Tenho 35 anos, sou morena com cabelos tingidos de loiro, seios naturais, baixinha e muito ativa na academia.
Cresci com minha irmã postiça, Amanda. Desde pequena, minha mãe é madrinha dela e a trata como filha. Ela tinha 23 anos na época, baixinha igual eu, morena de cabelo, peitos grandes e caidos e recentemente teve uma filha com um cara tóxico, que a abandonou e foi morar em outra cidade. Somos da cidade de Sorocaba, SP.
Sempre fomos muito íntimas desde a adolescência: tomávamos banho juntas, dormíamos na mesma cama, mas nunca houve segundas intenções nem nada além disso.
Numa tarde de sexta-feira, meu namorado chegou em casa e Amanda estava lá com o bebê recém-nascido.
— Amor, cheguei! — disse meu namorado Tales.
— Entra, amor! A gente tá aqui na sala, a Amanda tá aqui com a bebê — respondi quando ele passou pelo corredor.
Ele ainda não conhecia Amanda. Seria a primeira vez que ia vê-la, porque ela quase nunca aparecia em casa. Dessa vez ela veio matar a saudade.
Tiago parou no meio do corredor, com os olhos arregalados por um segundo, antes de desviar o olhar rapidamente para o chão. Mas não rápido o suficiente. Eu vi. Vi exatamente como o olhar dele desceu direto pros peitos grandes e caídos da Amanda, ainda meio expostos com o mamilo escuro brilhando de umidade do leite que acabava de alimentar a bebê.
— Oi… amor — ele disse tentando se recompor. — Oi, Amanda, né? Prazer… finalmente te conhecer.
Amanda levantou o rosto, sorrindo sem nenhuma vergonha. Ela nem se apressou em cobrir os peitos. Com calma, ela ajeitou a blusa de amamentação, mas deixou o decote bem aberto com o tecido ainda úmido marcando os bicos endurecidos.
— Oi, Tales! — ela respondeu— Desculpa a cena… a pequena tava com fome danada. — Ela deu uma risadinha e balançou levemente o peito ao se mexer, como se não tivesse percebido o efeito que causava.
Eu senti um calor subir pelo meu pescoço. Não era ciúme… ou pelo menos não só ciúme. Era outra coisa. Uma mistura de tesão e curiosidade que eu não esperava sentir.
— Relaxa, amor — eu disse pra ele, me aproximando dele e dando um beijo rápido na boca. Mas minha mão já deslizou pela cintura dele, sentindo que ele estava tenso… e já meio duro só de olhar pra ela. — A Amanda é praticamente da família. A gente não tem vergonha uma da outra.
— Tá bom, então… relaxa mesmo, Tales. Eu sou praticamente irmã dela, né? — Ela piscou pra mim e depois olhou pro meu namorado com uma expressão que era ao mesmo tempo inocente e provocadora.
Eu senti aquele calor subindo mais forte. Meu coração batia acelerado, mas não de raiva. Era outra coisa. Uma curiosidade ardente, quase uma vontade de ver até onde isso podia ir.
— Amanda, você veio de longe, e a bebê acabou de mamar e dormir. Tá tarde pra você pegar uber, ainda mais com a pequena no colo. Que tal se ela dormir aqui hoje? – eu virei e perguntei pra Amanda.
Amanda ergueu uma sobrancelha, surpresa, mas logo abriu um sorriso largo.
— Sério? Não quero dar trabalho…
— Imagina, mana. Você sabe que aqui é sua casa também — eu respondi, já me levantando do sofá. — Vem, vou colocar a bebê no berço do quartinho de hóspedes. Ela tá apagada mesmo.
Peguei a pequena com todo cuidado do colo da Amanda. Coloquei ela no berço improvisado com travesseiros e cobertas, acendi a luz bem fraquinha e fechei a porta devagar.
— Pronto, ela tá dormindo que nem anjo — falei, me sentando do lado dela. — Agora você, mana. Vem comigo que eu te empresto um pijama meu.
— Tá bom, mas você sabe que eu não uso sutiã pra dormir, né? E seus pijamas são bem justinhos em mim…- Amanda riu baixinho.
— Relaxa — eu disse, sentindo um frio na barriga de antecipação. — Vai ficar perfeito.
Levei ela pro meu quarto. Tales ficou na sala, fingindo mexer no celular, mas eu sabia que ele estava prestando atenção em cada passo nosso. Abri o armário e peguei um pijama meu que eu sabia que ia ficar apertado nela: shortinho de algodão bem curto e uma regatinha fina de alcinha, branca, quase transparente. Entreguei pra ela.
Quando saímos do quarto, Tales estava sentado no sofá, as pernas abertas, claramente tentando esconder o pau duro que já marcava a calça. Ele ergueu os olhos e congelou ao ver Amanda daquele jeito: os seios enormes quase saltando da regatinha, o tecido úmido grudado, os mamilos escuros visíveis, o shortinho subindo entre as coxas.
— Ahm… eu… vou tomar um banho rápido, tá? Tô suado do trabalho — ele disse, a voz um pouco mais grossa do que o normal, evitando olhar diretamente pra Amanda.
— Vai sim, amor, toma um banho gostoso pra relaxar — eu respondi, com um sorrisinho malicioso que ele não viu porque já estava de costas, caminhando apressado pro banheiro.
Amanda, que tinha ido pra cozinha pegar um copo d'água, ouviu tudo e soltou uma risadinha abafada. Tales entrou no banheiro, trancou a porta e abriu o chuveiro pra disfarçar o barulho. Só que, na pressa, esqueceu completamente de pegar a toalha. A toalha dele estava dobrada em cima do sofá, onde ele tinha deixado quando chegou. Uns dois minutos depois, a gente ouviu a voz dele vindo do banheiro, meio abafada pelo barulho da água:
— Amor! Esqueci a toalha… pode pegar pra mim?
Eu olhei que Amanda estava na cozinha ainda e sorri.
-Vem pegar rapidinho, a Amanda ta lá na cozinha...ela não vai te ver. – eu disse pra ele.
Ele hesitou por um segundo, olhou pros lados e saiu rapidinho, completamente nu. O pau dele, que já estava semi-duro quando entrou no banheiro, agora balançava pesado entre as pernas, os 22 cm bem visíveis, a cabeça rosada brilhando um pouco com o pré-gozo. Ele deu dois passos largos na sala, tentando ser discreto. Foi exatamente aí que Amanda apareceu na porta da cozinha, com o copo d’água na mão. Ela parou. Os olhos dela desceram devagar, sem nenhuma vergonha, e se fixaram no pau dele. Um sorriso lento e safado se abriu no rosto dela.
— Ai, meu Deus… — ela disse assustada. — Desculpa, Tales…
Tales congelou no meio da sala, a toalha ainda na minha mão, o corpo dele todo exposto. Ele tentou cobrir com as mãos, mas era impossível esconder aquilo tudo. Eu senti minha buceta pulsar forte só de ver a cena. Meu coração disparou. Não era ciúme. Era tesão puro. Uma curiosidade ardente de ver até onde isso ia, de ver meu namorado fodendo minha irmã postiça bem na minha frente.
— Relaxa, amor — eu disse, a voz rouca, me aproximando devagar e deixando a toalha cair no chão. — A Amanda já viu tudo agora… não tem mais como esconder.
Amanda largou o copo na mesinha de canto e caminhou até ele. Ela parou bem na frente dele, tão perto que os mamilos roçavam na barriga dele.
— Posso…? — ela perguntou, olhando primeiro pra mim, depois pra ele
Eu só assisti, sentando no sofá devagar, já abrindo as pernas e enfiando a mão dentro do short. Amanda se ajoelhou na frente dele. Sem pressa, segurou o pau grosso com as duas mãos, admirando como se fosse uma obra de arte. Ela olhou pra mim de novo, com um sorrisinho cúmplice, e começou a chupar devagar. A boca dela deslizou pela cabeça, depois desceu até onde conseguia, gemendo baixinho enquanto chupava. Tales soltou um gemido, jogando a cabeça pra trás.
Amanda tirou o pau da boca por um segundo, apertou os próprios peitos com força e deixou o leite jorrar. Dois jatos quentes e brancos caíram direto na cabeça do pau dele, escorrendo pelo comprimento todo. Ela esfregou o pau entre os seios, lambuzando tudo com o leite dela, o pau dele brilhando, escorregadio.
— Caralho… — Tales gemeu, segurando a cabeça dela.
Ela se levantou, virou de costas pra ele e abaixou o shortinho devagar, mostrando a buceta beiçuda já molhada. Se apoiou no encosto do sofá, bem do meu lado, empinando a bunda pra ele.
— Vem, Tales… me fode — ela pediu, olhando pra mim enquanto falava.
Ele não resistiu. Segurou a cintura dela com as duas mãos e enfiou tudo de uma vez. Amanda soltou um gritinho abafado, com os peitos balançando forte a cada socada. Eu abri mais as pernas, enfiei dois dedos na buceta e comecei a me masturbar rápido, olhando tudo. O pau dele entrando e saindo dela, o barulho molhado, os gemidos dela misturados com os dele. Minha buceta pulsava tanto que eu mal conseguia respirar.
Amanda virou o rosto pra mim, com os olhos de tesão.
— Tá gostando de ver, mana? — ela perguntou. — Tá gostando de ver o pau do seu namorado me arrombando?
— Porra… muito… — eu respondi, acelerando os movimentos dos dedos. — Fode ela gostoso, amor… mete tudo…
Tales metia cada vez mais forte batendo na bunda dela. Amanda apertava os próprios peitos, deixando mais leite pingar no sofá. Eu gozei primeiro. Meu corpo inteiro tremeu, a buceta apertando nos meus dedos, o gozo escorrendo pela coxa enquanto eu gemia alto, sem conseguir me controlar. Foi o suficiente pra levar os dois junto.
Tales puxou o pau pra fora no último segundo, segurando firme. Amanda virou rápido, se ajoelhando de novo. Ele gozou forte, jogando jatos grossos e quentes caindo direto nos peitos dela, misturando com o leite que ainda escorria. Ela esfregou a porra na pele, lambendo os dedos depois, olhando pra mim com um sorriso safado. Amanda olhou pra mim, ainda com o peito todo lambuzado.
— Mana… acho que a gente vai precisar de outro banho… — ela disse, rindo baixinho.
Eu sorri de volta, ainda tremendo do gozo.
...
Votem e comentem pessoal.
Segue as fotos da minha irmã postiça





Adorei os contos e fotos! Maravilhosa
Delicia de conto!
Que boas safadinhas..
Queria uma namorada como você e uma amiga assim tbm maravilhosa
Pqp que delícia esse conto, gozei gostoso. Votado
Muito bom gostei uma namorada assim vale ouro
Delícia, votado! Continue.
Hummmm que tesão delícia