Meu nome é Juliete, tenho 40 anos. Sou casada com o Rodolfo, de 45, e temos um casal de filhos: o mais velho de 16 e a caçula de 13. A vida era corrida, trabalho, escola, conta pra pagar. A gente quase não saía.
Foi aí que veio o convite. Meu cunhado Miguel, de 34 anos, noivo da minha irmã Marina, de 32, ia fazer 35 e alugou uma chácara pra comemorar. Miguel sempre foi metido, daqueles que se acha o tal, fala alto, gosta de se exibir. A gente não tinha muito contato, mas era gente boa. Aceitamos o convite.
Chegamos na hora do almoço. A edícula era grande, gramado, churrasqueira, edícula e uma piscina no meio. A edícula estava cheia: parentes, amigos, churrasco no ar, música alta, geladeira de cerveja e destilados. Meus filhos foram direto pro gramado com outras crianças. Eu e o Rodolfo nos acomodamos na área coberta com minha irmã e a família do meu cunhado.
Miguel estava de bermuda e camiseta justa e sorriso largo. Cumprimentou a gente com aquele jeito dele:
— Juliete, Rodolfo! Finalmente apareceram. Pode chegar, a festa é nossa. Fiquem a vontade.
A tarde foi de piscina. Eu coloquei um biquíni preto que marcava o corpo. Não era nada extravagante, mas o tecido fino apertava nos lugares certos e deixava a bunda e os peitos bem à mostra. Foi aí que eu comecei a notar. Miguel, de bermuda, ficava olhando minha bunda e meus peitos disfarçadamente longe da minha irmã. Toda vez que eu saía da água ou me inclinava pra pegar a toalha, o olhar dele demorava um segundo a mais. Não era descarado, mas eu sentia.
Aquilo me deixou envergonhada… e excitada ao mesmo tempo. Eu desviava o olhar, fingia que não tinha visto, mas por dentro o corpo reagia. O pior é que o meu marido Rodolfo era bravo. Ciumento pra caralho, do tipo que se soubesse que outro homem estava me comendo com os olhos naquele dia, a festa virava confusão na hora. Nem podia imaginar o que estava passando pela minha cabeça.
E não era só o Miguel. Quando ele não estava olhando, o melhor amigo dele, Douglas, secava também. Douglas era mais baixo, corpo forte, sempre de óculos escuros. Toda vez que a namoradinha dele se afastava pra pegar bebida ou conversar com alguém, ele ficava de olho na minha bunda saindo da água, nos peitos molhados marcando o biquíni. Eu sentia os dois. E quanto mais eu sentia, mais molhada ficava.
O Rodolfo estava na churrasqueira a maior parte do tempo, bebendo e falando alto com os homens. Ciumento insuportável, mas distraído com a cerveja e a carne. Eu ficava na beira da piscina com as outras meninas que conhecia, com o corpo quente do sol e da vergonha misturada com tesão.
Num determinado momento todo mundo já estava com álcool no corpo dentro da piscina. Miguel e Douglas estavam de sunga. Minha irmã Marina e a namorada do Douglas ficavam coladas neles, encochando, rindo, se esfregando. Eu fui até a rodinha deles pra conversar. Na hora que cheguei perto, notei que o pau dos dois estava meia bomba, marcando a sunga molhada. Eu só observei. Comecei a imaginar. Meu marido nem sonhava que eu estava ali vendo e desejando pau de outros homens. Fiquei quieta, com o coração batendo mais forte.
Depois de um tempo as meninas saíram da água pra fazer taça de gin na edícula. Eu fiquei conversando com meu cunhado e o Douglas. Eles eram bem legais e atenciosos comigo. Douglas começou a falar e fazer umas brincadeiras. No começo eu me incomodei um pouco, ri sem graça, mas o álcool já tinha soltado a gente.
Foi aí que ele se levantou pra pegar a cerveja que estava na borda da piscina. Passou atrás de mim “sem querer” e eu senti o pau dele, já meio duro, esfregar bem no meio da minha bunda. O tecido fino da sunga e do biquíni quase não existia. Senti o volume quente e grosso roçando em mim.
Ele se virou rápido e pediu desculpas sem graça:
— Desculpa, Juliete… não foi de propósito.
Mas eu já estava molhada demais pra fingir. O meu marido bebia igual um tonto na churrasqueira, rindo alto com os outros homens, sem a menor noção do que acontecia a poucos metros. O álcool e o desejo de ser desejada me mataram. Disfarçadamente, me mexi de propósito e passei a bunda de novo no pau dele, mais devagar, mais firme. Senti ele endurecer ainda mais contra meu rabo.
Miguel, do meu lado, notou tudo. Ele não falou nada, só passou a mão por cima da própria sunga, ajeitando o pau que já marcava forte, olhando pra mim com aquele sorriso safado de quem tinha entendido o jogo. O corno do Rodolfo nem imaginava o que estava acontecendo bem na frente dele.
No início da noite, meu marido se levantou com uns homens mais velhos e foi buscar mais cerveja num SOS na cidade. Minha irmã Marina e a namorada do Douglas disseram que iam na casa que tinha quarto ao lado tomar banho da área de lazer, arrumar o cabelo e trocar de roupa. A edícula ficou mais vazia.
Eu aproveitei e fui até o quartinho da edícula pra trocar de roupa. O cômodo era pequeno: uma cama de casal encostada na parede e, logo ao lado, a porta do banheiro. Abri a porta do banheiro e trombei de frente com Douglas. Ele estava saindo, ainda de sunga molhada e o pau já marcado.
Antes que eu falasse nada, a porta do quartinho se abriu de novo. Miguel entrou sem perceber que eu estava ali. Já ia tirando o pau pra fora, segurando ele na mão, caminhando direto pro banheiro meio torto do álcool que tomou. Quando viu a gente, travou. O pau ainda na mão.
— Porra… Juliete? — a voz dele saiu sem graça— Caralho, não vi você aí…
Eu dei uma risadinha, olhando direto pro pau dele.
— Relaxa, cunhado… não vou falar nada pra minha irmã.
Miguel engoliu seco, mas não guardou o pau. Douglas, do meu lado, puxou a sunga pra baixo de uma vez. O pau dele saltou pra fora, grosso
— E o meu Juliete… — ele falou baixo. — Já viu algo assim?
Os dois me puxaram pra dentro do quartinho e trancou. Eu fiquei de joelhos entre a cama e a porta do banheiro. No começo só punhetei os dois: a mão esquerda no pau do Miguel, a direita no do Douglas. Subia e descia devagar, apertando a cabeça. Os dois gemiam baixo. Eu ri de novo, com a voz baixa e safada:
— O corno do meu marido nem imagina que eu tô aqui ajoelhada com dois paus na mão… se ele soubesse, morria e matava vocês na hora.
— Porra, que mãozinha safada cunhada… — Miguel gemeu. — Fica esfregando assim que eu gozo na sua cara.
Douglas segurou meu cabelo.
— Abre a boca, Juliete. Quero ver você engasgando nesse pau.
Eu caí de boca. Chupei o pau do Douglas primeiro, fundo, até a garganta, enquanto punhetava o Miguel. Depois troquei. Lambi as bolas de um, depois do outro. A baba escorria pelo queixo e pingava no chão do quartinho. Em um momento abri a boca o máximo que consegui e enfiei os dois paus juntos. As duas cabeças batiam no fundo da minha garganta ao mesmo tempo. Eu engasgava, os olhos lacrimejavam, mas não parava. Entre uma chupada e outra, puxei o ar e falei com a boca ainda cheia:
— Olha só… dois paus na boca e o corno lá longe buscando cerveja e bebendo igual um bêbado sem saber de porra nenhuma…
— Isso, engole os doiscunhadinha… — Miguel falou, segurando minha cabeça. — Olha como a boca da minha cunhada consegue engolir dois paus ao mesmo tempo. Que puta.
Tirei o biquíni de uma vez só e joguei em cima da cama. Fiquei nua. Miguel me empurrou de quatro em cima da cama e enfióu o pau de uma vez só na minha buceta molhada.
— Porra, que buceta quente… — ele gemeu, metendo fundo, a cama rangendo. — Tá escorrendo, Juliete. Tá molhada pra caralho de tanto chupar pau de outro homem.
Eu gemi alto demais e depois me segurei rindo, olhando por cima do ombro:
— Mete, cunhado… mete fundo. O corno do meu marido nunca me fode assim. Ele nem imagina que eu tô sendo comida por dois paus agora.
Douglas subiu na cama na minha frente e enfiou o pau na minha boca de novo. Agora era um me fodendo por trás e o outro me engasgando na frente, os dois em cima da cama do quartinho. Eles metiam no mesmo ritmo. Depois trocaram. Agora Douglas me comia com força, com as mãos apertando e batendo na minha bunda, enquanto eu chupava o pau do Miguel, lambendo a porra que já escorria da cabeça.
— Chupa esse pau que acabou de sair da sua buceta, puta… — Miguel mandou. — Sente o gosto da sua própria porra.
Sentei no pau do Miguel em cima da cama. Encaixei ele inteiro, até o fundo, e comecei a quicar pesado. Ele segurava meus peitos, apertava os mamilos, mordia meu pescoço.
— Senta, senta nessa porra… — ele gemia. — Quero sentir essa buceta gozando no meu pau. Goza, Juliete. Goza no pau do seu cunhado, sua putinha.
Eu quicava forte e falava entre gemidos:
— Tô gozando… tô gozando no pau do meu cunhado e o corno nem sonha… ahhh, que delícia…
Eu gozei. A buceta apertou forte, esguichou nele, o corpo inteiro tremeu. Eu gemia no ombro dele pra não fazer barulho. Minha buceta ficou inchada e completamente aberta, latejando, ainda pulsando depois do orgasmo.
Nesse meio tempo Miguel saiu rapidinho da cama, foi até a porta do quartinho e espiou pra fora, só pra ter certeza de que ninguém estava vindo. Ficou alguns segundos olhando e voltou, fechando a porta com cuidado.
— Tá tudo tranquilo — ele falou baixo, já subindo de novo na cama. — O pessoal tá tudo lá na frente da edícula, na calçada da rua, conversando. Ninguém vem pra cá agora.
Douglas se aproximou por trás, com o pau ainda molhado da minha saliva, e perguntou no meu ouvido:
— Aguenta um pau no cu e outro na buceta, Juliete? Quero enfiar essa porra no seu cuzinho enquanto o Miguel continua te fodendo. Vai aguentar ser comida nos dois buracos ao mesmo tempo em cima dessa cama, sua vadia?
Eu olhei pra trás, ainda ofegante, e ri:
— Enfia… enfia no meu cu. Quero os dois paus dentro de mim. O corno do meu marido nunca vai saber que a mulher dele tomou pau no cu e na buceta ao mesmo tempo…
No começo doeu. O pau dele era grosso demais. Mas o tesão falou mais alto. Eu cuspi na mão, passei no cu e fui relaxando. Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. Quando os dois estavam dentro de mim ao mesmo tempo — Miguel na buceta, Douglas no cu —, eu quase gritei. Eles metiam juntos, sincronizados, me enchendo por completo em cima da cama. Eu me sentia completamente aberta, usada, cheia de pau.
— Porra, que cuzinho apertado… — Douglas gemia, metendo fundo. — Tá engolindo meu pau inteiro, Juliete. Olha como tá sendo comida pelos dois ao mesmo tempo. Sua irmã nunca vai saber que a irmã dela é uma puta que toma pau no cu e na buceta no quartinho da festa enquanto o povo ta lá bebendo.
Eu gemia e falava sem parar, com a voz embargada de tesão:
— Mais forte… mete mais forte nos dois buracos… … que delícia, caralho…
Não demorou. Douglas gozou primeiro, enfiado até o talo no meu cu, jorrando porra quente, grossa, enchendo tudo. Senti cada jato pulsando dentro de mim. Quando ele tirou, a porra dele começou a vazar, escorrendo pela minha bunda, pingando no lençol da cama.
Miguel me puxou pela cabeça, enfiou o pau na minha boca e gozou direto na minha garganta, segurando meu cabelo com força. A porra dele era quente pra caralho, grossa e bem cremosa. Saiu em jatos fortes e pesados, enchendo minha boca rapidinho. Era tanta que eu não conseguia engolir tudo de uma vez — o excesso escorreu pelo canto da boca, pelo queixo, pingando nos meus peitos.
— Engole tudo, cunhadinha. Engole a porra do seu cunhado.
Meu cu continuava aberto, vazando a porra quente do Douglas em fios brancos e grossos pelas minhas coxas. Minha buceta estava inchada, vermelha e completamente aberta, ainda latejando e escorrendo.
Nós três cansados, suados, o quartinho cheirando a sexo, porra e álcool. Lá fora a festa continuava, o pessoal conversando na calçada da rua, e o Rodolfo ainda nem tinha voltado. Tiramos várias fotos proibidas.... Fotos que ninguém nunca poderia ver… especialmente o corno do meu marido.




