FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Boa Tarde lindos e lindas. Tudo bem? Sou a Tammy
Segue o relato da minha seguidora Luiza com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.

Meu nome é Luiza, tenho 33 anos. Fui casada com meu ex-marido Ralf, que tem 35 anos, de 2020 até 2022, quando terminamos. Sou baixinha, tenho seios naturais que combinam perfeitamente com meu corpo pequeno e bem torneado, resultado da prática constante de crossfit. Morávamos juntos em Araçatuba-SP, numa casa com piscina no centro da cidade. Nunca desconfiei do meu ex-marido, pois sempre fomos muito abertos um com o outro. Nosso sexo era maravilhoso — nossos beijos, nossas provocações... nada de envolver outras pessoas.

No começo de 2022, minha mãe Lidia havia terminado com meu ex-padrasto e convidei ela pra passar algumas semanas em casa, pois, ela estava muito chateada e angustiada pelo pé-na-bunda que levou dele. Minha mãe na época tinha 55 anos, corpo em forma pra idade dela, baixinha também e peituda. Ela era meu clone.
Na sexta-feira na hora do almoço toca a campainha
- Oi filha, cheguei, vim de mala e cuia – disse ela dando risada.
- Fica a vontade mãe. O Ralf esta trabalhando e volta no final da tarde. – eu disse pra ela

Depois do abraço apertado na porta, eu a levei direto pro quarto de hóspedes — O quarto era simples, mas confortável.
— Aqui é seu cantinho enquanto quiser ficar, mãe. Pode se espalhar à vontade — falei, ajudando ela a abrir a mala.
Ela riu, tirando um vestido florido e pendurando no cabide.
— Obrigada, filha. Só de estar aqui já me sinto melhor. Aquele apartamento vazio em São José do Rio Preto tava me sufocando.

A tarde passou devagar. Tomamos banho de piscina juntas, rimos de besteiras. Ela até me ajudou a preparar um lanche leve pra deixar pronto pro Ralf chegar. Tudo normal, tudo leve. Nenhuma tensão ainda. Meu marido chegou por volta das 18:30 e minha mãe apareceu na porta da cozinha nesse exato momento, segurando uma taça de vinho que eu nem sabia que ela já tinha aberto.
— Boa noite, Ralf — disse ela— Chegou cedo hoje, hein?
— Sexta-feira, Lídia. O trânsito ajudou. — Ele deu um sorriso educado — Como a senhora está?
— Sobrevivendo. E você? Ainda trabalhando muito?
— Sempre. Pra manter essa casa bonita e a piscina limpa — ele respondeu, já tirando a camisa social e ficando sem camisa, exibindo os braços e o peitoral que ele mantinha com academia.

Minha mãe deu uma olhada rápida — muito rápida — no peito dele e desviou o olhar para mim.

No sábado de manhã Ralf ainda dormia profundamente no nosso quarto — ele tinha bebido um pouco mais na noite. Levantei devagar, vesti um short jeans curtinho e uma regatinha fina, e fui ver se minha mãe já tinha acordado.
O quarto de hóspedes estava com a porta entreaberta. Bati de leve no batente.
— Mãe? — chamei.

Entrei devagar e vi que a cama estava arrumada, a mala pequena ainda aberta no chão com algumas roupas dobradas dentro. Ela tinha saído cedo mesmo. Provavelmente foi caminhar ou tomar um café na padaria da esquina.
Foi quando meus olhos caíram no celular dela, largado bem no meio da cama, tela para cima, sem senha nem nada — típico da minha mãe, que nunca se preocupou muito com privacidade digital. Eu não sou de mexer nas coisas dos outros. Juro. Mas alguma coisa — talvez o jeito que ela olhou pro Ralf na noite anterior, talvez o vinho, talvez só o tédio matinal — me fez estender a mão e tocar na tela.
Abri a galeria. As primeiras fotos eram normais: selfie com filtro de cachorrinho, foto da piscina da nossa casa ontem à tarde, um prato de salada que ela postou no stories. Desci mais um pouco. E então veio.

Uma foto dela, de quatro na cama de um motel , completamente nua exceto por um plug anal rosa com uma pedrinha brilhante em formato de coração na base. O plug refletia a luz do abajur, e dava pra ver claramente que a buceta dela estava inchada, os lábios grossos e vermelhos, molhados de tesão, brilhando de tão excitada. Na legenda do álbum: “Presente de despedida pra mim mesma”.

Meu coração disparou. Fechei a galeria rápido, como se alguém pudesse me flagrar, mas a imagem da buceta aberta e do cuzinho arrombado pelo plug já tinha queimado na minha retina.

Respirei fundo. Abri de novo. Tinha mais. Outra foto, mesma pose, mas agora com a mão dela enfiada entre as pernas, dois dedos bem fundo dentro da buceta enquanto o plug ocupava o cuzinho até a base. Outra ainda: close-up do plug sendo enfiado devagar, o anel do cu se abrindo e se esticando em torno da parte mais larga. E a última, já com o plug todo dentro, ela deitada de lado sorrindo pra câmera com cara de quem tinha acabado de gozar forte, a buceta ainda pulsando e escorrendo um fiozinho de lubrificante misturado com gozo.

Eu estava tremendo. Não de nojo. De choque misturado com uma curiosidade quente, incômoda, que subia pela barriga e fazia minha própria buceta latejar dentro do short. Voltei pra tela inicial do celular. Abri o Instagram por instinto. O app já estava logado na conta dela. Toquei no ícone de busca e vi o histórico recente. O último perfil visitado, há menos de uma hora O perfil do meu marido.
As fotos eram as mesmas de sempre: ele na academia, mostrando o shape, stories de treino pesado, legenda motivacional. Mas quando desci até os destaques, vi que minha mãe tinha salvado vários stories antigos dele. Fechei o celular com força e coloquei de volta exatamente onde estava. Meu rosto queimava. Senti um formigamento forte na buceta, o calcinha já úmida colando nos lábios. Raiva? Ciúme? Excitação? Tudo junto.

Saí de casa quase correndo, as fotos da minha mãe — a buceta aberta, o plug rosa brilhando no cuzinho dilatado, os dedos enfiados até os nós — estavam salvas agora no meu próprio aparelho via AirDrop. Eu nem pensei direito quando apertei “enviar”. Só queria ter certeza de que aquilo era real, de que não tinha sido alucinação.

Fui caminhar pra relaxar no centro de Araçatuba, minha buceta latejava a cada passo, o tecido da calcinha encharcado roçando nos lábios inchados. Eu tentava respirar fundo, racionalizar. “Foi só uma fase dela depois do término. Foi só tesão passageiro. Não tem nada a ver com o Ralf.” Mas as imagens voltavam: o plug se abrindo caminho no cu apertado dela, a buceta pulsando, o sorriso saciado. E o Instagram dele no histórico recente...

Voltei para casa depois de uns quarenta minutos. A casa estava silenciosa demais. Nenhum som de televisão, nenhum barulho de louça, nem o barulho característico do Ralf mexendo no celular no sofá. O carro dele ainda estava na garagem, mas o portão da frente estava entreaberto. Estranho.
— Ralf? Mãe? — chamei baixo, quase sem querer resposta.

Nada. Fui até a cozinha. Meu coração batia na garganta. Algo me puxou para os fundos da casa, como se meu corpo soubesse antes da mente. Passei pela área de serviço, abri devagar a porta que dava para o quintal e a edícula — aquele quartinho nos fundos que a gente usava para guardar coisas velhas, ferramentas, e, às vezes, como depósito de colchão extra quando sobrava visita. A porta da edícula estava encostada, uma fresta de uns dez centímetros. Vozes abafadas. Um gemido baixo, molhado. Reconheci o som antes mesmo de ver.

Empurrei a porta só o suficiente para espiar. Minha mãe estava de joelhos no chão de cimento, o vestido florido levantado até a cintura, sem calcinha. Ralf estava de pé, bermuda e cueca caídas nos tornozelos, as mãos grandes enfiadas no cabelo l dela. O pau dele — grosso, curvado para baixo, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhante de saliva — entrava e saía da boca da minha mãe com um ritmo lento e profundo. Ela gemia em torno dele, os de tesão, uma das mãos apertando a base do pau enquanto a outra se esfregava freneticamente na própria buceta. Dava para ouvir o barulho úmido dos dedos dela entrando e saindo, o som da saliva dela escorrendo pelo pau dele.
— Isso, Lídia… engole mais fundo, caralho… — Ralf gemeu com a cabeça jogada para trás. — Sempre soube que você chupava gostoso.

Ela tirou a boca por um segundo, puxando o pau para fora com um estalo molhado, a baba formando uma ponte grossa entre os lábios dela e a cabeça do pau dele.
— Você é muito grosso, genro… minha boca tá se acostumando com esse pau curvado… — ela respondeu, lambendo devagar a parte de baixo, onde a curva era mais pronunciada. — A Luiza sabe o quanto você goza forte?
— Ela sabe — ele riu baixo, empurrando de novo para dentro da boca dela. — Mas nunca me chupou com essa fome toda que você tá mostrando.

Eu deveria ter gritado. Deveria ter entrado correndo, jogado tudo na cara dos dois. Em vez disso, encostei as costas na parede do lado de fora, as pernas tremendo. Minha mão direita desceu sozinha por dentro do short, por baixo da calcinha encharcada. Meus dedos encontraram a buceta escorregadia, os lábios inchados e sensíveis. Comecei a me esfregar devagar, em círculos no clitóris, enquanto via minha mãe engolir o pau do meu marido até a garganta mas sem parar.

Ela acelerou. Ralf segurou a cabeça dela com mais força, fodendo a boca dela em socadas curtas e profundas. O barulho era obsceno: molhado, a saliva escorrendo pelo queixo dela, pingando nos peitos grandes que balançavam para fora do decote do vestido.

Minha respiração ficou curta. Enfiei dois dedos dentro da minha própria buceta, sentindo ela apertar em volta deles, quente e melada. Meu polegar pressionava o clitóris ritmadamente, no mesmo compasso que o pau do Ralf entrava e saía da boca da minha mãe.
— Porra, Lídia… vou gozar… engole tudo, engole tudinho… — ele gemeu

Ela gemeu alto em resposta, os dedos dela agora entrando e saindo da buceta dela em ritmo frenético. Dava para ver o líquido escorrendo pelas coxas dela, pingando no chão. Ralf segurou a cabeça dela firme e gozou. O corpo dele tremeu inteiro. Eu vi o pau pulsar, vi a garganta dela se contrair engolindo jato após jato. Um filete branco escapou do canto da boca dela, escorreu pelo queixo e caiu nos peitos.

Ao mesmo tempo, meu orgasmo me atingiu como um soco. Mordi com força o próprio braço para não gemer alto contra a parede. Minha buceta apertou forte em volta dos dedos, um jorro quente escorrendo pela palma da mão, molhando o short inteiro.
Lá dentro, minha mãe tirou o pau da boca devagar, lambendo a cabeça com carinho, limpando cada gota de porra restante. Ralf respirava pesado.
— Você é foda, Lídia… — ele gemeu.

Ela sorriu, ainda de joelhos, o rosto vermelho, os lábios inchados e brilhando.
— E isso foi só o começo, genro. A gente tem a casa inteira pra aproveitar enquanto a Luiza tá na caminhada…

Eu recuei devagar com a buceta ainda pulsando com os últimos espasmos do gozo. Fechei a porta da edícula com o maior cuidado possível e voltei para dentro de casa em silêncio, o corpo mole, a mente um caos de raiva, vergonha e um tesão tão forte que quase doía. As fotos no meu celular pareciam queimar o bolso.

Eu sabia que aquilo não ia parar ali. E, pior: uma parte de mim não queria que parasse...

Foto 1 do Conto erotico: FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Foto 2 do Conto erotico: FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Foto 3 do Conto erotico: FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Foto 4 do Conto erotico: FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Foto 5 do Conto erotico: FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kzdopass48es

kzdopass48es Comentou em 18/02/2026

Que homem de sorte!!! S2 Betto o admirador do que é belo S2

foto perfil usuario seuamantesp

seuamantesp Comentou em 18/02/2026

Q mamãe mais gostosa o genro estava passando bem que delícia




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254494 - CRENTE DO RABO QUENTE: NOSSA EMPREGADA - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 32
254342 - Meu Enteado Arrombou Meu Cu - Categoria: Incesto - Votos: 27
253984 - MEU GENRO ME FEZ DE PUTA - Categoria: Incesto - Votos: 25
253889 - Minha Primeira DP: Meu Noivo e Seu Amigo - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 34
253290 - Meu Cunhado Me Fodeu - Categoria: Incesto - Votos: 45
252871 - A Primeira Vez que Vi Meu Namorado Foder Outra - Categoria: Traição/Corno - Votos: 64

Ficha do conto

Foto Perfil tammyinacio
tammyinacio

Nome do conto:
FLAGUEI MINHA MÃE COM MEU MARIDO

Codigo do conto:
254963

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/02/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5