Me chamo Maria Eduarda, tenho 38 anos e sou casada há 5 anos com Plinio de 42 anos. Temos um filho lindo de 6 aninhos. Naquele final de semana fomos passar uns dias num hotel-fazenda em Brotas, no interior de São Paulo. Minha sogra veio junto. Desde o momento em que colocamos os pés no lugar, o Plínio virou outro. Ficou agarrado nela o tempo inteiro, rindo das piadas dela, carregando a bolsa dela, perguntando se ela estava confortável, se queria água, se queria sombra, se queria mais café. Era um puxa-saco insuportável. Parecia que eu nem existia.
Minha sogra, por sua vez, não largava do pé dele. Segurava no braço dele, puxava ele pra conversar, pedia pra ele tirar foto dela em todo canto, reclamava do sol, do vento… e ele atendia tudo com um sorriso. Eu já estava de saco cheio antes mesmo do almoço. Depois do almoço, enquanto os dois ficavam na piscina conversando sem parar, eu decidi levar meu filho para a recreação do hotel-fazenda. Tinha uma área coberta com brinquedos, piscina rasa e monitoras. Assim que chegamos, uma mulher ruiva se aproximou sorrindo.
— Oi! Eu sou a Beatriz, mas as crianças me chamam de Tia Bia. Pode deixar ele comigo, tá tudo supervisionado.
— Pode ficar tranquila Beatriz. O João é bonzinho e não vai dar trabalho. Qualquer coisa me chama, tá? – eu disse aliviada.
Ela tinha uns 30 anos, cabelo ruivo preso, pele clara. Usava a camiseta do hotel um pouco justa e um short jeans. Era animada, voz doce, e o jeito carinhoso com as crianças era natural. Depois que deixei meu filho com Tia Bia, eu voltei pra piscina com minha sogra e meu marido.
Sentei do lado deles, mas me senti sobrando. Minha sogra continuou falando, segurando o braço do Plínio de vez em quando, e ele não se afastava. Em determinado momento ela pediu pra ele ir buscar um monte de coisa, e ele saiu correndo como um cachorrinho. Ela não deixava ele em paz. Eu fiquei ali, olhando a paisagem, sentindo um misto de irritação e solidão.
Mais tarde, quando fui buscar meu filho na recreação, a Tia Bia estava sentada no chão com as crianças, rindo alto.
Naquela noite, depois que meu filho dormiu e a sogra finalmente foi pro quarto dela, o Plínio veio me procurar. Mas eu já estava de costas, de olhos fechados, fingindo dormir. Não tinha o menor desejo de recompensar o meu marido pelo que ele estava fazendo comigo e nem desculpas ele deu.
No outro dia o resort estava bem mais calmo. Poucas famílias, o sol forte e a área de recreação quase vazia. Levei o João de manhã cedo e a Tia Bia me recebeu com aquele mesmo sorriso aberto.
— Pode deixar ele comigo, Maria Eduarda. Hoje tá bem tranquilo, a gente vai ficar mais na sombra.
Entreguei meu filho e fiquei ali um pouco, conversando. Como não tinha quase nenhuma criança, ela não precisou se afastar. Ficamos do lado de fora da grade, conversando à toa. O sol batia de lado e eu notei, pela primeira vez, que ela estava sem sutiã. A camiseta do hotel, fina e um pouco justa, marcava os seios firmes e notei que ambos tinham piercing. Meu olhar demorou um segundo a mais do que deveria. Quando levantei a cabeça, ela estava me olhando também, sem nenhum constrangimento. Perguntei de onde ela era e ela respondeu:
- Vim trabalhar aqui faz dois meses. Sou do Nordeste. Ainda não achei apartamento na cidade, então tô morando num dos quartos de funcionário lá nos fundos. É simples, mas tem ar-condicionado e fica perto da área da recreação. Enquanto não me acomodo, resolve.
A voz dela era calma, quase íntima. Continuamos conversando. Ela perguntou sobre São Paulo, sobre o trabalho, sobre quantos dias a gente ia ficar.
— E você? — Beatriz perguntou. — Tá curtindo o final de semana? Vi que sua sogra não sai de perto do seu marido hahahaha.
— É… ele é bem puxa-saco dela. Às vezes parece que eu vim só pra fazer companhia. – respondi rindo mas sem-graça
— Depois do expediente eu costumo tomar umas no meu quarto. É contra a política do resort, mas muita gente do staff faz esse happy hour depois do expediente, a chefona ta viajando rsrsrs então hoje ta mais tranquilo. Se você quiser… passa lá. É o último bloco dos fundos. Talvez o nosso chefe de segurança Maicon e as meninas da limpeza vão lá também. Eu não respondi na hora. Só acenei agradecendo, me despedi e voltei andando devagar em direção à piscina.
Naquela noite minha sogra e o Plínio decidiram ir até a cidade passear. Levaram o João junto. Me convidaram, mas eu recusei na hora. Não tinha o menor interesse em ficar passando nervoso com minha sogra e o meu marido puxando o saco dela mais uma vez. Preferi ficar no hotel.
Assim que eles saíram, decidi ir me distrair com o convite de Beatriz e tomei um banho rápido. Beatriz abriu. Estava diferente. Cabelo ruivo solto caindo pelos ombros, um vestido preto simples e justo que marcava o corpo.
— Você veio Maria — ela disse animada. — Entra, fica a vontade.
O quarto era pequeno, mas organizado. Tinha uma cama de casal, um sofá, uma mesa baixa e um frigobar. Lá dentro já estavam o Maicon e duas meninas da limpeza. As duas eram jovens, simpáticas, rindo alto de alguma conversa. O Maicon tinha uns 45 anos, corpo forte, braços grossos, peito largo marcando a camiseta preta. Olhar tranquilo, de quem mandava no lugar...era chefe da segurança.
Beatriz me apresentou rápido. As meninas da limpeza foram um amor, me receberam bem, ofereceram cerveja. Passamos um tempinho conversando, bebendo Heineken gelada, rindo de histórias do hotel. Depois de umas duas horas elas se despediram, ainda rindo, e foram embora. Ficamos só eu, a Beatriz e o Maicon. Beatriz puxou um baralho da gaveta.
— Vamos jogar uma tranca? Ou o que vocês quiserem…
Sentamos os três na mesa baixa. As cervejas foram descendo. Beatriz estava bem alegre, o rosto corado, rindo fácil. Em determinada hora, enquanto embaralhava as cartas, ela soltou sem pensar muito:
— O Maicon aqui é meu pau amigo… mesmo sendo casado.
O Maicon virou o rosto pra ela, a expressão fechada.
— Beatriz, porra…
Ela deu de ombros, ainda rindo, e bebeu mais um gole.
— Que foi? A MariaEduarda não é daqui. Não vai contar pra ninguém.
Ele ficou bravo por um instante, mas depois soltou o ar e voltou a ficar calmo. Pegou a cerveja, tomou um gole longo e olhou pra mim pela primeira vez com mais atenção.
— Ela fala demais quando bebe — murmurou, quase se desculpando.
Beatriz se levantou de repente, ainda rindo, e foi direto pro colo do Maicon. Sentou de frente pra ele e começou a beijá-lo sem nenhuma vergonha. O vestido preto subiu quase até a cintura. Eu fiquei parada,, sentindo um misto de choque e tesão.
— Eu… acho melhor eu ir — falei, já me levantando.
Os dois pararam. Beatriz virou o rosto pra mim e segurou meu pulso.
— Fica, Maria Eduarda. Por favor.
O Maicon também olhou pra mim e disse calmamente:
— Fica. Ninguém aqui vai contar nada.
Beatriz não esperou minha resposta. Ainda sentada no colo dele, meteu a mão dentro da calça do Maicon, puxou o pau pra fora e segurou com as duas mãos, apontando na minha direção. Era grosso, pesado, com as veias marcadas.
— Olha só… — ela murmurou, acariciando o pau dele devagar. — Quer provar?
Eu deveria ter saído. Em vez disso, meu tesão foi maior e ajoelhei na frente dos dois. Beatriz segurou o pau pela base e aproximou da minha boca. Eu abri os lábios e chupei a cabeça primeiro, sentindo o pau dele pulsar. Ela logo juntou a boca à minha. As duas línguas se encontravam em volta do pau grosso do Maicon, lambendo, chupando, dividindo. Ele gemeu baixo, com a mão grande no meu cabelo e a outra no cabelo ruivo dela.
— Isso… hoje vocês vão ser minhas duas putinhas — ele falou. — Chupa direito.
Beatriz se afastou um pouco, puxou o vestido pela cabeça e ficou pelada. Os seios firmes com os dois piercings brilhando, a buceta um pouco peluda, lábios carnudos e já molhados. Ela se deitou de costas na cama, abriu as pernas e me puxou pela mão.
— Vem… chupa eu também.
Era a primeira vez que eu ia chupar uma buceta. Aproximei o rosto. Passei a língua devagar pelos lábios carnudos, abrindo, lambendo o clitóris inchado. Beatriz gemeu alto, com a mão nos meus cabelos.
— Assim… mais forte… caralho, Maria…
Enquanto eu chupava a buceta dela, o Maicon se posicionou atrás de mim, ergueu meu vestido, tirou a minha calcinha e enfiou a língua na minha xota. Eu gemia contra a buceta da Beatriz. Depois Beatriz me puxou pra cima, virou e começou a me chupar também. A língua dela era rápida, faminta, chupando meu clitóris enquanto os dedos entravam em mim. Ela chupava melhor que qualquer homem me chupou na vida. Acabei gozando e espirrando mel quente na boca dela.
O Maicon se levantou, pegou as duas pela cintura e nos colocou de quatro na cama, uma do lado da outra. Enfiou o pau primeiro em mim, fundo, de uma vez. Eu gritei no travesseiro. Ele meteu com força algumas vezes, o pau grosso abrindo tudo, depois tirou e enfiou na Beatriz. Ela gemia alto, a cara virada pra mim, nos beijando enquanto ele a fodia. Ele alternava. Uma hora em mim, outra nela. As mãos grandes segurando as duas bundas, espalhando, dando tapas.
— Olha essas duas putas… a casada e a funcionária… as duas molhadas pro mesmo pau.
Ele voltou pra mim, metendo fundo, cada socada mais pesada. Senti o pau dele latejar lá dentro. De repente ele tirou, respirou fundo e encostou a cabeça grossa bem na borda do meu cu, esfregando devagar, molhando o buraquinho com a porra que já vazava.
— Caralho… não aguento mais — ele gemeu.
Ele não chegou a enfiar. O tesão ganhou. Ele só pressionou a cabeça ali, abriu um pouco a entrada com o polegar e gozou em jatos quentes e grossos, enchendo a borda do meu cu de porra. Senti o líquido escorrer pela minhas costas, na fenda, escorrendo pela bunda, pingando nas minhas coxas. Ele ainda esfregou o pau latejando ali, espalhando mais, gemendo baixo enquanto esvaziava tudo. Não parava de sair porra do pau dele. Beatriz, que estava ao meu lado, virou o rosto, viu a cena e soltou um risinho sujo, lambendo os beiços.
— Nossa… olha isso… quanta porra.
Ela se arrastou até mim, ainda de quatro e sem nenhum pudor, passou a língua devagar pela minha bunda, lambendo a porra quente que escorria. Chupou a borda do meu cu com vontade, sugando toda a porra grossa, metendo a língua no buraquinho do meu cu o suficiente pra limpar tudo. Depois subiu, lambendo a pele da minha bunda, chupando cada gota que tinha escorrido.
— Que porra gostosa… — ela disse com voz de tesão.
Maicon ficou de joelhos atrás de nós, ainda ofegante, observando a Beatriz me limpar com a boca. Eu tremia, com a sensação da língua dela e do gozo quente que ainda escorria. Beatriz ergueu o rosto, a boca suja de porra, e me beijou fundo, dividindo o gosto comigo e a porra comigo.
Me levantei, peguei minha calcinha e o vestido. Me vesti rápido. Maicon só acenou com a cabeça, ainda deitado. Beatriz me acompanhou até a porta e disse:
— Qualquer hora você volta… o quarto continua o mesmo.
Quando cheguei no meu quarto, o celular vibrou. Era a Beatriz. Ela mandou varias fotos da nossa brincadeira de horas atrás. Salvei as imagens numa nuvem que meu marido nem sonho e apaguei a conversa. Tomei um banho demorado, me deitei e fiquei olhando pro teto. Pouco depois ouvi a porta abrir: Plínio, a sogra e o João voltando da cidade. Fingi que estava dormindo. Ninguém desconfiou de nada. Na manhã seguinte a gente fez check-out. Beatriz estava na recreação, acenou de longe com aquele sorriso. Eu acenei de volta, entrei no carro e nunca mais voltei em Brotas.





Delicia de conto, parabéns, e vc e um tesão
Caralho...que tesão de conto, as fotos...delícia!!!