Na primeira vez ela me atendeu muito bem que acabei permanecendo com o trabalho dela. A gente foi se aproximando aos poucos. Eu ia fazer unha e acabava ficando conversando. Falávamos de trabalho, de clientes, de coisas bobas do dia a dia. Nada de intimidade ainda. Só uma amizade leve que ia crescendo.
No mês seguinte, numa tarde de semana, eu tava lá de novo. Marli tinha terminado minha unha e a gente tava na sala tomando café. Foi aí que a porta da frente abriu. O Jair chegou do serviço. Moreno alto, uns 45 anos, corpo forte pra idade dele. Camisa social amarrotada, manga dobrada. Cumprimentou a gente com um sorriso cansado:
— Boa tarde. A Agatha de novo, né? Tudo bem?
Eu só respondi um “oi, tudo” baixo. Era a primeira vez que eu via ele. Não falei mais nada. Ele cumprimentou a Marli com um beijo rápido e foi direto pra sala. Tirou a camisa ali mesmo, ficando no sofá da sala logo ao lado. O corpo dele era firme, ombro largo, braço marcado. Eu olhei sem perceber. Quando desviei o olhar, vi que a Marli tinha me visto olhando. Fiquei sem graça pra caralho. Ela não falou nada. Só continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.
Naquela mesma noite eu não aguentei. Mandei mensagem pra ela:
“Marli, desculpa por ter olhado o Jair daquele jeito. Não foi por mal. Foi a primeira vez que eu vi ele e eu nem percebi que tava olhando. Fiquei com vergonha.”
Ela respondeu rapidinho:
“Relaxa, Agatha. Não tem problema nenhum. Acontece.”
A partir daquela conversa a gente começou a se abrir de verdade. Nas visitas seguintes a gente passou a contar intimidades pessoalmente. Um dia eu desabafei:
— O Gilson quase não faz mais nada comigo. A gente faz sexo de vez em quando, mas é sempre igual. Rápido, sem graça. Eu sinto falta de vontade.
Marli escutou sem interromper. Depois começou a puxar umas conversas diferentes. Me aconselhando. No começo eu fiquei incomodada… e curiosa ao mesmo tempo. Até o dia em que ela soltou um segredo:
— Nossa Agatha teve uma vez que uma cliente minha passou a noite aqui com a gente. Eu, o Jair e ela. Foi a primeira vez que a gente fez isso. Começamos a beber cerveja como amigos e depois rolou algo que nunca imaginamos que iria acontecer. Ela só assistiu no começo, depois participou. Foi estranho e gostoso ao mesmo tempo.
Eu fiquei sem jeito, mas não consegui parar de pensar nisso. A conversa ficou mais pesada nas semanas seguintes. Marli falava com naturalidade, eu escutava e me sentia dividida entre o desconforto e a curiosidade.
Era sexta-feira. O Jair chegou e o Gilson tinha ido pro happy hour com os amigos, onde, ia demorar pra chegar em casa. Eu era a última cliente da Marli naquele dia. Ela olhou pro relógio, sorriu e falou aliviada:
— Quer uma cerveja? Já fechei. Não tem mais ninguém pra atender.
Aceitei. Ela foi na cozinha e voltou com três long necks geladas. A gente abriu ali mesmo na sala. O Jair se sentou no sofá, pegou a cerveja e começou a beber devagar enquanto a Marli ia perguntando como tinha sido o serviço. Ele respondia, reclamava de uma reunião chata, falava do trânsito, ria de uma história de um colega. Eu só escutava, tomava minha cerveja e ria junto.
As conversas foram ficando mais soltas, mais gostosas. A gente falava de tudo: de cliente chata, de marido, de vontade que não era atendida, de coisas que a gente nunca tinha contado pra quase ninguém. As long necks foram sumindo. Eu já tava bem alegre, o rosto quente, o corpo leve. Nem vimos a hora passar. Foi aí que a Marli olhou pra mim, depois pro Jair, e soltou com um sorrisinho:
— Agatha… você acha o Jair bonitão pra idade dele?
Eu ri, sem graça, e acabei falando a verdade:
— Acho. Ele é bonito sim, com todo o respeito.
Marli não deixou barato. Levantou da cadeira, foi até o sofá, puxou a camisa do Jair pra cima e ergueu até quase a altura do peito. Mostrou a barriga, o peito, os braços.
— Olha só. Quarenta e cinco anos e o corpo ainda responde
Eu fiquei vermelha, mas não desviei o olhar. O Jair só riu baixo, deixou a mulher fazer o que queria e continuou bebendo a cerveja. Marli soltou a camisa dele, se sentou de novo e olhou pra mim com aquele jeito que eu já conhecia.
— Relaxa. A gente tá entre amigos. Ninguém aqui vai contar nada pra ninguém.
A conversa continuou, mas agora o clima tinha mudado. Em determinado momento ela se levantou novamente, foi até o Jair e se sentou no colo dele de frente. Beijou a boca dele bem na minha frente, devagar, com a mão passando pelo peito dele. Depois virou o rosto pra mim e falou baixo:
— Você pode só olhar, se quiser. Ou pode se tocar. Do jeito que você preferir. A gente não vai te forçar a nada.
Eu engoli seco com coração batendo na boca. A cerveja tinha me deixado corajosa o bastante pra não sair dali. Sentei melhor no sofá, abri um pouco as pernas por baixo da saia e senti que já tava encharcada.
Marli sorriu quando me viu relaxada. Tirou a própria camiseta. Os peitos médios e bicudos saltaram pra fora, bicos bonitos e duros. Ela ajoelhou entre as pernas do Jair, abriu a calça dele e tirou o pau. Grosso, moreno, já duro. Encostou a boca e chupou devagar, olhando pra mim o tempo todo.
— Vem cá, Agatha. Vem chupar o pau do meu marido junto comigo. Quero ver essa boca ruiva engolindo ele ao mesmo tempo que a minha.
Eu engoli seco. A cerveja tinha me deixado corajosa o bastante. Me levantei, ajoelhei do outro lado, Marli segurou pela base e ofereceu pra mim.
— Chupa. Enfia esse pau na boca. Quero ver você babando nele enquanto o seu marido tá lá fora bebendo como um corno otário.
Eu abri a boca e engoli a cabeça. Marli chupou o lado da rola ao mesmo tempo, a língua dela roçando na minha. A gente se revezava: uma engolia fundo, a outra chupava as bolas, depois trocava. Nossas salivas escorrendo pelos cantos das bocas, pingando no pau dele e no chão. O Jair gemia baixo com a mão no meu cabelo ruivo e no da Marli.
— Porra… duas bocas… isso. Chupa mais fundo, Agatha. Engasga nesse pau.
Marli tirou a boca só pra falar, a voz rouca:
— Isso, puta. Chupa o pau do meu marido bem gostoso. Depois ele vai usar a gente.
Em determinado momento ela puxou minha cabeça pra longe, cuspiu na rola e falou pro Jair:
— Agora fode a gente. Usa essa ruiva primeiro. Quero ver você metendo nela enquanto eu chupo os peitos dela.
O Jair se levantou, me puxou pelo braço e me virou de quatro no sofá. Levantou tirou minha calcinha e passou a cabeça do pau na minha buceta já encharcada. Enfiou de uma vez, fundo, sem dó. Eu soltei um gemido alto.
— Caralho… que buceta apertada de casada — ele gemeu, segurando minha cintura e metendo forte. — Enquanto o corno tá bebendo cerveja com os amigos, a mulher dele tá aqui levando pau grosso.
Marli se ajoelhou na minha frente e enfiou os peitos médios e bicudos na minha cara.
— Chupa meus peitos enquanto ele te fode. Isso… morde o bico. Mais forte.
Eu chupava os peitos dela enquanto o Jair me comia sem piedade, com o pau saindo molhado e entrando de novo. Marli desceu a mão, abriu minha bunda e enfiou dois dedos no meu cu.
— Olha como ela tá se abrindo… Jair, mete no cu dela agora. Quero ver essa ruiva gemendo com o pau no cu.
Ele tirou da buceta, passou a cabeça no meu cu e empurrou. Eu gritei abafado nos peitos da Marli. O pau grosso foi entrando devagar, esticando, até enfiar quase inteiro. Começou a meter no meu cu com força.
— Isso… toma no cu, puta casada. Enquanto o seu marido tá lá fora achando que você tá só fazendo unha.
Marli se deitou debaixo de mim, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra baixo.
— Chupa minha buceta enquanto ele te fode o cu. Quero gozar na sua boca.
Eu lambi a buceta dela, chupando o clitóris, enquanto o Jair metia no meu cu sem parar. O barulho molhado, os gemidos, o cheiro de sexo e cerveja. Marli gozou primeiro, apertando minha cabeça entre as coxas com a buceta latejando na minha boca.
O Jair tirou do meu cu, puxou a Marli pra de quatro e enfiou nela de uma vez. Eu fiquei do lado, chupando as bolas dele enquanto ele fodía a mulher. Depois ele me puxou de novo, me deitou de barriga pra cima e meteu na minha buceta, forte, fundo, enquanto a Marli sentava no meu rosto e me fazia chupar ela de novo.
— Usa as duas, amor — Marli gemia. — Fode a casada e depois goza na boca da gente. Quero a porra dele misturada na nossa saliva.
O Jair meteu mais um pouco em mim, depois em Marli, alternando as duas bucetas. Quando tava perto, puxou a gente as duas de joelhos na frente dele. Eu e Marli abrimos a boca, chupando a cabeça do pau juntas. Ele gozou jorrando porra grossa. A porra quente e espessa encheu minha boca, escorreu pelo queixo, pingou nos peitos da Marli. A gente se beijou com a boca cheia, trocando a porra, lambendo o pau dele até limpar tudo.
Eu ainda tava ofegante, com o cu latejando, a buceta latejando, a boca com gosto de porra. Marli limpou o canto da minha boca com o dedo e chupou, depois olhou pra mim com um sorriso sujo.
— Ninguém precisa saber disso. O seu corno tá lá bebendo, achando que você tá só fazendo a unha. Semana que vem você volta. A gente faz de novo. E da próxima vez eu quero ver você pedindo pra levar no cu de novo.
O Jair só riu baixo, ainda ofegante, e foi pro banheiro com o pau pulsando e sujo de prora. Marli se sentou do meu lado, ainda sem blusa, e passou a mão no meu cabelo ruivo.
— Gostou de ser usada junto comigo?
Eu só consegui sorrir, ainda sob o efeito da cerveja e do sexo, e falar a verdade:
— Gostei pra caralho.
E a partir daquele dia a gente realmente não tinha mais segredo nenhum.
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