Eu até fiquei paranoica. Uma noite segui ele depois do trabalho, imaginando que ele estava me traindo com alguma vadia mais nova. Fiquei horas estacionada perto da empresa, suando frio. Mas não... ele só foi ao bar com os amigos, bebeu uma cerveja e voltou pra casa. Tudo certo. Não tinha outra. Só que isso não me consolou. Eu continuava carente e me masturbando sozinha.
Foi nessa fase que a Miriam começou a trabalhar aqui em casa. Ela com 45 anos, corpo magro, peitos médios e um jeito prático. Veio ajudar porque eu fico o dia inteiro na minha loja de cosméticos no shopping e o Tulio na empresa dele.
Naquela manhã eu estava realmente mal, com olheiras e abatida tomando café da manhã. Miriam chegou, me observou e disse:
— Dona Adriana, você não está bem. Dá pra ver que está quase entrando numa tristeza sem fim. O Tulio tem te deixado de lado, não é?
Senti vergonha, mas acabei desabafando:
— Está difícil, Miriam... A gente quase não fica mais junto. Quando acontece, é sem vontade. Eu me sinto invisível.
Miriam deixou o material de lado, se aproximou e colocou a mão no meu ombro
— Você merece atenção Dona Adriana. Não devia ficar assim. O Tulio talvez esteja enrolado no trabalho ou algo do tipo.
Miriam sorriu com aquele jeito prático e carinhoso ao mesmo tempo, e eu, sem pensar muito, me levantei e a abracei forte como uma amiga. Meu corpo encostou no dela e, naquele momento, senti claramente os bicos dos peitos dela, duros e pontudos, pressionando contra o meu peito através da blusa fina. Um arrepio estranho subiu pela minha espinha. Era uma pontada quente, proibida, que eu nunca tinha sentido antes — uma mistura de conforto e algo mais safado, que me deixou confusa e com o coração acelerado.
— Obrigada, Miriam... você não sabe o quanto eu precisava disso — disse ainda abraçada com ela.
Ela apertou minha cintura de leve, quase carinhosa demais.
— Qualquer coisa, Dona Adriana. A senhora é uma mulher linda, ainda jovem... merece ser bem tratada.
Eu me afastei vermelha, mas o resto do dia passou com aquela sensação estranha latejando entre as minhas pernas. A partir daquele dia, as coisas mudaram devagar. Eu comecei a ficar mais íntima de Miriam. Enquanto ela passava pano, lavava louça ou arrumava a casa, eu ficava por perto, conversando.
No começo era sobre banalidades, mas logo fui ficando mais ousada. Perguntava da vida dela, do casamento, da rotina.
— E você e o Joel, Miriam? Vocês ainda transam bastante? — perguntei um dia, fingindo naturalidade enquanto tomava café na cozinha. Meu marido Tulio estava viajando a trabalho aquela semana toda, e a casa parecia ainda mais vazia.
Miriam riu, sem vergonha nenhuma.
— Ah, Dona Adriana... todo dia, quase. Joel é daqueles que não perde a viagem. Quando ele chega em casa, já vem com aquela cara de fome... me joga na cama, abre minhas pernas e me fode bem fundo, sem pressa. Eu gozo fácil com ele, às vezes até grito. Ele adora quando eu sento por cima e rebolo gostoso.
Eu ouvia calada, fingindo que estava só sendo curiosa. Mas por dentro... minha buceta começou a melar sem controle. Senti a calcinha ficando encharcada, o tecido grudando nos lábios inchados da minha xota. Só imaginava aquela cena: Miriam sendo bem comida pelo marido dela, enquanto eu estava ali, carente, com o Tulio me ignorando.
— Que sorte a sua... — foi só o que consegui responder, com a voz um pouco rouca.
No final daquele expediente, ouvi o barulho de uma moto parando na frente de casa. Era Joel, o marido da Miriam. Ele tinha ido atender um cliente ali perto e aproveitou para buscá-la. Miriam se despediu com um beijo no meu rosto, demorado, e eu senti novamente aquele cheiro dela.
— Amanhã a gente continua conversando, Dona Adriana. Cuide de você.
Fiquei olhando os dois saírem. Joel era um homem forte, moreno, com braços grossos. Vi Miriam subir na garupa e se grudar nele. Senti uma pontada de inveja... e algo mais.
No dia seguinte, eu já tinha um plano. Meu Tulio ainda estava viajando, só voltaria no fim de semana.
— Miriam, hoje preciso da sua ajuda até mais tarde. Tem um quarto dos fundos que vou transformar em mini depósito pros meus cosméticos da loja. Preciso limpar, organizar... você pode ficar um pouco mais? Te pago hora extra, claro.
— Claro, Dona Adriana. Sem problema. O Joel vai entender.
Naquela tarde, passamos horas no quarto dos fundos. O espaço estava abafado, cheio de caixas de cosméticos, prateleiras velhas e poeira. Eu vesti um short jeans bem curto, daqueles que mal cobriam metade das minhas coxas, e uma regata fina sem sutiã — estava calor e eu queria me sentir um pouco desejada, mesmo que fosse só por mim mesma. Miriam trabalhava de boa vontade, suada, a blusa colada no corpo magro marcando os bicos dos seios.
Já era fim de tarde quando ouvimos a moto do Joel parar na frente de casa. Miriam foi até a porta e eu a segui.
— Entra, Joel. Ainda estamos terminando de arrumar o quartinho. Pode esperar aqui dentro, fica mais fresco — eu disse, tentando parecer natural.
Ele aceitou, meio sem graça no começo, mas logo seus olhos desceram. Desceram direto para as minhas pernas, para aquele short curto que deixava boa parte da minha bunda de fora. Joel não disfarçou. Ficava me olhando enquanto eu andava pela sala, carregando coisas. Cada vez que eu me virava ou me abaixava, sentia o olhar dele queimando na minha pele.
Aquilo me incomodava… mas me deixava com um tesão absurdo ao mesmo tempo. Eu, que sempre fui fiel, casada há nove anos, agora sentia a buceta pulsar só porque o marido da minha empregada não parava de me comer com os olhos. Miriam percebeu tudo.
— Joel, para de olhar a bunda da Dona Adriana assim, seu sem-vergonha — disse, rindo. — Ele não aguenta nem a mim direito, imagina duas mulheres gostosas na frente dele. Coitado… já deve estar com o pau duro só de olhar pra senhora.
Joel riu, sem graça, mas não negou. Ajeitou a bermuda discretamente, e eu vi o volume grosso marcando o tecido. Meu coração acelerou. Miriam se aproximou de mim e disse:
— Não precisa ter vergonha não… eu não sou ciumenta. Muito pelo contrário. Se a senhora quiser, a gente pode resolver esse seu problema de carência hoje mesmo. O Tulio tá viajando… e o Joel aqui sabe muito bem como tratar uma mulher que tá precisando de uma boa atenção.
Joel olhou pra mim, agora sem disfarçar, descendo para os meus peitos marcados na regata fina, depois para o shortinho.
— Se a dona Adriana quiser… eu não vou negar — disse ele.
Eu estava tremendo de excitação e vergonha. Meu corpo todo pedia, minha mente girava com a ideia proibida: o marido da Miriam me comendo ali, na minha própria casa.Miriam não perdeu tempo. Desceu a mão pela bermuda dele, apertou o volume grosso que já estava bem marcado e puxou o elástico para baixo. O pau do Joel saltou pra fora, pesado, meio duro já, com veias grossas e a cabeça rosada brilhando. Era maior do que eu imaginava.
— Olha só isso, Dona Adriana... — Miriam falou, segurando o pau do marido bem na minha frente, balançando ele devagar. — Tá vendo como ele já tá latejando? Tudo por sua causa.
Ela se abaixou, abriu a boca e começou a chupar o pau do Joel bem na minha frente. Lambeu a cabeça devagar e bateu o pau dele na própria cara. O pau dele foi engrossando, ficando todo babado com a saliva dela.
— Vem, Dona Adriana... não fica só olhando. Chupa junto comigo. Ele adora quando duas bocas mamam ele.
Eu me ajoelhei ao lado dela, sem conseguir resistir. Miriam segurou o pau pela base e apontou pra mim. Eu abri a boca e coloquei a cabeça dele pra dentro, chupando gostoso, sentindo o gosto salgado. Miriam riu baixinho e começou a lamber o lado da vara, enquanto eu chupava a cabeça. Logo estávamos as duas chupando o pau dele ao mesmo tempo — nossas línguas se encontrando no meio da rola grossa, babando juntas, fazendo o pau do Joel pulsar forte entre nossas bocas.
— Porra... que delícia — gemeu Joel, segurando nossas cabeças e puxando nossos cabelos com tesão.
Depois de uns minutos babando naquele pau, Miriam puxou a gente pro quarto ao lado, o meu quarto de casal. Joel me pegou pela cintura, virou de costas e me colocou de quatro na cama. Meu short e a calcinha foram arrancados rapidinho. Ele abriu minhas pernas e enfiou o pau grosso na minha buceta de uma vez, me arrombando fundo.
— Aaaahhh... que pau gostoso... — gemi alto, empinando a bunda pra ele.
Enquanto Joel me fodia forte por trás, metendo fundo e batendo as bolas na minha xota, Miriam se deitou na minha frente, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra baixo. A buceta dela era peludinha, com pelos pretos ao redor dos lábios inchados e molhados. Eu nunca tinha feito isso, mas o tesão falou mais alto. Comecei a chupar a buceta da Miriam, lambendo o clitóris dela enquanto Joel me comia de quatro, me fazendo gemer contra a xota dela.
— Isso, Dona Adriana... chupa minha buceta enquanto meu marido te fode... que safada você é — gemeu Miriam, segurando minha cabeça.
Joel metia cada vez mais forte, o pau dele entrando e saindo da minha buceta que estava com alguns pelo fazendo barulhos molhados. Eu gozei primeiro, tremendo inteira, apertando o pau dele com a minha buceta. Esquichei forte, molhando as coxas dele e pingando na boca da Miriam que estava logo abaixo, lambendo tudo.
Depois Joel deitou na cama com o pau todo melado com meus gozos. Eu subi em cima dele, segurei aquela rola grossa e sentei devagar, quicando gostoso. Meu corpo subia e descia enquanto eu rebolava no pau dele. Miriam subiu no rosto do marido, sentando a buceta bem na cara dele, esfregando forte, molhando a boca e o nariz dele enquanto ele lambia tudo.
— Come minha buceta, Joel... enquanto você fode a patroa gostosa — ela ordenava, rebolando na cara dele.
Eu quicava cada vez mais rápido, sentindo o pau dele batendo fundo no meu útero. Gozei de novo, apertando ele, gemendo alto. Miriam também gozou na cara do marido, tremendo e soltando um gemido rouco.
Finalmente Joel não aguentou mais. Ele tirou o pau de dentro de mim e enfiou na buceta da Miriam. Meteu umas vezes fortes e gozou lá dentro, enchendo a xota dela de porra quente. Quando ele saiu, a porra branca e grossa escorreu da buceta da Miriam direto pra minha barriga, pingando quente na minha pele enquanto eu ainda estava por cima dele.
Nós três ficamos ali, suados, melados, respirando pesado. Miriam sorriu pra mim, passou a mão na porra do marido que estava na minha barriga e levou aos lábios.
— Bem-vinda ao mundo real, Dona Adriana... isso aqui é só o começo.
Eu sorri, ainda com o corpo tremendo, sabendo que dali pra frente as coisas nunca mais seriam as mesmas.
E o corno do meu marido não sabia de nada...e até hoje não sabe.
FOTOS REAIS QUE TIRAMOS NO DIA QUE ACONTECEU E DE OUTROS DIAS TAMBÉM.




