Desde os meus 13 anos, quando tia Isaura começou a namorar Nicolas, eu nutria uma fascinação proibida por ele. Nicolas tinha 32 anos na época e minha tia, com seus 28 anos, formava um casal que chamava atenção. Eu vivia com eles naquela fase e me sentia profundamente confusa. Não era certo, pela minha idade, sentir aquele frio na barriga toda vez que ele chegava perto ou sorria para mim. Era errado... mas eu não conseguia controlar.
Às vezes, quando estávamos na piscina, eu me pegava olhando para ele sem camisa, observando os ombros largos e o corpo definido. Meu rosto queimava, eu suava frio e uma sensação estranha tomava conta de mim. Eu sabia que não deveria sentir aquilo, mas não conseguia desviar o olhar.
Na escola, eu comentava com as minhas amigas sobre essa paixão secreta. Elas riam e diziam que meu Tio Nicolas era um gato, mas que era coisa de adolescente, uma paixão boba que ia passar. Só que para mim não passava.
Eles noivaram quando eu tinha 16 anos e se casaram pouco depois. Eu perdi minha virgindade aos 17 anos, com um garoto da escola, mas foi uma experiência horrível — sem carinho, sem desejo, sem prazer. Alguns anos se passaram e eles acabaram se mudando para outra cidade. A distância ajudou um pouco afastar isso de mim.
Quando fiz 19 anos, minha mãe fez uma grande festa de aniversário numa chácara e chamou os dois pra passar o final de semana. Fazia anos que eu não os via. Estava namorando Jonas da mesma idade que eu e ele foi junto.
Quando o carro deles parou na entrada de cascalho, meu coração disparou como se eu tivesse 13 anos de novo. Tia Isaura desceu primeiro, linda como sempre — corpo escultural, cabelo castanho caindo em ondas, vestido leve que marcava os seios firmes e a cintura fina. Parecia uma versão mais madura e gostosa da minha mãe. Mas foi nele que meus olhos grudaram.
Tio Nicolas saiu do carro e... porra. Ele estava ainda mais homem. Aos 38 anos agora, o tempo só tinha feito bem. Os cabelos pretos estavam salpicados de grisalho, a barba bem feita também tinha fios prateados que davam um ar maduro, dominante, perigoso. Os ombros pareciam mais largos, o peito forte marcava a camisa polo justa, e os braços mostravam veias e músculos que me fizeram apertar as coxas sem querer. Ele estava gostoso pra caralho. Mais viril. Mais proibido.
A festa inteira pareceu parar por um segundo. Homens olharam com respeito, mulheres... bom, as mulheres simplesmente devoraram ele com os olhos.
Eu estava abraçada com Jonas, meu namorado, mas meu corpo todo reagiu quando Nicolas se aproximou. Ele abriu aquele sorriso lento, os olhos castanhos escuros encontrando os meus.
— Nádia... olha só pra você sobrinha. — disse ele me puxando para um abraço.
Eu sabia que estava molhando a calcinha só com aquele abraço "inocente". Quando ele me soltou, sua mão grande desceu um pouco mais do que deveria nas minhas costas que estava de biquini de cima.
Tia Isaura me abraçou em seguida, carinhosa como sempre.
— Minha princesinha! Tá linda demais. Jonas, cuida bem dela hein — brincou ela, rindo.
Enquanto eles cumprimentavam todo mundo, eu me afastei um pouco e fui até a mesa de bebidas. Foi quando escutei. Duas amigas casadas da minha mãe, a Carla e a Renata, estavam um pouco afastadas, conversando baixo mas não baixo o suficiente:
— Meu Deus, a Isaura acertou em cheio com esse homem — disse Carla. — Olha que gostoso?
Renata riu baixinho:
— Cala a boca, sua puta. Mas é verdade. Se ele me chamasse pra um canto agora, eu traía o meu sem nem pestanejar.
Eu quase derrubei a taça. Meu rosto queimou. Saber que outras mulheres também queriam ele me deixou com uma mistura estranha de ciúme e excitação doentia. Ele era meu tio. Meu tio. E eu queria ele pra mim.
Mais tarde, eu estava apertada pra caralho. O banheiro da área de lazer vivia lotado, fila enorme. Eu me lembrei do quartinho de hóspedes atrás da piscina, aquele pequeno que quase ninguém usava. Não sabia que tia Isaura e Tio Nicolas tinham pegado ele pra dormir no final de semana. Corri até lá, a porta estava só encostada. Abri sem bater, desesperada. E congelei.
Tio Nicolas estava de costas, completamente pelado, curvado ligeiramente enquanto vestia a sunga. A bunda dele era redonda, musculosa. Meu tio estava ainda mais gostoso do que eu imaginava. O pau, mesmo mole, pendia pesado entre as pernas e dava pra ver a cabeça entre as pernas mesmo de costas. Ele se virou rápido, assustado.
— Porra, Nádia! — exclamou, puxando a sunga para cima às pressas. O rosto dele ficou vermelho de raiva e vergonha. — Que merda você tá fazendo? Sai daqui, caralho!
Eu deveria ter saído. Mas não saí. Fiquei parada na porta, respirando rápido, sentindo minha boceta latejar forte. Minhas coxas apertadas uma na outra. O olhar dele desceu para os meus peitos quase saindo do biquíni, depois subiu para o meu rosto. Por um segundo, algo mudou nos olhos dele. Raiva misturada com outra coisa. Fome.
— Tio... me desculpa — murmurei assustada. — Eu não sabia que vocês estavam usando esse quarto... eu tava apertada e...
Ele passou a mão no cabelo grisalho, visivelmente sem graça
— Vai embora, Nádia. Agora — disse ele
A tarde seguiu com todo mundo na piscina. Eu vesti meu biquíni preto. Meus seios, sempre grandes e pesados desde os 16 anos. Senti o olhar dele antes mesmo de entrar na água.
Tio Nicolas estava sentado na borda, quando eu desci as escadas da piscina, seus olhos desceram devagar pelos meus peitos, demorando-se nos bicos que já estavam duros de frio. Ele não disfarçou. Eu já tinha visto. A tia Isaura estava distraída conversando com minha mãe. Meu namorado Jonas jogava bola com os outros garotos no fundo da piscina.
Pouco depois, com todo mundo já alegre e bêbado, minha mãe e tia Isaura decidiram ir até a cidade buscar mais Gin que tinha acabado.
— Voltamos em uma hora, no máximo! — gritou tia Isaura, rindo, enquanto entrava no carro com minha mãe.
— Vou tomar um banho pra tirar esse cloro — disse pra minha mãe e pra minha tia
Jonas, já meio alto, me deu um beijo rápido e disse que ia levar o carro dos pais dele que estava precisando. Fiquei sozinha no meio da bagunça.
O banheiro da área de lazer estava lotado de novo. Sem pensar duas vezes, fui direto pro quartinho deles. A porta estava entreaberta. Entrei. Tio Nicolas estava debaixo do chuveiro, ainda de sunga tirando o cloro. Ele virou o rosto quando me viu.
— Nádia... de novo você aqui? — falou.
— O banheiro tá lotado tio. Posso usar aqui rapidinho? — pedi, já tirando a saída de praia.
Ele hesitou só um segundo, depois fez um gesto com a cabeça.
— Pode. Mas rápido.
Entrei no box ainda de biquíni. Como sou baixinha, quando me posicionei debaixo da água, meus peitos pesados roçaram direto na barriga dele. Senti imediatamente o pau dele começar a crescer dentro da sunga, endurecendo contra minha coxa. Meu coração batia forte.
— Tio... posso tirar a parte de cima mas vou ficar de costas ta? Tá cheio de protetor solar, quero tirar direito — virando de costas pra ele.
Sem esperar resposta, desamarrei o biquíni e deixei cair. Meus seios grandes ficaram livres e duros. Ele ficou em silêncio por um momento, respirando pesado.
— Passa sabonete nas minhas costas? — pedi.
As mãos grandes dele tocaram minha pele. Primeiro nas costas, ensaboando devagar. Depois desceram. Ele me encoxou por trás, com o pau duro latejando contra minha bunda por cima da sunga. As mãos subiram e passaram sob meus peitos.
— Você não pode, tio... — provoquei, rebolando devagar contra ele.
— Porra, Nádia...isso é errado — rosnou no meu ouvido.
Foi o suficiente. Ele me prensou contra a parede fria do box, uma mão apertando meu peito enquanto a outra segurava meu quadril. Senti a boca quente dele chupando meu pescoço com fome, mordendo, sugando enquanto beliscava meus bicos duros. Gemi alto, empinando a bunda contra o volume dele e rebolando.
Mal saímos do box, ainda pingando água, ele trancou a porta do quarto com um clique rápido. Eu caí de joelhos no chão como uma putinha faminta. Puxei a sunga molhada pra baixo e o pau dele saltou pesado, grosso, latejando na minha cara. Era enorme. Veias saltadas, cabeça inchada.
Segurei com as duas mãos, sentindo o peso e o calor. Olhei pra cima, direto nos olhos dele, e enfiei na boca devagar. Abri bem os lábios e desci até sentir a cabeça grossa batendo no fundo da minha garganta. Babava sem parar, chupando com fome, fazendo barulho molhado enquanto subia e descia a cabeça.
— Porra, Nádia... que boquinha gulosa... — gemeu ele, segurando meu cabelo molhado com força.
Chupei mais fundo, engasgando, sem parar. Lambi as bolas pesadas, chupei uma de cada vez. Depois desci a língua mais ainda e comecei a lamber o cuzinho dele, circulando devagar, enfiando a ponta da língua enquanto punhetava o pau grosso com as duas mãos. Ele me puxou pelos cabelos, me jogou na cama de bruços e abriu minhas pernas. Virou meu corpo e atacou meus peitos com a boca. Chupava com força, sugando os mamilos duros, mordendo de leve enquanto apertava os dois seios grandes com as mãos grandes. Desceu beijando minha barriga até chegar na minha buceta encharcada. Abriu meus lábios com os dedos e enfiou a língua fundo, fodendo meu buraco molhado. Depois subiu e sugou meu clitóris inchado com força, dois dedos grossos entrando e saindo rápido de mim. Eu rebolava na cara dele, gemendo alto, molhando o queixo e a barba dele.
— Tio... eu vou gozar... caralho...
Ele não parou. Continuou chupando até minhas pernas tremerem e eu gozar forte na boca dele, melando sua língua. Eu estava louca de tesão. Empurrei ele de costas na cama, segurei aquele pau latejante e desci devagar sobre ele. Senti a cabeça grossa abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Quando sentei tudo, gemi alto — ele me enchia inteira, pressionando fundo.
Ele pegou meu celular e começou a tirar fotos enquanto eu estava em cima dele, bunda empinada e buceta brilhando de tesão.
— Quero registrar essa putaria pra você lembrar de mim... — rosnou ele, tirando várias fotos minhas completamente nua e oferecida.
Aquilo me deixou ainda mais excitada. Saber que ele estava fotografando meu corpo safado, minha buceta molhada e minha cara de puta me deixou louca de tesão. Eu rebolava a bunda pra ele, gemendo mais alto, posando como uma vadia enquanto ele clicava.
Comecei a cavalgar devagar, rebolando o quadril, sentindo cada veia do pau dele roçando dentro de mim. Depois aumentei o ritmo, quicando mais rápido, meus peitos pesados pulando na cara dele. Ele agarrou minha bunda com força, abrindo minhas nádegas, metendo pra cima com socadas brutas.
— Isso, sua putinha... rebola no pau do tio... — gemeu ele.
Eu gozei de novo, absurdamente forte. Meu corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando o pau dele enquanto eu squirtei gostoso, jatos quentes molhando a barriga, o peito e até o pescoço dele. O lençol ficou encharcado. Ele não aguentou mais. Me virou de quatro, empinou minha bunda alta e enfiou tudo de uma vez. Metia fundo, forte, sem piedade. Uma mão puxava meu cabelo, a outra dava tapas na minha bunda.
— Tá gostoso, Nádia? Tá gostoso o pau do teu tio te arrombando?
— Sim... me fode... me usa... sou sua putinha... — choraminguei, empinando mais.
Ele metia cada vez mais rápido, o pau entrando e saindo brilhando com meus cremes. Gozei pela terceira vez de quatro, apertando ele com força, gemendo como uma cadela no cio. Quando senti ele latejando, implorei com a voz manhosa:
— Goza na minha boca, tio... por favor... quero engolir tudo...
Ele tirou o pau, me puxou pelos cabelos e enfiou fundo na minha garganta. Gozou com força, jatos grossos e quentes explodindo na minha boca. Engoli o máximo que consegui, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios, pingando nos meus peitos. Lambi tudo, limpando o pau dele devagar, olhando nos olhos dele com cara de safada.
Ofegantes, ele me olhou sério e disse baixinho:
— Agora sai logo do quarto, Nádia. Vai pra festa. Isso tem que ser nosso segredo. Ninguém pode saber, entendeu?
...
Nossos registros reais que fizemos no dia.




