EU, MINHA MANICURE E SEU MARIDO...MEU MARIDO CORNO NEM IMAGINA

Eu mudei de manicure por indicação das meninas do trabalho. Elas falaram tanto da Marli que eu acabei indo. Meu nome é Agatha, tenho 38 anos, sou ruiva e sou casada com o Gilson há cinco anos. Marli tinha 44 anos, atendia na própria casa, num salãozinho simples perto da minha. Eu nem sabia que ela trabalhava em casa.

Na primeira vez ela me atendeu muito bem que acabei permanecendo com o trabalho dela. A gente foi se aproximando aos poucos. Eu ia fazer unha e acabava ficando conversando. Falávamos de trabalho, de clientes, de coisas bobas do dia a dia. Nada de intimidade ainda. Só uma amizade leve que ia crescendo.

No mês seguinte, numa tarde de semana, eu tava lá de novo. Marli tinha terminado minha unha e a gente tava na sala tomando café. Foi aí que a porta da frente abriu. O Jair chegou do serviço. Moreno alto, uns 45 anos, corpo forte pra idade dele. Camisa social amarrotada, manga dobrada. Cumprimentou a gente com um sorriso cansado:
— Boa tarde. A Agatha de novo, né? Tudo bem?

Eu só respondi um “oi, tudo” baixo. Era a primeira vez que eu via ele. Não falei mais nada. Ele cumprimentou a Marli com um beijo rápido e foi direto pra sala. Tirou a camisa ali mesmo, ficando no sofá da sala logo ao lado. O corpo dele era firme, ombro largo, braço marcado. Eu olhei sem perceber. Quando desviei o olhar, vi que a Marli tinha me visto olhando. Fiquei sem graça pra caralho. Ela não falou nada. Só continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.

Naquela mesma noite eu não aguentei. Mandei mensagem pra ela:
“Marli, desculpa por ter olhado o Jair daquele jeito. Não foi por mal. Foi a primeira vez que eu vi ele e eu nem percebi que tava olhando. Fiquei com vergonha.”
Ela respondeu rapidinho:
“Relaxa, Agatha. Não tem problema nenhum. Acontece.”

A partir daquela conversa a gente começou a se abrir de verdade. Nas visitas seguintes a gente passou a contar intimidades pessoalmente. Um dia eu desabafei:
— O Gilson quase não faz mais nada comigo. A gente faz sexo de vez em quando, mas é sempre igual. Rápido, sem graça. Eu sinto falta de vontade.

Marli escutou sem interromper. Depois começou a puxar umas conversas diferentes. Me aconselhando. No começo eu fiquei incomodada… e curiosa ao mesmo tempo. Até o dia em que ela soltou um segredo:
— Nossa Agatha teve uma vez que uma cliente minha passou a noite aqui com a gente. Eu, o Jair e ela. Foi a primeira vez que a gente fez isso. Começamos a beber cerveja como amigos e depois rolou algo que nunca imaginamos que iria acontecer. Ela só assistiu no começo, depois participou. Foi estranho e gostoso ao mesmo tempo.

Eu fiquei sem jeito, mas não consegui parar de pensar nisso. A conversa ficou mais pesada nas semanas seguintes. Marli falava com naturalidade, eu escutava e me sentia dividida entre o desconforto e a curiosidade.

Era sexta-feira. O Jair chegou e o Gilson tinha ido pro happy hour com os amigos, onde, ia demorar pra chegar em casa. Eu era a última cliente da Marli naquele dia. Ela olhou pro relógio, sorriu e falou aliviada:
— Quer uma cerveja? Já fechei. Não tem mais ninguém pra atender.

Aceitei. Ela foi na cozinha e voltou com três long necks geladas. A gente abriu ali mesmo na sala. O Jair se sentou no sofá, pegou a cerveja e começou a beber devagar enquanto a Marli ia perguntando como tinha sido o serviço. Ele respondia, reclamava de uma reunião chata, falava do trânsito, ria de uma história de um colega. Eu só escutava, tomava minha cerveja e ria junto.

As conversas foram ficando mais soltas, mais gostosas. A gente falava de tudo: de cliente chata, de marido, de vontade que não era atendida, de coisas que a gente nunca tinha contado pra quase ninguém. As long necks foram sumindo. Eu já tava bem alegre, o rosto quente, o corpo leve. Nem vimos a hora passar. Foi aí que a Marli olhou pra mim, depois pro Jair, e soltou com um sorrisinho:
— Agatha… você acha o Jair bonitão pra idade dele?

Eu ri, sem graça, e acabei falando a verdade:
— Acho. Ele é bonito sim, com todo o respeito.

Marli não deixou barato. Levantou da cadeira, foi até o sofá, puxou a camisa do Jair pra cima e ergueu até quase a altura do peito. Mostrou a barriga, o peito, os braços.
— Olha só. Quarenta e cinco anos e o corpo ainda responde

Eu fiquei vermelha, mas não desviei o olhar. O Jair só riu baixo, deixou a mulher fazer o que queria e continuou bebendo a cerveja. Marli soltou a camisa dele, se sentou de novo e olhou pra mim com aquele jeito que eu já conhecia.
— Relaxa. A gente tá entre amigos. Ninguém aqui vai contar nada pra ninguém.

A conversa continuou, mas agora o clima tinha mudado. Em determinado momento ela se levantou novamente, foi até o Jair e se sentou no colo dele de frente. Beijou a boca dele bem na minha frente, devagar, com a mão passando pelo peito dele. Depois virou o rosto pra mim e falou baixo:
— Você pode só olhar, se quiser. Ou pode se tocar. Do jeito que você preferir. A gente não vai te forçar a nada.

Eu engoli seco com coração batendo na boca. A cerveja tinha me deixado corajosa o bastante pra não sair dali. Sentei melhor no sofá, abri um pouco as pernas por baixo da saia e senti que já tava encharcada.

Marli sorriu quando me viu relaxada. Tirou a própria camiseta. Os peitos médios e bicudos saltaram pra fora, bicos bonitos e duros. Ela ajoelhou entre as pernas do Jair, abriu a calça dele e tirou o pau. Grosso, moreno, já duro. Encostou a boca e chupou devagar, olhando pra mim o tempo todo.
— Vem cá, Agatha. Vem chupar o pau do meu marido junto comigo. Quero ver essa boca ruiva engolindo ele ao mesmo tempo que a minha.

Eu engoli seco. A cerveja tinha me deixado corajosa o bastante. Me levantei, ajoelhei do outro lado, Marli segurou pela base e ofereceu pra mim.
— Chupa. Enfia esse pau na boca. Quero ver você babando nele enquanto o seu marido tá lá fora bebendo como um corno otário.

Eu abri a boca e engoli a cabeça. Marli chupou o lado da rola ao mesmo tempo, a língua dela roçando na minha. A gente se revezava: uma engolia fundo, a outra chupava as bolas, depois trocava. Nossas salivas escorrendo pelos cantos das bocas, pingando no pau dele e no chão. O Jair gemia baixo com a mão no meu cabelo ruivo e no da Marli.
— Porra… duas bocas… isso. Chupa mais fundo, Agatha. Engasga nesse pau.

Marli tirou a boca só pra falar, a voz rouca:
— Isso, puta. Chupa o pau do meu marido bem gostoso. Depois ele vai usar a gente.

Em determinado momento ela puxou minha cabeça pra longe, cuspiu na rola e falou pro Jair:
— Agora fode a gente. Usa essa ruiva primeiro. Quero ver você metendo nela enquanto eu chupo os peitos dela.

O Jair se levantou, me puxou pelo braço e me virou de quatro no sofá. Levantou tirou minha calcinha e passou a cabeça do pau na minha buceta já encharcada. Enfiou de uma vez, fundo, sem dó. Eu soltei um gemido alto.
— Caralho… que buceta apertada de casada — ele gemeu, segurando minha cintura e metendo forte. — Enquanto o corno tá bebendo cerveja com os amigos, a mulher dele tá aqui levando pau grosso.

Marli se ajoelhou na minha frente e enfiou os peitos médios e bicudos na minha cara.
— Chupa meus peitos enquanto ele te fode. Isso… morde o bico. Mais forte.

Eu chupava os peitos dela enquanto o Jair me comia sem piedade, com o pau saindo molhado e entrando de novo. Marli desceu a mão, abriu minha bunda e enfiou dois dedos no meu cu.
— Olha como ela tá se abrindo… Jair, mete no cu dela agora. Quero ver essa ruiva gemendo com o pau no cu.
Ele tirou da buceta, passou a cabeça no meu cu e empurrou. Eu gritei abafado nos peitos da Marli. O pau grosso foi entrando devagar, esticando, até enfiar quase inteiro. Começou a meter no meu cu com força.
— Isso… toma no cu, puta casada. Enquanto o seu marido tá lá fora achando que você tá só fazendo unha.
Marli se deitou debaixo de mim, abriu as pernas e puxou minha cabeça pra baixo.
— Chupa minha buceta enquanto ele te fode o cu. Quero gozar na sua boca.

Eu lambi a buceta dela, chupando o clitóris, enquanto o Jair metia no meu cu sem parar. O barulho molhado, os gemidos, o cheiro de sexo e cerveja. Marli gozou primeiro, apertando minha cabeça entre as coxas com a buceta latejando na minha boca.

O Jair tirou do meu cu, puxou a Marli pra de quatro e enfiou nela de uma vez. Eu fiquei do lado, chupando as bolas dele enquanto ele fodía a mulher. Depois ele me puxou de novo, me deitou de barriga pra cima e meteu na minha buceta, forte, fundo, enquanto a Marli sentava no meu rosto e me fazia chupar ela de novo.
— Usa as duas, amor — Marli gemia. — Fode a casada e depois goza na boca da gente. Quero a porra dele misturada na nossa saliva.

O Jair meteu mais um pouco em mim, depois em Marli, alternando as duas bucetas. Quando tava perto, puxou a gente as duas de joelhos na frente dele. Eu e Marli abrimos a boca, chupando a cabeça do pau juntas. Ele gozou jorrando porra grossa. A porra quente e espessa encheu minha boca, escorreu pelo queixo, pingou nos peitos da Marli. A gente se beijou com a boca cheia, trocando a porra, lambendo o pau dele até limpar tudo.

Eu ainda tava ofegante, com o cu latejando, a buceta latejando, a boca com gosto de porra. Marli limpou o canto da minha boca com o dedo e chupou, depois olhou pra mim com um sorriso sujo.
— Ninguém precisa saber disso. O seu corno tá lá bebendo, achando que você tá só fazendo a unha. Semana que vem você volta. A gente faz de novo. E da próxima vez eu quero ver você pedindo pra levar no cu de novo.

O Jair só riu baixo, ainda ofegante, e foi pro banheiro com o pau pulsando e sujo de prora. Marli se sentou do meu lado, ainda sem blusa, e passou a mão no meu cabelo ruivo.
— Gostou de ser usada junto comigo?

Eu só consegui sorrir, ainda sob o efeito da cerveja e do sexo, e falar a verdade:
— Gostei pra caralho.
E a partir daquele dia a gente realmente não tinha mais segredo nenhum.
...

Foto 1 do Conto erotico: EU, MINHA MANICURE E SEU MARIDO...MEU MARIDO CORNO NEM IMAGINA

Foto 2 do Conto erotico: EU, MINHA MANICURE E SEU MARIDO...MEU MARIDO CORNO NEM IMAGINA

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Nome do conto:
EU, MINHA MANICURE E SEU MARIDO...MEU MARIDO CORNO NEM IMAGINA

Codigo do conto:
269669

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/08/2026

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11

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