CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Boa Tarde lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy

Segue o relato da minha seguidora Helena com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.
Sou Helena, tenho 35 anos, sou morena de pele quente, uso o cabelo loiro tingido que cai um pouco abaixo dos ombros. Sou baixinha, com seios naturais que combinam bem com meu corpo pequeno e bem torneado pela atividade física constante. Sou daquelas que sorri fácil, fala bastante e gosta de puxar conversa.

Com meu marido Igor a química na cama sempre foi forte e constante. Somos só nós dois nesse universo íntimo, sem terceiros. Ele tem 40 anos, é gerente numa empresa de fotografia de eventos, mede 1,80 m, tem o corpo esculpido pela academia, cabelo degradê bem cortado e uma barba preta que dá um ar másculo. Sempre foi muito presente e fogoso, com uma energia que raramente dava trégua.

Moramos em um bairro classe média-alta no interior de SP (Campinas) e Vera, nossa empregada, sempre esteve conosco desde o nosso casamento. Era uma mulher de extrema confiança, correta, amiga de igreja da minha mãe. Vera é evangélica, crente fervorosa, frequentadora assídua da Assembleia de Deus da cidade, sempre com a Bíblia na bolsa e um “Deus te abençoe” na ponta da língua.

Numa tarde de quinta-feira, Vera estava colocando o almoço na mesa e disse chorando:
- Infelizmente vou ter que abandonar vocês pra me cuidar meus filhos. Estou com problema na coluna séria.
- Não acredito Tia Vera. – eu disse chorando abraçando ela.
- Sim minha filha, mas é por alguns meses e minha filha Geise pode ajudar vocês até eu me recuperar. Ela está trabalhando na limpeza de um buffet e de noite mas durante o dia pode vir aqui – disse Vera limpando as lagrimas e acalmando.
- Tia Vera, fica sossegada, tudo o que precisar você pode pedir pra gente. – disse meu marido Igor abraçando.
- Confiamos em você tia. A ultima vez que vi a Geise ela era uma adolescente vindo buscar você com o seu marido pra ir pra igreja. – eu disse concordando com o Igor.
- Amanhã ela começa então. Vão com calma com ela por favor. Ela não tem o mesmo pique que eu, mas ela é prestativa demais...sempre está participando dos eventos lá da igreja. – ela disse nos tranquilizando.

Na sexta-feira de manhã, o interfone tocou às 8h15 em ponto. Eu estava na cozinha, ainda de short e top de ginástica, cabelo loiro meio bagunçado. Igor tinha saído cedo para um evento em Valinhos, então a casa era só minha. Abri o portão e, quando Geise apareceu na porta, senti um frio na barriga. Ela tinha 22 anos agora, mas não parecia mais a menina tímida que eu lembrava. Cabelos castanhos escuros até os ombros, pele morena clara, olhos grandes e doces. A blusa polo branca era justa o suficiente para marcar os seios firmes
— Bom dia...Dona Helena? Sou a Geise. Minha mãe mandou dizer que eu começo hoje.
— Geise! Menina, como você mudou... Entra, pode me chamar de Lena, tá? Nada de dona — ri, dando um abraço rápido.

Ela entrou olhando tudo com respeito, colocou a bolsa num canto e já perguntou:
— Por onde começo? Louça do café? Quartos?
— Primeiro toma um café comigo. Relaxa um pouco — ofereci, servindo uma xícara.

Sentamos. Ela contou da noite no buffet, do curso à distância, do louvor na igreja. Quando ria, o cabelo balançava e os seios mexiam levemente sob a blusa. Eu tentava não olhar, mas era difícil. A tarde correu calma. Geise era caprichosa, mas mais devagar que a mãe. Limpava cantinho por cantinho, cantava baixinho um louvor enquanto passava pano. Eu ficava por perto, “ajudando”.

Num momento, ela estava de quatro limpando o rodapé da sala. A saia subiu um pouco, mostrando as coxas grossas e macias — não era nada escandaloso, mas dava para ver a pele morena e macia da parte de trás das pernas. Ela não percebeu. Eu percebi. Meu corpo reagiu antes da mente: um calor subindo pela barriga, os mamilos endurecendo contra o tecido fino do top. Nunca havia sentido isso na vida, fiquei confusa com essa sensação estranha.

Quando Geise terminou o serviço por volta das 17h30, em vez de pegar a bolsa e ir embora ela disse educadamente
— Lena… será que eu posso tomar um banho rápido aqui antes de ir?
— Claro que pode, amor! Usa o banheiro de serviço mesmo, tem chuveiro quente, toalha limpa no armário. Fica à vontade. O Igor vai chegar e eu vou estar com ele la na nossa suíte tomando banho de Hidro. – disse pra ela para ela não ficar preocupada.
- Sim Lena, vou tomar um banho e ir embora já já, tenho compromisso. – Geise disse.
- Eu e o Igor sempre fazemos isso nas sextas pra relaxar da semana estressante do trabalho. Sua mãe ta acostumada e as vezes fica até com a gente conversando enquanto eu e o Igor toma vinho jogando a conversa fora. Se quiser passar lá depois, fica a vontade. – falei amigavelmente para ela se sentir confortada.

Geise assentiu com um sorriso tímido, pegando a toalha que eu indiquei e desaparecendo em direção ao banheiro de serviço. Tirei o short e o top suados, ficando só de calcinha preta de renda e sutiã combinando — o conjunto que eu sabia que fazia Igor perder o ar quando me via assim. Liguei a hidromassagem, deixei a água quente enchendo devagar, joguei um pouco de espuma de banho. Ouvi a porta da frente abrindo uns vinte minutos depois. A voz grave e familiar de Igor ecoou pela casa:
— Lena? Cheguei, amor!
— Aqui em cima, na suíte! — respondi alto

Quando me viu ali de lingerie, encostada na borda da banheira, o olhar dele mudou na hora. Aquele olhar de predador que eu conhecia tão bem.
— Caralho, você tá linda hoje… — murmurou, tirando a camisa e jogando no chão. A calça veio em seguida, ficando só de cueca boxer cinza escura, já marcando o pau que começava a crescer.

Entramos na hidro e ficamos tomando um vinho enquanto contávamos sobre a semana, fofocando e dando risada. Depois de 30min Geise apareceu na porta da suíte, já vestida com a roupa de sair
— Lena, Igor… vim só me despedir. Obrigada pelo banho, tava precisando mesmo. Segunda eu volto no mesmo horário, tá bom?

Igor, ainda dentro da hidro com água até o peito, ergueu a taça de vinho na direção dela e sorriu já alterado daquele jeito que desarma qualquer um.
— Calma aí, Geise. Entra aqui um pouquinho. Senta na beirada da banheira, conversa com a gente antes de ir. Sua mãe nunca quis nem chegar perto dessa hidro, né? Sempre dizia que “água quente demais é tentação do diabo” - ele riu
Eu ri junto, já sentindo o vinho subir gostoso pela cabeça.
— Verdade! A tia Vera entrava aqui na suíte só até a porta, olhava de longe e falava: “Eu fico na porta mesmo, Deus me livre de hidromassagem”. Vem cá, menina - completei

Geise hesitou uns segundos, olhando da gente pra banheira, depois deu um sorrisinho tímido e se aproximou. Sentou na borda, as pernas cruzadas, ainda segurando a bolsa como se fosse um escudo.
— Eu nunca entrei numa hidro… — confessou ela . — Parece gostoso mesmo.
— É muito mais que gostoso — falei, esticando a perna pra fora da água e deixando a espuma escorrer pela coxa. — Vem, entra só um pouquinho. Só os pés, se quiser. Prometo que não conto pra sua mãe.

Ela riu, nervosa, mas tirou o tênis e colocou os pés na água quente. Fechou os olhos por um segundo.
— Ai, meu Deus… que delícia.
— Sabe, Geise… sua mãe já pegou a gente no flagra aqui mesmo, ó. — falei, apontando pro canto da banheira. — Eu de joelhos, chupando o Igor enquanto ele segurava meu cabelo. Ela entrou pra entregar uma toalha e quase derrubou tudo no chão. Ficou vermelha, gritou “Jesus amado!” e saiu correndo. Depois fingiu que não viu nada.

Geise arregalou os olhos:
— Sério? Minha mãe nunca me contou isso…
— Claro que não contou — Igor riu baixo, passando a mão pelas minhas costas. — Mas ela continuou vindo trabalhar aqui do mesmo jeito.

O clima mudou. O vapor subia, o vinho ajudava, e eu sentia meu corpo inteiro pulsando. Levantei um pouco:
— Quer ver uma coisa, Geise? — perguntei, já sem vergonha nenhuma.

Ela não respondeu com palavras, só fez que sim com a cabeça e os olhos grudados em mim. Eu deslizei a mão por baixo d’água, segurei o pau do Igor que já estava completamente duro e o levantei pra fora da água, devagar. A cabeça vermelha brilhava, grossa, pulsando na minha mão.
— Olha só… — murmurei. — Sempre fica assim quando me vê pelada.

Geise mordeu o lábio inferior. Não desviou o olhar.
— Eu… eu não sou virgem, sabia? — ela disse, quase num sussurro. — Já fiquei com uns meninos da igreja… mas nunca vi um assim de perto.

Antes que eu pudesse responder, ela se inclinou. Primeiro hesitante, depois com mais firmeza. Esticou a mão e começou a pegar no pau do meu marido. No começo fiquei com ciúmes mas o tesão falou mais alto. Minha buceta já estava piscando em ver meu marido daquele jeito.
Ela aproveitou e caiu de boca na cabeça do pau do Igor com os lábios macios. Ele gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
— Porra, Geise… isso…

Eu me posicionei atrás dela, ainda dentro da banheira, e comecei a beijar o pescoço dela enquanto ela chupava meu marido. Minha mão desceu pra minha própria buceta, os dedos escorregando fácil de tesão. Eu gemia baixinho no ouvido dela.
— Isso, amor… chupa ele gostoso… olha como ele tá gostando…

Igor segurou o cabelo dela com cuidado, sem forçar, só guiando o ritmo. Depois de alguns minutos, ele puxou ela pra cima.
— Vem cá… quero sentir você de verdade.

Saímos da hidro. Eu levei Geise pela mão até a nossa cama king size, ainda molhada, pingando água e espuma. Tirei a blusinha dela, depois o sutiã. Os seios dela eram lindos, firmes, maiores do que eu imaginava, com bicos claros e arrepiados. Igor a deitou de costas, abriu as pernas dela com carinho.

A buceta dela era peluda mesmo — um triângulo escuro e cheio, lábios grossos entreabertos, já brilhando de excitação. Ele passou a língua devagar por toda a extensão, fazendo ela arquear as costas e gemer alto.
— Ai, Senhor… Igor…

Eu me sentei ao lado, de pernas abertas, siriricando meu clitóris e buceta enquanto assistia tudo. Igor se posicionou entre as coxas dela, esfregou a cabeça do pau na entrada peluda e entrou devagar. Geise soltou um gemido longo.
— Vai devagar… tá muito grosso…

Ele foi entrando aos poucos, até o talo. Depois começou a bombar, primeiro lento, depois mais rápido. O som molhado da buceta dela sendo comida enchia o quarto. Eu siriricava mais forte, com os olhos grudados na cena: o pau dele entrando e saindo daquela xota peluda, os peitos dela balançando a cada socado e o rosto dela contorcido de prazer.
— Tô quase, amor… — Igor gemeu, olhando pra mim.
— Goza nos peitos dela — pedi, ofegante. — Quero ver.

Ele saiu de dentro dela no último segundo, subiu um pouco e começou a punhetar rápido. Geise ficou olhando, ofegante. O jato de porra veio forte: primeiro esguicho branco grosso grosso caiu no mamilo esquerdo, depois no direito, escorrendo pelos seios dela. Mais dois jatos quentes molharam a barriga. Ela gemeu só de sentir.
Eu gozei quase junto esguichando na cama toda, tremendo inteira, com os dedos encharcados e entalados no fundo da minha buceta. Ficamos os três ofegantes na cama. Geise riu baixinho, ainda sem ar.
— Minha mãe me mata se souber…
Igor beijou a testa dela.
— Então a gente não conta.

Eu me deitei do outro lado, passando a mão nos peitos melados dela, espalhando o gozo dele como se fosse creme.
— Segunda você volta, né, Geise?

Ela sorriu, safada pela primeira vez.
— Volto sim… e quem sabe eu não entro na hidro de uma vez.
Nós três rimos, ainda pelados, suados e satisfeitos. A sexta-feira tinha acabado de ficar muito mais interessante.
...

IMAGENS REAIS QUE GEISE MANDAVA P/ GENTE PARA NOS PROVOCAR

Foto 1 do Conto erotico: CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Foto 2 do Conto erotico: CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Foto 3 do Conto erotico: CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Foto 4 do Conto erotico: CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Foto 5 do Conto erotico: CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario seuamantesp

seuamantesp Comentou em 12/02/2026

Q crente deliciosa

foto perfil usuario frota-men

frota-men Comentou em 12/02/2026

Hummm delícia dela bem sexy




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254342 - Meu Enteado Arrombou Meu Cu - Categoria: Incesto - Votos: 20
253984 - MEU GENRO ME FEZ DE PUTA - Categoria: Incesto - Votos: 22
253889 - Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 30
253290 - Meu Cunhado Me Fodeu - Categoria: Incesto - Votos: 43
252871 - A Primeira Vez que Vi Meu Namorado Foder Outra - Categoria: Traição/Corno - Votos: 59

Ficha do conto

Foto Perfil tammyinacio
tammyinacio

Nome do conto:
CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA

Codigo do conto:
254494

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
12/02/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
5