EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Depois do que rolou no cinema, o clima entre nós três ficou estranho, quase sufocante. Quando o filme acabou, ninguém sabia o que dizer. Saímos da sala em silêncio, evitando olhar uns pros outros, como se falar alguma coisa fosse tornar real o que tinha acabado de acontecer. Meu vestido tava amassado, minhas coxas ainda úmidas, e eu só queria sumir... ou repetir tudo de novo.

No carro, o silêncio continuou. Allan dirigia com os olhos fixos na rua, as mãos apertando o volante com mais força do que o necessário. Samanta tava no banco de trás, olhando pela janela, os cabelos ruivos bagunçados e aquele vestido vermelho parecendo gritar pecado. Eu queria dizer algo, qualquer coisa, mas as palavras não vinham. O ar parecia carregado de tensão, como se todos nós estivéssemos pensando na mesma coisa: “Porra, o que foi que a gente fez? E por que eu quero tanto fazer de novo?”

Deixamos Samanta na casa dela. Ela desceu do carro com um “obrigada pela noite” quase inaudível, sem olhar nos nossos olhos. Allan só acenou com a cabeça, e eu murmurei um “de nada”, minha voz saindo mais fraca do que eu queria. Quando ela fechou a porta do prédio, pareceu que o peso do mundo caiu sobre mim. O que isso significava? O que ia acontecer agora?

Chegando em casa com Allan, a tensão não diminuiu. Finalmente, enquanto eu jogava minha bolsa no sofá, ele quebrou o gelo, a voz grave e meio hesitante.
— Gi... a gente precisa conversar sobre o que rolou hoje. Porra, eu nunca imaginei que algo assim ia acontecer. — Ele passou a mão pelo cabelo, claramente perdido. — Foi foda, não vou mentir. Mas tá me deixando louco pensar no que isso significa pra gente.
— Eu sei, amor. Foi... intenso. Nunca senti nada tão forte, tão errado e tão bom ao mesmo tempo. Tô confusa pra caralho. Mas... você gostou, né? Eu vi como você tava. — Minha voz saiu baixa

Ele deu um sorriso torto, meio culpado, meio safado.
— Caralho, Gi, claro que gostei. Ver vocês duas... me chupando juntas, dividindo meu pau como se fossem duas vadias famintas... foi a coisa mais gostosa que já vivi. Mas me sinto um merda por pensar isso. E se isso foder o que a gente tem?

Antes que eu pudesse responder, meu celular vibrou na bolsa. Peguei o aparelho e quase deixei cair quando vi de quem era. Samanta. Era uma mensagem, seguida de várias fotos. Meu coração disparou enquanto eu abria as imagens, escondendo a tela do Allan por instinto. Eram nudes dela.
Ela tava no quarto, completamente pelada, o corpo perfeito iluminado por uma luz suave. A mensagem dizia: “Não consigo parar de pensar em hoje. Desculpa se fui longe demais. Mas olha o quanto você me deixou molhada.”

Meu corpo inteiro pegou fogo na hora. Mostrei as fotos pro Allan, e os olhos dele se arregalaram, o desejo voltando com tudo.
— Porra, Gi, essa mina não brinca em serviço.— ele disse, enquanto a mão dele já subia pela minha coxa de novo, apertando com força.
Eu ri, nervosa, mas tão excitada quanto ele.
— Amor, isso tá me matando. Nunca senti tesão por mulher nenhuma, mas essas fotos... Quero foder com ela enquanto você olha. Tô ficando louca?

Aquela noite terminou com a gente transando ali mesmo no sofá, mais selvagem do que em anos, com as imagens da Samanta na cabeça dos dois. Ele me fodeu com raiva, com tesão, socando fundo enquanto eu gemia, imaginando a ruiva entre nós, a boca dela na minha buceta enquanto ele me comia. Gozamos juntos, exaustos, mas ainda famintos por mais.

No dia seguinte, na academia, meu coração tava um nó quando vi Samanta. Ela tava lá, de legging preta e top, o cabelo ruivo preso num rabo de cavalo, suada e linda como sempre. Mas o olhar dela era diferente, meio inseguro, quase arrependido. Depois do treino, ela veio até mim enquanto eu pegava minha garrafa de água.
— Gi, posso falar com você? — perguntou, a voz mais baixa do que o normal.
— Claro, Sam. O que foi? — respondi, tentando soar casual, mas meu estômago tava revirando.

Ela suspirou, olhando pro chão antes de me encarar.
— Quero pedir desculpas pelo que rolou ontem no cinema. E pelas fotos. Eu... eu me deixei levar pelo calor do momento. Nunca quis me intrometer no relacionamento de vocês. Sei que tá tudo uma bagunça agora por minha causa, e me sinto uma merda por isso. Desculpa mesmo.
— Sam, não tem problema... quer dizer, não acho que tenha. Tô confusa pra caralho. Nunca senti isso antes, sabe? Essa vontade, esse desejo por alguém que não é meu marido... e ainda mais por uma mulher. O Allan e eu conversamos ontem, e a gente gostou do que rolou. Mas não sei onde isso vai parar, e isso me assusta.
— Eu entendo, Gi. Não vou forçar nada. Só quero que saiba que ontem foi uma das noites mais gostosas da minha vida.
As palavras dela me acertaram como um soco no estômago, reacendendo tudo que eu tava tentando ignorar. Meu rosto queimou, e eu sabia que tava vermelha. Tentei rir, desconversar, mas por dentro, meu corpo gritava por ela.
— Vamos... vamos devagar, Sam. Preciso pensar. Mas obrigada por falar — admiti, quase sem fôlego.

Depois da conversa na academia, saímos juntas do vestiário. Allan já estava me esperando no carro, estacionado na sombra, com o motor ligado. Quando ele nos viu andando lado a lado, os olhos dele brilharam com aquela mistura de curiosidade e tesão que eu já conhecia bem.
— Oi, Sam — disse ele abrindo um sorriso de canto de boca. — Quer carona? A gente te deixa em casa.

Samanta hesitou por meio segundo, mas acabou aceitando. Entrou no banco de trás, ainda de legging preta colada e top justo, o cheiro de suor limpo e perfume misturado invadindo o carro inteiro. Eu sentei no banco do passageiro, o coração batendo forte no peito.

Allan arrancou devagar. O silêncio durou uns dois minutos, até que Samanta se inclinou para frente, apoiando os cotovelos no console central entre os bancos da frente. O decote do top dela ficou bem na minha linha de visão, os seios empinados quase escapando.
— Eu não consigo parar de pensar no cinema… — murmurou ela — Na boca de nós duas pau do Allan… na minha mão dentro da sua calcinha, Gi… Eu tô molhada pra caralho só de lembrar.

Allan apertou o volante, o maxilar travado. Eu senti minha buceta pulsar dentro da calcinha só de ouvir aquelas palavras.
— Sam… — comecei, mas ela me interrompeu.
— Eu quero continuar o que a gente começou. Agora. Não aguento mais fingir que não tô louca pra sentir vocês de novo.

Allan não disse nada. Apenas mudou o trajeto e dirigiu direto pra nossa casa, sem nem perguntar. O caminho inteiro foi feito em silêncio carregado, o ar dentro do carro grosso de tesão reprimido. Quando chegamos, entramos rápido. Mal fechamos a porta da sala e Allan já falou:
— Eu quero ver vocês duas se pegando. Agora. Sem frescura. Quero ver a Gi chupando essa buceta ruiva até você gemer meu nome.

Samanta não precisou de mais convite. Ela tirou o top e a legging num segundo, ficando completamente nua na nossa sala. O corpo dela era uma provocação: pele clara, seios médios com bicos rosados duros, a buceta lisinha e já brilhando de tesão, um fio de lubrificação escorrendo pela coxa.

Eu me aproximei, nervosa e encharcada. Ajoelhei na frente dela enquanto ela sentava na cama, abrindo bem as pernas. Passei a língua devagar pela fenda molhada, sentindo o gosto salgado e viciante. Samanta gemeu alto, segurando meus cabelos.
— Porra, Gi… assim… lambe minha bucetinha… caralho, você chupa gostoso pra caralho…

Eu enfiei a língua mais fundo, chupando o clitóris inchado dela com vontade, sugando, lambendo em círculos rápidos. Samanta rebolava contra minha boca, os gemidos ficando cada vez mais safados.
— Isso… come minha buceta, sua safada… me faz gozar na sua boca…

Allan assistia de pé, já com o pau duro pra fora da calça, batendo uma punheta lenta enquanto nos olhava. Depois de uns minutos, Samanta me puxou pelos cabelos e trocamos de posição. Eu sentei no sofá, tirei minha calcinha molhada e abri as pernas. Ela se ajoelhou rápido, mergulhando o rosto entre minhas coxas. A língua dela era quente, lambendo toda a minha buceta encharcada, chupando meu clitóris com força enquanto enfiava dois dedos dentro de mim.
— Ahhh… Sam… porra… que boca gostosa… me chupa assim… — gemi, apertando os próprios seios.

Allan não aguentou mais só olhar. Ele se aproximou, posicionou-se atrás de mim no sofá e enfiou o pau grosso de uma vez na minha buceta enquanto eu continuava sendo chupada por Samanta. O impacto me fez gritar.
— Caralho, Gi… você tá encharcada pra caralho… — gemeu ele, socando fundo, as bolas batendo contra mim enquanto Samanta lambia meu clitóris e o pau dele ao mesmo tempo.

Ele me fodeu com força por uns minutos, gemendo baixo. Depois puxou o pau pra fora e mandou:
— Agora inverte. Quero comer a Samanta enquanto você chupa ela.

Troquei de lugar. Samanta ficou de quatro no sofá, empinando a bunda. Allan meteu nela de uma vez, fazendo ela gemer alto contra a minha buceta. Eu deitei debaixo dela, chupando seu clitóris enquanto ele socava forte, o pau entrando e saindo bem na frente da minha boca. O som molhado da foda era obsceno.
— Isso… come ela, amor… fode essa buceta ruiva gostosa… — eu gemia entre lambidas.

Allan estava no limite comendo eu e depois Samanta, revezando igual um tarado. Os gemidos dele ficaram mais roucos, as estocadas mais brutas. De repente ele puxou o pau da minha buceta.
— Abre a boca ruivinha! — ordenou.

Samanta obedeceu rápido, virando o rosto. Allan enfiou o pau latejando entre os lábios dela e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a boca da ruiva enquanto ela gemia, engolindo tudo que conseguia. Um pouco escorreu pelo queixo dela e pingou na entrada da minha buceta aberta logo abaixo.
Caímos no sofá, suados, ofegantes, os corpos ainda tremendos. O silêncio que veio depois foi diferente do do cinema… era o silêncio de quem já sabia que aquilo não ia parar ali. Samanta virou o rosto pra mim, os lábios inchados e brilhando de porra, e sorriu safada:
— Quando vocês quiserem repetir… é só me chamar.
Allan riu baixo, passando a mão na minha coxa ainda molhada.
— Acho que a gente vai te chamar bastante, Sam. Vem dormir com a gente hoje.
...
FOTOS REAIS DA NOSSA PRIMEIRA FODA JUNTOS (EU, ALLAN E SAMANTA)

Foto 1 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Foto 2 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Foto 3 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Foto 4 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Foto 5 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA FODA - PARTE 2

Codigo do conto:
260205

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/04/2026

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