PROVEI O LEITE DO MEU GENRO



Boa tarde meus lindos
A minha seguidora Rosana me mandou esse conto com imagens reais contando o que aconteceu com ela dentro da família dela.

Eu, Rosana, aos 55 anos, vou contar uma experiencia que tive em 2025. Eu morava numa casa grande e confortável num bairro tranquilo e famoso da cidade, daqueles com ruas arborizadas e casas antigas bem conservadas.

Tinha acabado de me divorciar do Zé Paulo depois de mais de 20 anos de casamento. A separação foi uma turbulência danada: misturou a dor da separação, o casamento recente da minha filha e toda a mudança de rotina. Nunca, em toda a minha vida, tinha passado pela minha cabeça sentir atração por outro homem que não fosse o meu marido.
No meio dessa bagunça, Jessica, minha filha, tinha acabado de casar com o Danilo, ambos com 30 anos. Os dois se conheceram na faculdade e o casamento foi bonito, mas rápido. Como a casa nova deles ainda não estava pronta, agradeci muito quando eles aceitaram morar na casa do fundo do meu quintal, bem perto da piscina e da lavandeira. Era uma casinha menor, mas aconchegante, e a presença deles me ajudava a não me sentir tão sozinha. A janela do quarto deles dava bem para o lado da piscina, quase em frente à lavandeira.

Naquela manhã de quarta-feira em Março, vi Jessica saindo cedo, já arrumada para o trabalho.
— Mãe, tô indo! O Danilo vai ficar de home office hoje. Qualquer coisa chama ele, tá? — disse ela, me dando um beijo rápido.
— Tá bem, filha. Bom trabalho. E obrigada mais uma vez por vocês estarem morando aqui atrás. Tá me ajudando muito nesse momento difícil — respondi, sincera.

Fechei a porta e preparei o café da manhã. Esperei um tempo, mas notei que o Danilo não apareceu para tomar café como fazia. Preocupada, decidi ir até o fundo chamá-lo. Cruzei o quintal, passei pela piscina e bati na porta da casa do fundo.
— Danilo? Tá na hora do café, filho! — chamei.
Ninguém respondeu. Bati de novo, mais forte e ele não respondeu. Fiquei preocupada, achando que podia ter acontecido alguma coisa. Dei a volta e fui até a janela do quarto deles, que ficava bem perto da lavandeira. A cortina estava quase fechada, mas tinha uma fresta. Olhei. Meu coração quase parou.

Danilo estava deitado na cama, sem camisa, bermuda abaixada até os joelhos. O pau dele estava pra fora, grosso, duro, latejando na mão enquanto ele batia punheta com os olhos fechados, fone de ouvido e o notebook do lado. A rola dele era enorme, veiosa. Ele apertava o tronco grosso, subindo e descendo a mão com força, apertando as bolas pesadas. Ele não me viu. Continuou batendo punheta cada vez mais rápido, gemendo baixinho lendo que parecia contos eroticos.

Aquilo me assustou e, ao mesmo tempo, me deixou com um tesão absurdo. Era erradíssimo. Eu nunca tinha visto outro pau assim, muito menos o do meu genro. Fazia meses que não transava, desde a separação do Zé Paulo, mas nunca imaginei que ver uma cena dessas me deixaria tão molhada. Minha buceta latejava, a calcinha já encharcada.

De repente ele arqueou o corpo, gemeu mais alto e gozou na própria mão. Era uma porra grossa e branca que espirraram entre os dedos dele, escorrendo pelo punho enquanto ele ainda apertava o pau latejante. O leite dele era abundante, cremoso. Fiquei hipnotizada olhando. Juro que nunca vi tanta porra na vida.

Saí de perto da janela rapidamente com o coração disparado e com as pernas tremendo. Voltei para a porta, ainda indecisa se batia de novo ou voltava para casa. Antes que eu pudesse decidir, ouvi passos e a porta se abriu. Danilo apareceu, agora com a bermuda no lugar, mas com a cara ainda vermelha e um leve brilho de suor.
— Rosana? Desculpa, eu tava... concentrado no trabalho — disse ele, com a voz rouca, claramente mentindo.
— Eu... vim te chamar pro café — gaguejei, vermelha, sem conseguir olhar direto nos olhos dele. A imagem do pau dele gozando ainda estava fresca na minha cabeça.

Depois de ver Danilo gozando daquele jeito, voltei para casa com as pernas bambas e a buceta pulsando. Sentia a calcinha completamente encharcada, o clitóris inchado roçando no tecido a cada passo. Tomei um banho rápido, mas a imagem daquele pau grosso, veioso, jorrando porra abundante não saía da minha cabeça.

Quando Danilo finalmente apareceu na cozinha, já recomposto, tomamos café da manhã normalmente. Conversamos sobre o trabalho dele, sobre o tempo, sobre coisas banais. O dia seguiu tranquilo, mas por dentro eu estava em fogo.
Jessica chegou do trabalho por volta das 18hrs, cansada mas sorridente.
— Oi mãe! Tudo bem por aqui? Você tá com uma cara estranha... aconteceu alguma coisa? — perguntou ela.
— Tudo ótimo, filha. Só um pouco cansada também — respondi, forçando um sorriso. Danilo estava no sofá da sala da casa grande, fingindo que assistia TV. Eu sentia o olhar dele em mim de vez em quando.

À noite, não consegui dormir direito. Virava de um lado pro outro na cama, com a buceta molhada e latejando só de lembrar da cena. Bati siririca duas vezes pensando no pau dele, coisa que fazia tempo que não fazia, imaginando como seria sentir aquela grossura me abrindo. Gozei gemendo baixinho o nome dele, sentindo uma culpa deliciosa e proibida.

Acordei cedo no dia seguinte, decidida. Queria ver até onde aquilo ia dar. Quando Jessica se arrumou para sair, eu já estava na cozinha preparando o café.
— Filha, pode ir tranquila. Eu levo o café pro Danilo hoje, ele deve estar bem ocupado com o home office — falei casualmente.
— Ah, que bom mãe! Obrigada mesmo. Beijo!
Assim que o carro dela saiu pela rua, subi correndo pro quarto. Tirei a camisola velha e vesti um vestidinho leve, daqueles bem curtos que mal cobriam metade das coxas, sem sutiã. Por baixo, coloquei uma calcinha bem pequena, daquelas que usava pra provocar o Zé Paulo — fio dental vermelho que mal cobria minha buceta, deixando minha bunda quase toda de fora. Peguei a bandeja com café, pão, suco e fui até a casinha do fundo e bati na porta.

Danilo abriu quase imediatamente. Estava só de short de algodão preto
— Bom dia, Rosana. Café exclusivo hoje? — perguntou com um sorriso, mas os olhos desceram rapidamente pelo meu corpo, demorando um segundo a mais nos meus peitos e nas pernas.
— Bom dia, filho. Achei que você merecia um tratamento especial — respondi com a voz mais doce, entrando no quarto.
Ele voltou para a cadeira da escrivaninha, de frente pro notebook. Eu coloquei a bandeja na mesinha e, de propósito, fui até a cama desarrumada.
— Deixa eu trocar essa roupa de cama pra vocês, deve estar precisando — falei.
Me inclinei bastante sobre a cama, de costas pra ele, empinando a bunda enquanto esticava o lençol. O vestidinho subiu, deixando à mostra quase toda a minha bunda redonda e a calcinha fio dental enterrada no meu cu. Eu sabia que ele estava olhando.
— Rosana... você tá... diferente hoje —disse ele.
Eu me virei devagar, ainda com o lençol na mão, e sorri inocentemente.
— Diferente como? Tá reclamando do serviço da sogra? — brinquei, piscando. — Ou tá gostando demais?
Danilo engoliu seco. Notei claramente que ele não estava de cueca. O short fino marcava uma volume grande e crescente entre as pernas. A rola dele estava endurecendo, empurrando o tecido. O pau grosso que eu tinha visto no dia anterior estava ali, quase exposto.
— Cuidado hein, Danilo... sou velha o suficiente pra ser sua sogra. Mas se continuar me olhando assim... não sei se vou conseguir me comportar — provoquei

Eu me aproximei ainda mais dele. Danilo estava paralisado na cadeira, com o short preto esticado ao máximo pela rola grossa e dura que pulsava lá dentro.
— Rosana... porra, isso é loucura... você é a mãe da Jessica — murmurou ele, mas a voz saiu fraca, com os olhos grudados na minha bunda quase nua.
— Shhh... cala a boca e aproveita, genro safado — respondi baixinho, maliciosa. — Eu vi você ontem batendo aquela punheta gostosa. Vi essa rola grossa gozando pra caralho. Agora eu quero provar. É nosso segredo... de sogra pra genro.

Sem esperar resposta, caí de joelhos entre as pernas dele. Puxei o short pra baixo de uma vez e o pau dele saltou pra fora. Era ainda maior de perto.
— Ai que delícia... que pauzão do caralho — gemi, segurando ele com as duas mãos. Comecei a bater devagar, sentindo as veias latejando. Me abaixei e passei a língua bem devagar da base até a cabeça, lambendo toda a veia. — Hmm... tá gostoso, Danilo. Tão duro pra sogra...

Ele gemeu alto, segurando minha cabeça.
— Caralho, Rosana... chupa essa rola, vai...

Tirei o vestidinho curto de uma vez. Meus peitos maduros, ainda firmes pros 55 anos, balançaram livres. Comecei a chupar com vontade: enfiei metade do pau na boca, sugando forte, fazendo barulho molhado enquanto minha mão punhetava a base grossa que não cabia toda.
—Hummm que rola gostosa do meu genro... — gemia com o pau na boca, babando tudo.
Minha outra mão desceu pra buceta, abrindo os lábios melados e batendo siririca rápido no clitóris inchado. Dois dedos entravam e saíam da buceta encharcada fazendo barulho. Danilo segurava meu cabelo, empurrando devagar.
— Porra, sogra... seu boquete é delicioso... que boca quente e gulosa... engole mais fundo, vai, sua puta...É de família isso?
Eu tirei o pau da boca só pra provocá-lo, batendo ele na minha língua e nos lábios.
— Isso... me chama de puta da sua sogra. Olha como tô melada... — gemi, tirando os dedos da buceta e mostrando pra ele.
Voltei a chupar com mais força, fundo, engasgando um pouco enquanto batia punheta nele e siririca em mim mesma. Meus peitos balançavam com o movimento. Ele não aguentava mais.
— Rosana... tô quase... caralho...
Tirei o pau da boca, mas continuei batendo rápido com a mão, olhando pra cima com cara de safada.
— Goza pra mim, Danilo. Goza na boca da sua sogra... quero beber todo esse leite.

Ele gemeu rouco com o corpo tensionando. O primeiro jato forte acertou direto na minha língua. Quente, grosso. Engoli um pouco e abri mais a boca:
— Isso... goza tudo... mais... me dá porra, caralho!

Ele explodiu. Jatos longos e abundantes acertaram minha boca, meu queixo, escorrendo pelos peitos. Eu continuei batendo siririca freneticamente, gozando junto com ele, gemendo alto com o pau pulsando na minha mão.
— Aaaahhh... que porra gostosa... me cobre toda, filho da puta... sou sua vadia agora...

Quando ele terminou, eu estava uma bagunça: boca cheia de porra, peitos melados, buceta destruída de tanto mel. Lambi os restos do pau dele devagar, limpando tudo com a língua.
— Delícia... nunca mais vou conseguir olhar pra você sem querer chupar essa rola de novo...
Danilo respirava pesado, olhando pra mim ajoelhada, toda suja da porra dele.
- Quando será que vou comer essa buceta sogra? – ele disse ainda com o pau pulsando
...

Foto 1 do Conto erotico: PROVEI O LEITE DO MEU GENRO

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Comentários


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d1ga0 Comentou em 25/06/2026

Com uma sogra assim, até eu não perdoaria, delícia de mulher 😈

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guerreiro32 Comentou em 25/06/2026

Essa Rosana é muito gostosa

foto perfil usuario casalbisexpa

casalbisexpa Comentou em 25/06/2026

delicia de conto e fotos




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Ficha do conto

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tammyinacio

Nome do conto:
PROVEI O LEITE DO MEU GENRO

Codigo do conto:
265368

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/06/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5