MÃE & FILHA SUBMISSAS: O NOIVO DA MINHA IRMÃ NOS DOMINOU - Início



Meu nome é Laura, tenho 40 anos e sou casada há 18 anos. Meu marido tem 45 anos. Temos dois filhos homens. Lucca de 10 anos e Vinicius de 17 anos. Nunca imaginei que fosse viver algo assim na minha vida.
Foi uma experiência única, proibida e tão intensa que até hoje, quando penso, meu corpo reage. Jamais achei que seria capaz de trair meu marido com alguém da própria família, muito menos de uma forma tão inesperada.

Tudo aconteceu na noite da formatura do Lucca, meu filho mais novo, do colegial. Foi uma grande festa organizada pela escola particular aqui de Rio Claro. A família toda estava presente: eu, meu marido Roberto, minha irmã Camila (28 anos), o noivo dela Thiago (38 anos) e minha mãe, Dona Lúcia, de 62 anos, viúva há alguns anos.

Minha mãe estava linda como sempre. Nós três — eu, minha mãe e minha irmã — somos muito parecidas fisicamente. Mesma cor de cabelo, mesmo formato de corpo, olhos expressivos. Pela idade, minha mãe é extremamente bem conservada. Genética boa, né? Muita gente acha que ela é minha irmã mais velha, não minha mãe. Ela chama atenção por onde passa.

Thiago era quase um estranho para nós. Apesar de estar noivo da Camila há quase um ano, eu e Roberto quase não conversávamos com ele. Eram raros os momentos em que ele aparecia, e quando aparecia, ficava mais na dele.

Depois da cerimônia, a festa estava lotada e animada. Todo mundo bebeu demais. O vinho e os drinks circulavam livremente. Foi quando algumas coisas estranhas começaram a acontecer.

Pela primeira vez na vida, Thiago estava bem simpático e conversador comigo. Mas eu flagrei várias vezes ele observando as pernas e a bunda da minha mãe enquanto ela dançava. O olhar dele era dominador, intenso, quase predador. Aquilo me fez tremer as pernas na hora. Meu marido Roberto sempre foi muito meia-boca na cama, sem atitude, sem comando. Ver Thiago daquele jeito mexeu comigo de uma forma que eu não esperava.

Minha irmã Camila nem percebeu nada. Ela estava distraída, passando boa parte da noite no celular resolvendo bucha do hospital, atendendo ligações e mandando mensagens, pois, ela tem um cargo muito importante no hospital da cidade. Roberto tinha bebido demais e estava me enchendo o saco, reclamando de tudo e querendo ir embora cedo. Já minha mãe, Dona Lúcia, estava toda saidinha, rindo alto e dançando.

Enquanto isso, eu lembrava das conversas que já tive com minha irmã. Ela comentava que Thiago gostava de comandar na cama, que ele era dominante e decidido. A bebida estava subindo e minha mente começou a imaginar várias coisas proibidas. Eu lutava para não focar nisso, mas era difícil.

Quase na metade da festa, Camila recebeu uma ligação urgente do hospital. Como era a chefe, ela não teve escolha e precisou ir embora correndo. Roberto, já bastante alterado pela bebida e insuportável, disse que também estava cansado e queria ir para casa. Lucca, exausto depois de um dia tão longo, resolveu voltar com o pai.
Minha mãe e eu, porém, queríamos ficar mais um pouco. Era a formatura do meu filho e estávamos nos divertindo. Foi então que Thiago, com aquele olhar calmo e dominador, se aproximou e disse:
— Podem ficar tranquilas. Eu fico mais um pouco e levo vocês para casa. O Vinicius também quer ficar um pouco mais. Depois eu trago todo mundo.

Roberto concordou sem fazer questão e foi embora com o Lucca. Ficamos eu, minha mãe, Vinicius e Thiago na festa. Com menos gente da família por perto, o clima mudou.
Thiago ficou ainda mais próximo de mim e da minha mãe. Ele puxava assunto, me servia bebida e, de vez em quando, deixava a mão encostar “sem querer” na minha cintura ou nas minhas costas quando conversava com a gente. Minha mãe continuava animada, dançando e conversando, completamente alheia ao que estava acontecendo.

Eu sentia o olhar dele sobre mim o tempo todo. E quanto mais eu bebia, mais difícil ficava ignorar as fantasias que passavam pela minha cabeça — especialmente depois de lembrar das confissões da Camila sobre o jeito dominante dele na cama.
Quase no final da festa, Vinicius veio falar comigo dizendo que iria dormir na casa de um amigo que morava perto da escola. Ele foi embora com o garoto e os pais dele. Agora éramos só eu, minha mãe e Thiago.

Como minha mãe mora em um apartamento não muito longe, Thiago se ofereceu para nos levar. Nós três estávamos bem alterados pela bebida. Entramos no carro dele: eu fui no banco de trás, e minha mãe, animadíssima, sentou no banco da frente, ao lado dele.

O vestido de fenda da minha mãe estava muito aparente. A cada movimento que ela fazia, a fenda subia mostrando boa parte das coxas grossas e bem conservadas. Eu não conseguia parar de reparar… e pelo retrovisor, percebi que Thiago também não. Minha mãe não parava de falar, super animada, relembrando momentos da festa e elogiando o carro de Thiago. De repente, ela abriu o porta-luvas grande do painel, curiosa:
— Nossa, que carro moderno! Deixa eu ver o que tem aqui dentro…

Antes que Thiago pudesse impedir, ela abriu completamente. Seus olhos arregalaram quando viu o que havia lá dentro: um par de algemas pretas, cordas de seda, uma coleira com corrente, um plug anal pequeno.
— Ai meu Deus… Thiago! O que é isso tudo? — perguntou minha mãe, com uma mistura de surpresa e riso nervoso, mas sem soltar os objetos.

Thiago ficou visivelmente sem graça. Ele passou a mão no rosto, tentando disfarçar o constrangimento enquanto dirigia.
— Dona Lúcia… isso… é coisa particular. Eu e a Camila às vezes… brincamos um pouco. Não é nada demais — tentou explicar e gaguejar.

Minha mãe soltou uma risada alta, claramente afetada pelo álcool, e virou o rosto para trás olhando para mim com um olhar cúmplice e malicioso.
Eu senti um calor subir pelo corpo inteiro. Minha mente já estava cheia de pensamentos proibidos: imaginar Thiago usando aquelas algemas na minha mãe… ou em mim… ou nas duas. A imagem das três mulheres da família — tão parecidas fisicamente — sendo dominadas por ele não saía da minha cabeça. Meu coração batia forte e minha buceta pulsava só de imaginar. Ele não disse nada, mas o silêncio dentro do carro ficou carregado, pesado de tesão. Minha mãe, ainda segurando a coleira, soltou um comentário que fez meu corpo arrepiar:
— Olha só… nunca imaginei que você fosse tão… criativo, Thiago.

O silêncio que veio depois foi denso, carregado. Ele diminuiu a velocidade, visivelmente excitado, mas ainda controlado. Minha mãe então, sem dizer mais nada, pegou a coleira que ainda estava em sua mão e colocou no próprio pescoço, ajustando-a com os dedos trêmulos. O couro preto contrastava com sua pele e com o vestido elegante. Ela olhou para Thiago com um olhar desafiador:
— Assim está melhor?
Thiago respirou fundo, apertando o volante, claramente excitado com a cena.
— Porra, Dona Lúcia… eu não imaginava isso vindo da Sra.
— Sabe… eu acho que a gente não devia ir pra casa agora. Tá cedo ainda. Tem um motel aqui perto… ninguém vai saber de nada. Só nós três. Segredo em família;

Thiago ergueu as sobrancelhas, surpreso, mas com um sorriso se formando no canto da boca. Eu fiquei sem reação no banco de trás. Ele acelerou o carro em direção ao motel. Durante o resto do caminho, o silêncio era pesado. Quando chegamos ao motel e entramos no quarto, foi como se um interruptor tivesse sido ligado em Thiago. Assim que a porta fechou, ele mudou completamente. O olhar ficou escuro, dominante. Ele tirou a camisa social devagar e falou com voz firme e autoritária:
— Agora vocês duas são minhas. Tira a roupa. As duas. Quero ver mãe e filha peladas na minha frente.

Minha mãe, ainda com a coleira, começou a tirar o vestido sem hesitar, revelando o corpo bem conservado. Eu, tremendo de tesão e vergonha, fiz o mesmo.
— Dona Lúcia, vem aqui.

Minha mãe, ainda com a coleira no pescoço, obedeceu. Thiago prendeu a corrente da coleira no pole dance, deixando-a de quatro, encoleirada como uma cachorra, de frente para a cama grande.
— Fica aí quietinha, sogra safada. Quero que você assista direitinho enquanto eu como sua filha.

Ele se virou para mim, segurou meu cabelo com força e empurrou minha cabeça para baixo:
— De joelhos, Laura. Chupa o pau do seu cunhado.

Eu obedeci imediatamente, ajoelhando e colocando o pau grosso e duro dele na boca. O pau de Thiago era grosso, bem veioso, com a cabeça grande e rosada, ligeiramente curvado— um pau dominante, daqueles que enchem completamente. Chupava com fome, babando bastante, enfiando até a garganta enquanto ele fodia minha boca.
— Isso… mama bem fundo, porra. Mostra pra sua mãe como a filhinha dela é uma puta boazinha.

Minha mãe observava tudo, respirando pesado, apertando as coxas enquanto estava presa. Thiago olhava para ela com um sorriso cruel:
— Olha bem, Dona Lúcia. Olha como sua filha engole o pau do seu genro e o noivo da irmã dela. Tá excitada ne ?

Depois de alguns minutos, ele me puxou pelo cabelo, me jogou de quatro na cama e enfiou o pau inteiro na minha buceta de uma vez. Minha buceta é carnuda, com lábios grossos e rosados, bem molhada e apertada, com um clitóris inchado que aparecia quando eu estava excitada. Ele começou a me foder com força bruta, dando tapas fortes na minha bunda.
— Grita pra sua mãe ouvir, Laura! Fala alto quem está te arrombando!
— Ahhh… é o Thiago! O noivo da minha irmã Camila… me comendo… me usando como uma vadia! — gemi alto, quase chorando de prazer.

Thiago metia selvagemente, puxando meu cabelo:
— Isso! Toma o pau do seu cunhado, sua traidora! Olha pra sua mãe enquanto eu te destruo!
Minha mãe, presa no pole dance, não aguentou e começou bater siririca desesperadamente, gemendo enquanto assistia. A buceta da minha mãe era muito parecida com a minha: carnuda, com lábios grossos e escuros, bem suculenta e ainda apertada apesar da idade. Ela estava encharcada, brilhando de tesão.

Thiago então me soltou, foi até minha mãe, soltou a corrente e me prendeu no lugar dela. Agora era eu quem estava encoleirada no pole dance, de quatro, assistindo tudo. Ele colocou minha mãe de quatro na cama, empinou aquela bunda madura e enfiou o pau primeiro na buceta dela, bem fundo.
— Caralho… que buceta gostosa… apertada pra uma velha safada — gemeu ele, começando a meter com força.
Minha mãe gemia alto, empinando mais:
— Ai, Thiago… me fode… me come bem gostoso…
Ele metia fundo e rápido, dando tapas na bunda dela:
— Isso, Dona Lúcia! Rebola pra mim. Mostra pra sua filha como uma mãe vadia gosta de levar pau.

O jeito bruto e dominante como ele comia minha mãe me deixou completamente louca. Eu me masturbava freneticamente enquanto assistia, gemendo junto com ela. Não aguentei e gozei forte, esguichando no chão do quarto, tremendo inteira.
— Olha sua filha esguichando só de ver eu comendo a buceta dela, sua puta! — riu Thiago, acelerando as socadas.

Depois de foder a buceta dela por um bom tempo, ele puxou o pau, cuspiu na rola e enfiou devagar no cu da minha mãe. Dona Lúcia soltou um gemido longo e rouco.
— Agora vai tomar no cu, sua coroa cadela —gemeu ele, começando a arrombar o cuzinho dela com força.

Ele metia cada vez mais fundo, segurando a coleira enquanto fodia o cu dela. Eu observava tudo, hipnotizada. Depois de alguns minutos, Thiago puxou o pau do cu dela e me chamou:
— Vem aqui, Laura. Vem ver de perto.

Ele me colocou ajoelhada bem atrás da minha mãe. Thiago meteu mais algumas vezes no cu arrombado e gozou dentro com força. Eu vi tudo de perto: porra grossa e fervendo de tesão enchendo o cu da minha mãe, transbordando, escorrendo pelo buraco arrombado e pingando na cama. O creampie era enorme, branco, viscoso e lotava completamente o interior dela. Thiago puxou o pau devagar, admirando o estrago, e ordenou:
— Sente a porra no cu dela, Laura.

Eu me aproximei, ainda presa pela coleira. Thiago segurou minha mão e colocou meus dedos no cu arrombado da minha mãe. Eu passei a mão devagar, sentindo o calor da porra dele escorrendo. Peguei bastante sêmen com os dedos, espalhei pela bunda dela e depois trouxe a mão até minha boca, lambendo e tomando a porra dele diretamente da minha palma. Thiago sorriu satisfeito, acariciando nossas cabeças:
— Vocês duas foram incríveis hoje — murmurou ele, enquanto a água escorria entre nós. — Nunca vou esquecer essa noite.

Tomamos banho juntos, nos lavando um ao outro em silêncio, quase como se quiséssemos prolongar aquele momento proibido. Depois nos secamos rapidamente.
...
EU, MINHA MÃE E THIAGO (FOTOS REAIS)

Foto 1 do Conto erotico: MÃE & FILHA SUBMISSAS: O NOIVO DA MINHA IRMÃ NOS DOMINOU - Início

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MÃE & FILHA SUBMISSAS: O NOIVO DA MINHA IRMÃ NOS DOMINOU - Início

Codigo do conto:
267446

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
8

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