EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

Boa noite, lindos e lindas! Sou a Tammy e vou contar um relato que recebi de uma fã. Ela pediu para mudar o nome das pessoas, inclusive o dela, para total sigilo.

Meu nome é Gisele, tenho 28 anos e sou casada com Allan, de 32. Nosso relacionamento sempre foi só eu e ele, sem ninguém mais envolvido. Nunca rolou swing, nunca rolou nada fora do casamento. A gente transava bastante, mas era sempre entre quatro paredes, só nós dois. A rotina nesses 10 anos juntos estava pegando a gente de surpresa.

A gente tentava de tudo para apimentar a relação. Compramos brinquedinhos eróticos, assistimos a filmes adultos juntos, experimentamos posições novas, e até tentamos fazer joguinhos de sedução. Eu colocava lingerie nova, ele tentava me surpreender com massagens, mas parecia que estava sempre faltando algo. No fundo, era como se estivéssemos repetindo o mesmo roteiro, só mudando o cenário.
- Amor, a gente precisa de algo que realmente mexa com a gente - eu disse uma noite, enquanto estávamos deitados na cama

Allan concordou, passando a mão pelo meu corpo suado, e murmurou com aquela voz grave que me arrepia:
- Eu sei, Gi. Quero te ver pegando fogo de novo, como naquela época que a gente mal conseguia esperar pra chegar em casa.

Aquelas palavras ficaram na minha cabeça, mas a solução ainda não tinha aparecido. Fora da vida de casal, eu continuava minha rotina. Uma das coisas que me ajudava a aliviar o estresse era ir à academia.

Foi lá que conheci Samanta, uma ruiva de 24 anos, cheia de energia e com um corpo que, confesso, era impossível não notar. Nos tornamos amigas rápido, porque Samanta era daquelas pessoas que te puxam pra conversa sem esforço. A gente começou a treinar juntas, e logo estávamos trocando confidências enquanto fazíamos alongamento ou tomávamos um suco depois do treino.


Tudo mudou de uma hora pra outra numa tarde na academia. Eu cheguei pro treino e vi Samanta num canto, longe dos aparelhos, com o rosto vermelho e os olhos inchados. Estava chorando. Meu coração apertou na hora. Larguei minha garrafa de água e fui até ela, preocupada.
— Sam, o que aconteceu? Tá tudo bem? — perguntei, sentando ao lado dela no banco.

Ela tentou sorrir, mas o sorriso morreu rápido. Passou as mãos no rosto, enxugando as lágrimas, e soltou um suspiro pesado.
— Terminei com o Caio. Depois de três anos, Gi. Ele... ele disse que não tava mais na mesma vibe que eu.

Eu coloquei a mão no ombro dela, sentindo a pele quente sob a regata fina. Meu polegar fez um carinho quase sem querer, e eu senti um arrepio que não deveria ter sentido. Não era hora pra isso, mas meu corpo parecia ter vida própria perto dela.
— Sam, você é incrível. Tô aqui pra te ajudar, tá? — falei, tentando soar firme, mas minha voz saiu mais suave do que eu queria.

— Obrigada, Gi. De verdade. Não sei o que faria sem você aqui — ela olhou pra mim aliviada.
— Olha, que tal a gente ir no cinema hoje à noite? Só pra você distrair a cabeça. O que acha? — sugeri, tentando soar casual.

Os olhos dela se iluminaram um pouco.
— Sério? Acho que seria ótimo. Tô precisando mesmo de algo pra me tirar desse inferno na minha cabeça.
Sorri, aliviada.
— Então tá combinado. Te pego às sete.

O problema veio quando cheguei em casa e contei pro Allan. Era uma noite que a gente normalmente reservava pra ficar juntos, nossa “noite de casal”, mesmo que ultimamente fosse só jantar e assistir série. Sentei ao lado dele no sofá enquanto ele mexia no celular, e falei, tentando soar natural.
— Amor, chamei a Samanta para ir hoje à noite com a gente no cinema, aquela amiga da academia que te falei. Ela tá passando por um término bem pesado, e eu chamei ela pro cinema pra distrair a cabeça. Tudo bem?
— Gi, hoje é nossa noite. A gente combinou que essas noites são só pra gente, não? — disse ele, com um tom que misturava mágoa e irritação.
— Só hoje, por favor? — pedi, colocando a mão no braço dele
— Tá bom, Gi. Vai lá. Mas não gosto disso. Sinto que a gente tá se afastando, e agora você tá colocando outras coisas na frente. Só... toma cuidado, tá?

Eu me arrumei com cuidado, coloquei um vestido azul escuro, justo na medida certa, que marcava minhas curvas e deixava as pernas à mostra. Era um vestido que eu sabia que Allan gostava.

Passamos na casa da Samanta por volta das sete. Quando ela saiu pela porta, meu coração deu um salto. Ela estava deslumbrante. Um vestido vermelho colado no corpo, curto o suficiente pra destacar as coxas torneadas e com um decote . Ela sorriu ao nos ver e entrou no carro, sentando no banco de trás.
— Oi, gente, obrigada por me incluírem na noite de vocês — disse ela — Prometo não atrapalhar o clima de casal.

Allan, que estava ao volante, deu um sorriso educado pelo retrovisor.
— Sem problemas, Samanta. Bom te conhecer finalmente. A Gi fala muito de você.

Eu percebi, quase de imediato, o jeito que Allan olhava pelo retrovisor. Ele tentava disfarçar, fingindo ajustar o espelho ou checar o trânsito, mas eu conheço meu marido. Os olhos dele passeavam pelo reflexo dela, demorando mais do que o necessário. E, pela primeira vez na vida, isso não me irritou. Pelo contrário. Ver o desejo discreto no olhar dele por outra mulher, especialmente a Samanta, mexeu comigo de um jeito que eu não esperava. Meu estômago se apertou, mas não de ciúme. Era tesão. Um tesão esquisito, novo, que eu nunca tinha sentido antes. Eu nunca olhei pra nenhuma mulher com desejo na vida. Nunca. Mas ali, com Samanta atrás de mim, o perfume dela invadindo o carro, e Allan tentando esconder o que estava sentindo, meu corpo parecia estar em chamas.
— Relaxa, Sam, hoje a noite é pra você se distrair — falei, virando o rosto pra ela com um sorriso

Chegamos ao cinema, e a sala estava praticamente vazia. Era um dia de semana, e o filme, um suspense qualquer, não parecia atrair muita gente. Escolhemos uma fileira no fundo, longe dos poucos outros espectadores. Eu sentei no meio, com Allan à minha esquerda e Samanta à minha direita. Meu vestido subia um pouco ao sentar, deixando minhas coxas à mostra, e eu percebi que Samanta olhou de relance antes de se ajeitar na poltrona. Meu coração disparou. Será que ela sentiu o mesmo que eu? Ou era só minha cabeça inventando coisas?

O filme começou e estava tudo normal, ou pelo menos parecia, até que senti a mão do Allan na minha coxa. Foi um toque sutil no começo, os dedos dele roçando de leve na pele exposta pelo vestido. Ele sempre fazia isso quando estávamos sozinhos no cinema, um joguinho nosso, mas naquela noite parecia diferente. Mais arriscado. Mais quente. Eu sabia que Samanta estava ali do outro lado, a centímetros de mim. Será que ela perceberia? E, pior, por que isso me deixava ainda mais excitada?

Allan se inclinou, a respiração quente e pesada contra meu ouvido, e sussurrou com aquela voz grave que me desmontava:
— Porra, Gi, você tá tão gostosa nesse vestido. Tô doido pra sentir o quanto você tá molhada. Abre essas pernas pra mim, vai.
As palavras dele foram como gasolina no meu fogo. Os dedos grossos encontraram minha buceta já ensopada, e ele soltou um gemido baixo de satisfação ao sentir minha umidade.
Ele começou a esfregar devagar, os dedos abrindo meus lábios, explorando cada pedaço de mim com uma pressão que me fazia morder o lábio até quase sangrar pra não gemer alto. Era uma loucura foder com os dedos ali, no escuro de um cinema, com outras pessoas na sala, mesmo que distantes. Mas o risco, o proibido, só me deixava mais molhada, mais desesperada. E tinha a Samanta ali, tão perto, o perfume dela misturado ao ar, o calor do corpo dela me enlouquecendo. Será que ela ouvia o som molhado dos dedos do Allan entrando e saindo de mim? Será que ela queria se juntar?

Sem pensar, minha mão desceu até o colo do Allan. Senti o pau dele já duro como pedra sob a calça, o volume pulsando contra o tecido. Abri o zíper com dedos trêmulos, libertando aquele caralho grosso que eu conhecia tão bem. Envolvi ele com a mão, começando uma punheta lenta mas firme, sentindo a pele macia deslizar sob meus dedos enquanto a respiração dele ficava mais pesada. Ele inclinou a cabeça pra trás, os olhos semicerrados, e murmurou quase inaudível:
— Isso, Gi, continua. Tô louco pra gozar na tua mão.

Mas então, no meio daquele tesão descontrolado, algo me pegou completamente desprevenida. Uma outra mão. Quente, delicada, mas cheia de intenção. Era a Samanta. Ela tocou minha coxa direita com uma hesitação que durou menos de um segundo antes de deslizar os dedos até minha buceta, por cima da calcinha que o Allan já tinha afastado. Meu corpo inteiro congelou de choque, mas o tesão me dominou. Virei o rosto pra ela no escuro, e vi um brilho malicioso nos olhos dela, um sorriso safado brincando nos lábios enquanto fingia assistir ao filme. Os dedos dela começaram a brincar com os lábios da minha buceta, tão suaves comparados à força bruta dos dedos do Allan, que agora socavam fundo dentro de mim, esticando minha carne molhada com um ritmo implacável. E então ela achou meu clitóris, massageando em círculos lentos e precisos, como se soubesse exatamente como me levar ao limite.

Eu não aguentei. Meu corpo se tensionou como uma corda prestes a arrebentar, e em poucos segundos, um orgasmo devastador me acertou em cheio. Foi como um tsunami, me fazendo tremer inteira na poltrona enquanto ondas de prazer explodiam da minha buceta pro resto do meu corpo.
Tive que tapar a boca com as costas da mão pra abafar o gemido que queria escapar. Os dedos do Allan continuavam me fodendo com força, entrando e saindo sem piedade, enquanto a Samanta brincava com meu clitóris, prolongando o êxtase até eu achar que ia desmaiar. Minha porra escorria pelas minhas coxas, molhando o assento, e eu nunca tinha gozado tão forte na minha vida. Era um prazer proibido, sujo, errado – e por isso mesmo, insuportavelmente delicioso.

Quando o orgasmo finalmente passou, eu estava ofegante, suada, mas o desejo dentro de mim só cresceu. Samanta tirou os dedos devagar, e pelo canto do olho, vi ela levá-los à boca, chupando minha porra com um olhar de puta. Meu coração quase parou com aquela visão. Então, sem falar nada, ela se levantou e sentou do outro lado que Allan estava sentado enquanto ele ficava no meio. A sala estava praticamente vazia, nossa fileira no fundo completamente isolada, escondida pela escuridão.

Allan parecia em choque, mas o desejo em seus olhos era inegável. Ele não resistiu quando Samanta e eu nos inclinamos sobre ele, nossas mãos trabalhando juntas no pau dele, que já brilhava de pré-gozo.
Meus dedos apertavam e deslizavam pela extensão dura, enquanto as mãos dela, tão delicadas mas tão safadas, massageavam as bolas dele com uma pressão que o fez gemer baixo.
Então, quase como se fosse um acordo silencioso, baixamos a cabeça juntas. Minha boca envolveu a cabeça inchada do pau dele, chupando com uma fome desesperada. Samanta lambeu a base, a língua dela subindo e descendo pelo comprimento, às vezes encontrando minha boca num toque molhado e quente que me deixava ainda mais ensopada. Nossos lábios se roçavam de vez em quando, enquanto chupávamos juntas, dividindo aquele caralho como se fôssemos duas putas famintas por mais.
— Porra, caralho, vocês tão me matando... não vou aguentar muito — Allan gemeu

Ele gozou com um gemido baixo, jatos quentes e grossos de porra explodiam na nossa boca e respingavam nos nossos rostos. Eu engoli o que caiu na minha língua, enquanto Samanta lambia o que escorria pelo queixo. Limpamos o pau dele juntas, nossas línguas se tocando na cabeça do pau dele, sugando até a última gota enquanto ele tremia entre nós.

Nos endireitamos, limpando a boca com as mãos, tentando recuperar o fôlego. Meu coração batia tão rápido que doía, e minha buceta ainda pulsava, pedindo mais. Allan nos encarou, a respiração descompassada, e murmurou:
— Caralho... isso foi a coisa mais louca que já fiz na vida. Não sei o que tá rolando, mas... puta que pariu, quero mais.

Samanta deu uma risada baixa enquanto se inclinava na direção dele, os lábios ainda brilhando com resquícios de porra.
— Às vezes, Allan, a gente só precisa parar de pensar e sentir. E, olha, acho que a Gi tá começando a gostar dessa ideia.

Meu rosto queimou, mas não de vergonha. Era tesão puro, cru, descontrolado. Pela primeira vez em anos, eu me sentia viva, ardendo, desejando. Mas o medo também estava lá, mordendo minha nuca.

O que isso significava pro meu casamento? Pra quem eu era? Não sabia. Só sabia que meu corpo gritava por mais – mais de Allan, mais de Samanta, mais desse prazer sujo que eu nunca soube que queria.
...

FOTOS REAIS DE SAMANTA DEPOIS DA NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA

Foto 1 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

Foto 3 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

Foto 4 do Conto erotico: EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
EU, MARIDO & AMIGA: NOSSA PRIMEIRA EXPERIENCIA - PARTE 1

Codigo do conto:
260232

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/04/2026

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3

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