Tenho 38 anos, 1,68 m, corpo esculpido na academia: bunda empinada e dura, coxas grossas, cintura fina, peitos fartos e firmes (tamanho 42/44), abdômen marcado, cabelo castanho escuro ondulado caindo até os ombros, olhos castanhos que queimam quando eu quero, e um batom vermelho sangue que uso quase todo dia. Em 2020, antes da pandemia engolir tudo, me mudei pro apartamento do meu namorado Edson, num condomínio chique de Botucatu-SP.
Edson tinha 34 anos na época, médico, sempre tranquilo, sorriso fácil. Mas o problema da casa era o filho dele: Robert. 18 anos recém-completos, alto (quase 1,87 m), pele clara, cabelo castanho bagunçado que caía na testa, olhos verdes claros que pareciam faca, corpo de atleta — ombros largos, peitoral definido, braços fortes, abdômen tanquinho, coxas grossas de quem joga bola e levanta peso. Barba rala que dava um ar de macho jovem. Ele me odiava. Desde o primeiro dia me tratava como lixo: respostas secas, revirar de olhos, comentários ácidos na frente dos amigos, portas batidas. Eu era a intrusa, a vadia que tinha invadido o território dele. E o pior: Edson às vezes brigava com ele por causa disso, mas Robert nunca baixava a guarda.
Numa sexta-feira à noite cheguei exausta do trabalho — engenheira elétrica, turno pesado. Edson estava na sacada com os amigos dele, cerveja na mão, risada alta. Cumprimentei a galera e perguntei pro Robert, largado no sofá com o celular:
— Cadê seu pai?
Ele nem olhou pra mim. Respondeu seco, alto o suficiente pra todo mundo ouvir:
— Manda mensagem pra ele, ué. Eu sou o quê, secretária?
Risinhos abafados dos amigos. Humilhação pública. Engoli seco, senti o sangue subir, mas não respondi. Fui pro escritório e tentei trabalhar. Mandei mensagem pro Edson: plantão estendido, só volta de madrugada. O calor estava insuportável. Tirei a blusa social, fiquei só de top esportivo preto bem justo (os mamilos já marcando de leve), shortinho de ginástica colado na bunda e descalça. Fui pegar uma cerveja gelada na cozinha. Ao passar pela sala, ouvi o amigo gay dele, o Lê, cochichando:
— Mano, tua madrasta é um absurdo. Olha essa bunda… esse corpo todo malhado. Eu mataria pra ter uma mulher assim em casa todo dia. Que delícia.
Robert deu uma risada baixa, debochada:
— É gostosa pra caralho, não vou mentir. Peitos grandes, bunda empinada, coxão… Mas continua sendo uma vadia metida que invadiu minha casa. Só aguento porque meu pai manda. Se dependesse de mim, já tinha chutado essa puta daqui.
O amigo riu:
— Aproveita a vista, cara. Eu no teu lugar ficava olhando todo dia.
— Para com isso, seu viado. Ela é namorada do meu pai, porra.
Mas o tom dele… tinha uma rachadura. Não era só ódio. Era ódio misturado com tesão reprimido. Bebi a cerveja de uma vez, sentindo a buceta dar uma contraída forte só de ouvir ele falar de mim daquele jeito. Voltei pro escritório tremendo de raiva e de desejo.
Mais tarde, já no quarto, tirei tudo. Fiquei só de calcinha fio-dental preta minúscula, deitei na cama, ar-condicionado gelado batendo nos mamilos duros. A conversa não saía da minha cabeça. Fechei os olhos e me peguei imaginando o pau dele — grosso, veias saltadas, duro de raiva. A calcinha ficou encharcada em minutos. Minha mão desceu, rocei o clitóris inchado por cima do tecido, gemi baixo. A maçaneta girou. Sem bater. Robert entrou. Short tactel cinza, regata larga, cabelo molhado do banho, cheiro de sabonete masculino invadindo o quarto. Parou no meio do quarto, olhos desceram direto pros meus peitos quase pulando do top, depois pra calcinha colada, o contorno da buceta inchada e molhada marcando tudo.
— Porra, Paula… tu não tranca a porta nunca? — voz rouca, quase tremendo. — Vim pegar o carregador do meu pai.
— Desculpa… tava descansando — respondi, mas não fechei as pernas. Abri mais um pouco, deixando ele ver o tecido escurecido de tesão.
Ele se aproximou. Quando se abaixou pro criado-mudo, o short subiu e eu vi: pau grosso, semi-duro, marcando o tecido, cabeça desenhada, bolas pesadas. Ele percebeu que eu estava olhando.
— Você é uma exibida do caralho, né? — murmurou, olhos queimando.
— Você mesmo disse pro Lê que eu sou gostosa. Ouvi tudinho, Robert. Peitos grandes, bunda empinada, coxão…
O rosto dele pegou fogo. Ele se levantou rápido, carregador na mão, mas ficou parado.
— Você ouviu? — sussurrou, voz falhando.
— Você me odeia, mas tá aí com o pau duro olhando pra minha buceta marcada na calcinha. Admite.
— Vai se foder… isso é errado pra caralho. Você é uma vadia tarada.
Ele saiu batendo o pé. Mas eu sabia: ele ia voltar. Duas horas depois, a galera foi embora. Ouvi o chuveiro. Vinte minutos depois, passos pesados no corredor. A porta abriu de novo. Robert entrou. Toalha branca curta enrolada na cintura, pingando água, torso definido brilhando, pau já marcando volume enorme por baixo do tecido. Olhou pra mim deitada, pernas abertas, calcinha encharcada. Não falou nada. Deixou a toalha cair.
Pau grosso, reto, veias pulsando, cabeça vermelha e inchada, uns 20 cm fácil, bolas pesadas e lisas. Ele estava duro pra caralho. Eu tirei a calcinha devagar, mostrando a buceta depilada, lábios grossos abertos, clitóris inchado, molhada até escorrer pelas coxas. Ele gemeu baixo.
Se ajoelhou na minha frente, agarrou minhas coxas com força, abriu mais e enterrou a cara na minha buceta. Língua grossa lambendo tudo, chupando o clitóris com raiva, enfiando dois dedos de uma vez, socando rápido enquanto sugava. Eu agarrei o cabelo dele, empurrei a cara mais fundo, gemia alto, rebolava na boca dele. Gozei forte na cara dele em menos de dois minutos, esguichando quente na boca, no queixo, no peito dele.
Ele subiu, pau babando pré-gozo. Eu virei ele de bruços na cama, abri as nádegas dele com força. Cu rosa, piscando, lisinho. Lambi devagar, circulei a entrada, enfiei a língua fundo enquanto batia punheta nele. Ele gemia rouco, empinando a bunda, pedindo mais. Peguei o lubrificante. Passei muito no meu cu e no pau dele. Sentei de costas, sentindo a cabeça grossa forçar a entrada. Doeu pra caralho, mas eu forcei.
Quando engoli tudo, comecei a quicar com força, sentindo ele me arrombar o cu até o talo, as bolas batendo na minha bunda. Minha buceta escorria, pingava no saco dele. Ele gemia alto, mãos apertando minha cintura, me fodia de baixo pra cima. Troquei. Deitei de costas, pernas bem abertas. Ele meteu na buceta de uma vez, tudo até bater no fundo. Socava forte, sem dó, a cama batendo na parede. Eu gritava, unhas nas costas dele, gozando de novo, buceta apertando o pau dele, esguichando mais, molhando os lençóis, a barriga dele. Ele metia mais rápido, mais fundo, suado, xingando baixo:
— Toma, sua vadia… toma tudo…
Quando sentiu que ia gozar, puxou, subiu no meu peito, enfiou o pau na minha boca. Eu abri toda, engoli até a garganta, engasgando, babando. Ele segurou minha cabeça e gozou forte: jatos grossos, quentes, enchendo minha boca, escorrendo pelos cantos, pingando nos peitos, no pescoço. Engoli o que deu, lambi o resto, olhando nos olhos dele enquanto limpava a cabeça com a língua.
Ele caiu do lado, ofegante, pau ainda pulsando, pingando. Eu fiquei lá, rosto e peitos melados de porra, buceta e cu ardendo de tanto levar, corpo tremendo.
Levantei, peguei a toalha dele do chão, saí nua pelo corredor, porra escorrendo pelas coxas, e bati a porta do outro quarto com força.
Porra… o que foi isso? Se ele abrir a boca pro pai dele, minha vida acaba.
Mas caralho… eu quero de novo.
E agora?
...





Hummmm 🤤🤤 que delícia de conto É esse presente no final,essas fotos maravilhosas ❤️ , adorei gozei gostoso Votadissimo 👏👏👏
Caralho rasgou literalmente seu cu todo
Uma boa putinha
Que delicia de relato!! Ficou lindo seu cuzinho!!