Mas tudo mudou depois que entramos naquela igreja. No início eu até fui, curiosa. Depois comecei a me encher. Zé Carlos chegou em casa com aquela ideologia nova, falando de pecado, de modéstia. Parou de beber quase tudo, só um copo de vez em quando e já ficava com cara de santo. O pior: começou a controlar minha bebida também. “Eliete, você não precisa disso, amor.” Virou um chato de merda.
O sexo rareou. Quando rolava, era mecânico, rápido, sem tesão. Eu ficava molhada, louca pra ser comida de verdade, e ele parecia estar fazendo uma obrigação.
Eu já estava de saco cheio. Queria meu homem safado de volta, aquele que me agarrava na cozinha, levantava meu vestido e metia sem avisar. Mas não. Era só “vamos com calma”, “hoje não”.
Eles chegaram na sexta de manhã. A casa encheu de gente, risadas, cheiro de churrasco e cerveja gelada. Eu tinha colocado um vestido soltinho, decotado o suficiente pra mostrar o vale profundo entre meus peitos pesados, e a barra curta o bastante pra valorizar minhas coxas grossas. Zé Carlos franziu a testa quando me viu, mas não falou nada na frente de todo mundo.
— Parabéns, comadre! Cinquentinha bem conservada, hein? — Rosa minha irmã me abraçou.
Gabriela, minha afilhada de batismo, filha de Rosa, veio logo atrás, linda, corpo jovem e firme, pele morena, cabelo loiros tingidos caindo nos ombros. Ao lado dela, o noivo: um rapaz alto, uns 24 anos, forte, barba bem feita, olhar direto. Se chamava Lucas.
— Tia Eliete, esse é o Lucas — Gabriela falou, sorrindo carinhosa.
Lucas estendeu a mão, mas seus olhos desceram sem vergonha pelo meu decote por um segundo longo demais mas ninguém percebeu...somente eu. Senti um calor subir direto pra minha buceta. Fazia tempo que um homem me olhava com aquela fome.
— Prazer, Eliete. Parabéns. — disse ele educadamente.
Zé Carlos estava do outro lado da sala. Quando pedi uma cerveja, ele não ligou — afinal, era meu aniversário de 50 anos. Me entregou a latinha gelada, mas murmurou baixinho, com aquela cara de controle que eu já conhecia bem:
— Pode beber hoje, amor, é seu dia. Só vai com moderação, tá? Não precisa exagerar.
Eu sorri, peguei a cerveja e dei um gole longo, sentindo o líquido descer gelado enquanto olhava pra ele pensando: “Moderação uma merda. Hoje eu quero beber, dançar e me divertir com minha família”.
O dia estava lindo e quente pra caralho. Todo mundo foi pra piscina depois do almoço. Eu já estava bem alegrinha com as cervejas e resolvi passar pro gin. Misturei com limão e bastante gelo, e cada copo descia mais fácil que o outro. Meu corpo ficava mais solto, o riso mais alto, o quadril balançando sem eu nem perceber. Zé Carlos me olhava de canto de olho, aquela cara de santo chato cada vez mais fechada.
— Eliete, vai com calma nesse gin, né? — murmurou quando passou por mim.
— Hoje é meu aniversário, Zé. Relaxa — respondi, já com a voz mole. Dei outro gole longo só pra provocar ele.
Na piscina eu troquei de roupa e coloquei um biquíni preto que valorizava cada curva do meu corpo de 50 anos. Eu me sentia gostosa pra caralho. Zé Carlos não gostou nem um pouco. Quando sugeriram o vôlei na água, ele logo quis mudar de time. Na frente de todo mundo, com a cara fechada, ele falou:
— Lucas, troca comigo. Eu vou pro time da Gabi e da Rosa. A Eliete tá muito alegre com essa bebida, tá ficando chata pra jogar… melhor eu ir pro outro lado.
Eu escutei e respondi na hora, já alterada pelo gin:
— Chata como, Zé Carlos? Tá querendo estragar meu aniversário agora?
Quase rolou uma discussão ali mesmo na beira da piscina. Ele me olhou com aquela cara de reprovação, mas desistiu de insistir quando viu que as pessoas estavam olhando.Nosso time ficou eu, Lucas e a Laurinha. Do lado oposto: Rosa, Gabriela e o corno do meu marido.
Lucas estava só de sunga preta, colada no corpo molhado. O pau dele marcava grosso, pesado, quase sem disfarce. Cada vez que ele pulava pra bater, a coisa balançava dentro da sunga. Eu sentia minha buceta latejar só de olhar.
O jogo começou animado. Eu pulava bastante, meus peitos quase saltando do biquíni, rindo alto e me divertindo. Lucas estava do meu lado o tempo todo. Numa jogada mais forte, eu fui defender uma cortada da Gabi. Pulei, perdi o equilíbrio na água e caí pra trás… minha bunda grande e macia, só de calcinha de biquíni, encostou direto no volume duro do pau do Lucas. Caralho… senti ele grosso, já meio duro encostando bem no meio da minha bunda. Ninguém percebeu. Só eu e ele.
— Desculpa, tia… — ele murmurou baixinho no meu ouvido, mas o tom era safado.
Eu não saí logo. Fiquei um segundo a mais, pressionando a bunda contra ele. Senti o pau dele dar um pulo, endurecendo rápido. Daí em diante eu comecei a repetir de propósito.
Toda bola que vinha pro meu lado, eu me jogava mais do que precisava, roçando minha bunda macia nele, sentindo aquela rola grossa ficar cada vez mais dura dentro da sunga. Lucas respirava mais pesado atrás de mim. Às vezes, quando a bola estava do outro lado, ele passava a mão abertamente na minha bunda por baixo da água, apertando a carne.
— Que coroa ein Tia Eliete — sussurrou uma vez, bem baixinho, enquanto fingia que só estava se posicionando.
Olhava pro Zé Carlos do outro lado da rede, todo concentrado no jogo e ainda com a cara amarrada, sem fazer a menor ideia. O corno ainda gritava “boa, amor!” quando eu defendia uma bola, sem saber de nada.
Eu estava louca. O gin, o calor, o pau latejando atrás de mim… eu só queria que o Lucas me pegasse ali mesmo, puxasse a calcinha do biquíni pro lado e me enchesse toda enquanto o Zé Carlos assistia sem entender porra nenhuma.
O jogo terminou com todo mundo rindo e molhado, o sol já baixando um pouco. Meu corpo estava pegando fogo, a buceta latejando de tanto roçar naquela rola grossa do Lucas. Zé Carlos saiu da piscina primeiro, ainda com a cara amarrada, ajudando Rosa e Gabriela a secarem.
Eu não perdi a oportunidade. Enquanto todos subiam as escadas da piscina conversando alto, fingi que estava pegando minha canga no chão. Lucas veio atrás, fingindo arrumar a rede. Ninguém estava olhando pra nós.
Rapidamente enfiei a mão por dentro da sunga dele, sentindo aquela rola jovem, grossa e curvada pra baixo, ainda meio dura do tanto que eu tinha rebolado na bunda dele. Lucas arregalou os olhos, assustado.
— Tia Eliete... caralho... alguém pode ver... — sussurrou, com a voz rouca de tesão e medo.
Eu apertei o pau dele com vontade, sentindo ele engrossar na minha mão, com a cabeça latejando.
— Quero ver sair leite desse pau jovem e curvado, Lucas... Quero sentir ele pulsar bem gostoso. Se quiser me mostrar de verdade, me encontra de madrugada na cozinha da churrasqueira. Eu vou estar lá te esperando, molhada pra caralho.
Soltei ele bem na hora que Gabriela chamou de longe. Lucas só conseguiu acenar com a cabeça, o pau ainda latejando dentro da sunga.
De madrugada, quando a casa toda estava em silêncio, eu me levantei. Zé Carlos roncava pesado do lado, cheirando a sono e santidade. Coloquei um pijama curto, daqueles vestidos soltinhos, sem calcinha nenhuma. Meus peitos pesados balançavam livres, os bicos já duros de tesão, e a buceta molhada escorria pelo interior das coxas grossas enquanto eu andava descalça pela casa.
Esperei uns minutos na cozinha da área da churrasqueira, o coração batendo forte. Lucas apareceu, só de short e sem cueca. Não falamos nada. Ele veio direto, me agarrou pela cintura e me levantou com facilidade, colocando minha bunda gorda em cima do balcão frio. Abriu minhas pernas grossas, se ajoelhou e enfiou o rosto na minha buceta experiente, já encharcada.
— Porra, tia... que buceta deliciosa... — murmurou antes de começar a chupar com fome.
A língua dele era jovem e gulosa. Chupava meu clitóris inchado, enfiava na entrada, lambia tudo. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, rebolando na cara dele, com meus peitos pulando pra fora do pijama.
— Isso, come a buceta dessa coroa safada... ai, caralho... mais forte...
Gozei forte na boca dele, tremendo inteira, soltando um jorro quente que molhou todo o queixo e o peito do Lucas. Ele lambeu tudo, sedento, gemendo baixo.
Depois me tirou do balcão, me virou de quatro no chão frio atrás do balcão e meteu aquela rola grossa e curvada de uma vez na minha buceta molhada. Tapei minha própria boca com a mão, mas ele logo colocou a dele por cima, abafando meus gemidos enquanto me comia com força.
— Calma, tia... senão todo mundo acorda... — grunhiu ele, metendo fundo, as bolas batendo na minha bunda grande.
O barulho molhado da foda ecoava baixinho. Ele me arrombava gostoso, segurando meus quadris, me usando como uma vadia. Eu rebolava pra trás, sentindo aquela curva bater direto no meu ponto G.
Quando ele estava quase gozando, tirou o pau e me puxou pelo cabelo. Eu abri a boca ansiosa. Lucas gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo minha língua, garganta e queixo. Engoli um pouco, mas guardei bastante na boca, sentindo o gosto forte de porra jovem. Nos levantamos rápido e ofegantes. Ele me deu um beijo rápido na testa e sumiu de volta pro quarto.
Voltei pro meu quarto. Zé Carlos ainda dormia virado pro lado. Me deitei do lado dele, o coração disparado, a buceta ainda pulsando e a boca cheia da porra do Lucas. Me aproximei, segurei o rosto dele e dei um beijo demorado na boca do meu marido corno.
Ele murmurou algo dormindo, sentindo o gosto sem entender porra nenhuma, e virou pro outro lado. Eu sorri no escuro, lambendo os lábios, ainda com o sabor do amante jovem na boca.
Meu aniversário de 50 anos estava só começando a ficar realmente gostoso.
...
Minhas fotos que eu mandava escondida pro Lucas por instagram naquelas mensagens/fotos/vídeos apagados automaticamente.




