Minha avó Carmem, de 88 anos, já estava de cama há meses. Corpo frágil, mas estava bem comunicativa. Minha mãe e o resto da família não conseguiam cuidar dela no dia a dia por causa de trabalho, rotina, filhos… Ninguém tinha tempo real. Foi a própria vó Carmem, que pediu: “Quero uma enfermeira particular aqui em casa. Não quero ir pra casa de repouso. Quero ficar e morre aqui em casa.” Foi assim que chegou a Suzana, neta de uma grande amiga da vó na época.
Conhecemos ela no aniversário de 88 anos da vó no mesmo ano, num sábado à tarde. A casa cheia de parentes. Suzana estava de uniforme branco, mulata de cabelos loiros bem quieta, séria e profissional. Ela tinha 33 anos e as vezes dormia na cama do lado que a família colocou...ela era de casa como dizia minha mãe. Enquanto ajudava a vó a comer o bolo, nossos olhares se cruzaram mais de uma vez. Nada demais na hora. Só um cumprimento educado.
— Prazer, Aline. Sou a Suzana, vou ficar responsável pela Dona Carmem durante algum tempo.
Continuei observando Suzana enquanto a festa seguia. O uniforme branco, simples e justo, marcava o corpo dela de um jeito que não dava pra ignorar. Não usava sutiã. Os peitos firmes e generosos se desenhavam sob o tecido, e as aréolas escuras, bem pretas, apareciam claramente quando a luz batia de certo ângulo. O corpo dela era bonito de verdade: cintura marcada, quadris largos, pernas fortes. Nada exagerado, só natural e provocante naquela roupa de trabalho branca.
Percebi que não era só eu quem notava. Alguns homens da família olhavam de canto de olho, disfarçados, mas olhavam. Inclusive o Roger. Vi ele passar o olhar por ela mais de uma vez, demorando um segundo a mais nos seios marcados. Não foi descarado, mas eu conhecia o meu marido. Aquilo me irritou na hora. No caminho de volta pra casa, no carro, não aguentei.
— Você ficou olhando os peitos dela o tempo todo — falei, sem enrolação.
Roger negou no começo, tentou disfarçar, mas eu insisti. No final ele pediu desculpas, disse que não tinha sido por mal, que era só curiosidade, que eu era a única que importava.
Aceitei o pedido de desculpas, mas por dentro continuei brava. E algo mais. Aquela imagem ficou gravada na minha cabeça: o uniforme branco, os seios sem sutiã, as aréolas e bicos pretos, o jeito quieto e profissional dela. Me deixou desconfortável, irritada… e excitada de um jeito que eu não queria admitir.
Naquela mesma noite, depois do desconforto no carro, eu e o Roger estávamos em casa. O álcool do aniversario falou mais alto. Começamos a brincar, deitar no sofá, nos tocar sem pressa. Foi aí que a fantasia escapou pela minha boca sem eu conseguir segurar. Eu estava de pernas abertas, batendo siririca devagar enquanto ele me olhava. Falei baixinho, quase envergonhada:
— Imagina você comendo a Suzana… enquanto eu fico aqui batendo siririca vendo vocês. Ou você comendo nós duas ao mesmo tempo.
Roger ficou duro na hora. Os olhos dele brilharam. Ele segurou meu pulso e acelerou o ritmo da minha mão, falando baixo no meu ouvido como seria: a Suzana de quatro, eu por cima dela, ele entrando nas duas, trocando de buraco, a gente se beijando enquanto ele fodia. Eu gozei rápido, gemendo o nome dela sem querer. Ele gozou logo depois, gozando nos meus peitos, ainda falando da fantasia. Aquela noite ficou marcada. A imagem dela não saía da minha cabeça.
Um mês se passou. Numa tarde de sábado fomos visitar a vó. A casa ficava a poucos quarteirões da nossa. Chegamos e não tinha ninguém além da minha mãe que já estava de saída e da Vó Carmem. Suzana tinha avisado minha mãe por mensagem que ia atrasar um pouco. Ficamos lá, fazendo companhia e conversando com a vó. A vó acabou cochilando. Ela ainda não tinha aparecido.
Ela chegou quase uma hora depois. Fazia um calor do cão, ela estava de shortinho colado que mal cobria a bunda. Cabelo loiro preso num rabo bagunçado, corpo suado.
— Desculpa o atraso — falou. — Trânsito infernal. Vou tomar um banho rápido no quarto de hóspedes. A Dona Carmem já dormiu?
Confirmei. A vó roncava de leve. Suzana passou por nós e sumiu no corredor. Eu e o Roger ficamos na sala. O silêncio ficou pesado. Eu levantei e fui até a porta do quarto. Bati duas vezes.
— Suzana? Sou eu, Aline. A gente já vai saindo… posso entrar rapidinho?
Ouvi o chuveiro desligar.
— Pode.
Empurrei a porta. Ela tava de costas, nua, se enxugando. Quando virou, os peitos estavam duros. Ela travou.
— Aline…?
Eu olhei de cima a baixo sem disfarçar.
— Porra, Suzana… que corpo lindo o seu.
Ela deu um sorrisinho constrangido, segurando a toalha no peito, e olhou pra porta.
— Será que o Roger não fica com ciúmes de você me elogiar assim? Muito obrigada.
— Ciúmes? Não tem ciúmes nenhum. Só tesão de imaginar.
A toalha escorregou um pouco. O olhar dela já tinha mudado.
— Então… chama ele. Chama o seu marido. Quero que ele veja também.
Meu coração disparou. Saí rápido, e fui chamar ele. A gente voltou. Suzana ainda nua, estava sentada na beira da cama com a perna aberta o bastante pra mostrar a buceta escura e já molhada. Quando o Roger entrou, ela não cobriu nada e nem disfarçou.
— Fecha a porta — ela disse. — E ninguém pode imaginar o que tá acontecendo aqui. Isso é segredo. Ninguém pode nem sonhar.
Meu marido trancou a porta. Eu já tava pingando de tesão. Sentei na cadeira perto da cama, abri as pernas e comecei a passar a mão na minha buceta encharcada.
— Come ela pra mim — pedi — Quero ver cada centímetro desse pau entrando nela Roger.
O Roger não pensou duas vezes e tirou a roupa. O pau saltou, grosso, veia saltada, cabeça roxa e curvado pra baixo. Suzana se ajoelhou na cama e chupou primeiro. Abriu a boca e engoliu até a metade, babando, olhando pra mim enquanto eu me tocava.
— Porra… que pau gostoso Roger — ela falou com a voz abafada entre as chupadas. — Grosso, quente… eu tava com vontade faz tempo.
Ela engasgou de propósito, com saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos peitos.
— Chupa mais fundo sua puta — o Roger gemeu, segurando o cabelo dela.
— Assim? — ela perguntou, engolindo quase até o fundo. — Gosta de ver a enfermeira engasgando no seu pau? Olha pra ela… olha como a Aline tá se tocando só de ver. Eu quero que você me foda bem fundo depois. Quero sentir esse pau me arrombando enquanto ela goza na cadeira e assiste.
Suzana se virou de quatro e empinou na minha direção. Eu vi tudo de perto: buceta escura, lábio grosso brilhando, o cuzinho apertado piscando. O Roger passou a cabeça do pau na entrada da buceta dela, subindo e descendo, sujando de mel que já estava escorrendo.
— Enfia — eu pedi. — Quero ver ela engolindo esse pau inteiro.
Ele enterrou de uma vez. Ela soltou um gemido abafado, enterrando o rosto no travesseiro.
— Porra… que pau gostoso e curvado! — gemeu, empurrando a bunda pra trás. — Tá me abrindo toda… mais fundo, Roger. Me fode como se eu fosse sua puta. Quero que a Aline veja minha buceta engolindo cada centímetro. Fode forte… eu aguento.
Ele começou a foder com força. A porra dela escorria pelas coxas. Eu batia siririca mais rápido.
— Mais forte — falei — Fode essa puta bem fundo.
— Caralho… que buceta apertada — ele gemeu. — Tá engolindo meu pau inteiro, Aline. Olha como ela tá molhada.
— É… aperta assim — Suzana gemia, virando o rosto pra me olhar. — Olha pra mim, Aline. Olha como eu tô sendo comida pelo seu marido. Minha buceta tá engolindo tudo… escuta o barulho. Eu tô gozando só de você ta me vendo sendo fodida pelo seu marido.
Ele mudou de posição. Deitou ela de barriga pra cima, abriu as pernas e enfiou de novo, fodendo de frente. Eu continuei na cadeira com a perna aberta, dedo entrando e saindo rápido.
— Assim… de frente — ela falava entre os gemidos.
— Tá apertada pra caralho — ele gemeu. — Molhada, quente… engolindo tudo.
—Conta pra ela que eu tô gozando. Que a enfermeira safada tá sendo comida pelo marido dela e pedindo mais. Eu gosto disso… gosto de ser fodida enquanto a esposa corna assiste.
O Roger acelerou. Suzana gemia abafada com a perna tremendo.
— Vou gozar… — ele avisou.
— Na minha boca — ela pediu, quase sem ar. — Tira e goza na minha boca. Quero engolir tudo. Quero a boca cheia dessa porra grossa e quente enquanto a Aline goza me olhando. Enche minha boca, Roger… me dá leitinho.
Ele tirou o pau, se ajoelhou na cama e enfiou o pau na boca dela. Suzana abriu bem, chupando com vontade. Ele gozou jorrando porra grossa, direto na garganta e na língua. A porra escorreu pelos cantos da boca, pelos lábios, pingando no queixo e nos peitos. Ela engoliu o que pôde, mas a boca ficou ainda cheia, a porra quente e espessa vazando.
— Olha Aline… porra grossa, quente… do seu marido. — falou com a boca ainda cheia abrindo um pouco pra eu ver.
Eu batia siririca desesperada. Vi a boca dela cheia, a porra branca e densa escorrendo, o Roger ainda com o pau pulsado na mão dela. Eu gozei forte, o corpo inteiro tremendo, gemendo baixo, os dedos enterrados na minha própria buceta, gozando só de ver. A imagem dela com a boca cheia de porra do meu marido me fez gozar ainda mais. Suzana engoliu o restante, limpou o queixo com o dedo e depois olhou pra mim com a voz ainda rouca:
— Ninguém pode imaginar isso. É segredo nosso. A próxima vez nós três brincamos.
Ela ainda acariciava o pau do Roger, e o jeito que ela me olhou já dizia que a gente ia repetir.
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