Meu nome é Marcele, tenho 33 anos, sou morena de cabelos escuros longos e casada com o Viktor, de 40. Tenho os seios extremamente grandes, tanto que chegam a doer as costas e os ombros o dia inteiro. Já marquei cirurgia de redução, mas enquanto isso eles ficam pesados, chamativos e sensíveis demais.
O Viktor é muito amigo do Gustavo desde a faculdade. O Gustavo era casado com a minha melhor amiga Katia, mas se separaram há uns seis meses. Eles tinham um filho juntos, um menino de 5 anos. Depois da separação, a Katia não perdeu tempo: pegou o menino e mudou pra outra cidade, bem longe. Isso acabou de destruir o Gustavo. Eu sempre fui mais distante dele, só cumprimentava por educação, e quando viajamos juntos em casal, a gente nem tinha muito papo.
Era o aniversário de 40 anos do Viktor e resolvemos fazer uma festona em nossa chácara na beira da represa de Avaré: churrasco, piscina, som alto e bastante gente.
— Amor chamei mais gente pra ficar bom: o Gustavo, o casal de amigos nossos do prédio (o Renato e a Júlia) e a galera que se formou comigo. Vai ser legal
Eu franzi a testa na hora.
— Gustavo? Sério, Viktor? Justo ele... Você sabe que eu não curto muito a presença dele.
— Ele tá destruído, Marcele. A Katia levou o filho embora pra outra cidade, o cara quase não vê mais o menino. Faz seis meses que tá bebendo pra caralho, deprimido pra caralho.
Mesmo incomodada, acabei aceitando. O Gustavo sempre foi aquele tipo: gordinho, barrigudo, daqueles que ri alto das próprias piadas idiotas e não sabe a hora de parar. E pior: a Katia me contou tudo depois da separação. Ele vivia fazendo brincadeiras bobas sobre meus peitos grandes. Falava coisas tipo “Porra, a Marcele tem dois melões na frente, o Viktor deve dormir com dor nas costas de tanto carregar isso” ou “Se ela correr, aqueles peitos vão dar um tapa na cara dela”. Eu fingia que não sabia, mas me irritava profundamente.
Chegamos na chácara na sexta à tarde. O lugar era incrível: gramado gigante, piscina grande, churrasqueira e vista pra represa. O Gustavo chegou logo depois, descendo do carro com uma mochila no ombro. Eu quase não acreditei no que vi. Ele estava... diferente. Muito diferente. Tinha emagrecido uns 12 quilos, a barriga de chope tinha sumido, dando lugar a um corpo mais definido, ombros mais largos e uma postura ereta que eu nunca tinha visto. O rosto estava mais marcado, barba bem aparada, cabelo cortado curto. Parecia mais homem, mais responsável, com um olhar mais maduro e cansado da vida. A depressão tinha cobrado o preço, mas ele claramente estava se cuidando — academia, sol, sei lá. O cara que chegava parecia outro.
Ele cumprimentou o Viktor com um abraço forte e depois virou pra mim. Estendeu a mão grande e quente, segurando a minha com firmeza, demorando um segundo a mais que o normal.
— Marcele... quanto tempo. Você tá... incrível, como sempre — disse ele, com a voz mais grave e baixa, olhando direto nos meus olhos antes de descer o olhar rapidinho pros meus seios pesados, que mal cabiam no biquíni preto que eu tinha escolhido.
Senti um calor subir pelo pescoço. Apertei a mão dele de volta e só consegui responder:
— Oi, Gustavo. Tudo bem?
Ele sorriu de canto, soltou minha mão devagar e foi ajudar o Viktor com as malas. Eu fiquei ali, sentindo o latejar entre as pernas só com aquele simples aperto de mão. Que porra foi essa?
À tarde, na piscina, o Viktor foi conversar com os amigos da faculdade que tinham chegado. Eles ficaram do outro lado, perto do bar molhado, rindo alto e bebendo cerveja. Eu me deitei na espreguiçadeira quase do lado dos meninos, coloquei meus fones de ouvido e fingi que estava ouvindo música. Na verdade, o volume estava baixo o suficiente pra eu conseguir escutar as conversas.
Foi quando ouvi a voz do Gustavo falando meio baixo:
— Porra, mano... olha o tamanho daqueles peitos da Marcele. Tá foda demais. Dois melões pesados, naturais... O Viktor é foda, aguenta isso todo dia.
Os caras riram. Um deles completou:
— São naturais mesmo? Parecem que vão explodir aquele biquíni. Imagina meter o pau no meio deles...
Eu senti meu rosto queimar e minha buceta latejar forte. Fingi que não estava ouvindo nada, mas meu corpo todo reagiu. De repente, lembrei das coisas que a Katia me falava quando ainda eram casados. Ela reclamava que o Gustavo era gordo, preguiçoso e fazia piadinhas idiotas, mas sempre admitia, com um sorrisinho safado: “O Gustavo é gordo, mas tem um pau grande e gostoso pra porra. É o único motivo que eu ainda aguento ele.”
Eu nunca tinha dado importância na época. Agora, olhando aquele novo Gustavo — mais magro, mais homem, mais maduro — aquela lembrança me acertou como um soco no estômago. Meu coração acelerou.
O Viktor estava ali perto, conversando com um casal de amigos do prédio. Ele sempre teve vergonha dos meus seios gigantes. A ex dele, a Letícia, tinha peitos perfeitos de silicone, firmes e empinados. Ele já tinha confessado, depois de beber, que às vezes brochava justamente por causa disso — achava meus peitos “demais”, pesados demais, que machucavam as costas dele quando eu cavalgava. Eu me sentia insegura pra caralho com isso. Nas ultimas semanas ele estava distante de mim e nem transávamos.
Quando o sol começou a baixar, parte da galera foi embora. Outros ficaram pra dormir, porque temos vários quartos na chácara. Gustavo também ia dormir lá. O som estava alto lá embaixo, todo mundo ainda bebendo, inclusive o Viktor, já bem alterado.Eu estava suada, com cloro no corpo e um pouco tonta de tanto gin. Subi pro nosso quarto pra tomar banho. Esqueci completamente de trancar a porta.
Tomei um banho longo, saí do box pelada, com a toalha enrolada só na cabeça, secando o cabelo. Meus mamilos estavam duros do ar-condicionado. Foi quando a porta do quarto abriu de repente. Gustavo entrou, só de sunga preta, claramente procurando o banheiro errado. Ele parou congelado quando me viu completamente nua.
— Puta que pariu… — escapou da boca dele.
Eu soltei um gritinho baixo de susto e imediatamente cruzei os braços sobre os peitos, tentando cobrir aqueles melões enormes e pesados. Minhas mãos mal conseguiam tampar tudo — a carne macia transbordava pelos meus braços, os mamilos ainda aparecendo entre os dedos. Meu rosto queimou de vergonha.
— Gustavo! Que isso?! — falei baixinho, envergonhada, a voz tremendo um pouco.
Ele não saiu. Seus olhos continuavam grudados em mim, hipnotizados pelos meus seios mesmo enquanto eu tentava esconder. A sunga dele começou a marcar forte, o pau engrossando rápido, ficando visivelmente duro e empurrando o tecido pra frente.
— Desculpa… eu errei o quarto… — murmurou rouco e alterado de tequila
Mesmo cobrindo os seios, eu sentia o corpo todo latejando. Fazia tempo que o Viktor não me olhava com aquele desejo cru, quase animal. E ali estava o melhor amigo dele, de pau duro na sunga só de me ver pelada pela primeira vez, mesmo eu tentando me esconder.
Lá embaixo o som continuava alto, risadas e a voz do Viktor ecoando entre os amigos, dava pra ver pela janela do quarto. Meu marido, o aniversariante, bebendo sem imaginar que o Gustavo estava no nosso quarto, com a rola latejando enquanto eu, envergonhada, tentava cobrir meus peitos.
— Você não precisa esconder não… — disse ele baixinho, com um sorrisinho safado fechando a porta. — Deixa eu ver melhor?
Meu coração batia tão forte que eu conseguia ouvir no ouvido. Eu continuava com os braços cruzados sobre os meus peitos enormes, mas a buceta pulsava sem controle. Olhei pra porta trancada, depois pra sunga dele, onde o pau já estava completamente duro, marcando grosso e grande.
— Só se você me mostrar primeiro — sussurrei de tesão e vergonha. — Quero ver essa rola que a Katia tanto falava…
Gustavo não pensou duas vezes. Puxou a sunga pra baixo e o pau saltou pra fora, pesado, veioso, com a cabeça grossa e brilhando. Era mesmo grande, bem maior que o do Viktor. Ele segurou na base e começou a bater punheta devagar, olhando pra mim com fome.
— Olha o que você fez comigo, Marcele… Tá vendo como meu pau lateja só de te ver assim?
Eu não aguentei. Soltei os braços e meus dois melões pesados pularam livres, balançando com o movimento. Os mamilos estavam duros e enormes. Gustavo gemeu baixo e apertou o pau mais forte.
— Caralho… que peitos lindos da porra…
Ele veio pra cima de mim como um animal. Agarrou aqueles dois melões com as duas mãos, apertando forte, e mergulhou a boca neles. Chupou como ninguém nunca tinha chupado na minha vida — nem o Viktor. Sugava com fome, lambia os mamilos, mordia de leve, enterrava o rosto entre eles, gemendo enquanto babava na minha pele. Parecia que ele tinha sonhado com aqueles peitos a vida inteira.
Enquanto ele devorava meus seios, eu desci a mão e segurei aquela rola grossa, batendo punheta pra ele, sentindo ela pulsar na minha palma.
— Isso… chupa meus peitos, Gustavo… mama neles bem gostoso. O Viktor nunca chupou assim…
Ele gemeu com a boca cheia da minha carne e eu fiquei louca. Empurrei ele pra trás, joguei ele na nossa cama de casal, a cama que eu durmo com o Viktor. Subi em cima e enfiei aquele pau na boca sem piedade. Chupei fundo, babando tudo, enquanto ele gemia segurando minha cabeça.
— Puta que pariu, Marcele… sua boca é quente pra caralho…
Levantei o rosto, pau dele brilhando de saliva, e sussurrei:
— Vai lá na janela e vê se o corno do meu marido tá lá embaixo.
Gustavo foi rápido, olhou pela janela. Lá embaixo o Viktor ria alto, bêbado, conversando com os amigos.
— Tá lá sim, o corno. Bebendo e rindo. Dá tempo pra eu te comer gostoso.
Voltei de quatro na cama, empinando a bunda e balançando aqueles peitos enormes. Gustavo não esperou. Posicionou o pau grosso na entrada da minha buceta encharcada e meteu tudo de uma vez.
— Aaaahhh porra! — gemi alto, abafando o rosto no travesseiro do Viktor.
Ele me fodeu forte, segurando minha cintura, socando fundo enquanto enfiava o dedo polegar no meu cu. Meus peitos balançavam pesados pra baixo, batendo um no outro a cada metida. O barulho molhado da minha buceta ecoava no quarto.
— Tá gostoso, Marcele? Tá gostando do pau do melhor amigo do seu marido?
— Tá… tá gostoso pra caralho… me fode mais forte… me usa…
Eu gozei tão forte que minha buceta apertou ele inteiro, esguichando, babando mel na cama toda. O lençol ficou molhado, uma mancha enorme. Meu corpo tremia inteiro.Gustavo acelerou, gemendo rouco:
— Não aguento mais… quero gozar na sua boca, por favor…
Eu me virei rápido, abri a boca e ele meteu fundo. Dois segundos depois ele explodiu. Jatos grossos e quentes encheram minha boca, escorrendo pelos cantos. Parte caiu direto nos meus peitos, pintando aqueles melões de porra branca e grossa.
Ele pegou o celular e tirou uma foto rápida dos meus peitos gozados, brilhando.
— Pra eu nunca esquecer essa cena…
Assim que ele arrumou a sunga e saiu do quarto discretamente, eu me olhei no espelho: peitos melados, cara de safada, buceta ainda latejando. Coloquei um sutiã vermelho, daqueles bem decotados, que mal segurava meus peitos. Tirei algumas fotos bem safada, com os seios quase saindo e outras sem, e mandei pra ele no WhatsApp com função de apagar automaticamente com a legenda:
“Guarda essa também… e vem me comer de novo quando quiser, o corno do meu marido nunca vai descobrir.”
...





Nossa q delícia
Vc é maravilhosa, adorei essa buceta, carnuda quero chupar sua buceta e peitos e cu, e fuder vc também, quem sabe com o corno olhando amarrado na cadeira