SURUBA EM FAMÍLIA

Eu me chamo Marta, tenho 50 anos e meu corpo é cheio, gostoso: peitos grandes e pesados que balançam quando eu ando, bunda redonda e empinada, coxas grossas e macias que apertam com força.

Meu ex-marido, Roberto, de 55 anos, era completamente louco por mim. Tinha ciúmes pra caralho. Mas o desgraçado me trocou por uma pastora magra e falsa da igreja evangélica que a gente frequentava. Um dia ele simplesmente fez as malas e foi embora pra viver com ela. O escândalo foi enorme. Os olhares, as fofocas, as pregações hipócritas... Minha filha Ana, de 30 anos, e eu ficamos traumatizadas com aquilo tudo. Igreja virou sinônimo de traição e mentira pra nós. Nunca mais pisamos lá.

Eu ainda carregava todas aquelas regras duras na cabeça: nada de beber, nada de relações sexuais fora do casamento, nada de desejos carnais com quem fosse próximo. Era como se aquelas ideologias ainda me prendessem.

Foi aí que conheci Paulo. Ele tinha 54 anos, era dono de uma loja de materiais elétricos no bairro. Um homem forte, de mãos grossas e olhar direto. Na primeira vez que ele veio entregar um conserto em casa, seus olhos desceram sem vergonha pelo meu decote, parando nos meus peitos pesados. Aos poucos, Paulo foi se aproximando. Começou com visitas, depois jantares, depois ficou mais ousado.

Depois de alguns meses, Paulo praticamente já morava na nossa casa. Ele ajudava com as contas, consertava tudo, e foi se tornando uma espécie de padrastro para Ana. Minha filha não escondia o quanto odiava isso.
— Mãe, eu não gosto desse cara — reclamava ela. — Ele parece falso. Não quero ele dormindo aqui, agindo como se fosse da família.

Eu tentava acalmar Ana, mas no fundo eu já estava cada vez mais envolvida. Durante nove meses eu resisti. Paulo me beijava, apertava meus peitos e subia a mão pelas minhas coxas, mas eu ainda carregava as ideologias da igreja. Até que ele me convenceu a beber um pouco de vinho e finalmente quebrei. Naquela noite, no sofá, ele puxou minha blusa e agarrou meus peitos pesados, chupando os mamilos com força. Depois abriu minhas pernas grossas, lambeu minha buceta molhada até eu gozar na boca dele. Ele meteu fundo, fazendo meus peitos balançarem, e gozou dentro de mim enquanto eu tremia de prazer. Depois daquela noite, larguei de vez as regras da igreja e comecei a viver como mulher de verdade. Paulo me comia quase todos os dias.

Com o tempo, Ana se acostumou com ele. Viraram quase amigos. Ela entrou na faculdade tarde, aos 28 anos, e começou a namorar Tiago, um rapaz alto e forte de 26 anos.

Uma tarde cheguei mais cedo do trabalho. Quando abri a porta de casa, ouvi gemidos na sala. Espiei pela fresta da porta e o que vi me deixou chocada e absurdamente excitada.
Ana estava de joelhos, nua, chupando o pau grosso de Tiago com fome. Ela babava, descia a boca até o fundo, gemendo safada enquanto ele segurava seu cabelo.
— Isso, Ana… chupa gostoso. Quero gozar na tua boca — ele gemia.

Ver minha própria filha chupando pau daquele jeito acendeu um desejo incestuoso proibido em mim. Minha buceta ficou encharcada na hora.

Sem conseguir me segurar, encostei na parede, levantei a saia, enfiei a mão na calcinha e comecei a bater siririca bem ali, olhando tudo. Meus dedos giravam rápido no clitóris enquanto eu mordia o lábio.
Tiago gemeu alto, segurou a cabeça dela e encheu a boca de Ana de porra quente. Parte escorreu pelos lábios dela e pingou nos peitos.
Eu gozei no mesmo instante, tremendo inteira, mel escorrendo pelas minhas coxas grossas. Foi um orgasmo forte, sujo e culpado. Naquele momento eu soube que tinha despertado algo perigoso… e que eu queria mais.

Depois daquela tarde em que peguei Ana chupando o pau do Tiago, algo mudou dentro de mim. Eu não conseguia mais olhar pra minha filha do mesmo jeito. Toda vez que eu lembrava dela de joelhos, boca cheia de porra, minha buceta latejava.

Ana estava cada vez mais solta em casa. Começou a andar de shortinhos jeans bem curtos, que mal cobriam a bunda redonda, e tops finos sem sutiã, deixando os bicos dos peitos marcando. Pior: várias vezes saía do banho só com uma toalha enrolada no corpo, curta demais, quase mostrando a bunda, passando na frente do Paulo sem nenhuma vergonha.

Eu percebia tudo. Via o olhar faminto de Paulo percorrendo o corpo dela. Ele ficava visivelmente excitado, o volume na calça crescendo enquanto fingia estar distraído. Uma vez eu o flagrei ajustando o pau disfarçadamente quando Ana passou com a toalha quase caindo.

Aquilo me dava um ciúme doentio… mas ao mesmo tempo minha buceta ficava molhada. Eu me sentia uma puta pervertida por ficar excitada vendo meu marido tarado olhando pra minha própria filha.

Tiago também passava bastante tempo em casa. Às vezes ele tirava a camisa por causa do calor, andando pela sala. Eu fingia que não olhava, mas meus olhos desciam sozinhos pro volume dentro da bermuda dele. Ele nunca percebeu.

Num feriado prolongado, decidimos fazer um churrasco em casa. Só nós quatro: eu, Paulo, Ana e Tiago. O dia estava absurdamente quente. Colocamos a churrasqueira no quintal e começamos a beber desde cedo. Caipirinha de limão bem forte e cerveja gelada. Depois de algumas horas, todos já estavam bem soltos e vermelhos de álcool.

Ana estava especialmente provocante: shortinho jeans curto e um cropped branco fininho, sem sutiã. Os peitos dela balançavam a cada movimento. Paulo não tirava os olhos dela. Eu bebia e observava tudo, sentindo aquela mistura estranha de ciúme e tesão queimando entre as pernas.

Tiago também estava sem camisa, só de bermuda, o corpo suado brilhando enquanto virava as carnes na churrasqueira. Eu me pegava imaginando como seria aquele pau jovem e grosso que eu tinha visto enchendo a boca da minha filha. A caipirinha descia fácil. Quanto mais eu bebia, mais solta ficava minha língua e mais molhada minha buceta.
Bebi mais um gole grande da caipirinha e a língua soltou sem controle:
— Sabe, Paulo… outro dia eu cheguei mais cedo do trabalho e vi a Ana de joelhos na sala, completamente nua, chupando o pau do Tiago … Foi uma cena foda.

O silêncio caiu pesado sobre o quintal. Ana ficou vermelha até o pescoço. Tiago parou de virar as carnes. Paulo me olhou com os olhos arregalados, mas eu reparei claramente: o pau dele engrossou na hora dentro da bermuda, formando uma barra óbvia.
— Caralho, Marta… você viu mesmo? — perguntou Paulo.
Tiago deu um sorrisinho safado, claramente bêbado e excitado:
— Ninguém mandou a filha ser tão gostosa, né? Olha pra ela… difícil resistir a essa boca safada.

Eu ri, nervosa mas molhada pra caralho, e soltei sem filtro:
— Puxou a mãe, né? Eu também sou uma vadia quando quero.

O clima mudou de vez. Todo mundo estava alterado pelo álcool. Paulo se aproximou por trás de mim, apertou minha bunda grossa com força e falou baixo, mas alto o suficiente pra todos ouvirem e marcando territorio:
— Você é mais experiente, Marta. Sabe como agradar um homem direito. A Ana ainda tá aprendendo… mas pelo que você contou, aprende rápido.

Eu olhei direto pro Tiago. A bermuda dele estava estourando. Meu coração batia na garganta.
— É tudo isso mesmo, Tiago? — perguntei apontando pro volume com o queixo.

Ele não respondeu. Eu, tomada pelo tesão, fui até ele, baixei a bermuda e a cueca de uma vez e puxei aquele pau pra fora. Ana e Paulo ficaram paralisados.
— Mãe, que porra é essa?! — Ana gaguejou, chocada.
— Ninguém vai falar nada pra fora dessa casa. – eu disse fazendo silencio com os dedos
Fomos pra sala. Tiago e Paulo sentaram lado a lado no sofá. Eu me ajoelhei entre os dois como uma puta faminta, segurei o pau do Paulo com a mão esquerda e o do Tiago com a direita, e comecei a chupar os dois alternadamente. Lambia a cabeça, descia a boca fundo até engasgar, babava bastante, fazia barulho molhado enquanto olhava pra cima com cara de vadia.
— Vem, Ana… participa com a mãe — chamei.

Ana se aproximou. Primeiro chupamos o Tiago juntas. Eu lambia um lado da cabeça grossa, ela lambia o outro. Depois passamos pro Paulo. Ana engoliu o pau do padrasto até engasgar enquanto eu chupava e lambia as bolas pesadas dele, enfiando a língua atrás delas.

Eu não aguentei mais. Peguei o pau de Tiago, puxei meu shortinho pra baixo e esfreguei aquela cabeça quente e grossa na minha buceta encharcada, gemendo alto:
— Me come, Tiago… mete logo nessa buceta da sua sogra.

Ele me jogou no sofá, abriu minhas coxas grossas e meteu fundo de uma vez, me arrombando com socadas brutas. Meus peitos pesados balançavam forte. Do lado, Paulo puxou Ana, tirou o shortinho dela e enfiou o pau na bucetinha da enteada de quatro, enquanto ela gemia safada. Ana não aguentou muito tempo. Tremendo inteira, ela gozou rápido no pau do padrasto, apertando os olhos e gemendo:
— Ai, porra… tô gozando… tô gozando no pau do Paulo!

Eu me posicionei de quatro no chão da sala. Tiago veio por trás e meteu fundo na minha buceta encharcada. Paulo cuspiu no meu cu e enfiou devagar, me preenchendo nos dois buracos ao mesmo tempo — buceta e cu sendo arrombados juntos. A sensação de ter os dois paus roçando lá dentro era insana. Enquanto isso, puxei as pernas da Ana e enfiei o rosto na buceta dela, fazendo ela esfregar a buceta dela na minha cara enquanto eu era duplamente comida.
— Isso, filha… da essa buceta pra mãe enquanto eu levo rola dos dois… — gemi.

Ana sentou na minha cara, esfregando a bucetinha molhada na minha boca enquanto eu chupava ela com fome.
— Chupa a buceta da tua filha, sua puta… — Paulo rosnava enquanto me arrombava.

O prazer foi insano. Gozei forte, apertando os dois paus dentro de mim, o corpo tremendo inteiro, mel escorrendo em jatos pelas minhas coxas grossas. Tiago não aguentou e gozou logo depois, enchendo minha buceta de porra quente e grossa.

Paulo tirou o pau do meu cu, puxou Ana pela cabelo e meteu na boca dela. Segurou a cabeça da enteada com força e gozou fundo, enchendo a garganta dela enquanto Ana engolia tudo, parte escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos peitos. Ficamos os quatro ofegantes, suados, sujos de porra. O segredo de família tinha acabado de começar.
...
FOTOS DA NOSSA FESTINHA PARTICULAR EM FAMILIA

Foto 1 do Conto erotico: SURUBA EM FAMÍLIA

Foto 2 do Conto erotico: SURUBA EM FAMÍLIA

Foto 3 do Conto erotico: SURUBA EM FAMÍLIA

Foto 4 do Conto erotico: SURUBA EM FAMÍLIA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
SURUBA EM FAMÍLIA

Codigo do conto:
262935

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/05/2026

Quant.de Votos:
6

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