Minha família sempre foi muito unida. Na minha adolescência, entre os 15 e 16 anos, ficávamos sempre na casa da vó Maria. Era lá que todos os primos se reuniam. A gente se divertia muito: tomava banho de torneira no quintal, fazia guerra de bexiga, brincava o dia inteiro.
Meu primo Miguel, um ano mais velho que eu, sempre foi o mais nerd da familia, daqueles que ficava jogando videogame, mas também era bem safado. Às vezes ele espiava eu e as primas tomando banho na janela do banheiro. Outras vezes, quando a gente estava correndo e brincando, ele passava a mão na minha bunda.
A gente ficava brava na hora, xingava ele de pervertido, dava tapa no braço… mas passava rápido. No fundo, eu sentia um frio estranho na barriga quando ele fazia aquilo.
Os anos passaram rápido. Cada um seguiu sua vida. Eu me casei cedo com meu primeiro marido e me mudei para outra cidade, longe de tudo que eu conhecia. Só via meus primos pelas redes sociais. Instagram, stories e os grupos de família no WhatsApp. De vez em quando surgia uma foto do Miguel. Na faculdade ele tinha engordado, ficou com uma barriguinha gordinha e logo casou com uma menina da faculdade e teve 1 filho. Depois ele sumiu das redes. Parou de postar, saiu dos grupos.
Até que, há poucos meses, eu e Robert decidimos voltar para a cidade da minha família. Ele conseguiu uma transferência boa no trabalho e eu precisava recomeçar por aqui. Nossa filha estava animada com a ideia de ficar perto dos avós e primos. Eu, no fundo, sentia um misto de nostalgia e saudades da família.
Meu notebook começou a dar problema sério. Estava lento e eu precisava formatar tudo antes de começar a trabalhar novamente. Coloquei no grupo da família no WhatsApp:
“Gente, alguém de confiança pra formatar meu notebook? Não quero levar em qualquer lugar e perder tudo.”
A resposta veio rápido. Foi a Patricia, a irmã mais nova do Miguel, que respondeu:
“Lu, meu irmão abriu uma loja de informática aqui no centro! Ele é o melhor, super sério e caprichoso. Pode mandar mensagem pra ele que eu garanto.”
Meu coração deu um salto. Miguel. Fazia mais de quinze anos que eu não via ele pessoalmente. Mandei mensagem no privado mesmo assim. Ele respondeu em menos de dez minutos, educado, direto, sem nenhuma gracinha:
“Oi Lucia, tudo bem? Patricia me contou. Pode trazer sim. Estou na loja das 9h às 18h.
Cheguei na loja no dia seguinte à tarde. Quando entrei, quase não reconheci o homem atrás do balcão. Miguel tinha mudado muito. O nerd de barriguinha tinha virado um homem grande, forte, barba bem aparada e um olhar sério que transmitia maturidade. Estava com uma camisa preta justa que marcava o peito e os braços de academia. Casado, pai, dono do próprio negócio. Nada do safadinho que espiava banho ou passava a mão na bunda das primas.
— Lucia? — ele disse, com um sorriso calmo e profissional, estendendo a mão. — Quanto tempo... Pode deixar aqui no balcão.
Apertei sua mão e senti um calor subir pelo braço. Ele me atendeu muito bem, explicou tudo com paciência. Nenhum duplo sentido, nenhuma piadinha. Só um homem responsável. Mas eu... eu não conseguia parar de olhar para ele. Para aqueles braços, para o jeito como a calça jeans marcava, para o cheiro leve de homem e perfume que vinha dele quando se inclinava para pegar o notebook.
— Vai ficar pronto hoje no final da tarde prima. Pode vir buscar ou, se preferir, eu levo pra minha casa e você vai buscar lá. A Ana ou eu vai estar por lá— ele disse animado.
— Obrigada, Miguel. De verdade. Talvez eu busco com vocês a noite. Eu peço pro Robert me levar lá. – eu disse agradecida.
Quando saí da loja, minha calcinha estava melada sem eu notar. Eu me sentia uma pervertida. Ele era meu primo. Casado. Eu era casada. Mãe. Mas o frio na barriga que eu sentia aos 15 anos tinha voltado, só que agora era muito mais forte, mais molhado, mais sujo.
No final da tarde, enquanto eu ainda estava suada da zumba, meu celular vibrou. Era mensagem do Miguel:
“Lucia, terminei tudo aqui prima. Formatei, fiz backup completo e já trouxe o notebook pra casa. Pode vir buscar quando quiser. Ana saiu com o pequeno, mas eu tô aqui.”
Meu coração acelerou. Respondi rápido:
“Acabei de sair da zumba. Vou com o Robert agora, ele me espera no carro. Chego em uns 15 minutos.”
Robert estava no celular, distraído como sempre. Falei que o Miguel tinha levado o notebook pra casa e ele só deu de ombros, ligou o carro e me deixou na portaria do prédio. Toquei o interfone. Demorou quase um minuto pra Miguel atender. Quando atendeu, disse:
— Subi, Lucia. É o 503.
Quando entrei no apartamento, Miguel apareceu no meio da sala, só com uma toalha branca enrolada na cintura e o piso molhado.
— Desculpa a demora prima — disse ele. — Tava no banho quando você chegou. A Ana saiu com o menino pra casa da mãe dela e eu perdi a noção do tempo. Pode ficar à vontade. Senta aí no sofá que eu vou me trocar rapidinho e te mostro onde deixei os backups.
Eu senti um calor subir pelo corpo inteiro. A toalha mal segurava nele. Engoli em seco e, antes que o bom senso falasse mais alto, minha boca soltou:
— Pode vir assim mesmo, Miguel. Não precisa se trocar agora. Não quero atrapalhar. O Robert tá me esperando lá embaixo no carro, não vou demorar. Só me mostra onde estão os arquivos que eu já vou.
Miguel olhou para mim com aquele sorrisinho safado que eu lembrava da adolescência, mas agora misturado com fome de homem maduro. Eu estava parada ali na sala, ainda com a roupa de zumba: legging preta colada que marcava minha bunda empinada e um top esportivo justo, daqueles que mal seguravam meus peitos grandes e pesados, os mamilos já duros roçando no tecido.
— Tem certeza, prima? — ele repetiu. — Tô só de toalha aqui... e você veio buscar o notebook, né?
Ele sentou no sofá, abriu o notebook no colo e começou a clicar nas pastas, explicando os backups com calma. A toalha branca subiu um pouco revelando as coxas. Eu sentei bem do lado, coxa colada na dele, e não aguentei.
— Miguel... você tá tão diferente... tão homem agora — murmurei— Lembra quando você passava a mão na minha bunda lá na casa da vó? Eu fingia que odiava... mas me deixava louca.
Ele respirou fundo, com o pau já começando a inchar por baixo da toalha, marcando um volume torto, curvado pro lado, grosso e latejando.
— Porra, Lucia... você tá casada, mãe de família... e eu sou seu primo — ele disse, mas a voz já estava rouca de tesão.
Puxei a toalha pro lado. O pau pulou livre, latejando, torto pro lado, bem grosso na base. Eu segurei ele com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo as veias pulsarem.
— Olha esse pauzão torto do meu primo... bem mais grosso que o do Robert. Tá latejando pra mim...
Baixei a cabeça e chupei com fome. Lambi toda a curvatura, rodeando a cabeça grossa com a língua, sentindo a cabeça quente. Enfiei fundo na garganta, engasgando. Chupava igual uma vadia, fazendo barulho molhado enquanto ele gemia.
— Caralho, prima... mama esse pau de primo. O corno do Robert tá lá embaixo no carro esperando como um otário...
Peguei o celular, liguei pro Robert enquanto mantinha o pau do Miguel na boca, chupando devagarinho.
— Oi amor... tô aqui na casa do Miguel conversando com a Ana sobre umas coisas da família... — falei com o pau roçando na minha língua. — Vai demorar uns 25 minutinhos. Pode esperar no carro? Beijo, te amo.
Desliguei e enfiei o pau mais fundo, olhando nos olhos dele enquanto babava. Miguel me puxou, tirou meu top com força, meus peitos grandes pularam pra fora. Me virou no 69 no sofá, ele deitado e eu por cima. Tirou minha legging e calcinha, expondo minha buceta molhada, e enfiou a cara inteira. Chupava minha buceta com vontade, sugando o clitóris e os lábios inchados, enfiando a língua fundo enquanto lambia meu cuzinho apertado com a ponta da língua, circulando e forçando pra dentro.
— Que buceta molhada da prima... tá pingando pro primo foder. E esse cu gostoso... — ele gemia, lambendo meu cu com lambidas longas e sujas.
Eu gemia no pau dele, rebolando na cara. Não aguentei. Gozei forte, tremendo inteira, e squirtou na boca dele — um jato quente e claro que encheu a língua e escorreu pela barba dele.
— Aaaahhh Miguel! Tô gozando! Bebe tudo, vai!
Ele engoliu, lambendo tudo, e me virou de frente. Abriu minhas pernas bem abertas, segurou meus tornozelos e enfiou o pau na buceta de uma vez, metendo fundo até o fundo.
— Toma nessa buceta prima, sua vadia incestuosa. Olha como essa bucetona tá apertada... tá sugando meu pau.
Ele metia forte, socando fundo e meus peitos balançando. O som molhado de buceta encharcada ecoava na sala. Depois me colocou de quatro no sofá, cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos enquanto continuava metendo na buceta.
— Quer no cu agora, né sua putinha? Quer que o primo arromba esse cuzinho?
— Quero... enfia tudo no meu cu, Miguel. Me fode como uma cadela!
Ele tirou da buceta, posicionou a cabeça grossa no meu cu e forçou devagar. O cu foi abrindo, queimando gostoso, até ele enfiar tudo. Começou a meter cada vez mais rápido, batendo as bolas na minha buceta encharcada. Enfiava dois dedos do meio dentro da minha buceta. Eu gemia de prazer, empinando mais a bunda. Gozei de novo, squirtando forte na perna dele, molhando o sofá inteiro.
— Tô gozando prima! Não aguento mais! – ele gemia de tesão
Miguel gemeu forte, segurou minha cintura com força e gozou fundo dentro do meu cu — senti alguns jatos quentes e grossos preenchendo meu cu, transbordando quando ele tirou o pau devagar, deixando meu cu arrombado piscando com porra escorrendo. Ficamos sem palavras, suados. Ele deu um tapa forte na minha bunda.
— Isso é nosso segredo, prima. Sempre que quiser mais dessa rola do primo, é só chamar. Seu corno nunca vai saber que eu enchi esse cu de porra hoje.
Eu sorri, sentindo a porra dele vazando pelo cu enquanto vestia a roupa molhada.
— Pode deixar... vou voltar logo. Agora eu tenho vários “problemas no notebook” pra resolver.
Tiramos varias fotos nesse dia proibido que deixei guardado em meu notebook em 7 chaves. Toda vez que eu vejo essas fotos, eu bato siririca e gozo como se fosse no dia.
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