UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Boa Tarde lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy Segue o relato da minha seguidora Talia com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.

Meu nome é Talia, tenho 28 anos. Sou casada com Cristiano, que tem 33 anos. Nos casamos recentemente e mudamos para uma cidade grande de Campinas, pois, mais do interior de SP por conta do trabalho de Cristiano. Deixamos nossas famílias, melhores amigos e deixamos tudo pra trás para uma vida nova.

A saudade da nossa turma era grande. Éramos um grupo bem unido, que se reunia sempre, fazia churrasco, viajava junto e criava muita cumplicidade. O casal que mais fez falta foi Nicole e Miguel. Eles tinham quase a nossa idade — ela com 27 e ele com 34 — e eram a dupla que animava qualquer encontro.

Eu me tornei muito amiga de Nicole. Conversávamos sobre tudo: trabalho, casamento, sexo... Ela era super aberta, daqueles tipos que contava sem filtro. Já com Miguel eu não tinha tanto papo direto, mas sempre observava ele de longe. Miguel era o melhor amigo do Cristiano desde a faculdade, os dois malandros que bebiam juntos e falavam merda o tempo todo Confesso que eu curtia bastante o jeito que ele tratava a Nicole.

Eles ainda não eram casados, só noivos, e ele tinha um jeito bem macho, dominador e ao mesmo tempo carinhoso com ela. Dava pra ver que ela gostava quando ele pegava firme, falava no ouvido dela ou colocava a mão na cintura dela de um jeito possessivo na frente de todo mundo. Isso me mexia de um jeito que eu não conseguia explicar na época.

Cristiano trabalhava como engenheiro em uma grande obra de construção e vivia o tempo todo fora de casa. Passava a semana inteira em canteiro de obras, voltando só às sextas à noite, muitas vezes exausto. Isso deixava nossos dias bem frios e minha buceta bastante carente. As vezes batia siririca para tirar a carência mas precisava mesmo era de um pau de verdade.

Eu trabalhava como responsável de marketing digital de uma empresa de cosméticos. A maioria dos dias era home office, o que era perfeito pra manter a casa organizada e ainda dar conta das minhas vontades. Às vezes precisava ir até o escritório em São Paulo, mas na maioria das vezes ficava em Campinas, de legging ou shortinho, atendendo reuniões online e criando campanhas.

Naquela sexta, eu estava em casa, tinha acabado de almoçar quando o celular tocou. Era o Cristiano.
— Oi amor, tudo bem? — atendi.
— Oi gata, tô aqui no canteiro ainda. Escuta, o Miguel tá em Campinas hoje, ele tem um voo de madruga. Ele vai passar aqui em casa pra jantar com a gente pra matar a saudade. Se você não chegar a tempo do escritório, faz sala pra ele tá?

Meu coração deu uma leve acelerada.
— Tá bom... mas você vai chegar que horas?
— Provavelmente só depois das nove, tô atolado aqui. Qualquer coisa faz ele se sentir em casa. Vocês se conhecem bem, né? — ele riu do outro lado, sem imaginar nada.
— Pode deixar, amor.— respondi, sentindo um calor subir pela barriga.

Desliguei o telefone e fiquei olhando pra tela. Miguel. Fazia meses que eu não via ele. E as lembranças do jeito dominador dele com a Nicole não saíam da minha cabeça. Principalmente quando eu conversava com minha amiga e trocávamos conversas quentes do modo que nossos homens nos pegavam.

Terminei meu trabalho mais cedo que o normal. Tomei um banho e escolhi uma roupa “casual” que não era tão casual assim: um vestidinho soltinho, preto, curto, daqueles que sobem fácil na coxa. Sem sutiã. A calcinha era uma fio-dental vermelha bem fininha. Eram umas 18h20 quando a campainha tocou. Abri a porta e lá estava ele.

Miguel estava mais gostoso do que eu lembrava. Camisa polo justa marcando o peito e os braços, calça jeans escura.
— Talia... caralho, quanto tempo — disse ele com aquele sorriso simpático, me olhando de cima a baixo sem disfarçar.
— Miguel! Entra, por favor — respond
Ele entrou, fechou a porta e me deu um abraço. Demorado. Senti as mãos grandes dele nas minhas costas, descendo um pouco mais que o normal, quase na curva da bunda. Ele sempre fazia isso quando a gente ia nos despedir durante nossos encontros com os amigos mas ninguém nunca percebeu.
— Cristiano me falou que só chega mais tarde. Tá tudo bem né? Não quero atrapalhar a rotina de voces — perguntou.
— Claro. Fico feliz que você veio. Quer uma cerveja? — perguntei, indo pra cozinha. Sentia o olhar dele queimando minhas pernas enquanto eu andava.

Ficamos na sala conversando por quase duas horas. Miguel sentado no sofá, bem à vontade, com as pernas abertas daquele jeito macho que ele tem. Eu sentei de frente pra ele na poltrona, cruzando e descruzando as pernas de propósito, deixando o vestidinho subir pelas coxas. Ele não disfarçava: o olhar descia direto pro meu decote, pros meus mamilos marcando o tecido fino, e depois pras minhas pernas.

Por volta das 21h30, a porta abriu. Cristiano chegou com duas pizzas e duas garrafas de vinho.
— Fala, irmão! — ele cumprimentou o Miguel com um abraço forte. — Que bom te ver, caralho!

Jantamos os três na mesa da sala. O vinho desceu fácil. Muito fácil. Logo a segunda garrafa já estava pela metade. A conversa foi ficando mais solta, com piadas com duplo sentido, risadas altas e olhares entre mim e Miguel que o Cristiano, de tão animado com a bebida, não parecia perceber. Depois do jantar, Miguel disse que queria tomar um banho pra relaxar da viagem. Cristiano não pensou duas vezes:
— Pode ir, mano. Usa o banheiro do corredor. Depois se acomoda na sala mesmo. Tem sofá-cama ali, fica à vontade. A sala tem porta, é praticamente um quarto. Se precisar de qualquer coisa, é só chamar a gente, tá?

Miguel olhou pra mim por um segundo antes de responder:
— Beleza. Obrigado mesmo, cara. Vocês são foda.
Enquanto Miguel tomava banho, eu e Cristiano fomos pro quarto trocar de roupa pra dormir. Tirei o vestidinho e fiquei só de fio-dental vermelha. Minha buceta estava absurdamente molhada, o tecido fino grudado nos lábios, brilhando. Cristiano, já de cueca, parou e olhou direto pra minha virilha.
— Caralho, Talia... você tá encharcada assim? — ele falou baixo.
Eu tentei disfarçar, mas ele se aproximou, passou a mão na minha buceta por cima da calcinha e sentiu o quanto eu estava melada.
— Amor... isso tudo é por causa do Miguel aqui em casa? — perguntou, e eu vi o pau dele começar a crescer dentro da cueca.
Fiquei vermelha, enrolando e gaguejando:
— Cristiano... não é isso... é que... faz tempo que a gente...

Ele não ficou bravo. Pelo contrário. Os olhos dele brilharam de excitação. O pau já estava bem duro, marcando forte.
— Fala a verdade pra mim, vai. Ele te deixou assim? Você ficou molhada conversando com ele esse tempo todo?
Confessei baixinho:
— Fiquei... me desculpa... e eu lembrei de como ele é com a Nicole... me deu um calor danado imaginando os dois.

Cristiano respirou fundo, apertou o próprio pau por cima da cueca e falou com a voz carregada de tesão:
— Porra... eu tô louco de ver você assim. Tô com uma ideia... mas quero que você tope.

Ele me deu um beijo rápido, pegou minha mão e me puxou um pouco mais pra perto da porta do quarto, ainda entreaberta.
— Miguel! — gritou Cristiano. — Vem aqui no quarto um minutinho, irmão. Quero conversar uma coisa com você.

Meu coração disparou. Eu ainda estava só de calcinha fio-dental, mamilos duros com o lençol em cima e a buceta latejando. Olhei pro Cristiano, nervosa e absurdamente excitada ao mesmo tempo. Miguel apareceu no corredor, só de toalha na cintura.
— Fala, cara. Aconteceu alguma coisa? — perguntou assustado.

Cristiano fechou a porta atrás dele, olhou pra mim, depois pra Miguel, e falou com um sorriso safado:
— Aconteceu que minha mulher tá com a buceta encharcada desde que você chegou... e eu tô achando isso muito estranho.

Miguel ficou parado na porta do quarto, só de toalha com os olhos arregalados. Ele olhou pra mim quase pelada, só de fio-dental vermelho encharcado, depois pro Cristiano, e deu um passo pra trás.
— Caralho, Cristiano... que porra é essa? Eu vou embora agora, mano. Não quero causar desavença nenhuma entre vocês. Eu juro que não fiz nada.

Ele já estava virando o corpo, visivelmente nervoso, mas dava pra ver o volume crescendo por baixo da toalha. Estava ficando excitado contra a própria vontade. Cristiano deu um sorriso safado e segurou o braço do amigo.
— Relaxa, irmão. Fica. Não vai embora porra nenhuma. Quero que você fique aqui no quarto com a gente. Eu tô louco pra ver isso. Minha mulher tá pingando por sua causa... e eu quero assistir você fodendo ela. Quero ver tudo. E pode ficar tranquilo, não vou contar nada pra Nicole. Isso fica como segredo nosso. Só nosso.

Miguel hesitou, respirando fundo. O olhar dele alternava entre mim e Cristiano. Dava pra ver o conflito: a moralidade brigando com o tesão bruto. A toalha já estava marcando o pau duro, longo e curvado pra baixo, aquele volume pesado balançando. Eu sentia meu coração disparado, a buceta latejando tanto que escorria pela coxa. A vergonha sumiu de repente. Só sobrou putaria pura.

Levantei da cama, fui até ele, tirei a toalha com as duas mãos e caí de boca. O pau do Miguel era enorme, bem mais comprido que o do Cristiano, curvado pra baixo, com a cabeça grossa e vermelha. Enfiei na boca quase inteiro, babando, chupando com fome, olhando pra cima enquanto ele gemia baixo.
— Porra... Talia... — Miguel segurou minha cabeça, ainda meio inseguro.

Cristiano sentou na poltrona do canto do quarto, já com o pau pra fora, batendo punheta devagar enquanto filmava com o celular.
— Isso, amor... chupa o pau do meu amigo. Mostra pra ele como você é safada quando tá com tesão de verdade.

Miguel não aguentou ficar parado. Me puxou pra cama, me colocou por cima dele no 69. Abriu minhas pernas e enfiou a língua fundo na minha buceta melada, chupando meu clitóris com força enquanto eu engolia o pauzão dele até a garganta. Ele metia dois dedos na minha buceta e lambia meu cu ao mesmo tempo. Eu gemia alto, rebolando na cara dele.
— Ai, caralho... assim... chupa minha buceta, Miguel... — eu pedia, babando no pau dele.

Gozei forte na boca dele, tremendo inteira, esguichando um pouco enquanto ele bebia tudo. Eu estava louca. Subi nele, posicionei aquela rola curvada na entrada da minha buceta e desci devagar, sentindo ele me abrir toda.
— Aaaahhh... que pauzão gostoso... — gemi alto.

Miguel segurou minha cintura e começou a me comer com força, metendo fundo. Ele enfiava o dedo médio no meu cu enquanto me fodia, abrindo devagar. Eu rebolava desesperada. Cristiano batia punheta mais rápido, ofegante, tirando foto atrás de foto.
— Isso, porra... monta no pau dele, Talia. Rebola gostoso pra ele. Você é uma puta mesmo...

Depois Miguel me virou de quatro na beira da cama, bem de frente pro Cristiano. Enfiou o pau na buceta de novo, metendo forte, batendo as bolas no meu clitóris. O dedo dele voltava pro meu cu, girando, preparando.
— Não... ali não... — eu disse no começo, mas minha voz já estava fraca.

Quanto mais ele metia na buceta, mais eu perdia o controle. O tesão estava insano.
— Pode... pode enfiar no meu cu... — pedi finalmente, quase implorando.

Miguel cuspiu no meu cuzinho, tirou o pau da buceta e encostou a cabeça grossa. Empurrou devagar, depois com mais força. Eu senti ele me arrombar inteiro, aquele pau longo e curvado entrando fundo no meu cu.
— Aaaaiii porraaa... tá me arrombando... — gritei de prazer e dor misturados.

Ele começou a meter cada vez mais rápido, segurando meus quadris. Cristiano assistia tudo de perto agora, batendo punheta alucinado. De repente Miguel gemeu alto, apertou minha bunda e gozou fundo dentro do meu cu. A porra dele era quentes e grossa e senti enchendo todo meu cu. Eu gozei junto, gozo absurdo, tremendo inteira, sentindo a porra dele escorrendo do cu pro buraco da buceta e descendo pelas minhas pernas. Cristiano gozou também, jorrando no chão do lado da cama, gemendo como um corno satisfeito.

Eu ainda estava empinada, com o cu arrombado e escorrendo porra, olhei pra ele ofegante:
— Você é meu corno hoje, Cristiano. Meu corno safado. Ta satisfeito agora?

Exaustos, suados e melados, nós três caímos na cama king size. Eu no meio, com Miguel de um lado e Cristiano do outro. Meu corpo ainda tremia de vez em quando. Dormimos os três juntos, embolados, pelados e satisfeitos até o horário do voo do Miguel.
...
FOTOS REAIS DA NOSSA BRINCADEIRINHA

Foto 1 do Conto erotico: UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Foto 2 do Conto erotico: UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Foto 3 do Conto erotico: UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Foto 4 do Conto erotico: UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Foto 5 do Conto erotico: UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO


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Ficha do conto

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Nome do conto:
UMA NOITE DE CORNO: MEU MARIDO ASSISTIU TUDO

Codigo do conto:
263223

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
3

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