MEU GENRO ME FEZ DE PUTA

Oi lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy
Segue o relato da minha seguidora Vanessa com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.

Meu nome é Vanessa, conhecida como Nessa. Tenho 40 anos, loira de cabelos tingidos, corpo real com a minha idade mas me cuido bem com academia e comida saudável. Era casada com meu ex-marido Leandro, que me deixou e me traiu com uma mulher do serviço dele. Tenho uma filha de 20 anos que mora em outra cidade vizinha (Piracicaba-SP por conta da faculdade). Sou sozinha, moro em um apartamento com varanda belíssima para o por-do-sol e espaçosa.

Numa quinta-feira de noite minha filha Nadia me ligou bem animada.
- Mãe, conheci um menino na faculdade e estou namorando....você precisa conhecer ele.
- Ai meu amor, claro que eu quero conhecer meu genro. Só não vai ser dedo podre igual eu fui quando escolhi seu pai. – eu disse brincando com ela mas preocupada.
- Claro que não mãe hahaha nunca vi e nem quero conhecer o seu ex porque ele nos deixou. – completou Nadia
- Vem passar o final de semana aqui no AP. Seu quarto ta bem arrumadinho do jeito que você deixou. O seu novo namorado pode dormir no quarto de hospedes que é meu escritório, mas eu não vou usar lá esse final de semana. – falei animada em ver minha filha empolgada.

No dia seguinte, no final da tarde de sexta, eles chegaram. Ouvi a campainha e já senti aquele frio gostoso na barriga misturado com curiosidade. Abri a porta sorrindo largo e lá estava ela: minha Nadia, bronzeada do sol da faculdade, cabelo castanho ondulado solto, usando um cropped e um short jeans que mostrava as pernas longas que puxou do pai (infelizmente). Atrás dela, segurando uma mochila preta, veio o tal menino.

Ele era mais alto do que eu imaginava. Uns 1,85 m, pele morena clara, cabelo preto meio bagunçado de propósito, barba rala bem aparada e um sorriso meio tímido, meio safado. Camiseta cinza justa o suficiente pra mostrar que malhava, braço definido, ombros largos. Calça jeans escura e um tênis branco impecável. Bonito. Perigosamente bonito com seus 25 anos.
— Mãe! — Nadia se jogou nos meus braços, me apertando forte.
— Meu amor… que saudade… — Beijei o topo da cabeça dela e logo olhei por cima do ombro dela pro garoto. — E você deve ser o famoso namorado, né?
Ele deu um passo à frente, estendeu a mão e sorriu de lado.
— Prazer, Vanessa. Meu nome é Lucas.

Apertei a mão dele. A palma era quente, grande, o aperto firme sem ser agressivo. Nossos olhos se cruzaram por dois segundos a mais do que o normal. Senti um calor subindo pelo pescoço. “Droga, Nessa, se controla.” Fazia bastante tempo que não sentia um calor estranho na minha buceta, tive alguns rolos e transas mas nada sério...meu melhor amigo e que me satisfaz é meu “Richard – meu pau postiço” e “Don Ruan – meu plug anal” que sempre esteve comigo nas noites solitárias tomando um vinho e assistindo um pornô gay, lésbico, hétero e até trisal.

— Prazer, Lucas. Pode me chamar de Nessa mesmo, aqui em casa todo mundo me chama assim. Entra, entra, vocês devem estar cansados da estrada. – eu disse receptiva.

Enquanto eles tiravam os sapatos na entrada, eu fui na frente mostrando o caminho. Nadia já entrou falando sem parar:
— Mãe, você não vai acreditar! O Lucas é de Campinas, faz Engenharia na mesma faculdade que eu, e ele é tipo… muito inteligente, mãe.

Por dentro já estava catalogando tudo: a voz grave, o jeito que ele olhava pra minha filha com carinho… e o jeito que, por um instante, os olhos dele desceram pelo meu corpo quando pensei que eu não estava reparando. Não foi maldade. Foi instinto. E eu conheço muito bem esse tipo de olhar.

Continuei arrumando a mesa da varanda enquanto eles se acomodavam. Nadia foi direto pro banheiro do quarto dela. Lucas pediu licença e foi pro banheiro social, aquele que fica quase em frente à sala.
O sol já estava baixo, pintando tudo de laranja e rosa. Coloquei umas taças, uma garrafa de vinho branco gelada que eu tinha deixado na geladeira justamente pra esse momento… e então ouvi o chuveiro desligar no banheiro social.

Não sei o que me deu. Talvez o vinho que já tinha tomado sozinha antes deles chegarem, talvez a abstinência emocional que eu carregava há meses, talvez simplesmente o fato de que fazia tempo demais que eu não via um homem jovem, bonito e sem camisa de perto. Fui até a sala pegar o celular que tinha deixado no sofá… e parei. Ele saiu do banheiro sem fazer barulho sem camisa com a toalha pequena no pescoço, distraído, olhando pro celular na outra mão.

Minha respiração travou. Senti o calor subir de novo, mas dessa vez desceu direto. Minha buceta melou na hora, de um jeito descontrolado, como se meu corpo tivesse decidido ignorar completamente qualquer senso de decência. O tecido da calcinha de algodão simples que eu usava em casa ficou úmido quase instantaneamente. Apertei as coxas uma contra a outra por reflexo, tentando segurar a sensação. “Porra, Nessa… para com isso. É o namorado da sua filha.”

Por um segundo, nenhum dos dois se mexeu. Virei de costas pra ir até a cozinha, mas senti os olhos dele nas minhas costas. No meu quadril. Na bunda que eu sabia que ainda chamava atenção mesmo com 40 anos, porque eu malhava pra caralho justamente pra isso. Caminhei devagar de propósito, rebolando só um pouquinho mais do que o normal, testando. Sentindo.

O jantar na varanda foi tranquilo por fora. Risadas, histórias da faculdade, Nadia contando como Lucas a ajudou na matéria mais difícil do semestre, eu fazendo perguntas inocentes sobre os planos dele pro futuro. Tudo muito civilizado. Muito “família” e garrafas de vinho. Nadia foi pro quarto dela e Lucas pro de hospede. Fiquei na varanda tomando o restante do vinho e terminando um trabalho no meu notebook pra ir dormir.

Acordei cedo, como sempre e abri o notebook na mesa da sala e comecei a finalizar o relatório que tinha deixado pela metade na noite anterior. Estava concentrada, dedos voando no teclado, quando ouvi a porta do quarto da Nadia abrir. Ela apareceu descabelada, de pijama curto, bocejando.
— Bom dia, meu amor. Dormiu bem?
— Dormi sim… mas olha, eu acabei de lembrar que combinei de encontrar a Bia lá no centro agora de manhã.

Depois que tomou café, foi se arrumar, pegou a bolsa e sumiu pela porta em menos de cinco minutos. O apartamento ficou silencioso de novo. Voltei pro notebook… e aí vi: 3% de bateria. Merda. O carregador estava no escritório. No quarto de hóspedes. Onde Lucas estava dormindo. Levantei, descalça, o short de algodão cinza colado na bunda e a regatinha larga sem sutiã. O bico dos peitos já estava meio duro só de imaginar a possibilidade de cruzar com ele de novo. Caminhei devagar pelo corredor, coração batendo mais forte do que deveria e entrei no quarto/escritório.

Ele estava semi-duro. O pau grosso, moreno, deitado de barriga pra cima, a cabeça rosada aparecendo pela metade fora do shorts. Veias marcadas. Pesado. Mesmo sem estar completamente ereto, já era maior do que o Richard — meu fiel pau de silicone de 18 cm — e bem mais grosso. Engoli em seco. Meu corpo reagiu antes da minha cabeça. A buceta apertou sozinha, um latejar quente e insistente. Senti a calcinha começar a ficar úmida de novo, como na noite anterior. “Caralho, Nessa… para.”

Ele abriu os olhos devagar. Primeiro confuso. Depois focou em mim. Por um segundo, nenhum dos dois falou nada. Desceu dos meus olhos pros meus peitos (os bicos duros denunciando tudo através da regatinha fina), depois pro short colado, marcando a virilha úmida.
— O carregador… — consegui dizer aquilo. — Meu notebook… a bateria acabou. Tá ali na tomada. A Nadia deu uma saída e disse que voltava jaja.

Me abaixei pra pegar o fio. Meu short subiu, deixando metade da bunda de fora. Sabia que ele estava olhando e abaixei mais ainda. Ouvi a respiração dele mudar. Um suspiro curto, o pau dele tinha saltado dentro do shorts de dormir. A cabeça grossa e rosada agora estava inteiramente para fora da cintura elástica, pulsando, veias saltadas, o tronco engrossando a cada batida do coração. Ele estava duro como pedra, apontando para cima, quase encostando na barriga
— Desculpa…- minha voz saiu rouca, carregada. — Eu só vim pegar o carregador…

Eu me levantei devagar, virei de frente para ele. Meus mamilos estavam tão duros que doíam contra o tecido da regatinha. A regata era larga, mas os bicos apontavam descaradamente.
— Você… tá bem? — perguntei
Mas ele não terminou a frase. Porque eu já estava andando até a beira da cama. Devagar. Hipnótica. Me ajoelhei no colchão, entre as pernas dele abertas. Ele não recuou. Só ficou olhando, o pau pulsando descontrolado.
— Relaxa, Lucas… — minha voz saiu baixa, safada. — A Nadia saiu. Só nós dois aqui. Ninguém vai saber.
— Porra… você é a mãe dela…
— E você é o namorado dela — respondi, passando a língua nos lábios. — E eu tô com uma fome que você nem imagina faz quanto tempo.

Minha mão foi direto na cintura do shorts dele. Puxei devagar para baixo. O pau saltou livre, pesado, quente, batendo contra a barriga dele antes de ficar reto, apontando para mim. Era maior do que eu imaginava. Uns 21 cm, grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo. As veias pulsavam visivelmente. Segurei a base com firmeza. Ele gemeu baixo.
— Caralho… — escapou dele.

Peguei meu celular na mesinha ao lado da cama com a outra mão.
— Quero uma lembrança disso — falei, abrindo a câmera e entregando o celular pra ele. — Filma. Filma eu chupando você como uma puta desesperada. Faz tempo que não sinto um pau de verdade na boca.

Ele hesitou por meio segundo. Depois pegou o celular, as mãos tremendo levemente. Apontei a câmera para baixo enquanto eu abria a boca e descia devagar. Primeiro lambi só a cabeça, depois abocanhei metade do pau de uma vez. Ele gemeu alto, com o quadril subiu involuntariamente.

Chupei com vontade, babando, fazendo barulho. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingava no colo dele. Eu gemia no pau, vibrando a garganta. Descia até onde conseguia, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Ele filmava tudo e tirava foto tremendo.
— Isso… porra… chupa gostoso, Nessa… — ele gemia.

Levantei o rosto, babada, olhando direto pra câmera.
— Quer comer minha buceta agora? — perguntei — Ela tá pingando desde que você saiu do banho ontem.

Ele largou o celular na cama, ainda gravando, e me puxou para cima dele. Tirei o short e a calcinha de uma vez. A buceta grande, carnuda, com lábios inchados e abertos, brilhando de tanto mel e porra. Subi em cima dele, segurei o pau na entrada e desci de uma vez. Gritei baixo quando a cabeça abriu caminho. Era grosso demais. Minha buceta engoliu ele inteiro, centímetro por centímetro, até sentar com força, o osso púbico dele colado no meu clitóris. Fiquei parada um segundo, tremendo, sentindo ele pulsar dentro de mim, preenchendo tudo.
— Caralho… que buceta quente… — ele gemeu, agarrando minha bunda com força.

Comecei a quicar. Devagar no começo, depois mais rápido. O barulho molhado ecoava no quarto. Meus peitos balançavam soltos sob a regatinha, os bicos duros roçando o tecido. Ele puxou a regata para cima, expondo os seios grandes, mamilos castanhos e duros. Chupou um deles com força enquanto eu cavalgava, mordendo de leve.
— Me fode forte, Lucas… — pedi pra ele . — Me come como se eu fosse sua puta.

Ele virou o jogo. Me jogou de costas na cama, abriu minhas pernas ao máximo e meteu de novo, fundo, com socadas longas e brutas. O pau entrava até o talo, batendo no fundo da buceta, fazendo meus olhos revirarem.
— Tua buceta engole tudo… porra… — ele gemia.

Lembrei do meu brinquedo.
— Espera… — ofeguei. — Pega ali na gaveta… meu plug… o Don Ruan… coloca no meu cu enquanto me come.
Ele abriu a gaveta com uma mão, sem parar de meter. Achou o plug anal, médio, com base larga. Cuspiu na mão, passou no plug e depois no meu cuzinho apertado.
— Relaxa… — murmurou.

Empurrou devagar. Quando o plug sentou inteiro, meu cu ficou cheio, pressionando as paredes da buceta por dentro. Ele voltou a meter com força, agora sentindo o volume do plug através da parede fina.
— Isso… me fode assim… com o cu tapado… porra…

O pau entrava e saía, fazendo barulho de sucção. Meu clitóris roçava na base dele a cada socada.
— Vou gozar… — avisei, voz trêmula.
— Goza no meu pau, Nessa… goza forte…

Apertei tudo, buceta e cu ao mesmo tempo. O orgasmo veio violento, com as pernas tremendo e esguichando no colchão e no pau dele. Ele saiu de dentro de mim no último segundo, arrancou o plug devagar (o que me fez gemer de novo) e subiu no meu peito. Segurou o pau grosso e começou a punhetar rápido, a cabeça apontada pros meus peitos.
— Abre a boca… — ordenou.

Abri. Ele gozou forte. Jatos quentes e grossos acertaram primeiro meus peitos, escorrendo pelos mamilos duros, depois um jato na boca, outro no queixo. Ele gemeu rouco enquanto esvaziava tudo. Quando terminou, ficou olhando pra mim: peitos melados de porra, boca entreaberta com um fio branco escorrendo, buceta vermelha e aberta, ainda pulsando. Peguei o celular que ainda gravava, parei a gravação e sorri devagar, safada.
— Isso fica só entre nós, genro… — falei, lambendo o canto da boca. — Mas se você quiser… a gente repete escondido.

Ele só respirou fundo:
— Você é louca, Nessa…
— E você adorou — respondi, passando o dedo na porra que escorria entre meus peitos e levando até a boca.
...

Foto 1 do Conto erotico: MEU GENRO ME FEZ DE PUTA

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Comentários


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frota-men Comentou em 05/02/2026

Delicia de puta tbm quero fazer que tesão de mulher




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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU GENRO ME FEZ DE PUTA

Codigo do conto:
253984

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/02/2026

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