ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Boa tarde, lindos e lindas! Tudo bem com vocês? ??
Hoje vou compartilhar uma história real que minha seguidora Angélica me enviou.
O assunto é bem delicado, então quem não curte esse tipo de narrativa, por favor, não continue. Os nomes foram trocados a pedido dela por sigilo. As fotos que vou mostrar são reais e foram enviadas por ela mesma.

Eu não sei o que aconteceu comigo nesses últimos 6 meses. Nunca na vida eu tinha feito ou sequer pensado em fazer as coisas que ando fazendo ultimamente.
Meu nome é Angelica, tenho 40 anos e sou casada há 20 anos com o Danilo. Casei cedo, aos 20, e tive meu primeiro (e único) filho, o Tomas, ainda com 20 anos. O Danilo sempre foi um bom marido, provedor, carinhoso do jeito dele, mas a rotina de 20 anos de casamento acabou virando uma coisa morna, previsível, sem fogo.

Eu sempre fui muito apegada ao Tomas. Desde pequeno ele era meu mundo inteiro — o colo, as conversas, as risadas. Ele cresceu bonito pra caralho: alto, corpo definido de quem malha desde os 18, rosto de modelo, cabelo escuro bagunçado e um sorriso que desarma qualquer uma.

Eu me cuido bastante, sou loira pintada, corpo bem conservado para os 40, peitos naturais ainda firmes (graças a Deus e à genética), cintura marcada e uma bunda grande, redonda, que sempre chamou atenção.

Quando andamos juntos na rua, as pessoas frequentemente acham que ele é meu namorado. Já ouvi comentários sussurrados, olhares invejosos de outras mulheres e até piadinhas. “Que casal lindo”, dizem. Eu sorria sem corrigir, sentindo um calorzinho estranho na barriga que, até seis meses atrás, eu atribuía só a orgulho de mãe.

Mas as coisas mudaram de seis meses pra cá.
Foi sutil no começo. Tomas voltou de uma viagem curta com os amigos da faculdade e, quando me abraçou no aeroporto de Campinas-SP, o abraço durou mais do que o normal. Meu coração acelerou de um jeito que não era só saudade materna. Depois disso, comecei a reparar mais. No jeito como ele me olhava quando eu estava de short em casa, no quanto ele se oferecia pra me ajudar com coisas bobas só pra ficar perto.

Naquela noite, Danilo me pegou por trás como sempre. Eu estava de quatro, o corpo obedecendo ao ritmo conhecido, mas minha mente havia me traído completamente.
Enquanto ele segurava meus quadris e metia dentro de mim, eu fechava os olhos e via Tomas. Via as mãos jovens e fortes apertando minha cintura, o corpo definido colado nas minhas costas, e o pau grosso do meu próprio filho me abrindo fundo, com uma fome que o pai nunca teve. Cada estocada do Danilo alimentava a fantasia proibida, e quanto mais eu tentava afastar a imagem, mais molhada e desesperada minha boceta ficava.
— Caralho, Angélica... você tá ensopada hoje — gemeu Danilo, orgulhoso, sem fazer ideia do verdadeiro motivo.

Eu mordi o lábio com força, tomada por uma vergonha doentia misturada com um tesão violento. Era errado. Era nojento. Era o pai dele me fodendo enquanto eu imaginava o filho me chamando de safada e me arrombando sem piedade. Mas fazia anos que eu não me sentia tão viva, tão molhada, tão perto de gozar só com a mente.

No dia seguinte, Danilo arrumou a mala cedo e me deu um beijo rápido na testa antes de sair para o aeroporto.
— Vou passar a semana toda fora, amor. Qualquer coisa me liga — disse ele, já com a cabeça no trabalho.

Eu apenas assenti, sentindo um misto estranho de alívio e ansiedade no peito. A casa ia ficar só minha e de Tomas por sete dias inteiros. Algumas horas depois, Tomas apareceu na sala já arrumado.
— Bora pro shopping, mãe? Tá um dia bonito pra gente sair um pouco.
Eu sorri, sentindo aquele calorzinho traiçoeiro na barriga de novo.
— Bora, filho.

No shopping, eu tinha colocado um jeans justo que marcava bem minha bunda grande e redonda, daqueles que fazem os homens virarem o pescoço sem disfarçar. Andávamos lado a lado e eu sentia os olhares pesados: homens de todas as idades paravam um segundo a mais para olhar minha bunda balançando enquanto eu caminhava. Alguns até davam cotoveladas nos amigos, sussurrando. Eu fingia não notar, mas por dentro aquilo me deixava ainda mais consciente do meu corpo.

Tomas percebeu tudo. O maxilar dele estava tenso, o olhar escurecendo cada vez que alguém me encarava por tempo demais. De repente, sem dizer nada, ele segurou minha mão com firmeza, entrelaçando os dedos nos meus como se eu fosse dele. Eu senti um choque quente subir pelo braço. Fazia anos que Danilo não andava de mãos dadas comigo assim, protegendo, marcando território. Mas agora era Tomas quem me puxava mais perto, o corpo alto e forte ao meu lado, quase como um namorado ciumento.
— Eles ficam te comendo com os olhos, porra — ele dissebaixo, só para mim, apertando minha mão com mais força.
— Deixa eles olharem, filho… — respondi,

Ele não soltou minha mão o resto do passeio. Pelo contrário: puxava-me mais para perto toda vez que alguém olhava demais, o polegar acariciando lentamente o dorso da minha mão. Meu coração batia forte. A boceta, que ainda lembrava da fantasia da noite anterior, deu uma pulsada discreta dentro da calcinha.

Quando chegamos em casa no fim da tarde, eu estava com as pernas fracas de tanta tensão acumulada. Eu respirei fundo, tentando controlar a voz:
— Obrigada por hoje, Tomas… por me proteger daquele jeito. Fazia tempo que ninguém fazia isso por mim.
— Eu sempre vou te proteger, mãe. Sempre.

A forma como ele disse “mãe” soou diferente agora… mais grave, mais carregada. O ar entre nós ficou pesado, elétrico. Eu sentia a calcinha úmida de novo, o mesmo tesão doentio da noite anterior voltando com força total.

Tomas olhou para mim com aquele sorriso safado e sugeriu:
— Que tal a gente entrar na piscina pra refrescar um pouco, mãe?

Eu concordei na hora. Coloquei um biquíni preto pequeno que marcava bem meus peitos firmes e minha bunda grande. Tomas ficou só de sunga. Entramos na piscina e eu subi numa boia inflável, deitando de barriga pra cima, deixando o sol bater no meu corpo.

Tomas pegou o celular e começou a tirar fotos de mim.
— Caralho, mãe… você tá linda pra porra — disse ele

Eu sorri, sentindo o tesão subir de novo, mas ainda tentando manter um pouco de controle.
— Quando seu pai não tá em casa, você é o homem da casa agora, Tomas. Então tem que cuidar da mamãe.

Ele parou de tirar fotos, os olhos escurecendo. Chegou mais perto da boia, nadando devagar.
— Então eu tenho que fazer tudo que o pai faz?

Eu engoli em seco, o coração acelerado. Antes que eu pudesse responder, Tomas chegou bem do lado da boia. Com uma mão ele puxou o tecido do biquíni pra o lado, expondo minha boceta, e com a outra mão ele colocou os dedos direto na minha carne quente e molhada.
— Até isso? — perguntou ele, com a voz baixa e safada, enquanto deslizava dois dedos pelo buraco encharcada. — Porque eu já vi o papai fazendo isso direto quando vocês estavam na piscina… ele enfiava a mão aqui enquanto você fingia que nada tava acontecendo.

Não resisti mais. Segurei o rosto dele com as duas mãos e puxei ele pra mim, beijando sua boca com fome. Nossas línguas se enrolaram de forma desesperada, proibida, enquanto eu ainda estava na boia. O beijo era molhado, guloso, cheio de anos de tensão acumulada.
— Vamos pro meu quarto… agora — sussurrei contra os lábios dele, ofegante.

Mal chegamos no quarto, eu caí de joelhos na frente dele. Puxei a sunga pra baixo e o pau dele saltou pra fora: grosso, jovem, latejando, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. Eu não pensei duas vezes. Enfiei na boca e chupei bem gostoso, fundo, lambendo as veias, girando a língua na cabeça enquanto olhava pra cima, para o rosto dele.
— Porra, mãe… que boca gostosa — gemeu Tomas, segurando meu cabelo molhado.
Depois ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e enterrou a cara na minha boceta. Chupava com vontade, língua girando no clitóris, dois dedos me fodendo fundo enquanto eu gemia alto, sem vergonha nenhuma.
— Tomas… filho da puta… assim… não para…

Quando eu já estava à beira do gozo na boca dele, Tomas subiu com os olhos selvagens de fome. Ele agarrou minhas coxas com força bruta, abriu minhas pernas ao limite e posicionou a cabeça grossa e latejante do pau na entrada da minha boceta encharcada. Sem aviso, meteu tudo de uma vez, fundo, rasgando minha carne molhada até o talo.
— Aaaahhh… Tomas! Porraaa! — gritei

Ele não teve nenhuma piedade. Começou a foder com socadas brutais, profundas e aceleradas, o quadril batendo com força contra a minha bunda, o som molhado e obsceno da boceta dele me invadindo ecoando alto no quarto. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu sentia as bolas pesadas dele batendo contra mim, o pau dele me dilatando como nunca antes.
— Isso, mãe… toma esse pau todo… — ele rosnava entre dentes — Essa boceta gulosa é minha agora… apertando pra caralho no pau do seu filho… tão molhada, tão safada pra mim…

Eu estava completamente perdida. O prazer era tão intenso que doía.
— Mais forte, filho… me fode mais forte! — implorei. — Eu sou sua puta agora… me usa… me arromba… me faz gozar no pau do meu próprio filho!

Tomas gemeu como um animal e acelerou ainda mais, metendo com fúria, o pau entrando e saindo rápido e fundo. Meu clitóris roçava violentamente na base dele a cada estocada. O orgasmo veio como uma explosão violenta. Eu gozei com tudo, a boceta apertando e pulsando loucamente ao redor do pau dele, esguichando um jato quente e forte que molhou toda a barriga e o peito dele.
— Porraaa… mãe… você tá gozando no meu pau… esguichando pra mim… — ele gemeu, sentindo minha boceta ordenhando ele com força.

Assim que meu corpo parou de convulsionar, ele tirou o pau de dentro de mim, subiu rápido sobre o meu peito, segurou o pau latejante com a mão e gozou violentamente. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram nos meus peitos, cobrindo os mamilos, o pescoço e até parte do meu queixo. A porra quente escorria pela minha pele suada enquanto ele continuava gemendo, espremendo até a última gota em mim, marcando a mãe dele com seu gozo.

Nós dois ficamos ali, destruídos, ofegantes, o quarto fedendo a sexo proibido, suor e desejo incestuoso. Meu corpo ainda tremia com os resquícios do orgasmo mais forte e sujo que eu já havia sentido na vida… e tudo tinha sido com o meu próprio filho. Pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia viva.
E, enquanto Danilo não voltasse, Tomas era mesmo o homem da casa.
...

Foto 1 do Conto erotico: ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Foto 3 do Conto erotico: ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Foto 4 do Conto erotico: ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Foto 5 do Conto erotico: ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1


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Ficha do conto

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Nome do conto:
ROMANCE PROIBIDO: MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA - PARTE 1

Codigo do conto:
260577

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5