Ricardo sempre foi um bom marido e provedor, mas depois de duas décadas o casamento esfriou demais. A rotina virou algo morno, sem graça, sem fogo. O sexo, quando acontecia, era rápido, previsível e sem tesão.
Há seis meses as coisas pioraram: Ricardo perdeu o emprego. A empresa faliu e ele não conseguia arrumar nada decente. As contas começaram a apertar. Foi então que eu precisei começar a trabalhar em telemarketing, de casa mesmo, atendendo ligação atrás de ligação o dia inteiro. Odeio esse trabalho. Fico o dia todo com fone no ouvido, sorrindo forçado e ouvindo gente grossa, enquanto meu corpo fica ali, sentado, ficando cada vez mais frustrado e carente.
A gente sempre gastou demais quando as coisas iam bem. Viajamos, trocamos de carro, compramos coisas desnecessárias. Agora isso estava cobrando caro. Já minha irmã mais nova, Julia, de 28 anos, sempre foi o oposto de mim: centrada, organizada, poupadora. Ela se casou há pouco tempo com o Luan, de 30 anos. Ele é bem de vida, tem uma empresa própria e dinheiro sobrando.
Mas o cara é insuportável de tão metido. Vive se achando o dono do mundo, falando de investimento, de viagens caras e de como “administra bem a vida dele”. Toda vez que nos encontramos, ele faz questão de jogar na cara, de forma indireta, como eles estão bem financeiramente enquanto nós estamos afundando.
Era o aniversário de 10 anos da Sofia e, como sempre, minha irmã Julia insistiu em fazer a festinha na casa dela. “Aqui tem espaço, piscina, churrasqueira… não precisa gastar com nada”, ela disse com aquele tom doce que usa quando quer mostrar superioridade sem parecer. Aceitamos. Não tínhamos condições de fazer nada decente na nossa casa apertada mesmo.
Cheguei me sentindo um pouco humilhada. O único biquíni que ainda estava em boas condições era um azul marinho que comprei há uns quatro anos. Ele era mais curto do que eu lembrava. A parte de cima mal continha meus seios, que ficaram mais cheios depois da segunda gravidez, e a calcinha tinha um corte mais alto nas laterais, deixando boa parte da minha bunda à mostra.
Assim que entramos no quintal, senti os olhos do Luan em mim. Ele estava virando carne na churrasqueira, cerveja na mão, mas por um segundo seu olhar desceu direto para o meu decote. Não foi rápido. Foi aquele olhar demorado, disfarçado, que os homens acham que a gente não percebe. Meu coração acelerou. Fazia tanto tempo que um homem me olhava assim… com desejo cru, sem filtro.
Ricardo estava distraído conversando com a Julia, nem percebeu. Eu fingi que também não.
Durante a tarde, enquanto as crianças brincavam na piscina, eu me sentei na espreguiçadeira com um copo de gin na mão. Luan passou por mim duas vezes, e nas duas senti seu olhar descendo sem vergonha pela minha barriga, quadris e coxas. Meu corpo reagiu na hora. Fazia meses que Ricardo mal me tocava. Eu estava carente pra caralho.
Em determinado momento, fui ao banheiro da área de lazer. A janela estava aberta e dava direto para a churrasqueira. Enquanto lavava as mãos, escutei a conversa dos homens:
— Porra, tu viu a bunda da Juliana hoje? O biquíni tá enterrado… aquela mulher tá gostosa pra caralho ainda.
Luan riu rouco e respondeu:
— Minha cunhada tá bem demais depois de dois filhos. Eu assino o conteúdo da Mirela, aquela amiga delas da academia. A morena que posta uns vídeos bem safados… caralho, me deixa louco. Mas confesso que hoje, olhando pra Juliana de biquíni, tô imaginando como seria se ela fizesse o mesmo. Se um dia ela precisasse de uma ajudinha financeira, eu não recusaria não.
Meu coração disparou. Eu e Julia não fazíamos ideia desse segredo da Mirela. Sabíamos apenas que o marido dela vivia viajando. Fiquei paralisada, com uma mistura perigosa de choque, humilhação e excitação molhando meu biquíni.
Quando saí do banheiro, procurei o olhar do Luan de propósito. Não desviei. Deixei ele ver que eu sabia. E, pela primeira vez em muito tempo, meu corpo inteiro acordou.
Depois do parabéns, servi mais um gin com tônica e fui até ele, que estava sozinho guardando as carnes perto da churrasqueira.
— Então… você assina o conteúdo da Mirela, é? — perguntei baixinho, em tom provocante.
Luan se virou assustado, os olhos descendo direto para o meu decote.
— Porra, Juliana… você ouviu aquilo? Eu só estava brincando, coisa de homem. Esquece.
Ele ficou sem graça, passando a mão na nuca. O gin me deixava cada vez mais ousada. Depois de alguns segundos, sussurrei:
— Mas… dá dinheiro mesmo? Quanto uma mulher como eu conseguiria tirar?
Luan olhou ao redor, nervoso. Ricardo estava longe e Julia dentro de casa.
— Juliana… seu marido não pode saber de nada disso, né?
— Ele não vai saber — respondi firme. — Responde.
Ele respirou fundo, deixando o olhar percorrer meu corpo quase nu.
— Dá um bom dinheiro se fizer direito. Tem mulher que tira vários milhares por mês. Mas… por que você tá pensando nisso?
— Porque tô cansada pra caralho de viver no vermelho sorrindo forçado no telemarketing — falei, dando um passo à frente. — E… quem iria tirar as fotos?
Luan hesitou, a respiração pesada:
— Eu… — deixou escapar. Depois tentou voltar atrás: — Quer dizer… eu estava brincando. Foi só papo de bêbado.
Eu sorri devagar, bem safada, e me aproximei até quase colar meus seios no braço dele. Falei bem baixinho, roçando os lábios perto do seu ouvido:
— Eu não estou brincando, Luan. Quero ver quanto consigo ganhar com esse corpo que você passou o dia inteiro encarando. Mas vai ser nosso segredo. Ninguém pode saber. Nem meu marido… nem minha irmã.
Ele engoliu seco, o volume na bermuda bem visível.
— Porra, Juliana… você tá falando sério mesmo?
Eu mordi o lábio e respondi com um olhar carregado de desejo:
— Muito sério.
Ele olhou ao redor mais uma vez, nervoso e excitado. Respirou fundo e murmurou bem baixo:
— Tá bom… Amanhã à tarde eu passo no mercado que fica perto da sua casa. Você me espera lá. Eu te levo num lugar discreto. Mas só vamos tirar fotos, entendeu? Só fotos.
Eu sorri, mordendo o lábio.
— Combinado.
No dia seguinte, eu estava ansiosa pra caralho. Disse pra Ricardo que ia ao mercado fazer compras e saí de casa. Levei na bolsa uma lingerie vermelha bem safada que eu tinha guardado há anos e quase nunca usei
.
Luan chegou num carro preto de vidros escuros. Entrei rápido e ele arrancou sem dizer muita coisa. O clima dentro do carro estava pesado, carregado de tesão e culpa. Ele dirigiu até um motel na saída da cidade. Assim que entramos no quarto, ele trancou a porta e tentou manter o controle:
— Só fotos, Juliana. Eu tiro umas boas pra você, a gente vê quanto consegue ganhar e pronto. Nada além disso.
Eu não respondi. Fui até o banheiro, tirei toda a roupa e vesti a lingerie vermelha. Quando saí, Luan estava sentado na beira da cama com o celular na mão. Assim que me viu, os olhos dele escureceram.
— Caralho… — murmurou, olhando meus seios quase saltando do sutiã e a calcinha que mal cobria minha buceta.
Começamos as fotos. Ele me mandava posar de quatro, de lado, apertando os peitos, abrindo um pouco as pernas. O volume na calça dele estava enorme. Eu via que ele estava ficando cada vez mais desesperado e eu provocava mais ainda.
Depois de algumas fotos, Luan abaixou o celular, respirando pesado.
— Porra… eu não aguento mais.
Ele largou o telefone na cama e veio pra cima de mim como um animal. Me agarrou pela cintura, me puxou com força e me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda com as duas mãos.
— Eu tentei… juro que tentei só tirar foto — rosnou no meu ouvido, mordendo meu pescoço. — Mas você tá gostosa demais, porra.
Eu não resisti. Caí de joelhos na frente dele, abri o zíper da calça com pressa e tirei aquele pau grosso e latejante. Estava babando de tesão. Olhei pra cima, nos olhos dele, e chupei como se fosse o fim do mundo.
Enfiei fundo na garganta, babando tudo, chupando com vontade, gemendo enquanto ele segurava meu cabelo. Luan gemia alto, xingando baixinho:
— Isso… chupa gostoso, sua safada… porra, que boca boa.
Depois ele me jogou na cama, arrancou a calcinha vermelha e abriu minhas pernas. Enterrou o rosto na minha buceta encharcada e me comeu com a língua como ninguém nunca tinha feito. Chupou forte meu clitóris enquanto enfiava dois dedos fundo, acertando exatamente meu ponto G.
De repente, senti uma pressão absurda subir. Meu corpo inteiro tremeu e eu squirtei forte pela primeira vez na vida, jorrando na boca e no queixo dele, molhando o pau que roçava na minha coxa.
— Porra! Tá sguichando toda… — ele gemeu, excitado.
Sem me dar tempo de recuperar o fôlego, Luan subiu sobre mim, posicionou o pau grosso na entrada da minha buceta encharcada e meteu tudo de uma vez, bem fundo.
— Ahhhhhh… caralho! — gritei, sentindo ele me abrir inteira.
Ele começou a comer minha buceta com força, estocadas profundas e ritmadas, batendo fundo enquanto segurava minhas coxas abertas. O barulho molhado ecoava no quarto.
— Que buceta apertada e quente… — rosnou ele, metendo cada vez mais forte. — Tá molhada pra caralho, Juliana.
Eu gemia descontrolada, unhas cravadas nas costas dele. Nunca tinha sido comida assim. Ele acertava meu ponto G com o pau a cada estocada, fazendo meu corpo tremer inteiro.
Depois de minutos me fodendo com vontade, ele puxou o pau, subiu até minha boca e segurou minha cabeça.
— Abre a boca… vou gozar.
Eu obedeci. Ele meteu fundo algumas vezes e gozou forte, jorrando jatos grossos de porra quente direto na minha língua e garganta. Engoli tudo, olhando pra ele com olhos safados, enquanto algumas gotas escorriam pelo canto da minha boca.
Luan caiu sentado na cama, ofegante, olhando pra mim com uma mistura de choque e desejo.
— Porra, Juliana… a gente passou do limite. Ninguem pode saber disso.
...
FOTOS DO DIA DO MOTEL (EU E MEU CUNHADO LUAN)




