Saí do motel com as pernas ainda tremendo e a calcinha vermelha encharcada guardada na bolsa. Dentro do carro, o silêncio era pesado. Luan dirigia olhando fixo para a frente, as mãos apertando o volante. Eu estava em choque. Meu Deus, o que eu tinha acabado de fazer? Chupei o pau do meu cunhado, gozei na boca dele, deixei ele me foder como uma vadia e ainda engoli cada gota. O gosto dele ainda estava na minha garganta.
Paramos em um posto deserto. Ele pegou o celular, selecionou as melhores fotos — aquelas em que eu estava de quatro, olhando para trás com a calcinha abaixada, e outras mais safadas, com os seios pra fora — e mandou tudo via AirDrop. Recebi o arquivo em silêncio.
— Ninguém pode saber disso, Juliana. Nunca — disse ele. — Foi um erro.
— Foi — respondi, ainda atordoada. — Nosso segredo. Só isso.
Desci do carro sem olhar para trás. Em casa, tomei um banho longo, como se a água pudesse apagar o que tinha acontecido. Ricardo nem percebeu nada. Estava no sofá, como sempre.
Nos dias seguintes tentei vender as fotos. Criei um perfil anônimo em uma plataforma de conteúdo adulto, usei um nome falso e postei algumas imagens mais leves, com o rosto cortado. Coloquei um preço. Esperei. Esperei mais. Recebi alguns likes, uns comentários safados, mas quase nenhuma venda de verdade. O pouco que entrava mal pagava o pacote de dados do celular. A frustração bateu forte. Eu tinha traído meu marido por quase nada. Decidi não levar adiante.
O arrependimento veio como uma onda. Toda vez que via Julia rindo, ou Sofia correndo pela casa, sentia um aperto no peito. Parei de atender as mensagens do Luan. Ele mandou algumas no WhatsApp, neutras, só para testar. Eu li e ignorei. Seis meses se passaram sem que trocássemos uma palavra além do necessário em encontros familiares. Eu evitava olhar para ele. Ele evitava olhar para mim como se nada tivesse acontecido.
Até que chegou o verão. Julia insistiu para passarmos uns dias em Ubatuba, todos juntos. “Alugamos um apartamento grande de frente pro mar, tem quarto de sobra”, ela disse. Minha mãe foi junto também, animada com a ideia de praia e netas. Ricardo aceitou porque não custaria quase nada para nós. Eu não tive escolha.
Chegamos num sábado à tarde. O apartamento era bonito, dois quartos grandes, sala ampla com varanda de frente para o mar. Julia e Luan ficaram com o quarto da suíte. Eu e Ricardo em outro quarto, as meninas e minha mãe num quarto da área de serviço com beliche e uma cama de solteiro. O espaço era apertado, mas o mar compensava.
Na primeira noite, depois do jantar, a gente ficou bebendo colocando a conversa em dia. Julia e Luan estavam à vontade de biquíni e sunga, pois tinham chegado mais cedo e aproveitado o dia de sol.
Luan estava sentado no sofá de frente pra mim, só de sunga preta. Meu Deus... como sempre, ele estava mais grosso do que o normal. O volume marcava bem, pesado, quase indecente mesmo sem estar duro. Parecia que tinha realmente esquecido o que tinha acontecido meses atrás. Ria alto das piadas da minha mãe, conversava com Ricardo como se nada, me olhava de vez em quando com aquele olhar neutro de cunhado. Bebemos caipirinha, cerveja, gin. Julia estava colada nele, mão na coxa dele, rindo. Eu tentava não olhar, mas meus olhos traíam.
Parecia que Luan estava me provocando de propósito: ficava agarrando minha irmã do meu lado, passando a mão nas coxas dela, beijando as vezes, etc. Enquanto isso, Ricardo parecia uma planta, só bebendo e olhando o celular. Aquilo me deixava com raiva, enciumada pra caralho.
No dia seguinte, decidi que não ia mais me esconder.
Escolhi o biquini mais safado que tinha trazido: um fio dental vermelho vivo e atrás minha bunda ficava completamente exposta, redonda, empinada, só com aquele fiozinho perdido entre as nádegas grossas. Quando saímos do apartamento para ir à praia, Julia me olhou de cima a baixo e franziu a testa.
— Nossa, mana… você tá exagerando nesse biquini, hein? — disse ela, rindo, mas com um tom claramente reprovador. — Tá parecendo que vai desfilar em um concurso de bunda, não tomar sol em família.
Eu só sorri, sem responder. Por dentro, meu corpo queimava de excitação. Queria fazer ciúmes no Ricardo sem dizer uma palavra. Queria que ele visse outros homens me olhando, babando, enquanto ele mal me tocava à noite. Mas, principalmente, queria chamar a atenção do Luan. Queria que aquele filho da puta sentisse o pau latejar dentro da sunga ao me ver assim, do jeito que ele tinha me comido meses atrás e agora se fazendo de bobo.
Chegamos na areia quente. Estiquei a canga bem ao lado deles. Ricardo sentou e abriu uma cerveja, mal olhando pra mim. Já Luan… ah, Luan não conseguiu disfarçar. Seus olhos desceram devagar pelo meu corpo quando me abaixei para passar protetor. Vi seu olhar grudar na minha bunda empinada, no fio dental enterrado entre minhas carnes. Ele engoliu seco e ajustou discretamente a sunga preta.
— Tá gostando da vista, cunhado? — pensei, satisfeita, enquanto passava creme nas coxas, abrindo um pouco as pernas.
Julia estava ao lado dele, linda no seu biquini tradicional, mas eu me sentia mais puta, mais desejada. Deitei de bruços, empinando a bunda de propósito, o sol queimando minha pele. De vez em quando virava o rosto e via Luan me olhando. Nossos olhares se cruzaram uma vez. Ele não sorriu. Só me encarou com aquele fogo escondido, a mesma cara que fazia quando metia fundo em mim.
Ricardo, como sempre, estava no mundo dele, conversando com minha mãe sobre o mar. Nem percebeu quando eu me levantei e fui molhar o corpo, rebolando devagar na beira da água, sabendo que Luan estava indo atrás de mim. Eu estava bem na frente de Luan para tirar o suor nas ondas. Senti sua mão roçar de leve na minha bunda exposta, quase sem querer quando a onda bateu… ou querendo demais. O toque foi rápido, mas suficiente pra eu sentir minha buceta contrair debaixo do mar.
— Cuidado, cunhado… — sussurrei baixinho, só pra ele ouvir, virando o rosto de leve. — Tá difícil disfarçar?
Ele não respondeu, mas eu senti sua respiração ficar mais pesada atrás de mim e ele ficar sem graça.
À tarde, enquanto Julia e Ricardo foram com as meninas comprar sorvete, eu fiquei no apartamento para tomar banho e tentar alguma coisa com Luan. Minha mãe foi logo foi tirar soneca no quartinho do fundo no apartamento pois disse que estava cansada. Ele estava na varanda, só de sunga, o volume marcando forte tomando cerveja. Me aproximei por trás, fingindo olhar o mar, e encostei minha bunda bem do lado dele.
— Tá gostando do meu biquini, Luan? — perguntei baixinho. — Julia achou que eu exagerei…
Ele respirou fundo:
— Você tá exagerando Juliana. Sabe disso, né?
Meu coração disparou. Virei de frente pra ele, os bicos dos meus seios quase saindo do top.
— E você vai fazer alguma coisa ou vai continuar fingindo que não me comeu meses atrás?
— Sua irmã tá lá embaixo… seu marido também com suas filhas, você é louca? — ele disse bravo.
— Pois é… e eu tô aqui, molhada pra caralho por você — respondi, roçando nele descaradamente.
Luan me encarou com aquele olhar faminto, a respiração pesada. Ele sabia que era errado. Eu também. Mas nenhum dos dois tinha força pra parar.
— Espera aqui — sussurrei.
Fui rápido até o quartinho do fundo. A porta estava fechada. Encostei o ouvido e ouvi o ronco baixo da minha mãe. Dormindo pesado. Voltei quase correndo, o coração martelando no peito, a buceta latejando debaixo do fio dental molhado.
— Tá dormindo — falei, pegando a mão dele.
Entramos no quarto que eu dividia com Ricardo. O cheiro do meu marido ainda estava no ar, a cama arrumada, as roupas dele dobradas na cadeira. Aquilo só me deixou mais safada. Encostei a porta e empurrei Luan contra ela.
Caí de joelhos na mesma hora, puxando a sunga preta dele pra baixo. O pau grosso saltou, já meio duro, pesado. Segurei com as duas mãos e enfiei na boca sem piedade, chupando gostoso, babando, fazendo barulho.
— Porra, Juliana... — ele gemeu baixo, segurando minha cabeça.
Enquanto mamava ele, lambendo da cabeça até as bolas, peguei o celular com a mão livre e liguei pro Ricardo. O pau do Luan pulsava na minha garganta enquanto eu esperava meu marido atender.
— Alô? — Ricardo atendeu, com barulho de praia ao fundo.
— Oi amor... — falei com o pau do cunhado enchendo minha boca.— Vocês vão demorar? Tô aqui no apartamento... morrendo de calor.
Luan segurou meu cabelo com força, fodendo minha boca devagar enquanto eu falava com o corno do meu marido.
— Ah, estamos na fila do sorvete ainda. As meninas querem de todos os sabores. Deve demorar uns vinte, trinta minutos. Por quê?
Engoli o pau inteiro de novo, sentindo as lágrimas escorrerem dos olhos de tanto tesão. Tirei só o suficiente pra responder:
— Nada não... só tô com saudade. Beijo. — Desliguei e joguei o celular no chão.
— Sua vadia... — Luan disse puxando meu cabelo. — Chupando o pau do cunhado enquanto fala com o marido. Você não tem vergonha mesmo sua puta.
Levantei, tirei o biquíni rápido e me debrucei na cama, empinando a bunda grossa e grande pra ele.
— Me come logo, Luan. Me fode antes que eles voltem caralho.
Ele meteu na buceta de uma vez, fundo, sem piedade. Estava ensopada. Ele me fodeu de quatro com força, batendo as bolas no meu clitóris, apertando minha cintura. Eu mordia o travesseiro do Ricardo pra não gritar. Depois de uns minutos ele parou, tirou o pau brilhando da minha buceta melada, e encostou a cabeça grossa no meu cuzinho.
— Não... ali não — falei, apertando.
— Hoje você vai dar esse cu pra mim — ele disse rouco, cuspindo na rola e pressionando.
Eu resisti no começo, o cu piscando, apertado. Doía. Mas Luan era insistente. Ele voltou pra buceta, me fodeu mais um pouco até eu ficar molinha, gemendo feito uma puta, e aí tentou de novo. Dessa vez a cabeça entrou. Eu gemi alto, segurando o lençol.
— Devagar... porra... tá grande demais...
Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Quando começou a socar, eu perdi o controle. Nunca tinha dado o cu tão gostoso. A dor virou um prazer sujo, proibido.
— Isso... mete no meu cu, Luan... fode o cuzinho da sua cunhada... — gemi, rebolando pra trás.
Ele acelerou, batendo forte, com as mãos agarrando minha bunda aberta. Eu tava completamente entregue.
— Goza dentro... por favor... goza no meu cuzinho — pedi, quase chorando de tesão.
Luan deu mais algumas socadas fundas e explodiu. Senti o jato quente enchendo meu cu, quente, grosso. Ele ficou lá dentro pulsando até esvaziar tudo.
Quando saiu, a porra branca e grossa escorreu do meu cuzinho inchado, pingando na buceta inchada e vermelha, descendo pelas coxas. Eu tava destruída, gemendo, com o cu arrombado e latejando.
Levantamos rápido. Limpei o que deu com lenço, troquei o lençol correndo, arrumei a cama. Luan vestiu a sunga, ainda com o pau sujo da minha bunda. Eu vesti um shortinho e uma regata por cima do biquíni.
Quando Julia, Ricardo e as meninas chegaram, eu estava na varanda fingindo olhar o mar tomando cerveja com as pernas ainda tremendo. Ricardo me deu um beijo na bochecha. Nem imaginava que a porra do cunhado ainda escorria devagar do meu cu enquanto ele me abraçava.
Luan sentou no sofá como se nada, mas o olhar que trocamos disse tudo: isso ainda não tinha acabado.
...
Fotos da nossa foda proibida no apartamento.




