FUI LÉSBICA PELA PRIMEIRA VEZ COM MINHA SOBRINHA

Eu me chamo Giuliana, tenho 33 anos e sou recém-casada com meu esposo Paulo, de 40. Faz só duas semanas que voltamos da lua de mel, e toda noite ainda parece um sonho proibido. Eu sempre fui insegura com meu corpo. Já fui bem gordinha na adolescência, e mesmo depois de emagrecer, ainda carrego aqueles pneuzinhos macios na barriga e nas laterais da cintura.

Toda vez que tiro a roupa na frente dele, sinto um frio na espinha, como se ele fosse notar alguma imperfeição e olhar pra outra mulher mais nova, mais sarada, mais perfeita. Nosso relacionamento sempre foi assim: só nós dois. Nunca teve ninguém além um do outro, nem olhar, nem fantasia.

Meus sobrinhos sempre viveram comigo, porque os pais estavam trabalhando em horários aleatórios na empresa que trabalhavam. Carina e Jeziel eram como meus filhos. Quando comecei a namorar Paulo, eles ainda eram crianças: Carina tinha 15 anos e Jeziel 12. Os dois amaram Paulo desde o primeiro dia. Ele chegava em casa com aquele jeito de molecão com 35 anos na época, brincava com Jeziel no videogame, contava piada sem graça e fazia churrasco no fim de semana.
Carina, que já era mais esperta e rebelde, vivia querendo colocar piercing no umbigo e falava abertamente sobre meninos da escola. Eu tinha que ficar de olho nela o tempo todo, porque ela era danada. Lembro que já peguei ela várias vezes no celular, rolando as fotos de Instagram do Paulo, curtindo as imagens em que ele aparecia de camisa aberta. Na época eu achava fofo, coisa de adolescente. Hoje Carina tem 20 anos, está fazendo faculdade fora da cidade e eu quase não sei mais como ela está. Jeziel já era mais nerd, sempre vivia em casa pra jogar no computador jogo de Formula 1 que o Paulo era apaixonado desde criança...tinha volante e tudo.

Naquela quinta-feira à noite, eu estava na cozinha terminando de preparar um lanche da tarde quando meu irmão ligou.
— Giuliana, tô enrolado aqui no trabalho e não vou conseguir buscar o Jeziel na hora. A Carina tá na cidade e disse que passa aí pra pegar ele. Tudo bem pra você?
— Claro, irmão. Sem problema — respondi, sem imaginar o que estava por vir.

Fiquei surpresa quando, uns vinte minutos depois, a campainha tocou. Abri a porta e quase não reconheci minha sobrinha de primeira. Carina estava mais mulher do que nunca: morena, cabelo longo caindo pelos ombros, peitos naturais que cresceram de repente marcados por baixo da blusa justa da faculdade. O shortinho do curso de agronomia da faculdade era curto demais (aqueles de universitários), mal cobrindo a metade das coxas grossas e firmes, deixando à mostra as pernas torneadas de quem vive andando no campo da universidade.
O corpo dela era bonito, jovem e eu ainda carregava aqueles pneuzinhos macios na barriga e na cintura.
— Tia Gi! — ela sorriu largo, jogando os braços em volta do meu pescoço e apertando forte. — Saudade de você!
— Carina… nossa, como você tá grande — murmurei, tentando disfarçar o choque. — Tá linda, menina.
— Tô tentando, né? Faculdade não perdoa. Mas olha só pra você, tia… ainda novinha.

Antes que eu pudesse responder, a porta da garagem abriu. Paulo chegou do trabalho bem na hora, ainda com a camisa social meio aberta depois de um dia inteiro editando imagens na agência de marketing.
— Carina? — ele soltou, com aquele sorriso de molecão que nunca mudou. — Tá parecendo outra pessoa, garota. Cresceu pra caralho.
— Tio Paulo! — ela quase gritou, indo direto pra ele e dando um abraço apertado, daqueles que duram um segundo a mais do que o normal. Os peitos naturais e firmes dela pressionaram contra o peito dele por um instante. — Quanto tempo, hein? Ainda edita aquelas fotos lindas?
— Ainda. Trabalho pesado? - Paulo disse e riu baixo

Eu senti uma insegurança diferente daquela vez. Não era só o medo de ele notar meus pneuzinhos macios na barriga ou as marcas suaves nas laterais da cintura. Era algo mais profundo, mais quente e perigoso. O jeito que Carina olhou para o Paulo — aqueles olhos escuros brilhando com uma mistura de saudade e algo bem mais safado — me deu um aperto forte no coração. Uma mistura estranha de insegurança, ciúme e uma curiosidade doentia que eu nunca tinha sentido antes. Até onde isso iria dar? Até onde ela queria ir? Engoli seco, forcei um sorriso e, antes que o silêncio ficasse estranho, falei:
— Carina, por que você não fica o final de semana aqui com a gente? Como nos velhos tempos… O Jeziel pode vir também, né? A casa é grande, tem quarto de sobra.
— Ai, tia Gi… eu curti demais a ideia. Sério. Mas o Jeziel não vai poder. Ele tem prova importante na segunda de manhã Mas eu… eu venho sim. Sozinha. Se não atrapalhar, claro.

Os olhos dela desviaram rapidamente para o Paulo antes de voltar para mim. Um olhar rápido, quase imperceptível, mas eu vi.
— Não atrapalha nada — respondi. — Vem você mesmo assim.

Paulo não disse nada na hora. Só sorriu aquele sorriso de canto de boca, o mesmo que ele usa quando está satisfeito com alguma coisa. Mas eu conheço meu marido. Vi a reação diferente no corpo dele: o jeito como o peito subiu um pouco mais rápido, como os olhos desceram por um segundo só — bem rápido — pelas pernas grossas e morenas da Carina, parando um instante no shortinho curto que mal cobria a curva da bunda firme. Ele piscou, disfarçou, mas eu vi. E aquilo me deixou enciumada pra caralho… Eu não falei nada. Só guardei tudo dentro de mim.

Na sexta-feira à tarde, Carina chegou carregando uma mochila pequena e aquele mesmo shortinho curto da faculdade. Eu estava enrolada na toalha, saindo do quarto para ir tomar banho, quando ela entrou na sala.
— Oi, tia Gi! Cheguei — disse ela.
— Que bom que veio, Carina. Fica à vontade, tá? Pode arrumar suas coisas no quarto de hóspedes. A cama já está feita, tem toalhas limpas no armário e o ar-condicionado novo está funcionando. Se precisar de qualquer coisa, é só falar.

Ela me deu um abraço rápido. Senti os seios firmes dela roçando contra o meu peito ainda úmido da toalha.
— Obrigada, tia. Vou subir e me ajeitar.

Uns cinco minutos depois, enquanto eu terminava de organizar umas coisas no quarto pra entrar no banho, ouvi passos leves no corredor. Carina apareceu na porta do nosso banheiro suíte, enrolada apenas numa toalha branca curta que mal cobria a metade das coxas grossas e morenas.

— Tia Gi… o chuveiro do quarto de hóspedes está gelado e com aquele cheiro de queimado. — ela falou. — Posso tomar banho aqui com você? Como a gente fazia antigamente…

Eu hesitei por meio segundo. Desde que ela era adolescente, a gente sempre tomava banho juntas quando ela ficava em casa. Era algo natural na época: eu ajudava a lavar o cabelo dela, ela ria e fazia bagunça, às vezes ficávamos peladas uma na frente da outra sem nenhum problema. Mas agora… agora ela tinha 20 anos, um corpo de mulher feita, coxas grossas, bunda empinada e aqueles peitos que pareciam ter crescido do nada.
Mesmo assim, não quis fazer drama. Forcei um sorriso.
— Claro, vem. Pode entrar. O chuveiro daqui está quente.

Carina sorriu, aquele sorriso safado que eu já tinha notado antes, e entrou no banheiro sem hesitar. Ela fechou a porta atrás de si e, sem cerimônia, soltou a toalha no chão.

Meu Deus… o corpo dela era ainda mais impressionante de perto. Entre as pernas, ela tinha uma depilação completa acima da boceta inchada e carnuda. Os lábios externos pareciam grossos, levemente entreabertos. Ela entrou debaixo do chuveiro quente como se fosse a coisa mais normal do mundo e gemeu baixinho de prazer quando a água quente bateu nos ombros.
— Ahhh… que delícia. O outro estava uma merda.

Eu tirei minha própria toalha, tentando não me comparar demais. Meus seios eram menores, um pouco caídos depois dos anos, a barriga tinha aquelas dobrinhas macias que eu odiava, e as laterais da cintura ainda tinham aqueles pneuzinhos que não sumiam por mais que eu malhasse. Mesmo assim, entrei no box com ela. Carina virou de frente para mim, deixando a água escorrer entre os seios. Os bicos endureceram mais ainda com o calor.
— Tia… você continua tão gostosa — ela disse, olhando abertamente para o meu corpo, sem vergonha nenhuma. — Sempre achei você linda. Eu acho isso sexy pra caralho, sabia? Parece corpo de mulher de verdade.

Fiquei incomodada pra caralho com o jeito direto que ela falou, como se fosse a coisa mais normal do mundo elogiar o corpo da tia dessa forma. Ao mesmo tempo, um tesão absurdo subiu pelo meu ventre. Senti minha buceta pulsar forte e um calor molhado começando a se espalhar entre minhas pernas. Nunca ninguém tinha falado dos meus defeitos como se fossem algo desejável. Aquilo me deixou confusa, envergonhada… e absurdamente excitada.
— Carina… para com isso, tá? — murmurei, a voz saindo mais fraca do que eu queria.

Ela riu baixinho, deu um passo mais perto e passou a mão molhada pela minha barriga, apertando de leve um dos pneuzinhos macios.
— Relaxa, tia Gi. Eu aprendi algumas coisas bem safadas na faculdade… coisas que as meninas mais velhas me ensinaram. Quero te mostrar. Mas não aqui no box, senão vai ficar tudo molhado demais. Vamos sair daqui, antes que o tio Paulo chegue do trabalho. Só nós duas rapidinho?

Meu coração disparou. Fiquei curiosa pra caralho, imaginando o que uma garota de 20 anos poderia querer me ensinar. Ao mesmo tempo, um medo gelado misturado com excitação tomou conta de mim. Isso era errado. Ela era minha sobrinha. Filha do meu irmão. Mas a buceta latejando entre minhas pernas não queria saber de certo ou errado.
— Carina… eu não sei se…
— Vem tia.

Ela desligou o chuveiro, pegou minha mão e me puxou para fora do box. Enrolamos as toalhas por cima do corpo só por cima, mas mal dava para cobrir nada. Ela me levou direto para o meu quarto, fechou a porta e me empurrou de leve para cima da cama.
— Deita, tia. Abre as pernas pra mim.

Eu obedeci, tremendo. Deitei e Carina se ajoelhou entre minhas pernas, tirou a toalha do corpo dela e mergulhou o rosto na minha buceta sem aviso. A língua quente dela lambeu devagar toda a extensão dos meus lábios, depois abriu espaço e enfiou fundo, chupando meu clitóris inchado com vontade.
— Ahhh… porra, Carina… — gemi com as mãos agarrando o lençol.

Ela chupava com fome, fazendo barulho molhado, a língua girando no meu ponto mais sensível enquanto os dedos apertavam minhas coxas. Depois de alguns minutos me deixando louca, ela levantou o rosto brilhando de melzinho da minha buceta já inchada e começou a bater siririca em mim. Dois dedos grossos entraram na minha buceta encharcada, fodendo devagar enquanto o polegar esfregava meu clitóris em círculos rápidos. Com a outra mão, ela abria as próprias pernas e batia siririca nela mesma.
— Olha como você tá molhada, tia… que buceta gostosa — ela gemeu,olhando na minha cara com tesão.

Eu não aguentei mais. Pela primeira vez na vida, senti uma vontade absurda de provar outra mulher. Levantei o corpo, segurei a cabeça dela e a empurrei de lado. Carina entendeu na hora. Viramos em 69 na cama. Eu me posicionei por cima dela, olhando aquela boceta jovem, inchada, completamente depilada e já encharcada com os lábios grossos brilhando de tesão. Abaixei o rosto e, fiquei mais ousada e enfiei a língua dentro, chupando forte enquanto ela gemia alto contra a minha buceta.
— Isso, tia… chupa minha bucetinha… assim…

Fizemos 69 com vontade, com as línguas entrando fundo na buceta uma da outra, chupando clitóris, lambendo tudo, passando a língua no cú uma da outra. Depois viramos de lado e começamos a esfregar as bucetas uma contra a outra, os clitóris e buceta se tocando direto, molhados e escorregadios. Nossas coxas tremiam e os gemidos enchendo o quarto.
— Imagina o tio Paulo aqui… — Carina sussurrou entre gemidos, a voz rouca de tesão. — Ele comendo nós duas… metendo essa rola grossa dele na minha buceta enquanto você senta na cara dele… ou ele fodendo você enquanto eu chupo seus peitos… ahhh porra…

Aquilo foi um gatilho forte. A imagem do meu marido, o Paulo, comendo nós duas ao mesmo tempo me deu um tesão doentio e proibido. Ciúme, excitação, vergonha e prazer se misturaram de forma violenta. Meu corpo inteiro tremeu.
— Carina… eu vou gozar… — avisei.
— Goza comigo, tia… imagina o tio Paulo gozando dentro de nós duas…

Nós esfregamos as bucetas mais rápido e o mel escorrendo. Gozamos juntas, fortes, gritando baixo. Meu corpo convulsionou, a buceta pulsando e jorrando um pouco de porra branca enquanto Carina tremia debaixo de mim, gemendo o nome do tio Paulo no meio do orgasmo. Foi intenso, suado, molhado e completamente errado.
Carina sorriu, ainda com os olhos brilhando de safadeza, e sussurrou:
— Isso foi insano e errado, tia Gi… quando o tio chegar. O Tio não pode saber disso.

Eu não respondi. Só fiquei ali, com o coração disparado, sabendo que tinha acabado de cruzar uma linha que nunca mais poderia voltar atrás.
...

Fotos reais da minha sobrinha que tiramos no dia.

Foto 1 do Conto erotico: FUI LÉSBICA PELA PRIMEIRA VEZ COM MINHA SOBRINHA

Foto 2 do Conto erotico: FUI LÉSBICA PELA PRIMEIRA VEZ COM MINHA SOBRINHA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FUI LÉSBICA PELA PRIMEIRA VEZ COM MINHA SOBRINHA

Codigo do conto:
258814

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/04/2026

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