servida de pelos. Seria bom ela dar uma aparada.

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Eros2019 Comentou em 26/05/2026

QUE BELO BUCETÃO

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slip Comentou em 26/05/2026

Que tia gostosa 😍👏🏻👏🏻👏🏻




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Ficha do conto

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tammyinacio

Nome do conto:
LIBEREI MEU NOIVO PARA MINHA TIA

Codigo do conto:
263006

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/05/2026

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4

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