Eu era gordinha. Precisei tomar Mounjaro pra dar uma secada e ficar mais bonita pro John. Emagreci, o corpo ficou mais firme, mas ele só pensava em beber e socializar. Me deixava de lado o tempo todo.
A festa começou no sábado. A casa encheu de gente. Durante a tarde eu me entrosei com a esposa do Izac, a Carla. Tínhamos a mesma idade. Ficamos conversando na beira da piscina, rindo de besteira. O receio sumiu rápido. Acabei desabafando. Contei que fazia tempo que o John não me via como esposa. Só queria beber e sair com os amigos. Quando voltava a gente brigava. A situação estava difícil. Carla escutou em silêncio, acenando com a cabeça, como quem entendia.
Por volta das 20h quase todo mundo já tinha ido embora. O calor continuava absurdo. Ficamos só nós quatro na piscina. De repente John se levantou e disse que ia levar o barril de chopp de volta na conveniência do amigo dele. Eu já sabia: quando ele ia pra lá, ficava até o final da noite. Como estava com os primos, aceitei numa boa e falei pra ele não demorar.
John saiu. Izac e Carla saíram da piscina pra tomar banho. Quando Izac saiu da água, a sunga molhada colou e o pau dele ficou de lado, pesado, marcado. Eu olhei. Não consegui evitar. Carla viu exatamente o momento em que eu olhei. Fez uma cara de incomodada. Todo mundo estava com álcool no corpo, mas eu fiquei sem graça na hora.
Eles foram pro quarto de hóspedes. Eu fiquei de biquíni ainda, arrumando a parte da churrasqueira. Tomei banho logo depois que saíram do meu quarto.
Depois fui pra sala pra assistir um filme. John ainda não tinha voltado. O celular tocou. Era o John. Atendi. Em poucos minutos a conversa virou discussão. Ele falava alto, enrolado, dizendo que ia demorar mais. Eu respondi que já sabia, que era sempre a mesma coisa. Desliguei com raiva.
Carla apareceu assustada na porta da sala, perguntando se estava tudo bem. Disse que ela e o Izac iam ficar no quarto se eu precisasse de alguma coisa. Ela estava de pijama de alça, sem sutiã, os silicones marcando o tecido fino. Izac vinha logo atrás, de short de jogar bola, sem camisa. Os dois me olharam. Só então percebi que o pijama curto que eu tinha colocado marcava demais. Fiquei sem graça, mas não mudei.
— Vem assistir filme comigo primos — falei. — Tô sem sono também.
Eles aceitaram. Deitei no canto do sofá. Carla ficou no meio e Izac do lado dela. O filme começou normal, mas logo ficou quente. Tinha cenas de uma vizinha espiando um casal transando pela janela. A mulher do filme se tocava enquanto olhava. Aquilo foi um gatilho. Eu comecei a imaginar os dois do meu lado.
O silêncio na sala ficou diferente. O volume do filme não abafava o barulho da minha respiração e os bicos do meu peito duros e crescendo. Carla virou o rosto e perguntou baixo:
— Tá tudo bem, Nilce?
— Tá… o filme é tenso — respondi
Carla sorriu de canto e falou, com a voz calma:
— Relaxa. Só assiste e curte o momento.
Hesitei um segundo e completei, quase sem pensar:
— Vocês dois do meu lado é perigoso.
Ela olhou pra mim de um jeito diferente e perguntou direto:
— Era isso que você tava olhando na piscina? – Carla perguntou segurando o pau pesado por cima do short do Izac
Eu fiquei sem resposta. Só engoli seco. No começo fiquei em choque. Mas os dois começaram a se pegar do meu lado. Izac puxou Carla pelo queixo e a beijou fundo. A mão dela desceu e abriu o short dele.
O pau saltou: grosso, curvado pra baixo e todo veiudo. Em seguida ela se abaixou e começou a mamar bem na minha frente. A cabeça subia e descia, a saliva escorrendo pela boca e pingando no sofá. Ela engolia quase inteiro, engasgando de leve, enquanto ele segurava o cabelo dela e rebolava a cintura contra a boca.
Aquilo ficou sujo e proibido ao mesmo tempo. Um casal se pegando do meu lado — o primo do meu marido e a esposa dele — enquanto eu só olhava.
Quando me dei conta, nós três já estávamos sem roupa nenhuma. Eu estava sentada no canto do sofá, com as pernas bem abertas, batendo siririca com força. Dois dedos entravam e saíam da minha buceta encharcada. O mel escorria pela minha mão e molhava o sofá.
Eu não participei. Só fiquei ali, observando, gemendo baixo, me tocando enquanto via o Izac comer a Carla. Ele a colocou de quatro no sofá, bem do meu lado, tão perto que eu sentia o cheiro. Meteu fundo de uma vez. O pau grosso sumia até as bolas e saía coberto de porra da buceta dela. O barulho molhado era alto. Carla gemia abafado, o rosto virado pra mim de vez em quando, a boca aberta, os seios balançando a cada estocada. Izac segurou a cintura dela com força e começou a meter mais rápido,.
— Olha ela se tocando… — ele falou. — A esposa do John batendo siririca vendo a gente. Tá molhada pra caralho só de olhar.
Minha buceta fazia barulho também. Não parei. Continuei siriricando, com os olhos fixos no pau dele entrando e saindo da Carla. Ele tirou, virou ela de frente pra mim e meteu de novo, agora segurando as pernas dela abertas. Eu via tudo de perto: o pau abrindo a buceta dela, os lábios inchados, o clitóris inchado. Carla olhava pra mim enquanto era fodida, gemendo sem vergonha.
— Continua siriricando — ela pediu. — Quero ver você gozar vendo a gente.
Eu obedi. Abri mais as pernas, enfiei três dedos e masturbei o clitóris com a outra mão. O sofá já estava encharcado embaixo de mim.
Izac meteu mais um pouco e depois tirou de novo. Puxou a cabeça de Carla e enfiou o pau na boca dela, fodendo a garganta dela bem na minha frente. Ela engolia, engasgava, a saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos meus pés.
Eu estava quase gozando. Os dedos entravam e saíam rápido, a minha buceta estava piscando, inchada, completamente aberta. O mel escorria pelas minhas coxas.
Depois de um tempo ele, puxou a cabeça e gozou na boca de Carla. Ela engoliu o que pôde, mas um jato espirrou e caiu quente nos meus peitos. A sensação me fez gozar na hora. Eu me contraí toda e espirrei porra da minha buceta molhando todo o sofá enquanto tremia. Minha buceta estava completamente aberta, piscando e inchada de tanto tesão, o líquido saindo.
O filme ainda rodava na TV, agora irrelevante. O cheiro de sexo era forte. Lá fora a casa estava silenciosa. Izac ajeitou o short. Carla também. Os dois se levantaram, se vestiram e foram pro quarto de hóspedes sem falar quase nada. Eu fiquei no sofá, o peito brilhando com a porra grossa dele, a buceta ainda latejando.
Quando John voltou, bem mais tarde, eu estava fingindo dormir na sala. O casal já estava no quarto, dormindo.
Ele ainda não desconfiou de nada...




