O DESEJO PROIBIDO: MEU FILHO - PARTE 1

Segue o relato da minha seguidora com o nome mudado para Paula com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade. É uma historia proibida que decidi compartilhar com vocês.

Meu nome é Paula, tenho 40 anos. Fui casada com meu ex-marido Ronaldo, que tem 45 anos. Sou baixinha, tenho seios naturais que combinam perfeitamente com meu corpo, resultado da prática constante de academia. Morávamos juntos em Boituva-SP. Sempre fomos muito apaixonados um pelo outro, mas com o tempo, o trabalho e a rotina do dia a dia, tudo foi esfriando e virando pura obrigação.

Tenho dois filhos: Lucas, de 20 anos, e Luiza, de 15. Depois da separação, meus filhos foram morar na capital com o Ronaldo, e eu fiquei sozinha aqui em Boituva, num apartamento pequeno, mas confortável. A casa que era nossa virou só dele e das crianças, e eu precisei recomeçar praticamente do zero.

Numa quarta-feira, minha ex-cunhada Nadia me mandou uma mensagem me convidando para o seu aniversário em uma fazenda do seu marido.
- Paulinha, tudo bem? Você está mais que convidada para o meu aniversário no sábado aqui em Itu. Trata de vim. – disse ela
- Vou pensar Nadia, meus filhos vão estar por lá e faz tempo que não vejo por conta do seu irmão. Será que é uma boa ideia? – perguntei preocupada.
- Claro, pode vim....página virada Paula. O Ronaldo seguiu a vida dele e seus filhos estão bem grandinhos. – ela me confortou nas palavras. - Tem um quarto reservado só pra você. Fica tranquila.


Cheguei na fazenda por volta do meio-dia de sábado. Desci do carro com o short jeans curtíssimo que mal cobria a bunda, blusinha de alcinha fina que deixava os seios naturais bem delineados e chinelo de dedo pronta pra piscina. Nadia me viu logo na entrada do gramado e veio correndo, de biquíni fio dental preto minúsculo e saída de praia transparente.
— Paulinha!— gritou ela, me abraçando apertado. — Olha esse corpão, menina. Tá impossível de resistir, hein?
Eu ri, meio sem graça.
— Para com isso, Nadia. Tô me sentindo pelada aqui por conta do calor.
—Teu quarto tá reservado pra depois.

Ela me arrastou pela mão até as mesas compridas, minha ex-sogra, dona Carmem, estava na cabeceira.
— Paula, minha filha! Que saudade. Vem cá, senta aqui do meu lado. — Tá linda demais. Não deixa ninguém te apagar, ouviu?
— Tô tentando, vó.

Nadia me empurrou pra cadeira e foi pegar uma cerveja gelada pra mim.
Foi quando vi Lucas e Luiza na mesa das primas. Luiza de biquíni colorido, celular na mão, rindo alto com as meninas. Acenou rápido quando me viu.
— Oi, mãe!
— Oi, filha. Tá gostando?
— Tô sim! — E voltou pro celular.

Lucas, de sunga preta, corpo igualzinho ao do pai, segurava um prato cheio. Levantou os olhos, acenou curto.
— Oi, mãe.
— Oi, meu filho. Tudo bem?
— Tudo. — Olhou rápido pros meus peitos marcados na blusinha úmida de suor, desviou pro prato. Distante, mas educado.


A tarde seguiu preguiçosa na piscina da fazenda. O sol de Itu castigava forte, mas a água gelada e as caipirinhas de limão com vodka boa ajudavam a esquecer o calor — e outras coisas. A música sertaneja universitária tocava baixa nos alto-falantes, misturada com risadas. Eu me joguei numa espreguiçadeira tirei o short e fiquei só de calcinha de biquíni fio dental preta por baixo, igual à da Nadia. Os seios naturais pesavam livres contra o tecido fino, mamilos marcados pelo frio da bebida. Não era pra provocar ninguém — ou era? Eu mesma não sabia mais.

Lucas não saía da piscina. Nadava de um lado pro outro, saía, se secava devagar com a toalha, voltava. Toda vez que passava perto da minha espreguiçadeira, os olhos dele demoravam. Não era mais o olhar rápido de educação do almoço. Era fixo. Descia do meu rosto pros peitos, pras coxas abertas sem pudor, pra curva da virilha marcada pela calcinha minúscula. Ele bebia cerveja atrás de cerveja — já estava no quinto ou sexto copo — e o álcool soltava o que ele normalmente escondia.
— Tá com calor, mãe? — perguntou ele.
A marca do pau grosso do pai aparecia evidente, semi-duro, contornado pelo tecido molhado.
— Tô derretendo, filho. E você? — respondi, voz um pouco rouca da cachaça. Levantei os óculos escuros pra olhar direto nos olhos dele.
— Tô bem. — Ele passou a mão no peito, como se limpasse água que não existia, mas era só pra mostrar o corpo. Ombros largos, peitoral marcado, igualzinho ao pai aos 20 e poucos anos.
— Diferente como? — perguntei
— Mais... solta. — Ele engoliu seco. — Bonita pra caralho.
Ouvir meu filho falar “pra caralho” me deu um choque elétrico na espinha. Errado. Proibido. Mas a buceta pulsou debaixo da calcinha fina. Fazia anos que ninguém me olhava assim e nem falava. Nem o Ronaldo no final do casamento.

A noite caiu e a festa continuou animada, com churrasco, mais bebidas e risadas ecoando pelo gramado. Eu me sentia zonza das caipirinhas, o corpo relaxado na espreguiçadeira, mas a mente girando em círculos. O que diabos eu estava pensando? Lucas era meu filho, porra. Aqueles olhares dele, o jeito que o pau dele marcava na sunga molhada... era errado, proibido, um pecado que me deixava molhada só de lembrar. Eu apertava as coxas disfarçadamente, sentindo a calcinha fina grudada na buceta latejante, mas repetia pra mim mesma: "Para com isso, Paula. Ele é sangue do seu sangue. Isso é loucura."

Fui para meu quarto para tomar um banho. Lucas e Luiza iam dormir lá. Saí do banho enrolada na toalha e deitei na cama pensativa: Meu Deus, o que eu tava virando? Uma mãe pervertida? Sentei na cama, tentando me convencer que era só o álcool, a solidão pós-separação, o calor do dia. Mas o coração batia forte, e a buceta ainda pulsava, traidora. Foi quando bateram na porta. Abri uma fresta, e era a Luiza.
— Mãe, eu vou dormir com as primas lá no quarto delas. Tá tudo bem? — perguntou ela
— Claro, filha. Vai lá, diverte. Mas não fica no celular até tarde, hein? — respondi

Fechei a porta de novo, aliviada por ela não estar por perto. Voltei pra cama, vesti só uma camisola fina que eu tinha trazido, sem calcinha nem sutiã, porque o calor ainda apertava. Mais uma batida na porta, mais forte dessa vez. Abri, e era o Lucas. Caralho, ele tava destruído de álcool. Os olhos vermelhos, o corpo balançando, cheirando a cerveja e cloro da piscina. Ele se apoiava no batente, de short folgado e sem camisa.
— Mãe... eu... tô fudido, tudo girando — murmurou ele, voz embolada, quase caindo pra frente.
— Vem cá, filho. Entra — disse eu, puxando ele pelo braço.

Ele tropeçou até a cama e desabou de costas, gemendo baixo.
— Porra, mãe... bebi demais. Desculpa — disse ele, os olhos semicerrados me olhando de cima a baixo, demorando na camisola fina que marcava meus seios, os mamilos endurecendo traidores sob o tecido.
— Tudo bem, Lucas. Deita aí um pouco. Eu cuido de você — respondi. – Vou te levar pro banho pra você melhorar.

Ajudei Lucas a se levantar e levei ele até o banheiro pequeno do quarto.
— Tira a camisa... quer dizer, você já tá sem — falei, tentando soar normal, mas minha voz saiu tremida.
Ele riu baixo, embolado.
— Só vou ficar de sunga, mãe...
Minhas mãos tremiam quando segurei a cintura elástica da sunga preta. De repente ele puxou pra baixo, o pau dele balançou livre, semi-duro, pesado, apontando meio de lado. Maior do que eu lembrava, mais grosso, veias marcadas. Ele nem tentou esconder.

As mãos dele, moles de bêbado, começaram a vagar sem respeito . Primeiro na minha cintura, depois desceram pras coxas, apertando de leve por cima da camisola fina. Subiram mais, roçaram de lado nos meus peitos. Soltei um gemido baixo sem querer.
— Desculpa... — ele murmurou, mas não tirou a mão.
— Tá tudo bem, filho... só... se segura — menti, porque eu mesma não estava me segurando.

Ele virou de frente. O pau agora estava mais duro, apontando reto pra mim, balançando com a respiração dele. De repente, sem aviso, ele levou as mãos na sunga — que já estava na altura dos joelhos — e terminou de tirar, jogando pro canto do box.
— Você só viu quando eu era pequeno, né, mãe? — disse ele dando risada. — Olha como tá agora... olha o que cresceu.

Meu coração disparou. A buceta pulsou forte, latejante, molhada de um jeito. Era errado. Era doentio. Mas meu corpo não obedecia mais à razão.
— Lucas... pare com isso— minha voz saiu fraca.

Ele deu um passo pra frente, encostando o pau quente na minha barriga por cima da camisola.Não aguentei.Minha mão direita desceu devagar, envolveu a base grossa. Ele gemeu alto quando meus dedos se fecharam. Comecei a punhetar devagar, subindo e descendo, sentindo cada veia pulsar contra minha palma. O pau dele endureceu completamente na minha mão, a cabeça inchando mais, ficando roxa de tesão.
— Caralho, mãe... assim... porra...

Aumentei o ritmo. Os mamilos roçavam no peito dele a cada movimento.
— Você quer isso, né? — ele perguntou. — Sempre quis ver se eu cresci mesmo...

Não respondi. Só continuei batendo, mais rápido, mais forte. O pau babava pré-gozo, escorregadio na minha mão. Depois de alguns minutos, tirei ele do chuveiro. Peguei a toalha grande e sequei o corpo dele devagar, de propósito, passando a toalha no pau duro várias vezes, apertando de leve. Ele tremia inteiro.

Levei ele pra cama. Ele deitou com as pernas abertas com o pau apontando pro teto, latejando. Fui pra cima dele de quatro, tirei a camisola e deixando a buceta exposta, molhada, pingando. Sem dizer nada, abaixei a cabeça e engoli a cabeça grossa.
— Puta que pariu... mãe...

Chupei com vontade, como nunca chupei ninguém. Não era mais a Paula contida, a mãe certinha. Era uma puta faminta. Engolia até onde dava, a garganta abrindo pra receber mais, babando muito. A língua rodava na cabeça do pau dela, descia pelas veias, voltava pra sugar a cabeça. As mãos dele agarraram meu cabelo molhado, puxando com força.
— Isso... mama assim... caralho... engole tudo...

Eu gemia com o pau na boca, vibrando nele. A buceta escorria pelas coxas, pingando na cama. Ele começou a foder minha boca, segurando minha cabeça com as duas mãos, metendo fundo. Eu engasgava, mas não parava. Queria tudo.
— Vou gozar... mãe... vou gozar na tua boca...

Ele gemeu alto e segurou minha cabeça firme, enfiou até o fundo e gozou forte. Jatos quentes e grossos explodiram na minha garganta. Engoli o primeiro, o segundo, o terceiro... o resto escorreu pelos cantos da boca, pingando no queixo, nos seios. Ele tremia, gemia rouco, chamando meu nome entre os dentes.
Quando terminou, soltei devagar, lambendo a cabeça sensível, limpando cada gota. Ele caiu de costas, ofegante, o pau ainda semi-duro caindo pro lado.

Eu subi devagar, deitei do lado dele, com a buceta roçando na coxa dele. Nenhum de nós falou nada por longos minutos. Só a respiração pesada e cheiro de álcool no ar. Ele virou o rosto pra mim, olhos ainda vidrados.
— Isso... isso foi errado mãe.
Eu não respondi. Só fechei os olhos, sentindo o coração disparado e a buceta ainda latejando e ficando mais pensativa ainda.
...

Minhas fotos reais para vocês apreciarem...

Foto 1 do Conto erotico: O DESEJO PROIBIDO: MEU FILHO - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: O DESEJO PROIBIDO: MEU FILHO - PARTE 1

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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 24/02/2026

delicia de conto e fotos

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seuamantesp Comentou em 24/02/2026

Que conto maravilhoso que mulher deliciosa tesão da porra q me deu agora

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jbcuritiba Comentou em 24/02/2026

Nossa que delicia 😋 vc é gostosa

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fred75sp Comentou em 24/02/2026

Maravilha esses peitos. Fiquei imaginando sua boca quente e gulosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O DESEJO PROIBIDO: MEU FILHO - PARTE 1

Codigo do conto:
255466

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/02/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
5