MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO



Meu nome é Nubia, tenho 33 anos, sou loira baixinha com 1,50m, bunduda e peitos naturais que Deus me deu. Sou casada com Roger há 1 ano. Nos conhecemos na faculdade e nos apaixonamos à primeira vista. Ele, com seus 35 anos, é na mesma vibe que eu. Gostamos de sair, curtir com os amigos, ir em festas, mas sempre juntos. Sou ciumenta pra caralho e meu marido é meu.

Era final de ano e passamos um final de semana prolongado na casa de minha sogra. Chegamos na casa da minha sogra bem cedinho naquela manhã de final de ano. Passamos a manhã tranquilos, eu ajudando na cozinha enquanto Roger arrumava as coisas no quarto de hóspedes. Eu me sentia dona dele, ciumenta pra caralho como sempre, mas feliz de ter meu marido só pra mim por enquanto.

De tarde, o resto da família começou a chegar. Barulho de carros, risadas, malas sendo arrastadas. E foi aí que ela apareceu: a priminha querida do Roger, Kethelin. Com seus 28 anos, morena clara, corpo definido de quem malha, cabelo longo e um sorriso que parecia inocente... mas eu sabia que ela e Roger tinham crescido juntos, brincando, confidências, aquela cumplicidade que me dava um ciúmezinho no fundo da barriga. Nada demais, eu repetia pra mim mesma. Ela era família. Mas ver ele abraçando ela forte, levantando ela do chão como fazia quando eram mais novos, me fez apertar os dentes.
— Roger! Saudade de você, primo! — Kethelin riu alto
Eu me aproximei calmamente, sem demonstrar nada pro meu marido. Abracei Kethelin com um sorriso.
— Oi, Kethelin! Que bom te ver. Tá ainda mais linda — falei, tranquila, conversando sobre a viagem dela, o trabalho, tudo normal. Por dentro, eu marcava território com o olhar: ele é meu.

Logo atrás dela veio o noivo dela, Adriel. Nunca tinha visto o cara. 38 anos, alto, porte atlético de quem faz crossfit, cabelo bem cortado, barba bem aparada e um jeito metido que já dava pra notar no primeiro segundo. Gato pra caralho, confesso. Ele me olhou de cima a baixo, demorando um segundo a mais na minha bunda e nos meus peitos, mas ninguém percebeu, somente eu.
Roger cumprimentou ele com um abraço de macho, batendo nas costas.
— E aí, cara! Bem-vindo à família. Kethelin me contou que vocês estão firmes.


À noite, depois do churrasco e umas cervejas, a casa estava cheia. Roger e Kethelin sentaram no sofá grande, relembrando histórias antigas, rindo alto. Ela encostava o ombro nele, inocentemente, mas eu sentia aquele ciúme quente subindo, eu me controlava...mas estava foda aquela intimidade.

Em determinado momento, Kethelin se levantou para buscar mais cerveja na cozinha. Foi aí que vi meu marido. Roger ficou olhando descaradamente pra bunda dela enquanto ela andava. A bermuda dele ficou marcando o pau duro, bem visível. Ele até arrumou a roupa rápido, tentando disfarçar, olhando pros lados pra ver se alguém tinha notado. Ninguém percebeu. Só eu. Fiquei quieta, sentindo uma mistura louca de raiva e um calor estranho subindo entre as minhas pernas. Não falei nada.

No outro dia, véspera de Ano Novo, todo mundo desceu pra piscina. O sol estava forte, a família toda reunida. Comecei a ficar puta da vida com as atitudes de engraçadinho do meu marido. Ele ficava o tempo todo fazendo piadinha com Kethelin, rindo das besteiras dela, dando aquele olhar cúmplice. Decidi devolver na mesma moeda, mas de um jeito que ele não percebesse.

Fui me deitar na espreguiçadeira bem do lado do Adriel, de propósito. Meu marido estava na churrasqueira, virando carne, com Kethelin e minha sogra do lado dele, os três rindo e contando histórias do ano. Eu, por outro lado, estiquei meu corpo bem na frente do noivo da prima.
— Nossa, Adriel... essa intimidade toda deles tá meio chata, né? — comentei baixinho, fingindo naturalidade, enquanto ajeitava o biquíni e empinava meus peitos grandes e naturais, arrumando o tecido que mal segurava eles.

O tarado não falou nada. Só ficou olhando descaradamente, com os olhos descendo pros meus peitos e depois pra minha bunda quando eu me virei de lado. Senti o olhar dele queimando. Só observou e concordou com poucas palavras.

À noite, na virada do ano, eu me arrumei pra valer. Coloquei uma saia branca curta e justa que marcava perfeitamente minha bunda grande e minhas pernas grossas. O tecido era fino, quase transparente quando a luz batia certo. Roger até elogiou, mas eu sabia que outros olhos também iam reparar.

Quando os fogos começaram, todo mundo foi pra rua em frente à casa pra ver. No meio da bagunça de abraços e “feliz ano novo”, Adriel se aproximou. Desejou feliz ano novo pra mim com um abraço que durou um segundo a mais. A mão dele desceu pelas minhas costas e, sem ninguém perceber no meio da multidão, ele desceu um pouco mais, apertando de leve a curva da minha bunda por cima da saia branca.

Senti um choque. Minha calcinha molhou na hora, toda encharcada. Minha buceta piscou involuntariamente, latejando de tesão e adrenalina. Olhei pro lado e vi Roger abraçando Kethelin, rindo alto com ela. O ano novo mal tinha começado e eu já estava molhada pra caralho... e com uma vontade perigosa de continuar marcando território... ou talvez de perder um pouco o controle.

Depois dos fogos, todo mundo estava alterado, rindo alto, bêbado e animado. O corno do meu marido, ainda com o gracinha com todo mundo, inclusive com Kethelin, disse:
— Vou ali comprar mais cerveja gelada, senão vai faltar!
Pra variar, a priminha querida dele logo se ofereceu:
— Eu vou junto! E as crianças querem dar uma volta também!
Eu sorri por fora e disse calmamente:
— Pode ir, amor. Eu fico aqui conversando com sua mãe.
Adriel, que estava jogando truco com os tios na mesa da varanda, falou sem nem olhar direito:
— Eu continuo aqui, tô ganhando essa rodada.

Alguns minutos depois, vi Adriel se levantar e subir as escadas. Falei que ia ao banheiro e fui atrás. A casa estava completamente vazia. Todo mundo estava na área de lazer lá fora, rindo e bebendo. Éramos só nós dois no andar de cima. Entrei rápido no quarto de hóspedes, tirei a calcinha branca que estava completamente melada de porra — minha buceta inchada e babando de tesão desde que ele apertou minha bunda e fiquei sem nada por baixo da saia curta. A buceta e encharcada sentia o ar fresco subindo. Quando saí no corredor, dei de cara com Adriel voltando com o carregador na mão. Ele levou um susto:
— Caralho, Nubia! Quase me matou de susto...
Eu ri baixinho, safada:
— Tá devendo alguma coisa pra ficar assustado assim, Adriel?

Ele não respondeu de imediato. Ficamos ali no meio do corredor vazio, o clima pesando. Eu me aproximei um passo e perguntei direto:
— Por que você passou a mão na minha bunda na hora dos fogos?
Adriel respirou fundo, o pau já marcando na bermuda:
— Porque eu não aguentei, porra... Essa bundona sua tá me deixando louco desde que cheguei.

E sem pedir licença, ele passou a mão de novo, agora com mais força, apertando minha bunda gostosa por cima da saia branca. Eu não pensei duas vezes. Ergui a saia devagar, mostrando minha buceta, inchada e brilhando de tesão. Adriel não falou nada. Caiu de boca ali mesmo, no meio do corredor.
— Então chupa, vai… prova a buceta do corno.

A língua quente dele abriu meus lábios e começou a chupar minha buceta com fome, sugando meu clitóris e enfiando a língua fundo enquanto apertava minha bunda com as duas mãos.
— Aaaahh... porra... que delícia — gemi baixinho, segurando a cabeça dele.
Não aguentei e sussurrei:
— Vai rápido, Adriel... antes que esse corno do meu marido volte e a corninha da sua noiva tambem...

Ele se levantou, abriu a bermuda e tirou aquele pau duro pra caralho, torto pro lado. Segurou minha nuca e mandou:
— Chupa. Chupa enquanto eu fico de olho na escada.

Eu me agachei como uma vadia no cio e engoli aquele pau até o fundo da garganta. Chupei ele como se fosse o fim do mundo — babando, gemendo, passando a língua na cabeça e descendo até as bolas. Adriel gemia baixo, segurando meu cabelo loiro, fodendo minha boca devagar e batendo o pau na minha cara enquanto vigiava.
— Isso... engole esse pau, sua putinha casada...

Ele me levantou, me colocou sentada na mesinha do corredor, abriu minhas pernas e ergueu a saia branca até a cintura. Puxou meus peitos pra fora do decote e começou a meter. O pau dele abriu minha buceta molhada de uma vez, esticando tudinho.
— Ai que delícia... me fode... — gemi baixinho.

Adriel me comia gostoso, metendo fundo com as bolas batendo na minha bundinha. Eu siriricava no pau dele, rebolando, apertando a buceta enquanto ele chupava meus peitos com fome. De vez em quando a gente parava e ficava ouvindo se tinha alguém subindo. Depois voltava ainda mais safado. Eu gozei gostoso pra caralho no pau dele, tremendo inteira, buceta espremendo e esguichando um pouco enquanto mordia o ombro dele pra não gritar.
— Gozei... porra, gozei no seu pau... – eu disse suada e com a buceta melada pingando no pau dele.
Adriel tirou rápido, segurou meu queixo e mandou:
— Abre essa boquinha de casada, vadia.

Eu abri, com a língua pra fora, olhando pra ele como uma vadia. Ele bateu o pau na minha língua e gozou forte, jatos grossos e quentes de porra enchendo minha boca. Engoli tudinho, limpando o pau dele com a língua depois, sem desperdiçar uma gota. A gente se arrumou rápido e descemos um de cada vez pra onde todo mundo tava. Eu ainda sentia o gosto da porra dele na garganta quando descemos.

O corno do meu marido Roger e a priminha noiva do Adriel ainda nem tinha voltado da compra de cerveja.
...
No outro dia enquanto o corno do meu marido estava fora de casa, eu mandava essas fotos no Whatsapp do Ariel.

Foto 1 do Conto erotico: MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO

Foto 2 do Conto erotico: MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO

Foto 3 do Conto erotico: MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO

Foto 4 do Conto erotico: MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO

Foto 5 do Conto erotico: MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO


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Comentários


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afim2 Comentou em 23/06/2026

Adoro teus contos. Cheios de sacanagem e sedução. E te acho uma gostosa linda 😍

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franklin-alberto Comentou em 23/06/2026

que conto gostoso tive que bater uma bem forte tesão

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dxm1 Comentou em 23/06/2026

Você é uma delícia!!!

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casalbisexpa Comentou em 23/06/2026

delicia de buceta




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Ficha do conto

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tammyinacio

Nome do conto:
MEU MARIDO FOI CORNO NO ANO-NOVO

Codigo do conto:
265176

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/06/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
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