Já tinha conversado algumas vezes com a Patricia sobre intimidades de casal. Ela chegou a comentar, sem entrar em detalhes, que o Bruno era bem dotado. Eu ri na época, disse que ela tinha sorte e mudei de assunto. Nunca imaginei que aquilo ia ficar martelando na minha cabeça.
No segundo dia de praia eu me peguei olhando pra ele. Quando voltava do mar, a sunga molhada colava e marcava o volume do pau. Parecia grande, pesado, balançando a cada passo. Lembrei na hora do que a Patricia tinha falado. Meu tesão lutava comigo. Eu desviava o olhar rápido, fingindo que estava só olhando o mar. Ricardo não podia nem sonhar com aquilo. Patricia muito menos.
Naquele dia todo mundo ficou na praia até o pôr do sol. O sol já estava baixando quando Patricia e Bruno se levantaram, disseram que estavam cansados e voltaram pra casa descansar. O resto do grupo ficou.
Passaram uns 45 minutos. Eu já estava cansada também. Avisei o Ricardo que ia embora, que precisava de um banho. Ele só acenou. No caminho o celular vibrou. Mensagem da Patricia:
“Fui no mercado comprar algumas coisas, já volto. A chave tá com o porteiro. O Bruno tá dormindo.”
Meu coração disparou. Peguei a chave e entrei na casa. O silêncio era total. Andei até o quarto deles. Abri a porta devagar.
Bruno estava deitado de barriga pra cima, só de sunga. O pau estava de lado, marcado contra o tecido, semi-duro só de estar ali. Fiquei parada na porta olhando. Passei a mão por baixo do vestido de praia, toquei minha buceta e senti que já estava meladíssima, encharcada só de ver ele daquele jeito.
Me aproximei, ajoelhei na beira da cama e passei a mão pela coxa dele, subindo até o volume. Ele se mexeu, ainda sonolento, e murmurou:
— Patricia…?
Quando abriu os olhos e me viu, se assustou de verdade. Puxou a mão na hora tentando cobrir o pau.
— Camila?! Porra, o que você tá fazendo aqui?
— Sua mulher foi no mercado — respondi baixo. — A chave tava com o porteiro.
Ele tentou se afastar, ainda segurando a sunga.
— Isso não pode… ela pode voltar a qualquer hora.
Mas eu já tinha puxado a sunga pra baixo. O pau saltou grosso, as veias marcadas, maior do que eu imaginava só de ouvir a Patricia falar. Ele olhou pra baixo, depois pra mim, e a mão que tentava cobrir tremeu. Não resistiu.
— Caralho, Camila…
Segurei pela base e chupei a cabeça, passando a língua devagar. Ele gemeu fundo, a mão foi pro meu cabelo quase sem querer.
— Porra… você é uma safada.
Engoli o máximo que dava, babando, subindo e descendo.
— Sua irmã nunca me chupou desse jeito… puta que pariu.
Me levantei, tirei o vestido de praia e a calcinha. Fiquei de pé na frente dele, abri as pernas e mostrei minha buceta carnuda e completamente melada. Os lábios estavam inchados, brilhando de tesão. Passei dois dedos no meio, abrindo e mostrando o quanto estava molhada.
— Olha o estado que você me deixou… — falei baixo.
Ele engoliu seco, com os olhos fixos na minha buceta. Não aguentou. Me puxou pela cintura, me deitou na cama e encaixou o pau grosso na entrada. Desceu fundo de uma vez.
— Tá sentindo? — perguntei ofegante. — Tá entrando inteiro…
— Tô… caralho, que buceta inchada… rebola, Camila. Senta com força.
Comecei a cavalgar, subindo e descendo enquanto ele segurava minhas bundas. A cama rangia baixo.
— Isso… assim… olha essa puta sentando no pau do cunhado — ele falava entre os gemidos. — Se a Patricia soubesse e seu marido também.
— Ela não vai saber — respondi, rebolando mais rápido. — Mete mais fundo.
Ele virou, me colocou de quatro e enfiou de uma vez só.
— Aguenta. Sua irmã tá no mercado e você aqui gozando no meu pau.
Eu gemia abafado no travesseiro.
— Mais forte… assim… caralho, Bruno…
Ele metia fundo, dando tapas na minha bunda.
— Goza pra mim… aperta esse pau… isso, goza.
Eu gozei primeiro, tremendo, a buceta apertando ele e esguichando sob o pau dele. Ele não aguentou muito. Tirou, esfregou a cabeça grossa na entrada do meu cu e gozou, espalhando porra quente e grossa pela borda do meu cu, pela bunda e escorrendo pela buceta.
Ficamos ofegantes. Ele se afastou, ajeitou a sunga e passou a mão no rosto.
— Isso não pode se repetir, Camila.
Eu limpei o que deu, vesti a roupa e saí do quarto. Quando a Patricia chegou do mercado, eu já estava na varanda tomando água, como se tivesse acabado de chegar. Bruno estava saindo do quarto, fingindo que tinha acordado há pouco.
Ninguém desconfiou de nada...até hoje.



