Me chamo Ivanilda, mas o pessoal me chama de Iva. Tenho 60 anos. Eu e meu marido Miguel passamos um final de semana na chácara do meu irmão Rubens. Chegamos no sábado de manhã. Estava toda a família, inclusive minha querida afilhada Jana de 33 anos, filha do meu filho mais velho. Ela estava com o recém-esposo Vitor, de 35 anos, que eu ainda não conhecia. O casamento deles foi bem rápido no próprio cartório e sem festa. Eu não fui porque estava viajando em outro país nas minhas férias. Ela já havia casado uma vez mas não deu certo.
A chácara era grande, área de lazer, uma piscina bem grande e uma jacuzzi que dava direto pra ela. O dia já estava quente desde cedo. Eu tinha vestido uma saída de praia leve por cima do biquíni pra ir pra lá.
Meu corpo ainda é bonito pra idade: peitos grandes e uma buceta avantajada, então precisei escolher bem o biquíni de baixo pra não ficar tão aparente e chamar a atenção. Estava me segurando pra não dar na cara a minha safadeza. Miguel nem podia sonhar com o que se passava na minha cabeça.
Na hora do almoço eu estava sentada na beira da piscina, com os pés na água, bebendo uma cervejinha com as véias da família. Os mais jovens, inclusive Jana e Vitor, estavam na jacuzzi. Eu senti o olhar dele pela primeira vez. Vitor me comia com os olhos o tempo todo. Aquilo estava me deixando safada e desejada. No primeiro momento não fiz nada. Esperei o álcool subir um pouco pra ficar mais ousada.
A tarde passou tranquila. O pessoal já estava bem alegre, o álcool soltando a língua de todo mundo. Mais tarde, quando o sol começou a baixar, alguém lembrou do aniversário do Rubens. Teve um “parabéns pra você” meio desafinado, abraços, brinde com cerveja e um bolo que a minha irmã tinha trazido.
Depois dos parabéns alguns foram pra jacuzzi. As luzes da piscina e da jacuzzi se acenderam, deixando a água azulada e o ambiente mais tranquilo. Aos poucos as pessoas foram se dispersando. Uns iam tomar banho, outros ajudavam a preparar a mesa pro churrasco de mais de noite.
— Iva, vem cá um pouco! — chamou a Kika, minha prima, que já estava na jacuzzi com a neta dela.
Aceitei e fui até eles. Quando me aproximei, Vitor levantou o olhar devagar, da minha perna até o decote. Não desviou. Eu senti o corpo esquentar.
— Que calor, né? — falei, entrando na água quente da jacuzzi.
— Tá uma delícia aqui — respondeu Jana. — Tia, senta logo. O Vitor já tava reclamando que a água tava esfriando sem gente.
Vitor deu uma risadinha baixa.
— Não reclamei de gente… reclamei de gente bonita.
Eu levantei uma sobrancelha, fingindo que não tinha entendido o flerte aberto. Mas por dentro já estava molhada. Ficamos só nós cinco na jacuzzi: eu, a Kika, a neta dela, a Jana e o Vitor.
Depois de algumas risadas, Jana e a neta de Kika decidiram que era hora de preparar mais gin. Elas saíram da jacuzzi e acabaram ficando conversando com o resto da família perto da mesa do churrasco. Ficamos só eu, a Kika e o Vitor.
Continuamos conversando de forma amigável. Eu comentei alguma bobagem sobre o calor e a cerveja, Kika riu, Vitor só observava e ria. Em determinado momento, levantei o copo vazio e falei:
— Kika, vou pegar mais gin. Já volto.
Ela concordou e continuou conversando com o Vitor enquanto eu saía. Fui até a mesa, preparei o drink bem forte e voltei. Quando me aproximei de novo, Kika se levantou:
— Vou dar uma olhada se precisam de ajuda com o jantar. Vocês continuam conversando aí e jaja eu volto.
Ela saiu. Eu entrei novamente na jacuzzi e me sentei na beira, de frente para o Vitor. Só então percebi que, com o movimento de subir e descer, o biquíni tinha escorregado. Parte dos meus peitos estava quase saindo. Vitor viu na hora.
— Tia… — ele falou baixo — o biquíni ta saindo…
Fingi ficar sem graça. Levantei a mão como se fosse ajeitar, mas demorei de propósito. Os bicos estavam duros por causa da água e da excitação, bem visíveis. Em vez de puxar o biquíni para cima de uma vez, eu o ajeitei devagar, deixando os mamilos aparecendo por alguns segundos a mais, me exibindo toda para ele sem disfarçar.
Vitor não desviou o olhar. A sunga dele não escondia nada: o pau estava duro, o volume bem marcado, esticando o tecido. Dava para ver claramente o contorno do pau dele. Eu sorri de canto, ainda fingindo um pouco de constrangimento, e me acomodei melhor na água, bem de frente para ele.
Vitor passou a mão por cima da sunga, ajeitando o volume grande que marcava o tecido molhado. O movimento foi lento, quase sem jeito, como se tentasse disfarçar o óbvio.
— Está tudo bem? — perguntei, olhando direto para o pau dele.
Ele engoliu em seco e concordou com a cabeça, sem conseguir desviar o olhar do meu peito ainda meio à mostra.
— Tá… tá difícil disfarçar — disse ele sem graça.
— Nunca viu uma coroa assim, é? - Sorri e disse num tom provocativa.
Olhei ao redor rapidamente, conferindo se Kika ou as meninas estavam vindo. Ninguém se aproximava. A família continuava ocupada do outro lado, conversando e preparando as coisas pro churrasco do jantar. As luzes azuis da água nos deixavam um pouco mais escondidos.
— Pode olhar rapidinho — falei baixo. – Ninguém tá vendo
Puxei o biquíni para baixo de uma vez e mostrei os dois peitos para ele. Os bicos estavam duros, pontudos, brilhando com a água. Segurei-os por baixo por um segundo, oferecendo a visão completa. Vitor respirou fundo.
— Porra, tia Iva… que peitos lindos — ele disse baixo sem tirar os olhos.
Apoiei as pernas nas bordas da jacuzzi, abri bem e puxei a calcinha do biquíni para o lado. Exibi minha buceta experiente e avantajada, já molhada e inchada. Os lábios grossos se abriram um pouco com o movimento.
Comecei a passar a mão nela, abrindo com os dedos, mostrando o clitóris inchado e a entrada. Esfreguei devagar, sem pressa, deixando ele ver tudo. De vez em quando olhava de novo ao redor, garantindo que Kika ou as meninas não estavam voltando.
Vitor não aguentou. Puxou a sunga para baixo, tirou o pau grosso e duro para fora e começou a bater punheta ali mesmo, olhando fixamente para a minha buceta. A mão dele subia e descia rápido. Olhei para o pau dele e sorri, elogiando:
— Que pau bonito… curvado e torto pro lado. Gosto assim. Parece feito pra acertar bem fundo. Minha afilhada deve amar.
Ele gemeu baixo, apertando o pau com mais força.
— Caralho… você é safada pra caralho, tia — falou baixo com a respiração acelerada. — Tô gozando só de olhar pra essa buceta.
Gemi baixinho, abrindo ainda mais os lábios com os dedos para ele ver bem. Não demorou. O corpo dele tremeu, ele mordeu o lábio e gozou forte dentro da jacuzzi. Jatos grossos de porra saíram em sequência, se misturando à água quente enquanto ele continuava punhetando até o último espasmo.
— Porra… — ele suspirou, ainda segurando o pau latejante.
Fiquei olhando, satisfeita, ainda com a buceta exposta. Quando ele recuperou o fôlego, peguei o celular dele que estava no canto da jacuzzi sobre a toalha.
— Vou pro quarto um minuto — falei, levantando e ajeitando o biquíni de qualquer jeito. — Vou tirar umas fotos pra você guardar com carinho da tia Iva.
Saí da água e fui em direção à casa, sentindo o olhar dele queimando nas minhas costas. No meu quarto, tirei várias fotos bem explícitas e proibidas: peitos à mostra, buceta aberta, poses safadas só para ele guardar e deixei salvo no álbum oculto do iphone que ele tinha me passado a senha. Depois voltei para a área da piscina.
Quando cheguei, Vitor já estava com o pessoal e com meu esposo Miguel. Todos conversavam normalmente perto da churrasqueira, como se ninguém imaginava o que tinha acontecido. Me aproximei dele e falei naturalmente, alto o suficiente para parecer casual:
— Vitor, você deixou o celular lá dentro. Peguei pra você, vai que as crianças pegam e derrubam.
Entreguei o aparelho na mão dele. Nossos olhos se encontraram por uma fração de segundo. Ele pegou o celular, agradeceu com um aceno discreto e guardou no bolso da bermuda. Eu voltei para o lado do Miguel, peguei outra cerveja e sorri, como se o final de semana fosse só mais um qualquer.
...
Fotos que salvei no celular do Vitor e passei pro meu.




