DUAS PUTAS: O PRESENTE DE ANIVERSÁRIO DE NAMORO

Oi lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy
Vou contar minha primeira experiencia com imagens reais que
tive com meu ex-namorado.
Na época dos meus 28 anos namorava Pietro de 33 anos. Eu tinha cabelos
castanhos, fazia crossfit, peitos médios e com meus 1,50m de altura. Éramos somente eu e Pietro como um casal normal. Saimos numa quinta-feira para comemorar nosso aniversario de 3 anos de namoro num restaurante romântico.
- Amor, um brinde a gente – eu disse para Pietro
- Saude meu amor, a nós – ele retribuiu

A gente ria de bobeira, como sempre. Eu cutucava o pé dele por baixo da mesa, ele retribuía com aquele sorriso torto que me desmontava desde o primeiro encontro. Depois da segunda taça, a conversa ficou mais solta.
— Vamos brincar de verdade ou verdade? — sugeri, inclinando o corpo pra frente, com os cotovelos na mesa, o decote do vestido preto justo que eu tinha escolhido de propósito ficando mais evidente.

Pietro ergueu uma sobrancelha, divertido.
— Verdade. Sempre verdade com você. Pergunta.
Eu sorri, mordendo de leve o lábio inferior enquanto pensava na primeira.
— Tá bom… qual foi a fantasia mais safada que você já teve comigo e nunca me contou?

Ele deu uma risada baixa, passou a mão pelo cabelo curto e escuro, olhando pra mim como se estivesse decidindo o quanto ia se entregar.
— Tem uma que envolve você de quatro no capô do carro, de noite, num estacionamento vazio… e eu te comendo com força enquanto os faróis de outro carro iluminam a gente de repente.

Eu ri, nervosa e excitada ao mesmo tempo, apertando as coxas uma contra a outra por baixo da mesa. O vestido já estava subindo um pouco nas pernas, e eu sentia o tecido roçando de leve na pele sensível da parte interna das coxas.

— Minha vez de novo — ele disse

Ele me encarou por alguns segundos, como se estivesse escolhendo a pergunta com cuidado.
— Voce já imaginou eu com outra na sua frente… e você assistindo?

A pergunta caiu como um soco de desejo direto no meu clitóris. Meu coração disparou. Eu pisquei, surpresa, mas não consegui evitar o sorriso safado que se formou nos meus lábios.
— Você quer mesmo saber?
— Quero. E quero detalhes.
Respirei fundo, olhando nos olhos dele.
— A Geisa. A ruiva que sempre usa short jeans curtinho quando vai no crossfit com a gente.

No dia seguinte, o clima entre nós estava… estranho. Não ruim, mas pesado de um jeito que a gente não estava acostumado. Pietro acordou antes de mim, já na cozinha fazendo café. Quando entrei, de short e regata larga, ele me olhou de lado, coçando a nuca.
— Bom dia, amor — falei, tentando soar leve.
— Bom dia… — Ele hesitou. — Olha… sobre ontem. Eu… talvez eu tenha ido longe demais com aquela pergunta. Não queria te deixar desconfortável.

Eu me aproximei, encostei na bancada ao lado dele.
— Eu também. Fiquei empolgada na hora, falei da Geisa sem pensar muito… e agora parece que a gente abriu uma caixa que não sabe fechar.

Ele riu baixo, aliviado.
— Então a gente pode simplesmente… deixar pra lá? Sem drama?
— Pode. — Eu subi na ponta dos pés e dei um beijo rápido na boca dele. — Mas confessa: você ficou pensando nisso a noite toda, né?
Ele corou na hora, desviou o olhar.
— Talvez um pouco.
— Eu também — admiti, mordendo o canto da boca. — Mas hoje é dia de deixar quieto. Combinado?
— Combinado.
A gente se abraçou, riu da própria vergonha e prometeu que a brincadeira de verdade ou verdade tinha acabado ali. Pelo menos era o que a gente dizia em voz alta. Mas a imagem não saía da minha cabeça. A ruiva de pele branquinha que ficava dourada depois de dez minutos no sol, o short jeans minúsculo que mostrava a curva perfeita da bunda toda vez que ela fazia agachamento, o top esportivo que mal segurava os seios que pareciam ter piercing. Ela sempre sorria pra todo mundo, mas tinha um jeito de olhar que parecia… saber. Saber exatamente o efeito que causava. E agora eu sabia que Pietro também tinha reparado.

Naquela tarde de sábado, Pietro tinha combinado de encontrar uns amigos pra assistir jogo no bar. Eu disse que ia fazer crossfit normal e depois voltar pra casa pra tomar um sol. Mentirinha branca. Ou nem tão branca assim. No box, quando Geisa chegou, usei o intervalo entre os treinos pra puxar papo
— Geisa, você vai fazer alguma coisa hoje à tarde?
— Nada demais. Talvez ficar em casa. Por quê?
— Tô sozinha em casa hoje, Pietro saiu com os amigos… pensei em tomar um sol, tomar cerveja, relaxar. Quer vir? A casa é pertinho daqui.

Ela ergueu uma sobrancelha, aquele sorrisinho malicioso aparecendo no canto da boca.
— Só tomar sol mesmo?
Eu sustentei o olhar dela, sentindo o coração acelerar.
— Só tomar sol… por enquanto.
Ela riu baixo, jogou a toalha no ombro.
— Me passa o endereço. Chego lá em uma hora.

Quando ela chegou, vestia um biquíni vermelho minúsculo por baixo de uma saída de praia branca quase transparente. Geisa se acomodou na espreguiçadeira ao meu lado, tirou a saída de praia branca com um movimento lento e jogou-a no chão. O biquíni vermelho era minúsculo mesmo — o top mal cobria os mamilos, e a calcinha era tão cavada que mostrava quase toda a curva da virilha. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho de quem já sabe o jogo.
— Seu namorado não vai chegar agora, né? — perguntou, já com os dedos no nó do top.
Eu sorri, sentindo o calor subir pelo pescoço.
— Ele disse que ia ficar até mais tarde com os meninos… deve chegar só no fim da tarde.

Mentira descarada. Eu sabia que Pietro podia chegar a qualquer momento. E, no fundo, era exatamente isso que eu queria.
— Então tá liberado — ela disse, puxando o laço e deixando os seios saltarem livres. Os piercings prateados brilhavam no sol, um em cada mamilo rosado e duro. Os peitos dela eram maiores que os meus, firmes, com aquela pele branquinha que já começava a ficar rosada de sol.

Eu não fiquei atrás. Desamarrei meu top preto e joguei pro lado. Meus peitos médios ficaram expostos, os bicos já arrepiados só de imaginar o que podia acontecer. Geisa me olhou de cima a baixo, sem disfarçar.
— Caralho, Tammy…— murmurou

A gente ficou ali, deitadas de lado uma pra outra, conversando besteiras, rindo, tomando cerveja, mas o clima já estava carregado. De repente, a porta dos fundos rangeu. Pietro entrou no quintal com a chave ainda na mão, a camisa do time, garrafa de cerveja na outra mão. Ele congelou.
— Puta que pariu… — escapou baixo.

Geisa deu um gritinho de susto e cruzou os braços na frente dos peitos, cobrindo os piercings. Eu, por outro lado, só me apoiei nos cotovelos, sem nenhuma pressa de me cobrir.
— Calma, amor — falei, voz rouca. — Relaxa. Vem cá.
Ele ficou parado, o pau já marcando na calça jeans só de olhar pra gente. Geisa ainda estava com os braços cruzados, rosto vermelho, mas os olhos brilhando de tesão e vergonha misturados.
— Eu… eu não sabia que… — ele gaguejou.
— Eu sei que você não sabia — cortei,. — Mas já que você chegou… me ajuda a passar protetor?

Ele engoliu em seco, largou a cerveja na mesinha e veio andando devagar, como se tivesse medo de quebrar o encanto. Peguei o tubo de protetor solar e entreguei pra ele.
— Começa por mim.

Ele se ajoelhou ao meu lado, mãos trêmulas espalhando o creme frio nas minhas costas. Quando chegou nos peitos, eu gemi baixinho, de propósito, arqueando as costas. O som saiu rouco, safado.
— Isso, amor… bem devagar…

Geisa, ainda cobrindo os seios, soltou um suspiro trêmulo. Ela abriu os braços devagar, deixando os piercings à mostra de novo. Pietro olhou pra ela, depois pra mim, o pau agora completamente duro esticando o tecido da calça.
— Porra, vocês duas… — murmurou.
Eu me levantei, peguei a mão dele e puxei.
— Vem. Vamos subir. A gente tem uma surpresa de aniversário de namoro atrasada pra você né Geisa?
- O que está acontecendo? – Geisa ficou paralisada mas ciente do que estava por vim e não disse mais nada.

Subimos as escadas em silêncio, só o som da respiração pesada. Quando chegamos no quarto, eu empurrei Pietro de leve pra sentar na beirada da cama. Geisa ficou parada na porta.
— Amor… — comecei, tirando o short devagar. — Eu quero ver você foder ela. Enquanto eu assisto e me toco. Pode ser?
Ele olhou pra Geisa, depois pra mim. Assentiu, quase sem voz.
— Pode.

Geisa se aproximou já com o álcool na cabeça, tirou a calcinha vermelha minúscula. A buceta dela era carnuda, lábios grossos e rosados, com um tufo de pelos bem aparadinhos em cima, exatamente como eu imaginava. Molhada, brilhando.
Ela se ajoelhou entre as pernas dele, abriu o zíper com calma e puxou o pau duro pra fora. Pietro gemeu alto quando ela envolveu a cabeça com a boca quente, chupando devagar, lambendo toda a extensão. Eu sentei na poltrona ao lado da cama, abri as pernas e comecei a esfregar o clitóris e minha buceta devagar, gemendo junto.
— Isso, Geisa… engole ele todinho…

Ela obedeceu, engolindo até a garganta com tesão. Eu não aguentei. Levantei, fui até eles e me inclinei. Beijei a boca dela enquanto ela chupava o pau do meu namorado. Depois desci e chupei a cabeça junto com ela, nossas línguas se encontrando no pau dele. Pietro gemia alto, mãos nos nossos cabelos.
— Caralho… vocês vão me matar…

Geisa se deitou de costas na cama, abriu as pernas. Eu subi em cima dela, de quatro com a buceta na cara dela. Pietro se posicionou atrás, segurou a cintura dela e meteu de uma vez. A buceta carnuda dela engoliu o pau dele inteiro, os lábios grossos se abrindo em volta da grossura. Geisa gemeu alto contra minha buceta e começou a me chupar com vontade, com os dedos abrindo meus lábios.
— Isso… chupa minha bucetinha enquanto ele te fode…

Pietro metia forte, o saco batendo na bunda dela, o som molhado enchendo o quarto. Depois de alguns minutos ele saiu, me virou de costas e meteu em mim. Geisa ficou de quatro na minha frente, eu chupei a buceta dela enquanto Pietro me comia por trás. O gosto dela era doce e salgado, sua buceta estava inchada pulsando na minha língua.
— Me fode mais forte, amor… — gemi contra a buceta dela.
Ele acelerou, batendo fundo. Depois trocou de novo. Geisa de quatro, eu deitada de costas embaixo dela. A gente se encaixou no 69 perfeito — eu chupando a buceta carnuda e peludinha dela, ela lambendo a minha, enquanto Pietro metia nela por trás, segurando os quadris dela com força. Os gemidos das duas se misturavam. Eu sentia o pau dele entrando e saindo dela bem na minha frente, os lábios grossos dela se abrindo e fechando, o líquido de porra dela escorrendo na minha boca. Pietro começou a respirar pesado, o ritmo ficou descontrolado.
— Porra… vou gozar… vou gozar…

Ele saiu de dentro dela, se ajoelhou na cama. Geisa e eu nos viramos de frente pra ele com as bocas abertas. Ele se punhetou rápido duas, três vezes e gozou forte — jatos grossos e quentes acertando primeiro o rosto dela, depois o meu. Uma porra quente escorreu pelo meu queixo, pingou nos meus peitos. Geisa lambeu o canto da minha boca, limpando a porra dele, e eu fiz o mesmo com ela. A gente caiu na cama, ofegantes, suadas, meladas de porra e tesão. Pietro deitou entre nós duas, ainda ofegante, e riu baixo.
— Melhor… aniversário de namoro… da história.

Eu beijei a boca dele, depois beijei Geisa por cima dele.
— A gente ainda tem o resto do fim de semana, amor.
Geisa sorriu, passando o dedo no canto da boca, lambendo o resto da porra.
...

Foto 1 do Conto erotico: DUAS PUTAS: O PRESENTE DE ANIVERSÁRIO DE NAMORO

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Ficha do conto

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Nome do conto:
DUAS PUTAS: O PRESENTE DE ANIVERSÁRIO DE NAMORO

Codigo do conto:
253988

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/02/2026

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