Voltei pra casa dirigindo no automático. Meu corpo ainda tremia. A boceta latejava a cada buraco da rua, sensível pra caralho depois de ter sido aberta daquele jeito pelo pau enorme do Sávio. Meus seios ainda estavam melados por baixo da blusa fina — eu tinha passado uma toalha rápida, mas a porra dele tinha secado grudada na pele.
Cheguei em casa por volta das 19h. O Lucca já estava na sala, sentado no sofá assistindo futebol. Assim que entrei, ele virou o rosto e sorriu daquele jeito carinhoso de sempre.
— E aí, amor? Como foi o sol na casa nova da Nicole? — perguntou
Eu congelei por meio segundo. Meu rosto queimou na hora. Senti um aperto forte no peito, uma mistura de vergonha profunda e um tesão residual.
— Foi… bom — respondi. — A piscina é pequena, mas gostosa. O quintal ficou bem legal.
Sentei ao lado dele, mas mantive uma distância mínima. Tinha medo que ele sentisse o cheiro. Medo que ele percebesse que eu estava diferente. Medo que, se ele me tocasse agora, descobrisse que minha buceta ainda estava inchada e melada da foda que eu tinha levado poucas horas antes.
Lucca passou a mão na minha coxa e perguntou:
— Tá tudo bem? Você tá quietinha hoje.
Eu forcei um sorriso, mas por dentro estava um caos. “Caralho, Natalia… o que você fez? Você traiu ele. Deixou outro homem te foder enquanto a mulher dele assistia. Gozou no pau de outro cara. Deixou ele gozar nos seus peitos.”
A vergonha me apertava a garganta. Eu me sentia suja. Sujíssima. Mas ao mesmo tempo, só de lembrar da sensação, eu apertava as coxas uma contra a
— Tô só cansada do sol e do gin — menti, me levantando rápido. — Vou tomar um banho e dormir.
O celular vibrou em cima da mesinha de cabeceira depois que eu e Lucca deitamos. Peguei o celular rápido...Era da Nicole.
Nicole: “Ei gata… tudo bem por aí? Só pra te falar que no sábado é aniversário do Sávio. Vamos fazer uma churrascada aqui em casa, bem íntima. Quero que você e o Lucca venham. E relaxa… o que rolou hoje fica só entre nós três. Sem pressão nenhuma. Se quiser esquecer, a gente esquece
Lucca estava no celular dele e perguntou pra mim:
— Quem é, amor?
— A Nicole — respondi rápido. — Convidando a gente pro aniversário do Sávio no sábado. Uma churrascada lá em casa nova deles.
Ele ficou pensativo.
— Legal...Eu viajo quinta pra São Paulo a trabalho com o pessoal do banco, volto só domingo de manhã. Mas se você quiser ir sozinha…
— Vou pensar… — murmurei e fiquei em silêncio por uns segundos — Não sei se tô com cabeça pra festa agora.
Eu sabia que, se fosse sozinha no sábado, as coisas podiam sair totalmente do controle de novo mesmo eu não querendo. E o pior… uma parte bem safada de mim queria exatamente isso.
No sábado, eu fui. Sozinha. Disse pro Lucca que ia só dar uma passada rápida, mas no fundo eu já sabia que não ia ser só isso. Cheguei na casa nova deles por volta das 14h. O portão estava aberto e dava pra ouvir risadas e música baixa vindo do quintal.
O quintal estava cheio. Não era tão “íntima” quanto a Nicole tinha falado. Tinha uns 12, 13 pessoas no total. A família do Sávio tinha vindo em peso. A mãe dele, duas tias, alguns primos e, principalmente, o irmão mais velho dele, Agnaldo, de uns 50 anos bem conservados. Tiozão alto, barba grisalha bem aparada, barriga de quem bebe cerveja mas ainda tem ombros largos de quem já trabalhou pesado. Estava sentado numa cadeira de plástico com a esposa ao lado — uma mulher magrinha, de uns 30 anos, cabelo tingido de loiro.
Assim que me viu, a Nicole veio correndo me abraçar, toda sorridente como se nada tivesse acontecido na semana passada.
— Gata! Que bom que você veio! — ela me deu dois beijos no rosto, depois sussurrou no meu ouvido: — Relaxa… tá tudo normal hoje.
O Sávio estava na churrasqueira, de bermuda e camisa regata, virando carne. Ele olhou pra mim e abriu um sorriso safado, daqueles que só eu e a Nicole entendíamos. Levantou a cerveja em um brinde silencioso na minha direção.
A tarde começou bem normal. Todo mundo conversando, rindo, comendo linguiça, picanha, farofa. Eu sentei numa espreguiçadeira perto da piscina de biquíni bem comportado com a Nicole. Bebemos caipirinha atrás de caipirinha. O Lucca mandou mensagem perguntando se estava tudo bem e eu respondi com emoji de coração, sentindo o estômago revirar de culpa.
Mas o tempo foi passando e eu comecei a perceber. Agnaldo não parava de me olhar. Mesmo com a esposa sentada bem do lado dele, conversando com a sogra. Os olhos dele desciam descaradamente pros meus peitos, pras minhas coxas, pra bunda quando eu levantava pra pegar mais bebida. Ele não disfarçava. Toda vez que eu olhava na direção dele, ele estava me encarando com um sorrisinho de canto de boca, como se já estivesse imaginando me comendo.
Eu ficava vermelha, apertava as coxas, sentia um frio na barriga de medo e, ao mesmo tempo, uma quentura safada subindo entre as pernas. Era errado pra caralho. Ele era irmão do Sávio, casado, 50 anos… e ainda assim me olhava como se eu fosse um pedaço de carne fresca. Num momento em que a Nicole e eu fomos pegar mais gelo na cozinha, eu não aguentei e comentei baixinho:
— Nicole… o irmão do Sávio não para de me olhar. Tá me deixando nervosa. A mulher dele tá bem ali do lado!
A Nicole deu uma risadinha baixa, servindo mais cachaça na caipirinha.
— Ah, o Agnaldo é assim mesmo, gata. Tiozão safado da porra. Ele não perde oportunidade. A coitada da Lúcia (a esposa) não faz ideia das cornices que ele dá nela. Ele já saiu com metade das ex-amigas dela e até uma prima distante da família. Mas fica tranquila… ele só olha. Ela piscou pra mim.
— Por que? Tá gostando da atenção?
Eu senti o rosto queimar.
— Tá louca? Eu tô morrendo de vergonha…
Voltamos pra beira da piscina. O sol ainda estava forte, a música tocava, todo mundo ria. Agnaldo, do outro lado, levantou a cerveja na minha direção:
— E aí, Natalia? Tá gostando da casa nova do meu irmão? — perguntou
— Tá… tá bem legal — respondi,
A esposa dele nem percebeu, rindo de alguma coisa que a mãe do Sávio tinha falado. Nicole se aproximou do meu ouvido de novo, sussurrando enquanto fingia ajustar o biquíni:
— Ele tá te comendo com os olhos, hein amiga… Se você quiser, posso dar um jeitinho. O Sávio já me contou que o irmão adora uma novinha casada… gosta de fazer corno sem o corno saber.
— Nicole… para com isso — murmurei com a vergonha queimando no peito.
Ela só riu baixinho e respondeu:
— Relaxa, amiga. Hoje a gente só vai beber, rir… e ver até onde você aguenta sem abrir as pernas de novo.
A tarde seguia quente. A piscina brilhava. O Agnaldo continuava me olhando sem disfarçar. E eu, sentada ali, de biquíni molhado grudado no corpo, sentia que estava perdendo o controle aos poucos… de novo.
A noite começou a cair e a maioria das pessoas já estava indo embora. A mãe do Sávio e as tias se despediram primeiro, depois os primos. A esposa do Agnaldo, a Lúcia, olhou pro relógio e fez uma careta.
— Amor, eu tô morta de dor de cabeça. Vou embora agora. Você fica mais um pouco com seu irmão?
Agnaldo nem hesitou. Deu um beijo rápido na boca dela e respondeu com a voz rouca de quem já tinha bebido bastante:
— Fico sim, amor. Vou beber mais uma com o Sávio e depois pego um Uber. Não se preocupa.
Lúcia se despediu de todo mundo, me deu dois beijos no rosto sem desconfiar de nada e foi embora no carro dela. Eu também me levantei, dizendo que ia embora junto com o resto.
— Bom, gente… eu também vou indo. Obrigada pelo convite — falei, já pegando minha bolsa.
Sávio, Nicole e Agnaldo trocaram um olhar rápido. Foi a Nicole quem falou primeiro, com aquele sorrisinho safado:
— Ah, não vai não, Natalia. Fica mais um pouco..
Sávio completou, virando mais uma cerveja:
— É, fica. Tá cedo ainda.
Eu hesitei por uns segundos, peguei o celular e mandei mensagem pro Lucca:
“Amor, o pessoal ainda tá animado. Vou ficar mais um pouco pra beber e depois vou ta. Tá tudo bem por aí?”
Ele respondeu quase na hora: “Pode ficar, amor. Só não bebe demais. Te amo.”
Senti uma pontada forte de culpa, mas guardei o celular e respondi pros três:
— Tá bom… só mais um pouco então.
Entramos pra dentro de casa. Eles tinham um barzinho pequeno na sala de TV. Nicole colocou um funk bem pesado pra tocar no som da sala — daqueles bem safados, com batida pesada.
— Agora sim — disse Nicole
Viramos o primeiro. Depois o segundo. No terceiro, eu já sentia o álcool subindo rápido, misturado com o tesão que não tinha ido embora o dia inteiro.
Nicole e eu começamos a dançar no meio da sala, rebolando no ritmo do funk. Eu de biquíni ainda, ela também. Os dois homens sentados no sofá, assistindo. Agnaldo não tirava os olhos de mim.
Em determinado momento, Agnaldo se levantou e veio por trás de mim. Sem pedir licença, encostou o corpo no meu e começou a encoxar devagar, segurando minha cintura. Senti o volume duro dele roçando bem na minha bunda. Eu gelei por um segundo, mas o tesão foi mais forte. Rebolei de volta contra ele.
Pra minha surpresa total, Nicole veio por trás do Agnaldo, colando o corpo nele também. Ficamos os três numa fila safada: eu na frente, rebolando na pica dele, Agnaldo no meio, e Nicole atrás, dançando e esfregando os peitos nas costas dele enquanto o Sávio assistia tudo sentado no sofá, com um sorrisinho no rosto e a mão já dentro da bermuda.
O clima ficou insano. Nicole, sem vergonha nenhuma, desceu as mãos e começou a tirar a parte de cima do próprio biquíni, deixando os peitos grandes e pesados balançando livres. Depois tirou a calcinha também, ficando completamente pelada no meio da sala.
Eu não aguentei. O tesão estava me queimando por dentro. Com as mãos tremendo de excitação e vergonha, tirei meu biquíni também. Fiquei nua, os mamilos duros, a boceta inchada e já molhada brilhando.
Agnaldo não perdeu tempo. Desceu a sunga e tirou pra fora um pau grosso, pesado, meio curvado pra baixo, já babando pré-gozo na cabeça rosada. Era bem grande, quase do tamanho do Sávio, mas mais veioso. Nicole, safada como sempre, se ajoelhou na frente do cunhado sem nem piscar. Segurou o pau do Agnaldo com as duas mãos e enfiou na boca, chupando com vontade, fazendo barulho molhado enquanto olhava pro Sávio, que assistia tudo com o pau já pra fora, se masturbando devagar.
— Chupa gostoso, cunhadinha safada… — gemeu Agnaldo, segurando o cabelo dela.
Sávio olhou pra mim, a voz rouca de tesão:
— Vem cá, Natalia. Vem chupar meu pau também.
Eu estava tremendo. Olhei pro Sávio, depois pro Agnaldo que me encarava com aquele olhar de macho velho safado, depois pra Nicole que mamava o pau do cunhado como se fosse a coisa mais normal do mundo. Meu corpo decidiu por mim.
Fui até o Sávio, me ajoelhei entre as pernas dele e segurei aquele pau enorme que já tinha me fodido tão gostoso da outra vez. Depois abri a boca e enfiei o máximo que consegui, chupando com tesão enquanto ouvia os gemidos do Agnaldo e os barulhos molhados da Nicole ao meu lado.
Eu, casada, de joelhos, chupando o pau do Sávio enquanto a Nicole chupava o pau do irmão dele a poucos centímetros de mim. E o pior (ou o melhor)… eu estava pingando de tesão. Sávio segurou meu cabelo com força e gemeu baixo:
— Isso, Natalia… chupa bem gostoso pro seu corno não saber o que a esposa dele tá fazendo agora…
Agnaldo riu rouco, olhando pra mim enquanto fodia a boca da Nicole:
— Olha só essa novinha casada… que boca gulosa. Depois eu quero provar essa boquinha também.
Nicole tirou o pau do Agnaldo da boca só pra responder, babando:
— Pode deixar, cunhado… ela é bem safadinha quando quer.
Eu só gemi no pau do Sávio, apertando as coxas uma contra a outra, sentindo a boceta latejar de desejo.
A noite estava só começando...




