Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo

Boa Noite lindos e lindas.
Meu nome é Tammy e o que vou contar aconteceu com meu ex-noivo, Tiago. Mudei os nomes para preservar a privacidade, mas tudo o que vou relatar é real. Na época eu tinha 30 anos. Sou morena, com cabelo tingido de loiro, seios naturais, baixinha e bem ativa, simpática e comunicativa.

Minha vida sexual com o Tiago era bem intensa e ativa. Éramos só nós dois, sem ninguém de fora envolvido. Ele tinha 37 anos, trabalhava como gerente em uma empresa de fotografia de eventos. Alto (1,80 m), muito bem resolvido, corpo definido por causa da academia, cabelo degradê e uma barba sempre impecável. Era gostoso, ativo na cama e tinha bastante energia.
No almoço de sexta-feira, enquanto a gente almoçava, Tiago olhou pra mim com e falou:
— Amor, vou chamar o Iago amanhã pra colocar nossa placa solar. O que você acha? Ele tá querendo muito ajudar a gente nessa questão e ele vai fazer um preço bacana.
Eu levantei a sobrancelha, um pouco surpresa.
— Claro, amor, sem problema. Iago é uma ótima escolha nesse serviço… e que bom que ele se ofereceu pra fazer esse tipo de serviço.

No dia seguinte, Tiago abriu o portão e eu fui atrás dele, ainda de short jeans curtinho e regata soltinha, sem sutiã porque era sábado de manhã e eu estava só relaxando em casa. Quando vi Iago descendo da Saveiro com as caixas de painéis solares e as ferramentas, quase engasguei com o ar. Ele estava… diferente. Muito diferente.

O Iago que eu conhecia era o cara meio desleixado, barriga de chope, camiseta larga escondendo tudo, barba malfeita. O homem que veio na nossa frente tinha uns 1,85 m, ombros largos, braços grossos marcados pela camiseta polo preta justa, e uma calça de trabalho cinza-escura que parecia ter sido escolhida exatamente para mostrar o que tinha ali embaixo. E mostrava. Muito. A marcação era evidente. Grossa, pesada, descendo pela coxa esquerda. Não era só volume, era contorno. Eu senti meu rosto esquentar na hora e desviei o olhar rápido, mas já era tarde. Alguma coisa dentro de mim acordou de um jeito que eu não esperava — e que me deixou com vergonha quase imediata.
— Fala, irmão! — Tiago deu um abraço nele, daqueles tapas nas costas. — Valeu mesmo por vir, cara. Tô te devendo essa.
— Relaxa, véio. Pra vocês é de graça o serviço, só pago o material — Iago respondeu tranquilo, voz grave. Aí ele virou pra mim. — E aí, Tammy… quanto tempo, hein?

Ele me mediu de cima a baixo sem disfarçar. Não foi mal educado, mas também não foi inocente. O olhar parou um segundo a mais nos meus peitos livres sob a regata fina, depois desceu pro short e subiu de novo pros meus olhos.

— Oi, Iago… nossa, você… mudou bastante — consegui dizer, tentando soar natural, mas minha voz saiu mais fina do que o normal.
— É, comecei a cuidar da vida, alimentação decente… — Ele deu de ombros, mas flexionou o braço sem querer (ou querendo) ao levantar uma caixa pesada

Tiago nem percebeu a tensão. Já estava apontando pro telhado:
— Vem, vou te mostrar onde a gente pensou em instalar. Tammy, amor, pode ir pra piscina não vai atrapalhar a gente. -disse Tiago
— Tá bom, amor. Vou pegar um sol então — respondi

Entrei em casa rápido, coração batendo forte no peito. Fui direto pro quarto, abri a gaveta de roupas de banho e nem pensei muito. Peguei o biquíni vermelho que eu quase nunca usava: o top de tiras finas que mal segurava os seios, e a calcinha brasileira cavada nas laterais, que subia bastante no bumbum. Era chamativo pra caramba. Comprei numa viagem há uns dois anos e guardei “pra uma ocasião especial”. Nunca imaginei que essa ocasião seria hoje. A calcinha marcava tudo na frente, o contorno da minha bucetinha aparecendo sutilmente. Eu sabia exatamente o que estava fazendo. E uma parte de mim se sentia culpada. A outra parte… estava excitada demais pra parar.

O sol já estava forte, batendo quente na pele. Estendi a canga numa espreguiçadeira bem de frente pro telhado, de onde dava pra ver (e ser vista). Lá em cima, Tiago estava de costas, martelando um suporte. Iago estava mais abaixo, na beirada do telhado, prendendo os cabos. Ele tinha tirado a camiseta de novo. A calça cinza estava mais escura nas coxas de tanto suor, e o volume… meu Deus, o volume parecia ainda mais evidente agora. A cabeça grossa marcava o tecido, descendo pesado pela perna esquerda, balançando levemente toda vez que ele se mexia.

Eu me deitei de bruços primeiro, fingindo que era só pra pegar sol nas costas. Mas a verdade é que queria que o ângulo fosse favorável. O biquíni vermelho era minúsculo o suficiente pra deixar quase tudo à mostra sem ser escancaradamente vulgar — pelo menos era o que eu dizia pra mim mesma. De vez em quando eu virava a cabeça de lado, como quem não quer nada, e olhava pra cima.
Tiago se aproximou da beirada do telhado, agachou um pouco e gritou pra mim, voz alta o suficiente pra Iago ouvir também:
— Caralho, amor… tá linda pra cacete aí embaixo. Esse biquíni vermelho fica perfeito em você.

Eu senti um choque de calor subir do peito até a nuca. Levantei um pouco o tronco, apoiei nos cotovelos, o que fez meus seios se projetarem ainda mais contra o tecido fino do top. Olhei pra ele lá de cima, sem saber direito o que dizer.
— Tá gostando da vista, é? — perguntei, tentando soar brincalhona, mas minha voz saiu rouca.
Tiago riu baixo, olhou de lado pro Iago que continuava parado, agora sem disfarçar que estava ouvindo tudo, e respondeu:
— Gostando muito. E pelo visto… não sou o único.

Ele deu uma cotovelada leve no ombro do amigo, daquele jeito de irmão que zoa sem maldade. Só que dessa vez tinha um tom diferente. Cumplicidade. Teste. Na minha cabeça, imagens começaram a se formar — coisas que eu nunca tinha me permitido imaginar de verdade. Eu de quatro, com Tiago me comendo por trás enquanto eu chupava o Iago. Ou os dois me pegando ao mesmo tempo, um na boca, outro dentro de mim. Ou eu cavalgando um enquanto o outro me beijava, me apertava, me chamava de safada. Meu corpo inteiro pulsava com a ideia.

O sol já estava baixo quando eles desceram do telhado, Iago estava a poucos metros, recolhendo as últimas ferramentas, sem dizer nada, mas com aquele olhar fixo que não disfarçava mais.
Tiago deu um tapa leve na minha bunda por cima do biquíni e falou alto, pro amigo ouvir:
— Véio, vai lá tomar um banho no quartinho dos fundos antes de ir embora. Tem toalha limpa no armário, chuveiro quente. Relaxa, fica à vontade.

Iago só acenou com a cabeça, pegou a mochila e seguiu pro quartinho que ficava do lado da garagem. Eu fiquei olhando ele ir, o andar pesado, a calça cinza ainda marcando tudo. Tiago me deu um beijo na boca, demorado, língua invadindo, mão apertando meu peito por cima do top.
— Vou guardar essas ferramentas ali no quartinho e já volto pra te pegar — disse Tiago e foi atras do amigo. — Não sai daí não, hein, safada.

Eu esperei uns dois minutos. Meu corpo inteiro estava pegando fogo. A calcinha do biquíni já estava encharcada, não de água da piscina, melada de porra de imaginar sendo desejada. Levantei devagar, e fui atrás deles, descalça, o short jeans curtinho que eu tinha tirado mais cedo ainda jogado na espreguiçadeira. Abri a porta do quartinho sem bater. E dei de cara com a cena.

Iago estava de costas pra mim, completamente pelado. A toalha ainda pendurada no gancho. O corpo dele era ainda mais impressionante sem roupa: costas largas, bunda firme, coxas grossas. E o pau… meu Deus. Mesmo semi-duro, pendurado pesado entre as pernas, a cabeça grossa e rosada já aparecendo fora da pele, veias marcadas, comprimento que fazia a gente duvidar da realidade. Ele virou o rosto quando ouviu a porta, sem nenhuma pressa de se cobrir.
— Tammy… — ele disse assustado.
Tiago estava do outro lado do quartinho, abaixado guardando uma caixa de ferramentas. Quando me viu, ele parou. Sorriu devagar, daquele jeito que eu conhecia bem: ele sabia exatamente o que estava acontecendo.
— Vem cá, amor — ele disse, se levantando. — Chegou na hora certa.
Ele se aproximou de mim, me virou de frente pra Iago e me empurrou de leve pelos ombros pra baixo.
— De joelho, Tammy. Mostra pro meu irmão o que você sabe fazer.

Eu obedeci sem pensar. Caí de joelhos no piso frio. Iago deu um passo pra frente. O pau dele já estava mais duro agora, subindo devagar, apontando pra mim. Cheirava a suor, a homem, a tesão acumulado. Envolvi a base com a mão — mal conseguia fechar os dedos em volta — e levei a boca até a cabeça.

Chupei devagar no começo, lambendo a cabeça, sentindo o gosto salgado. Depois engoli mais, sentindo ele crescer na minha boca, pulsando na língua. Iago gemeu baixo, guiando sem forçar. Tiago se aproximou por trás de mim, já abrindo a calça.
— Isso, amor… chupa ele gostoso. Mostra como você é boazinha.

Tirei a boca de Iago só o suficiente pra olhar pra Tiago. Ele já estava com o pau duro também, se masturbando devagar enquanto assistia.
— Agora vem aqui — ele mandou.

Troquei. Engoli o pau do meu noivo enquanto Iago se punhetava vendo tudo. Tiago era mais familiar, mas naquele momento parecia tudo novo. Chupei ele com vontade, babando, olhando nos olhos dele. Depois de alguns minutos assim, Tiago me puxou pelos cabelos com carinho.
— Deita na bancada, de barriga pra cima.

Obedeci. A bancada era alta, perfeita. Tiago abriu minhas pernas, puxou a calcinha do biquíni pro lado e Iago se posicionou entre minhas coxas. Sem preliminares. Ele esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta encharcada e empurrou devagar. Entrei gemendo alto quando senti ele abrir caminho, centímetro por centímetro, me preenchendo de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Enquanto Iago metia fundo, segurando minhas coxas abertas, Tiago veio pra minha cabeça, ajoelhado na bancada. Colocou o pau na minha boca de novo. Eu chupei ele com desespero, gemendo em volta do pau enquanto era fodida forte lá embaixo. O som molhado, os gemidos dos dois, minha respiração ofegante — tudo se misturava.

Depois de um tempo, trocaram de lugar. Agora era Tiago me comendo, metendo com força, batendo no fundo, enquanto eu chupava Iago de novo. O pau dele batia no fundo da minha garganta, eu babava toda, com os olhos de tanto tesão.
— Quer os dois ao mesmo tempo, amor? — Tiago perguntou, voz rouca, ainda metendo.

Eu só consegui assentir, gemendo. Eles me viraram de lado na bancada. Tiago deitou de costas, me puxou pra cima dele. Entrei no colo dele, sentindo o pau deslizar na buceta de novo. Iago veio por trás, cuspiu na mão, passou no meu cu, esfregou a cabeça grossa ali.
— Relaxa, Tammy… respira — ele disse calmamente.

Eu senti a pressão, a cabeça abrindo caminho devagar no meu cu. Doeu um pouco no começo, mas o tesão era maior. Quando ele entrou inteiro, os dois me preenchendo e comendo ao mesmo tempo, eu soltei um grito abafado. Era demais. Cheio demais. Gostoso demais. Eles começaram a se mexer. Primeiro devagar, depois mais rápido. Ritmo alternado, um entrava enquanto o outro saía. Eu sentia os dois pulsando dentro de mim, roçando um no outro através da parede fina do meu cu e da minha buceta. Meus gemidos viraram gritos. Meu corpo tremia inteiro.
— Porra, Tammy… que bucetinha gostosa… — Iago gemeu.
— Goza pra gente, amor… goza nos dois paus — Tiago mandou, apertando meus mamilos.

Não aguentei. O orgasmo veio como uma onda violenta. Meu corpo inteiro convulsionou, minha buceta apertando o pau de Tiago e meu cu apertando o de Iago. Gritei alto e gozei forte, esguichando no chão, molhando tudo. Eles não pararam. Continuaram metendo mais forte, mais rápido. Até que senti os dois incharem dentro de mim.

Tiago gozou primeiro, gemendo meu nome, enchendo minha buceta de porra quente e jatos grossos pulsando fundo. Quase ao mesmo tempo Iago apertou minha cintura e gozou no meu cu, enchendo tudo, porra escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele ainda metia devagar, esvaziando até a última gota.
Ficamos os três ofegantes, suados, grudados. Eu entre eles, sentindo a porra dos dois escorrendo devagar pra fora de mim, quente, grossa.
Tiago me beijou na boca, devagar.
— Boa menina… nossa putinha perfeita — sussurrou.
Iago só passou a mão nas minhas costas, ainda dentro de mim, respirando pesado. Nenhum de nós falou mais nada por um tempo.
...
Registrei essa nossa brincadeira com fotos reais.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo

Foto 2 do Conto erotico: Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo

Foto 3 do Conto erotico: Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo

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Comentários


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mentevoadora Comentou em 04/02/2026

Caralho o pau ficou a mil aqui...que delícia... as fotos maravilhosas... tudo muito bom, votei com gosto. Parabéns!

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krioksafado Comentou em 04/02/2026

Que delicia de conto, vc é muito gostosa!!!!

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bruce- Comentou em 04/02/2026

Que delícia de DP. Queria eu estar ali. Vc é uma delícia. Votado




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Ficha do conto

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tammyinacio

Nome do conto:
Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo

Codigo do conto:
253889

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
04/02/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5