Meu nome é Jaqueline, tenho 38 anos. Sou casada há 9 anos com Roberto, de 42 anos. Tenho uma irmã mais nova, Letícia, de 32 anos, que está noiva do Lucas, de 34 anos. Lucas é dono de uma empresa de vigilância e instalação de câmeras. Não converso muito com ele, quase não tenho intimidade. Ele sempre foi mais reservado, e eu também. Mas o Roberto se dá bem com ele e, como a Letícia é minha irmã, acaba sendo quase da família.
Há uns dois meses, o Roberto me pediu um favor:
— Amor, a casa tá precisando de mais segurança, principalmente quando eu viajo. Vou chamar o Lucas pra instalar as câmeras. Ele faz um preço bom pra gente. Falei com ele na casa da sua mãe semana passada.
Lucas chegou no outro dia por volta das 10h da manhã no final de semana. Eu estava de shortinho jeans velho e uma camiseta fina de alça, suada da faxina que fazia desde cedo. Roberto estava de férias, relaxando no sofá da sala com uma cerveja na mão, assistindo futebol.
Sempre achei Lucas sem graça. Educado demais, calado, daqueles caras que parecem não ter sangue nas veias. Bonito ele era — alto, moreno, corpo bonito por causa do trabalho físico de instalar câmeras, mas não fazia meu tipo. Ainda assim, era o noivo da minha irmã. Tinha que aceitar, sorrir e fingir que era tudo normal.
— Bom dia, Jaqueline — ele cumprimentou
— Oi, Lucas. Entra. O Roberto tá ali na sala.
Meu marido se levantou, deu um abraço nele e já começou a explicar onde queria as câmeras. Ele também pediu para Lucas instalar o DVR no quarto e configurar todo o monitoramento direto no nosso notebook que fica lá.
— Quero poder ver tudo pelo celular e pelo notebook do quarto — disse Roberto.
Lucas apenas concordou e começou a trabalhar. As crianças já tinham ido pra casa da minha mãe passar o dia inteiro, então a casa estava só nossa. Roberto ajudou a carregar algumas coisas, mas logo voltou pro sofá, dizendo que ia “supervisionar” de longe. Eu continuei a faxina, passando pano no chão da cozinha, me abaixando, sentindo o shortinho subir um pouco nas coxas.
Em certo momento, eu estava de quatro no chão da cozinha, esfregando um canto mais difícil, quando Lucas entrou pra medir a parede acima da geladeira para passar um fio.
— Preciso passar aí atrás — ele disse apontando pra cima.
Eu me afastei um pouco, mas não o suficiente. Quando ele passou, senti o corpo dele roçar na minha bunda. Foi rápido, mas o suficiente pra eu sentir que ele. Meu corpo reagiu na hora: um calor subiu entre as pernas e minha buceta latejou, molhando a calcinha.
— Porra... Desculpa, Jaqueline — ele murmurou visivelmente sem graça. O rosto dele ficou vermelho, — Eu não vi direito... não quis te encostar assim. Foi sem querer.
Eu me levantei devagar, sentindo o shortinho grudado na pele suada. Olhei para ele com um sorrisinho que não consegui segurar.
— Tudo bem, Lucas. Foi só um esbarrão — respondi. Meu coração batia forte. Era proibido pra caralho. Ele era o noivo da minha irmã, o futuro cunhado. E mesmo assim, eu tinha gostado daquele contato.
Lucas continuou o trabalho em silêncio e envergonhado, subindo na escada para passar o fio. Eu voltei a passar pano, mas agora minha mente estava longe e comecei a imaginar algo que nunca aconteceu: aquele pau que eu senti duro roçando mais fundo, imaginando como seria foder o homem da minha irmã bem ali, na minha casa e chupando meu marido ao mesmo tempo.
Uns minutos depois, Lucas saiu para buscar mais ferramentas e cabos no carro. Assim que a porta da frente fechou, eu fui até a sala. Roberto ainda estava no sofá, com cerveja na mão, assistindo o jogo.
— Amor... — chamei baixinho, me aproximando. Sentei no braço do sofá, sentindo minha calcinha encharcada.
Roberto olhou para mim, notando meu rosto corado.
— Que foi?
— O Lucas acabou de roçar em mim na cozinha. Eu tava de quatro passando pano... e ele passou atrás pra medir a parede. O pau dele encostou bem na minha bunda, amor. Ele ficou todo sem graça, pediu desculpa na hora, disse que foi sem querer.
Roberto ergueu uma sobrancelha, mas em vez de ficar bravo, vi um brilho diferente no olhar dele. Ele deu um sorrisinho malicioso e colocou a mão na minha coxa, subindo devagar.
— Sério? E você... gostou? — perguntou
Eu disfarcei na hora, tentando controlar a voz para não entregar o tesão que ainda latejava entre minhas pernas.
— Gostei? Claro que não, amor. Foi só um esbarrão sem graça. Ele é o noivo da Letícia, pelo amor de Deus. Fiquei até sem jeito — menti, com o rosto ainda quente.
— Porra, Jaqueline… Mentiu na cara dura, hein?
Eu arregalei os olhos, chocada.
— Roberto, você tá ficando louco? Ele é o futuro marido da minha irmã, porra!
— Vai tomar um banho, amor. Relaxa. Eu vou lá falar com ele sobre as câmeras.
Fui pro nosso quarto, tirei a roupa suada e entrei no banheiro. Fiquei um bom tempo lá embaixo do chuveiro, esfregando o corpo, imaginando coisas que não devia. Quando saí do banho, enrolada só na toalha branca que mal cobria minha bunda, lembrei que tinha esquecido de pegar roupa limpa no guarda-roupa. Abri a porta do banheiro distraída …E congelei.
Roberto estava sentado na beira da nossa cama com notebook no colo. Lucas estava em pé ao lado dele, inclinando o corpo pra ver a tela enquanto configurava o sistema de câmeras. Os dois olharam pra mim ao mesmo tempo.
— Ah… merda — murmurei, apertando a toalha contra o corpo. A toalha era curta demais. Mal cobria minhas coxas e o decote estava frouxo, quase deixando os meus seios escaparem.
Lucas ficou paralisado com os olhos descendo involuntariamente pelo meu corpo molhado. Roberto, ao contrário, tinha um sorriso calmo e perigoso no rosto.
— Desculpa, amor — disse Roberto, fingindo naturalidade. — Chamei o Lucas pra configurar o monitoramento aqui no notebook do quarto. Achei que você ia demorar mais no banho.
Eu sentia meu rosto queimando. Lucas tentou desviar o olhar.
— Eu… vou pegar uma roupa — falei, tentando andar até o guarda-roupa sem mostrar demais a bunda.
Mas Roberto me interrompeu:
— Calma, Jaqueline. Fica a vontade. O quarto é seu.
Lucas engoliu em seco, visivelmente excitado e sem graça ao mesmo tempo. A calça dele marcava um volume evidente.
— Eu… posso voltar depois — disse ele.
Eu parei no meio do quarto, com a buceta latejando de novo por baixo da toalha. A tensão no ar estava insuportável. Proibida. Incestuosa pra caralho. Roberto e Lucas me olhavam como dois lobos famintos.
Sem dizer nada, eu soltei a toalha devagar, deixando ela cair aos meus pés. Fiquei completamente nua na frente deles. Meus mamilos duros, a buceta aparada com alguns pelo brilhando de tesão. Lucas arregalou os olhos. Roberto sorriu safado, já abrindo o zíper da bermuda.
— Caralho, Jaqueline... — resmungou Lucas.
Roberto puxou o pau pra fora. Já estava duro, latejando. Ele segurou ele na base e balançou devagar.
— Mostra pro Lucas como você sabe mamar gostoso, amor. Chupa o pau do seu marido bem safada.
Eu me ajoelhei no chão do quarto sem nem pensar. Meu coração batia disparado. Peguei o pau do Roberto com a mão e enfiei na boca de uma vez, chupando fundo, babando, fazendo barulho molhado enquanto olhava pra Lucas. Ele não aguentou. Abriu a calça tremendo e tirou um pau grosso, maior que o do Roberto com veias marcadas. Veio pra perto e começou a bater aquele pau quente e pesado na minha cara — na bochecha, na testa, nos lábios — enquanto eu continuava mamando meu marido.
— Porra... que safada — gemeu Lucas, esfregando a cabeça do pau na minha cara enquanto eu ainda chupava Roberto.
Eu alternava. Chupava um fundo, engolindo até a garganta, babando tudo, e punhetava o outro com força. Depois invertia: mamava o pau do Lucas (grosso pra caralho, esticando minha boca) enquanto batia uma punheta gostosa no pau do Roberto. Os dois gemiam, segurando minha cabeça, me chamando de puta da família, cunhada safada, esposa vadia.
Roberto me puxou pra cima e me jogou na cama de bruços. Abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta encharcada, chupando meu clitóris com fome enquanto enfiava dois dedos fundo. Eu gemia alto, rebolando na cara dele. Lucas se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava ele desesperada, engasgando, enquanto Roberto me comia com a língua.
Depois eles inverteram. Lucas me virou de lado, levantou minha perna esquerda bem alto e posicionou aquela cabeça grossa na entrada da minha buceta. Ele esfregou devagar, lambuzando tudo com meus cremes, e empurrou. Senti meu buraco sendo forçado a abrir, centímetro por centímetro, com aquele pauzão grosso esticando minhas paredes internas até o limite. Ele começou a foder com força, saindo quase todo e enfiando até o fundo, fazendo meus seios balançarem.
— Porra, como essa buceta é quente e apertada cunhada... — gemeu Lucas, metendo cada vez mais fundo.
Enquanto ele me comia assim, eu chupava o pau do Roberto com vontade.
— Quero os dois... — pedi ofegante. — Quero dupla penetração. Me fodem juntos.
Roberto deitou na cama. Eu subi nele, segurei seu pau e sentei devagar, sentindo ele abrir minha buceta molhada até o talo. Fiquei quicando devagar, rebolando, sentindo ele roçar bem no meu ponto G. Lucas veio por trás, cuspiu bastante no meu cuzinho e pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado.
Ele foi empurrando devagar, mas firme. Senti uma ardência forte misturada com prazer insano enquanto meu cu era arrombado. Os dois paus estavam completamente enterrados dentro de mim — buceta e cu completamente preenchidos e latejando.
Eu gozei na hora. Meu corpo inteiro tremeu violentamente, com a buceta apertando o pau do Roberto em espasmos fortes enquanto meu cu piscava em volta do pau do Lucas. Gritei, esguichei um pouco, gozando tão forte que quase desmaiei de prazer.
Eles começaram a meter juntos. Roberto socando de baixo na buceta, Lucas arrombando meu cu por trás com socada profundas e pesadas. Eu sentia os dois paus se esfregando um contra o outro através da parede fininha que separava buceta e cu. Era uma sensação insana, cheia, proibida. Eles me foderam como uma puta.
Depois Lucas me colocou de quatro na beira da cama. Ele cuspiu novamente no meu cu já arrombado e enfiou tudo de uma vez, metendo fundo e forte. Roberto ficou na minha frente, enfiando o pau na minha boca enquanto eu era arrombada por trás. Lucas acelerou, gemeu alto e tirou o pau do meu cu, batendo uma punheta rápida e gozando forte — era porra grossa e quente espirrando na minha bunda, escorrendo pelo rego e pingando na minha buceta.
Sentei em cima de Roberto e ele abriu minhas pernas e enfiou o pau na minha buceta encharcada e escorregadia. Roberto gozou dentro de mim com um gemido rouco, enchendo minha buceta de leite quente e grossa. Ficamos os três cansados e quietos. Meu cu e minha buceta pulsavam, latejando, escorrendo porra dos dois.
— Isso fica entre nós três... — disse Roberto fazendo sinal para ficarmos quietos.
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