Meu nome é Carla, tenho 38 anos. Meu marido, André, também tem 38. Temos um filho pequeno de 5 anos, o Theo. No primeiro dia, ficamos basicamente na nossa. Chegamos, nos acomodamos, levamos o Theo para a praia, almoçamos e à noite jantamos só os três. Foi um dia tranquilo.
No segundo dia, fomos mais cedo para a praia. Theo já estava brincando na areia quando um casal se aproximou e parou bem ao lado do nosso guarda-sol. Eles pareciam uns 5 anos mais velhos que a gente, por volta dos 43. O homem era alto, moreno, corpo definido. A mulher era uma loira bonita, em forma, claramente de academia: barriga linda, peitos firmes, pernas torneadas e um biquíni lindo que marcava o corpo malhado. Eles sorriam de forma educada.
— Oi, tudo bem? Podemos sentar aqui do lado? Os outros guarda-sóis estão todos ocupados — disse o homem.
— Claro, podem ficar à vontade — respondeu André.
Eles se acomodaram. O homem estendeu a mão:
— Prazer, sou o Renato. Essa é a minha esposa, Amanda.
— Prazer, André. Essa é a Carla, minha mulher.
Amanda sorriu para mim:
— Oi, Carla! Que delícia de praia, né? A gente chegou ontem também. Vocês são de onde?
— São Paulo — respondi.
— Nós também! Vocês têm filho? A gente viu o menininho brincando ali.
— Temos sim, o Theo, de 5 anos. E vocês?
— Temos a Lara, de 6 anos.
A conversa fluiu. O dia passou sem nada demais. À noite, depois de colocar o Theo para dormir, eu e André fomos para o quarto. Fazia tempo que a gente não tinha uma noite só nossa. Começamos a nos beijar, ele me tirou a roupa e começamos a transar loucamente. Foi aí que algo diferente aconteceu.
Enquanto André me comia, meu corpo reagia normalmente, mas minha cabeça… minha cabeça começou a viajar. Passei a imaginar coisas que nunca, em nenhum momento da nossa vida, tínhamos pensado. Imaginei o Renato me olhando daquele jeito na praia. Imaginei a Amanda me observando. Imaginei os quatro juntos. Imaginei André me comendo enquanto outra pessoa assistia… ou participava.
Nunca tínhamos falado sobre isso. Nunca tínhamos fantasiado sobre troca de casais, sobre outras pessoas no meio da gente. Mas naquela noite, enquanto meu marido metia em mim, essas imagens apareceram sem eu pedir. E, para minha própria surpresa, eu gozei mais forte do que o normal, apertando André contra mim, com a mente cheia daquelas cenas proibidas. Depois que ele gozou e deitamos, fiquei quieta, olhando para o teto. André não percebeu nada.
Eu fiquei acordada por um tempo, sentindo o corpo ainda quente e a cabeça confusa. Pela primeira vez na vida, eu tinha fantasiado com outras pessoas enquanto transava com meu marido… e tinha gostado.
No terceiro dia, depois do pôr do sol na praia, ainda de biquíni e sunga, o clima estava leve com o casal que conhecemos. As crianças estavam na recreação e a gente só precisava buscá-las antes do jantar. Foi então que Amanda se virou para nós e falou, sem nenhuma segunda intenção:
— Vocês topam subir no nosso quarto? A gente leva umas cervejas e joga baralho. Só pra matar o tempo antes de buscar as crianças. André topou. Eu também. Subimos ainda de roupa de banho.
O quarto era grande, com varanda de frente para o mar. Amanda abriu as cervejas e colocou o baralho na mesa. Começamos a jogar truco, rindo e bebendo. Tudo inocente. Em uma das rodadas, enquanto Amanda se inclinava para pegar as cartas, o corpo dela marcou ainda mais no biquíni. Sem pensar muito, eu falei:
— Nossa, Amanda… você está com um corpo incrível. Treina bastante, né? Tá linda amiga.
Ela sorriu, sem malícia nenhuma no começo:
— Obrigada, Carla. Faço academia todo dia. Você também está ótima, hein amiga?
O elogio ficou no ar. Renato riu baixo e comentou:
— Ela treina pesado mesmo. O resultado aparece.
A gente continuou jogando, mas o clima foi esquentando aos poucos. Amanda passou a me olhar de um jeito diferente. Em outra jogada, ela se sentou mais perto de mim e falou, já um pouco mais solta:
— Sabe… a gente fica reparando em vocês desde o primeiro dia. Vocês formam um casal bem lindo e combina demais.
Meu rosto esquentou. André ficou vermelho. Eu senti o coração disparar. Medo. Medo de estragar o casamento, medo de me arrepender, medo de não conseguir parar depois. André também estava tenso.
Amanda percebeu e falou com calma:
— A gente não precisa fazer nada que não queiram. Se ficar pesado, a gente para. Somos adultos. Vocês sabem o que podemos fazer né ?
Ficamos em silêncio por alguns segundos. Eu olhei para André. Ele olhou para mim. O medo ainda estava lá… mas o tesão estava maior. Eu respirei fundo e me soltei.
— A gente nunca fez isso… mas… a gente quer tentar.
O baralho foi esquecido na mesa. E foi exatamente nesse momento que a fantasia da noite anterior começou a se misturar com a realidade.
Amanda segurou meu rosto e me beijou fundo, enfiando a língua na minha boca, chupando minha língua com vontade, mordendo meu lábio inferior. Enquanto beijávamos, eu lembrava da imagem que eu tinha inventado na cama com André: a Amanda me observando, me tocando. Agora ela estava real, a mão dela descendo e apertando meu peito por cima do biquíni, pinçando o mamilo. Eu gemia baixo dentro da boca dela.
André ficou olhando, o pau já esticando a sunga de forma visível. Renato observava, o volume grande e grosso marcando a sunga preta. Quando o beijo acabou, Amanda olhou para André com a boca molhada:
— Seu marido pode ficar só olhando… ou pode participar também. Eu quero os dois. Quero sentir o pau dele dentro de mim enquanto você me beija.
Renato veio até mim, me beijou com força, puxou o top do meu biquíni para baixo e engoliu meu peito inteiro, chupando o mamilo com força, puxando com os dentes de leve. A outra mão dele desceu e apertou minha bunda. Enquanto a boca dele sugava meu peito, eu fechei os olhos e vi de novo a cena que eu tinha fantasiado: o Renato me olhando na praia, me desejando. Agora ele estava me chupando de verdade, a língua girando no mamilo.
Amanda se ajoelhou na frente de meu marido, puxou a sunga dele de uma vez e o pau do meu marido saltou duro, latejando. Ela não perdeu tempo: engoliu inteiro e babava pelas bolas dele. Ela chupava fundo, olhando para mim enquanto mamava, com a cabeça subindo e descendo rápido.
— Porra… o pau do seu marido é gostoso pra caralho… grosso e quente — falou ela, com a boca cheia.
Eu olhava a cena e sentia a buceta latejar. Era exatamente uma das imagens que tinham passado na minha cabeça na noite anterior: André sendo chupado por outra mulher enquanto eu assistia. Só que agora era real, e o barulho da boca dela engolindo o pau do meu marido me deixava encharcada.
Renato me virou de costas para ele, puxou a calcinha do biquíni para o lado e passou dois dedos grossos na minha buceta, abrindo os lábios e sentindo o quanto eu estava molhada.
— Já está escorrendo… só de ver a Amanda mamando seu marido. Que safada. Olha como tá pingando.
Ele me colocou de quatro no sofá, ainda de biquíni, abriu minhas nádegas com as duas mãos e enfiou a língua fundo na minha buceta, chupando meu clitóris inchado, enfiando a língua no meu buraco e lambendo tudo. Eu gemia alto, rebolando na cara dele, e enquanto a língua dele entrava em mim, eu pensava: “É isso que eu imaginei… outra pessoa me comendo enquanto meu marido está aqui.”
Renato se levantou, tirou a sunga. O pau dele era grosso, veioso, com a cabeça rosada Ele esfregou a cabeça na entrada da minha buceta entrada melada, batendo de leve nos lábios grandes.
— Posso foder sua mulher, André? Posso arrombar essa buceta gostosa na sua frente?
André, com a voz embargada e o pau dentro da boca de Amanda, respondeu:
— Pode… fode ela. Fode minha mulher. Mete fundo.
Renato enfiou tudo de uma vez, me arrombando fundo. Eu gritei de prazer, sentindo o pau grosso abrir minha buceta completamente. Ele começou a meter com força, batendo na bunda, segurando meus quadris com força.
— Caralho, Carla… que buceta apertada e molhada… tá engolindo meu pau inteiro… aperta assim, porra… sua buceta está chupando meu pau…
Enquanto ele me fodia, a fantasia e a realidade se fundiram completamente. Eu estava sendo comida por outro homem, exatamente como eu tinha imaginado na noite anterior, e meu marido estava ali, vendo tudo, sendo chupado e depois comendo a Amanda. Cada socada do Renato me fazia lembrar daquelas imagens proibidas que me fizeram gozar tão forte. Eu gemia alto, pedindo mais.
Amanda parou de chupar, subiu no colo de André, segurou o pau dele e enfiou dentro da buceta dela de uma vez. Ela começando a cavalgar com vontade, com os peitos firmes de academia balançando. Os quatro conectados: eu sendo comida por Renato, André comendo Amanda. Eu olhava para o meu marido entrando na outra mulher e sentia um tesão absurdo, misturado com uma leve vergonha… e um prazer que eu nunca tinha sentido.
Renato me fodeu de várias formas. Me virou de lado, ergueu minha perna alta e meteu fundo, batendo forte, a mão apertando meu peito. Depois me colocou no colo dele, me fazendo cavalgar enquanto ele chupava meus peitos com força, mordendo os mamilos. Amanda se inclinava e beijava minha boca, chupando minha língua enquanto eu subia e descia no pau do Renato, sentindo ele bater no fundo. Foi nesse momento que Renato pegou o celular na mesa e falou, ainda metendo em mim:
— A gente precisa registrar isso… várias fotos proibidas. Pra nunca esquecer.
Ele tirou o pau de mim por um segundo, me colocou de quatro de novo e começou a fotografar: eu de quatro com a buceta molhada e aberta, o pau dele esfregando na entrada, depois entrando fundo. Amanda também pegou o celular de André e tirou fotos do meu marido comendo ela, dos peitos dela balançando, da minha cara de tesão enquanto eu era fodida. Tiramos várias: eu sendo comida de quatro, Amanda engolindo o pau do André, os quatro juntos, close da minha buceta sendo arrombada. Fotos sujas, explícitas, proibidas.
Renato voltou a me foder de quatro com força, segurando meus quadris e metendo fundo. Ele acelerou as socadas , com o pau batendo forte dentro de mim,.
— Vou gozar… vou gozar em cima dessa bunda gostosa — gemeu ele não aguentando de tesão.
Ele tirou o pau de dentro da minha buceta de repente, segurou a rola com a mão e gozou com força em cima da minha bunda. Porra quente e grossa espirraram nas minhas nádegas, escorrendo pelo meio da bunda e pingando na minha buceta ainda aberta. Ele continuou batendo o pau na minha bunda enquanto gozava, espalhando a porra toda.
Enquanto isso, Amanda ajoelhou na frente de André e engoliu o pau dele novamente, chupando fundo e rápido.
— Goza na boca dela, André… enche a boca da minha mulher de porra — mandou Renato, ainda esfregando o pau na minha bunda suja de porra.
André não aguentou. Segurou a cabeça de Amanda com força e gozou fundo na boca dela, gemendo alto, enchendo a boca da loira de porra quente e grossa. Amanda engoliu tudo, mostrou a língua cheia de porra branca, deixou cair um pouco nos peitos e depois engoliu de novo.
Renato ainda passou a cabeça do pau na minha bunda, espalhando mais a porra, e tirou mais algumas fotos: minha bunda coberta de leite, a buceta inchada e molhada, o pau dele ainda pingando.
— Olha que bunda linda… toda marcada e cheia de porra. Essas fotos vão ficar só entre a gente… mas são bem safadas.
No final, os celulares estavam cheios de fotos proibidas: eu sendo comida de quatro, a porra escorrendo na minha bunda, Amanda sendo comida e gozada, os quatro se pegando. Amanda riu, limpando a boca:
— Isso foi só o aquecimento… ainda temos mais noites.
A fantasia que nasceu na noite anterior tinha se tornado real. E agora ainda tinha fotos proibidas para guardar. Pela primeira vez na vida, eu não sabia se queria voltar atrás… ou se queria ir ainda mais fundo.
...





Q delícia de conto, gostoso assim inesperado