AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Boa tarde, meus queridos e queridas!

Hoje vou compartilhar uma história real de incesto que uma seguidora me pediu para publicar, junto com fotos reais enviadas por ela mesma. Vou alterar os nomes dos envolvidos por sigilo, mas o nome real da seguidora, a pedido dela, não será mudado.

Me chamo Lucinete, tenho 45 anos e sou casada com meu marido Angelo de 50 anos. Temos 2 filhos, Roberto de 18 anos e recém-nascido Tomas com alguns meses.

Sempre fui uma mulher meio gordinha e com um peito avantajado que sempre chamou muita atenção. Mesmo depois de dois partos, meus seios continuam grandes, pesados e caídos de forma bem safada. Roberto, meu filho mais velho, sempre foi aquele típico nerd: magrinho, quietinho, daqueles que praticamente não saía do quarto e vivia grudado no celular jogando ou vendo coisas na internet.

Depois que o Tomas nasceu, Angelo ficou bem seco comigo. Quase não me tocava mais, não elogiava meu corpo e o sexo virou uma coisa rara e sem graça. Ele mal olhava pros meus peitos, que antes ele adorava. Foi por isso que decidimos viajar para um resort lindo no Nordeste, na Bahia, para tentar salvar o que restava do nosso casamento.

Chegamos no resort de tarde. O lugar era paradisíaco: mar quente, coqueiros, piscinas enormes. Eu fiquei na varanda do apartamento de frente pro mar, usando um biquíni vermelho que mal conseguia conter meus seios volumosos. A barriguinha gordinha ficava bem à mostra, mas eu me sentia estranhamente poderosa assim.

Depois que Angelo mal olhou pra mim, eu tentei mais uma vez. Me aproximei dele na sala do apartamento, com os meus seios pesados balançando dentro daquele biquíni vermelho minúsculo. Coloquei a mão no peito dele e falei baixinho, com voz manhosa:
— Amor, vem cá... olha como eu tô gostosa nesse biquíni novo. Não quer apertar um pouco esses peitos que você tanto gostava?

Angelo suspirou, visivelmente irritado e sem tesão nenhum.
— Lucinete, pelo amor de Deus... tô exausto da viagem. O Tomas quase não dormiu no avião. Vou deitar com ele um pouco. Depois a gente vê isso, tá?

Ele pegou o bebê no colo e foi direto pro quarto, fechando a porta sem nem olhar pra trás. Fiquei ali sozinha na varanda, me sentindo rejeitada, invisível... e absurdamente excitada ao mesmo tempo.

Foi então que percebi. Roberto estava sentado no sofá da sala, fingindo mexer no celular, mas eu vi. Vi perfeitamente o jeito como ele olhava de canto de olho pros meus peitos. Seus olhos subiam e desciam devagar, fixando nas minhas tetas grandes, caídas e suadas, que mal cabiam no biquíni.

Meu coração acelerou. Eu me senti... desejada. Pela primeira vez em meses, alguém me olhava como mulher de verdade. Mas era o meu filho. Meu Roberto. Meu menino nerd de 18 anos. Aquilo era sujo. Proibido. Errado pra caralho. E mesmo assim... comecei a sentir uma coisa que nunca senti na vida.

Fiquei confusa. Será que ele me desejava? Será que meu próprio filho ficava duro olhando pra esses peitos velhos e caídos? A ideia me deixava envergonhada e ao mesmo tempo absurdamente molhada.

Eu me virei de propósito, fingindo olhar o mar, e empinei um pouco a bunda, deixando ele ver melhor meu corpo. Depois me virei de frente novamente, ajeitando o biquíni "sem querer", fazendo meus seios balançarem pesados, quase saindo. Meu coração batia forte. Com a voz um pouco rouca, chamei:
— Roberto... filho... tá calor aqui fora, né? Vem pra varanda um pouco. Sua mãe tá se sentindo tão sozinha...

Ele sentou, visivelmente nervoso, mas o volume na bermuda não mentia. Peguei duas cervejas geladas do frigobar e entreguei uma pra ele. Passamos o resto da tarde assim: conversando bobagens, rindo de coisas idiotas, enquanto o sol ia descendo no mar. Em determinado momento, dei uma risadinha e brinquei:

— Roberto... Desde quando meu filhinho nerd bebe, hein? Sua mãe nunca viu isso... ou será que tem muita coisa que a mamãe não sabe sobre você?

Ele ficou vermelho, mas sorriu tímido, com os olhos fixos nos meus mamilos que já estavam marcando duros no biquíni.
— Às vezes eu bebo escondido com os amigos, mãe... mas nada demais.
— Ah é? Então hoje você pode beber à vontade com a mamãe. Tá calor pra caralho, né? — respondi, passando a mão por baixo dos meus seios, "ajeitando" eles de propósito.

O tempo passou rápido. Estávamos na terceira cerveja quando ouvimos o choro do Tomas vindo de dentro do apartamento. Angelo acordou resmungando e apareceu na varanda com o bebê no colo.
— Ele tá com fome de novo... — disse meu marido, visivelmente irritado. — Vou dar uma volta pra conhecer o resort, respirar um pouco. Volto mais tarde.

Ele me entregou o Tomas e saiu sem nem me dar um beijo. Assim que a porta fechou, Roberto e eu entramos pro apartamento.
— Vou tomar um banho, mãe. Tô suado pra caralho por causa desse calor — disse Roberto.
— Tá bom, filho. Eu vou amamentar o Tomas pra ele dormir logo — respondi.

Enquanto ele foi pro banheiro, tirei a parte de cima do biquíni sem pressa, deixando meus seios grandes, caídos e cheios de leite livres. Eles estavam pesados, as aréolas largas e os mamilos bem durinhos. Sentei na cama do quarto e comecei a amamentar Tomas.

O barulho do chuveiro parou. Alguns minutos depois, Roberto saiu do banheiro só com uma toalha branca enrolada na cintura. Ele parou congelado quando me viu: eu estava ali, completamente sem a parte de cima, os dois seios enormes à mostra, um ainda com o Tomas grudado mamando, o outro pesado e livre, balançando levemente com minha respiração.
— M-mãe... — gaguejou ele, com os olhos arregalados grudados nas minhas tetas.
— Ah, filho... esqueci completamente que você ia sair do banho agora — menti descaradamente, sem fazer nenhum movimento pra me cobrir.

Roberto ficou parado, claramente sem reação. A toalha na cintura dele começou a marcar um volume enorme, o pau endurecendo rápido, esticando o tecido branco de forma bem visível. Dava pra ver o formato da cabeça grossa marcando. Ele engoliu seco e tentou disfarçar:
— Eu... eu esqueci de pegar uma cueca na mala. Vou só... pegar ali...

Mas não se mexeu. Ficou ali, olhando descaradamente pros meus seios caídos e cheios, com o pau latejando na toalha, enquanto minha buceta já latejando de tesão proibido.
— Pode pegar ali na sua mala, Roberto... — falei— Não precisa ter vergonha não, filho. — Tomas já dormiu, filho. Vou colocar ele no carrinho na sala, no escuro, pra ele descansar melhor.

Levantei devagar, com os peitos ainda de fora, balançando pesados enquanto caminhava até a sala. Coloquei o bebê no carrinho, cobri ele levemente e deixei a sala escura. Voltei pro quarto com os dois seios nus. Roberto continuava parado, a toalha quase caindo.
— Qual é a vergonha, Roberto? — perguntei me aproximando dele. — Você já mamou nesses peitos quando era pequeno... Agora que cresceu, tá com vergonha de olhar pra sua mãe?

Ele engoliu em seco, com o rosto vermelho, mas o pau pulsando na toalha.
— Mãe... isso é errado... o pai pode voltar a qualquer momento...
— Shhh... — eu sussurrei— Você quer mamar de novo, filho? Quer sentir na sua boca agora que tá grandinho?

Roberto ficou apreensivo, olhando pra porta, claramente com medo do pai voltar.
— Mãe... e se o pai chegar? mas...
Eu peguei o celular na hora e liguei pro Angelo. Coloquei no viva-voz pra Roberto ouvir.
— Alô, amor? — atendi.
— Oi, Lucinete. Olha, trombando um amigo aqui da nossa cidade. A gente tá colocando o papo em dia, tomando uma cerveja. Vou demorar um pouco, tá?
— Tá bom, amor. Fica à vontade — respondi, sorrindo safada pro Roberto.

Assim que desliguei, Roberto soltou um gemido baixo de alívio e tesão.
— Vem, meu filho... — chamei, batendo na cama.

Ele se aproximou devagar. Eu puxei a toalha dele com um gesto firme. O pau de 18 anos dele pulou pra fora: grosso, jovem, veias marcadas, a cabeça rosada. Era maior do que eu imaginava. Roberto deitou no meu colo, com a cabeça apoiada nos meus seios enormes. Ele hesitou só um segundo antes de abrir a boca e grudar no mamilo esquerdo. Chupou forte, gemendo alto enquanto o leitinho quente descia na boca dele.
— Isso, filho... mama na mamãe... chupa bem gostoso — murmurei, passando a mão no cabelo dele.

Enquanto ele mamava como um bebê safado, eu desci a mão direita e segurei aquele pau duro. Comecei a punhetar devagar, sentindo ele latejar na minha palma. Subia e descia, apertando a cabeça.
— Ahhh mãe... que delícia... seus peitos são tão gostosos... — ele gemia entre uma chupada e outra, alternando de um seio pro outro.

Eu aumentei o ritmo da punheta, apertando mais forte, masturbando ele com vontade enquanto ele devorava meus peitos. Meu clitóris pulsava, minha buceta estava encharcada, escorrendo mel pelo interior das coxas. De repente, Roberto ficou mais ousado. Ele enfiou a mão entre minhas pernas, puxou o biquíni de lado e enfiou dois dedos na minha buceta molhada e quente.
— Caralho, mãe... você tá pingando... — ele gemeu
Eu gemi alto, rebolando no colo dele.
— Isso, filho... mete os dedinhos na buceta da mamãe enquanto mama... você tá me deixando louca...

Eu punhetava ele cada vez mais rápido, o som molhado do meu punho subindo e descendo no pau dele enchendo o quarto. Ele metia os dedos fundo na minha buceta, curvando pra acertar meu ponto G. Eu sentia ele ficando cada vez mais duro, latejando forte na minha mão. Aumentei o ritmo, punhetando bem gostoso, apertando a cabeça inchada.
— Mãe... eu tô quase... não aguento mais... — ele gemeu, com a boca ainda cheia do meu peito.
— Goza, filho... goza pra mamãe...

Roberto soltou um gemido rouco e abafado entre meus seios e gozou forte. Era porra grossa, quente que explodiram na minha mão, nos meus peitos, na minha barriga e até respingando no meu pescoço. Ele gozou muito, tremendo inteiro enquanto eu continuava punhetando devagar, tirando até a última gota.

Aquilo me fez perder o controle. Meu corpo inteiro ficou tenso. Continuei rebolando devagar contra os dedos dele, que ainda estavam enfiados fundo na minha buceta melada. O tesão acumulado, o medo de sermos pegos e a sensação proibida da porra do meu filho no meu corpo me levaram ao limite.

De repente, um orgasmo forte e profundo me atingiu. Minhas coxas tremeram violentamente, minha buceta apertou os dedos dele com força, pulsando sem parar. Um calor intenso subiu pela minha barriga e explodiu. Gozei com tanta intensidade que precisei morder meu próprio braço para não gemer alto. Minha porra quente escorreu pela mão dele, molhando minhas coxas e o lençol. Meu corpo convulsionava devagar enquanto ondas de prazer proibido me travessavam uma atrás da outra.

Fiquei ofegante, suada, com a porra dele espalhada nos meus peitos e a minha própria buceta latejando sem parar. Roberto me olhava com os olhos arregalados, ainda assustado e excitado.
— Mãe... você gozou... caralho... — sussurrou.
Eu sorri fracamente, ainda tremendo, e passei os dedos melados de porra nos meus mamilos.
— Melhor a gente parar por aqui...vou tomar banho antes que seu pai chega.
...

LUCINETE E SUAS FOTOS REAIS

Foto 1 do Conto erotico: AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Foto 2 do Conto erotico: AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Foto 3 do Conto erotico: AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Foto 4 do Conto erotico: AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Foto 5 do Conto erotico: AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS


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Comentários


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seuamantesp Comentou em 02/06/2026

Marido frouxo com um tesão de mulher dessa o cara nem faz mas nada quem está se dando bem e o filhao. Ia mamar e fuder vc todos os dias que delícia




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Ficha do conto

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Nome do conto:
AMAMENTANDO MEU FILHO DEPOIS DE 18 ANOS

Codigo do conto:
263562

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/06/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5