Eu engoli seco, sentindo um frio na barriga misturado com um calor que ainda latejava entre minhas pernas. Confusa pra caralho. Meu corpo todo tremia, parte de vergonha, parte de um tesão que não queria ir embora. Ela era minha sobrinha. Filha do meu irmão. E eu tinha acabado de gozar gritando o nome do meu marido enquanto esfregava minha buceta na dela.
— Eu tô confusa… — confessei — Nunca fiz nada assim. Nunca nem olhei pra outra mulher. E agora… olha pra gente.
A gente ficou em silêncio uns segundos, só olhando uma pra outra. Depois, como se tivéssemos combinado sem falar, levantamos da cama. Arrumamos tudo correndo.
— Vamos pra sala — eu disse. — Vamos assistir um filme. Fingir que nada aconteceu. O tio vai chegar logo pra gente pedir uma pizza.
Quando meu marido, o Paulo, chegou em casa meia hora depois, o clima na sala era de velório. Eu e Carina estávamos sentadas no sofá, cada uma num canto, o mais longe possível uma da outra, fingindo que assistíamos TV. Eu tinha trocado de roupa duas vezes, mas ainda sentia minha calcinha úmida colando na pele. Carina estava de shortinho curto e regata fina, os bicos dos peitos ainda marcando o tecido, como se o tesão não tivesse baixado completamente.
— Que cara é essa? Vocês brigaram ou morreu alguém? Tá um silêncio aqui que dá pra ouvir mosca voando.
Eu forcei um sorriso.
— Nada não, amor. Só… cansaço. Dia longo. A Carina ajudou com umas coisas em casa e a gente tá relaxando agora.
Carina só acenou com a cabeça, corada até as orelhas, sem conseguir olhar direto pro tio.
— É… isso aí, tio..
— Tá bom. Então vamos pedir pizza? Tô morrendo de fome.
Pedimos pizzas grandes, abrimos duas garrafas de vinho tinto bom que eu tinha guardado. Sentamos os três na sala, comemos como se nada tivesse acontecido. Eu ria das piadas ruins do Paulo, Carina comia devagar, mas o vinho descia fácil, incendiando o estômago. Cada gole fazia meu corpo lembrar da tarde: o jeito que eu tinha montado na cara dela, a língua dela lambendo minha buceta enquanto eu gritava “Paulo… porra, Paulo!” e gozava jorrando na boca da minha própria sobrinha.
O álcool começou a fazer efeito rápido. O vinho subia pra cabeça, misturando com o tesão que não tinha ido embora. Eu sentia o calor subindo pelas coxas de novo, a buceta latejando só de olhar pro lado e ver Carina cruzando as pernas, apertando uma contra a outra como se também estivesse sentindo.
Depois de duas taças, Carina se levantou um pouco cambaleante, os olhos brilhando.
— Tô morrendo de sono, tia. Vou pro quarto dormir. Boa noite, tio.
Fiquei sozinha com o Paulo na sala. Pra não lembrar do que tinha acontecido no meu quarto — daquela cama onde eu tinha traído ele de um jeito tão sujo e delicioso com a própria sobrinha —, eu me levantei de repente.
— Amor, vamos colocar o colchão king aqui na sala? Quero assistir um filme deitada com você. A TV do quarto ta toda desconfigurada.
Paulo concordou sem problemas.
— Tá bom, amor.
A gente arrastou o colchão king pro meio da sala e colocamos um filme pra assistirmos. Uns quinze minutos de filme tinham se passado quando Carina apareceu no corredor, descalça, caminhando devagar em direção à cozinha. Ela estava com uma camisola fina de algodão branco, curta, que mal cobria a metade das coxas. Paulo virou a cabeça e chamou baixinho:
— Ei, Carina, vem assistir com a gente. O filme tá bom pra caralho.
Eu me remexi no colchão, com o coração acelerando.
— Amor, ela disse que tava com sono... deixa a menina dormir.
Mas Carina já tinha parado na porta da cozinha, com o copo de água na mão, e olhou pra gente com aqueles olhos ainda brilhantes de vinho e tesão não resolvido.
— Na verdade... eu não tô conseguindo dormir mesmo — ela disse. — Posso ficar um pouquinho?
Eu engoli em seco. Queria dizer não. Queria proteger o que restava da minha sanidade. Mas o álcool queimava nas veias, a buceta ainda latejava e a imagem dela lambendo minha buceta enquanto eu gritava o nome do meu marido não saía da minha cabeça.
— Pode... claro que pode — respondi.
Carina sorriu tímida e safada ao mesmo tempo, mas Paulo não percebeu.
— Tá bom. Vou só pegar meu travesseiro e o carregador do celular no quarto, já volto.
Ela sumiu pelo corredor e voltou menos de um minuto depois, travesseiro abraçado contra o peito e o celular na outra mão. A camisola subia um pouco a cada passo, deixando ver a curva da bunda redonda e firme. Ela se deitou no sofá ao lado do colchão king, bem pertinho de nós.
Eu estava deitada de lado, de frente pro Paulo. Carina ficou de frente pra TV, mas o corpo dela estava virado de lado também, as pernas levemente abertas. Foi aí que eu percebi: a camisola era tão fina e curta que, naquela posição, dava pra ver claramente que ela não tinha nada por baixo. A bucetinha depilada aparecia de leve toda vez que ela se mexia.
Meu estômago deu um nó. Olhei pro Paulo. Ele estava de short largo de dormir, sem cueca — eu sabia porque tinha sido eu que tinha tirado mais cedo quando fomos deitar. E o pau dele... porra. Eu vi claramente as pontadas. O volume crescendo devagar, a cabeça grossa marcando o tecido fino do short toda vez que latejava. Ele estava olhando pra tela da TV, mas o corpo traía. O pau do meu marido estava endurecendo enquanto minha sobrinha estava deitava a poucos centímetros de nós, sem calcinha, com a camisola mal cobrindo.
Eu sentia minha própria buceta contrair, soltando mais um fio de tesão que escorria pela coxa.
— Carina — falei sem pensar— Tá apertado aí no sofá. Vem deitar aqui no colchão com a gente. Igual quando ela era adolescente, lembra? A gente fazia isso o tempo todo.
Paulo olhou pra mim, depois pra Carina, e deu aquele sorriso preguiçoso de quem já estava meio bêbado e excitado.
— Tem certeza tia? — perguntou Carina.
— Tenho... vem — respondi.
— Eu não me importo... pode vir. O colchão é grande. – Paulo concordou
Agora nós três estávamos no mesmo nível. Eu de um lado, ele no meio, Carina do outro ao lado da tomada, pois, estava mexendo no celular.
Senti o corpo do Paulo quente contra o meu. O pau dele latejava forte agora, roçando de leve na minha coxa por cima do short. Do outro lado, Carina se mexeu e camisola subiu até a cintura. Eu engoli seco, o coração martelando no peito. Meu marido estava com o pau duro pra caralho ao meu lado e estava tentando disfarçar virado ao meu lado. Minha sobrinha estava deitada ali a poucos centímetros da gente. O ar da sala parecia mais pesado, carregado de tesão proibido.
Eu não aguentei. O tesão estava me consumindo por dentro. O pau do Paulo latejava roçando na minha coxa por cima do short, quente, grosso, pulsando cada vez mais duro. Carina estava virada de lado, de frente pro celular, a luz da tela iluminando o rosto dela e a camisola toda embolada na cintura, deixando a bunda lisinha à mostra.
Devagar, quase sem respirar, enfiei a mão por baixo do elástico do short dele. Meus dedos envolveram o pau do meu marido, quente pra caralho, a pele macia deslizando sobre a carne dura. Comecei a bater uma punheta lenta, sentindo ele inchar ainda mais na minha palma. Paulo soltou um suspiro baixo, mas não disse nada, só abriu um pouco mais as pernas.
Carina percebeu. Eu vi o celular dela tremer levemente na mão. Ela virou o rosto devagar, os olhos caindo direto na minha mão se movendo dentro do short do tio dela e não falou nada. Então, sem fazer barulho, ela esticou o braço, colocou a mão dela por cima da minha e começou a guiar o movimento.
Agora éramos nós duas batendo punheta pro Paulo. Minha mão na base, apertando as bolas pesadas, e a dela em cima, deslizando pelo comprimento todo. O pau dele pulsava forte entre nossas mãos, latejando cada vez mais rápido.
— Porra… — Paulo gemeu.
Eu não aguentei mais. Tirei o short dele de uma vez, liberando aquele pau grosso, veioso, a cabeça vermelha brilhando. Me inclinei e caí de boca, engolindo ele até o fundo da garganta num só movimento. Chupei com fome, babando tudo, a língua girando na cabeça enquanto subia e descia.
Carina não ficou atrás. Ela se aproximou com o rosto lindo bem do lado do meu, e começou a lamber o pau do tio junto comigo. Nossas línguas se encontravam no meio do caminho, trocando saliva e baba do pau dele. Chupávamos juntas, uma de cada lado da rola, depois eu descia pras bolas enquanto ela engolia o pau inteiro, engasgando de leve com os olhos lacrimejando de tesão.
Paulo gemeu e com as mãos esquerda e direita, ele enfiou dois dedos na minha buceta encharcada e da Carina ao mesmo tempo, fodendo devagar. Ele começou a bater siririca em nos duas ao mesmo tempo enquanto a gente babava no pau dele.
— Que bucetas molhadas… caralho…hoje vocês são minhas putinhas — ele disse animado.
Eu tirei o pau da boca por um segundo e disse:
— Me come, amor. Me fode de quatro enquanto eu chupo a buceta da minha sobrinha.
Paulo não pensou duas vezes. Eu me posicionei de quatro no colchão com a bunda empinada. Carina se deitou na minha frente, abrindo as pernas. Eu enfiei a cara entre as coxas dela e comecei a lamber aquela bucetinha jovem, doce, toda molhada. Minha língua entrava fundo, chupando o clitóris inchado enquanto Paulo metia o pau grosso na minha buceta de uma vez só.
— Aaaahh… porra! — gemi contra a buceta da Carina.
Ele me fodia forte, as bolas batendo na minha carne, o pau entrando e saindo com força enquanto eu devorava a nossa sobrinha. Carina gemia alto, segurando minha cabeça contra a boceta dela.
Depois ele trocou. Tirou o pau de dentro de mim e enfiou na Carina. Eu subi no rosto dela, sentando minha buceta aberta na boca da minha sobrinha. Enquanto Paulo metia nela com tudo, ela me chupava desesperada, com a língua entrando fundo, bebendo meu mel.
Paulo alternava: metia uns minutos na minha buceta, depois voltava pra dela, depois de novo na minha, depois na dela. As duas bucetas pingando, misturando nossos gozos no pau dele.
— Agora o cu… — ele ordenou.
Ele tirou o pau melado da buceta da Carina e encostou na entrada do meu cu. Empurrou devagar, abrindo meu cu com aquela rola grossa. Eu gritei de prazer e dor misturados enquanto ele começava a me foder o cu com força. Carina, debaixo de mim, continuava chupando minha buceta e as bolas dele, enquanto o pau do tio entrava e saía do meu cu.
Paulo acelerou e socava com força:
— Vou gozar… porra, vou gozar no cu da sua tia…
Ele deu mais umas socadas fundas e explodiu dentro de mim. Senti meu cu enchendo de porra grossa e quente. Quando ele tirou o pau ainda pulsando, a porra branca começou a escorrer do meu cu aberto, pingando direto na cara da Carina que estava logo abaixo, lambendo minha buceta. Ela abriu a boca, recebendo a porra do tio misturada com meus fluidos, engolindo tudo o que conseguia enquanto continuava chupando. Eu tremia inteira, gozando de novo na boca dela, esfregando minha buceta na cara da minha sobrinha enquanto a porra do meu marido escorria pelos lábios dela. Nós três estávamos cansado, suados, melados de porra e tesão proibido.
Carina lambeu os lábios, olhando pra mim e pro tio com os olhos ainda famintos e cheio de porra:
— Tia… tio… isso foi… a coisa mais suja e gostosa que eu já fiz na vida.
Paulo riu baixo, apertando nossas bundas.
— Vocês duas me mataram hoje… mas amanhã eu volto com tudo.
...
Fotos reais da nossa brincadeirinha no dia do filme...aproveitem.




