MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO



Boa Segunda-feira meus lindos e lindas
Hoje vou contar uma história recente que uma seguidora me mandou. As fotos são verificadas e reais mandadas por ela para apimentar mais a história.

Fomos ao casamento do meu primo Hiago com a Bruna. A cerimônia aconteceu no campo do condomínio em Botucatu-SP, um lugar aberto, gramado impecável, flores brancas e um altar simples de madeira.
Depois da troca de alianças, todo mundo caminhou até a área de festa do próprio local: um salão semiaberto com mesas longas, luzes penduradas, um barzinho de madeira e a pista com DJ ainda vazia. Estava lindo, cheio de gente bonita, perfume no ar, risadas.

Desde a cerimônia eu senti aquele olhar. Uma convidada do Hiago — mulher, cabelo escuro preso num coque baixo, vestido preto justo que marcava o corpo que nunca tinha visto na vida — ela estava acompanhada do marido, um homem que também eu nunca tinha visto na vida. Mas não era ele. Era ela. Ela não tirava os olhos de mim. Não era um olhar de passagem.
Era direto, demorado, como se estivesse me estudando inteira. Cada vez que eu me mexia, ela acompanhava. Quando eu sorria para alguém, ela continuava fixa. Fiquei incomodada. Parecia que tinha alguma coisa errada comigo. Será que o vestido estava curto demais? Será que o batom manchou? Será que o cabelo tinha ficado estranho com o vento?

No começo da festa, enquanto o DJ tocava o som ambiente e os garçons serviam o primeiro drink, eu inventei uma desculpa e fui até o banheiro. Murilo ficou conversando com o Hiago perto do bar.

Entrei no banheiro das mulheres ali do lado, fechei a porta da cabine, me olhei no espelho grande. O vestido vinho justo, decote em V, caía bem no corpo. Nada de mancha, nada de etiqueta aparente. Me girei de lado, olhei a bunda, o colo. Tudo normal.
— Que porra… — pensei e falei baixo. — Por que aquela mulher não para de me encarar?

A noite foi passando e o álcool fez o seu trabalho. Todo mundo já estava bem alegre, inclusive eu. Eu dançava, ria, me mexia mais solta. E quanto mais o tempo passava, mais os olhares dela ficavam explícitos.
Não era mais só um olhar de curiosidade. Era desejo puro. Ela me acompanhava pela pista, pela mesa, pelo bar. Quando eu rebolava, ela olhava. Quando eu passava a mão no cabelo, ela me fitava o pescoço. Aquilo me deixava louca. O corpo inteiro esquentava, o peito apertava, e entre as pernas uma umidade teimosa ia crescendo na minha buceta. Murilo, coitado nem percebeu. Só queria beber com os homens, rir alto, contar história de faculdade. Me deixou dançando sozinha a maior parte do tempo.

Numa determinada hora, já perto das onze da noite, Murilo se aproximou, meio cambaleante, e falou no meu ouvido:
— Amor, o Raul tá mal pra caralho. Bebeu demais e tá quase caindo. Preciso levar ele de carro pro bairro do outro lado da cidade. Você fica bem aqui?
Olhei para ele e respondi, já com a voz um pouco embriagada:
— Tudo bem, vai. Eu fico. Só não demora demais.

Ele me deu um beijo rápido na boca e saiu com o conhecido. Assim que ele desapareceu, senti a bexiga apertar. Fui até o banheiro principal das mulheres, mas estava lotado. Fila de cinco ou seis, portas trancadas. Não tinha paciência e estava apertada. Lembrei que perto das piscinas, mais isolado, tinha outro banheiro.
Peguei o caminho de pedra e o som da festa ficando mais longe atrás de mim. Cheguei no banheiro das piscinas — um bloco pequeno, mais discreto. Empurrei a porta. Assim que entrei, ouvi passos atrás de pedra. Era ela. A desconhecida parou na porta, sorrindo de um jeito super simpático, como se a gente já se conhecesse.
— Oi… desculpa te seguir assim. Meu nome é Andréia. Vi você saindo e… o banheiro das mulheres lá da festa está lotado.
— Só tem o de acessibilidade aberto aqui. A porta ta trancada – falei pra ela
— Posso entrar com você? É só rapidinho. – ela pediu educadamente
O coração bateu mais forte. O álcool na cabeça, o desejo acumulado a noite inteira, o fato de Murilo ter saído… tudo se misturou.
— Claro — respondi, tentando soar natural. — Pode entrar.
Ela passou por mim, fechando a porta atrás de si. O banheiro era pequeno: uma pia, um espelho, um vaso único e o chão limpo. Andréia se apoiou na pia, me olhando de novo daquele jeito intenso esperando eu usar a privada, só que agora de perto.
— Você dança muito bem, sabia? — disse ela. — Fiquei te observando a noite toda. Não conseguia parar. Você é linda pra caralho.
Senti o rosto esquentar.
— Eu notei… — admiti. — Você me deixou meio sem jeito no começo.

Levantei o vestido, puxei a calcinha para baixo e sentei no vaso. Fiz o que precisava. Quando terminei, levantei a calcinha para limpar a buceta com o papel. Andréia não tirou o olho. Ficou parada, olhando direto para a calcinha molhada, o tecido colado e brilhando.
— Caralho… — murmurou ela. — Que buceta linda. Tá toda molhada só de eu te olhar a noite inteira, né?

No começo achei estranho. Ninguém nunca tinha falado da minha buceta assim, tão direto. Mas ao mesmo tempo me senti desejada pra caralho. O tesão subiu forte, quente, quase doendo. Eu olhei pra ela e falei, sem pensar duas vezes:
— Olha mais de perto então.

Andréia não hesitou. Fechou a tampa da privada, me sentou em cima e, sem nenhuma cerimônia, ajoelhou na minha frente. Ela enfiou a boca na minha buceta. A língua dela era quente, molhada, faminta. Lambeu de baixo pra cima, chupou o clitóris com força, enfiou a língua dentro de mim. Eu soltei um gemido alto, me segurando na cabeça dela
— Porra, Andréia… — gemi, abrindo mais as pernas.

Ela não parou. Chupou, lambeu, enfiou dois dedos e chupou ao mesmo tempo. O barulho molhado enchia o banheiro pequeno. Em poucos minutos eu já estava no limite.
— Vou gozar… — avisei.
Ela apertou o clitóris com a língua e eu gozei direto na boca dela, o corpo se contraindo, a buceta pulsando, o gozo escorrendo na língua dela. Andréia engoliu tudo, chupando até o último espasmo. Quando eu parei de tremer, ela se levantou, com os lábios brilhando.
— Agora eu — disse, já puxando o vestido preto e abaixando a calcinha.

Trocamos de lugar. Eu fechei a tampa, ela sentou e eu ajoelhei. Coloquei a boca na buceta dela. Estava encharcada. Lambei, chupei, enfiei a língua fundo. Andréia segurou minha cabeça e começou a rebolar na minha cara.
De repente ela gritou baixo:
— Vou esporrar…

E esporrou. Um jato quente bateu na minha cara, escorrendo pelo queixo, pelo pescoço. Ela gozou forte, com as coxas tremendo contra a minha cabeça, gemendo alto. Eu continuei lambendo, engolindo o que dava. Quando ela se acalmou, ainda ofegante, falou:
— A gente podia chamar nossos maridos…

Eu limpei o rosto com a mão e respondi rápido:
— O meu não tá aqui. E ele não pode nem sonhar com isso.

Andréia sorriu, com os olhos brilhando de tesão.
— Então eu chamo o meu.
Eu apoiei na hora:
— Chama. O corno do meu marido não liga mais pra mim mesmo. Pode chamar.

Ela tirou o celular, mandou uma mensagem rápida e guardou. Cinco minutos depois, ele bateu na porta do banheiro, Andreia abriu e depois trancou. Era ele. Alto, ombros largos, camisa social aberta no peito, o olhar já sabendo o que ia encontrar.
— Plínio — ela apresentou. — Essa é a Nubia.

Plínio não falou quase nada. Se encostou na parede e abaixou as calças sem nenhuma cerimônia. O pau dele saiu duro, grosso, veias saltadas e curvado pra baixo. Andréia se ajoelhou primeiro e engoliu ele inteiro, chupando fundo, babando. Depois tirou a boca e me olhou:
— Vem amiga.

Eu ajoelhei do lado dela
— Isso… chupa fundo as duas — ele mandou. — Quero ver vocês se beijando no meu pau.

Quando ela tirava a boca, eu entrava. Nossas línguas se encontravam no meio, se enrolando uma na outra, trocando saliva e o gosto dele. Eu sentia o pau latejar na minha boca toda vez que Andréia gemia ao redor dele. Eu aproveitei e chupei as bolas dele, puxando com a boca enquanto ela continuava engolindo o pau.

Ela sentou de novo na tampa do vaso. Andréia ajoelhou na hora e voltou a chupar minha buceta com fome. Ao mesmo tempo Plínio se posicionou atrás dela, agarrou a cintura dela e enfiou o pau na buceta de uma vez.
— Aaah, caralho! — Andréia gritou contra a minha buceta

Plínio metia fundo, sem dó. Eu segurava a cabeça dela contra mim, rebolando na língua dela enquanto via o pau grosso dele sumindo e aparecendo dentro dela.
— Chupa ela direito — Plínio mandou — Quero ver ela gozar na sua boca enquanto eu te como.

Andréia obedeceu. Chupou meu clitóris com força. Eu já estava no limite.
— Vou gozar de novo… porra, Andréia, não para… — gemi alto.

E gozei. Forte. A buceta pulsando na boca dela, o gozo escorrendo pela língua dela enquanto Plínio continuava metendo nela sem parar. Andréia gemia e chupava ao mesmo tempo, engolindo tudo. Quando ela saiu de boca, foi a minha vez. Plínio me virou, me colocou de quatro no chão frio e enfiou de uma vez. Grosso, fundo, sem nenhuma delicadeza. Eu gritei.
— Porra! Que pau gostoso…
Andréia ficou na minha frente, ajoelhada, e me beijou fundo enquanto ele me comia. Eu gemia dentro da boca dela a cada socada do desconhecido. Depois ela se enfiou embaixo do meu corpo, deitou de costas e começou a chupar meu clitóris ao mesmo tempo que Plínio metia.
— Assim… chupa ela enquanto eu fodo — ele ordenou. — Quero sentir ela gozar no meu pau.
A língua de Andréia no meu clitóris + o pau dele me abrindo… eu não aguentei. Gozei de novo, gritando, a buceta apertando o pau dele com força. Ele gemeu alto.
— Porra, tá espremendo…
Ele tirou de dentro de mim, ainda duro de porra minha.
— Ajoelha as duas. Agora.

Nós duas ajoelhamos lado a lado no chão frio, com as bocas abertas, olhando pra cima. Plínio bateu o pau na minha cara, depois na dela, passando de uma boca pra outra. Eu abri. Andréia também. Ele punhetou rápido e gozou. O primeiro jato quente bateu na minha língua, o segundo na dela, o terceiro escorreu pelo meu queixo e caiu no meu peito. Ele ainda espremeu o resto na nossa boca, gemendo baixo.

Nós duas nos beijamos ali mesmo, passando a porra dele de uma boca pra outra. O gosto quente e grosso. Eu engolia um pouco e devolvia pra ela. Andréia fazia o mesmo. A porra escorria pelo canto da nossa boca enquanto a gente se beijava fundo, gemendo, lambendo o queixo uma da outra. Plínio ficou olhando:
— Que putas gostosas… — gemeu.

O banheiro cheirava a sexo puro: porra, buceta, suor. O som da festa ainda chegava abafado de longe. Murilo nunca ia saber. E eu não queria que aquilo acabasse. Nos arrumamos rápido e voltamos para festa como desconhecidos.

Foto 1 do Conto erotico: MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO

Foto 2 do Conto erotico: MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO

Foto 3 do Conto erotico: MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO

Foto 4 do Conto erotico: MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO

Foto 5 do Conto erotico: MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO


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Ficha do conto

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Nome do conto:
MARIDO CORNO NO CASAMENTO COM UM CASAL DESCONHECIDO

Codigo do conto:
272824

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/09/2026

Quant.de Votos:
7

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